Os quatro e o exército de Caos
165 3° Temporada: 9 em 5.
Notas iniciais
Narradora's POV
– É... Pois é... Algumas das suas malas ficaram em São Paulo. — diz Damon, voltando do balcão de informações.
– Parece que chegará no próximo ônibus vindo de lá. — Matthew completa.
– NÃO! — berra Audrey, inconformada.
Matthew a abraça de lado.
– Calma elas ficarão bem. — diz ele.
– São apenas malas! — Mandy revira os olhos.
– São AS malas da Audrey. — diz Kathe, enterrando o rosto no ombro de Matthew.
– Pena que ficaram para trás... — murmura Maya, no entanto, Audrey ouve e choraminga.
– O que tinha na mala? — pergunta Matthew.
Audrey afasta e começa a contar na mente. Finalmente ela diz:
– De cachecóis.
Maya explode:
– CACHECÓIS?!
Audrey, mesmo tido tomado um susto, assente.
– Ah qual é Audrey. Vamos largar a mala lá. — diz Maya, cruzando os braços.
– NÃÃO!
– Sim! — exclama Maya.
– Minha mala não!
– Mas é de cachecóis!
– CHEGA DE BRIGA! — ordena Matthew.
As duas se calam. Matthew logo diz:
– Vamos pegar a mala de Audrey amanhã, quando chegar o próximo ônibus. Vamos procurar um hotel
para pernoitarmos e PUF! Tudo certo. Lindo! Maravilhoso!
– Espetacular! — Audrey dar-lhe um beijo e sai saltitando.
– Espera Audrey! Ainda temos que alugar os carros! — diz Matthew.
– E ajude-nos com as malas, sua gorda! — berra Percy.
Maya revira os olhos e pega sua mala:
– Vou facilitar minha vida. — Ela joga a mala em um redemoinho, fazendo-o de inventário.
– Coloca a minha também. — Mandy pede e Maya assente, começando a receber suas malas e a colocá-las
em redemoinhos.
– Por que não fizemos isso com as malas da Kathe... — bufa Damon.
– Vamos pessoal... Precisamos alugar os carros. — Matthew lidera o grupo.
[...]
– Moça é impossível terem apenas um carro para alugar. — bufa Matthew, conversando com a atendente
da locadora.
– Não senhor. Não é impossível e sim, real.
– Mas somos nove e precisamos de 3.
– Sinto muito. Mas temos apenas um.
Matthew revira os olhos e se retira.
[...]
– Ah e em outra mala tinha minhas botas. — Audrey informa os oito que nem prestam a atenção.
– Galerinha, temos outro problema. — diz Matthew.
– Isso está deixando de ser novidade faz tempo. — murmura Maya.
Alfa a ignora e prossegue.
– Tem apenas um carro para alugar.
Damon começa a rir.
– Está brincando? — questiona Kathe, nervosa.
– Não. Teremos que caber nesse carro. Ou iremos de ônibus.
– Nada de ônibus... Chega. Vamos caber. — afirma Audrey, disposta.
– Então... Vamos lá.
[...]
– Maya preciso que armazene nossas malas. — pede Matthew.
– Pode deixar. — Maya começa a colocar mala por mala dentro de redemoinhos que logo viram inventários
imaginários.
– Vamos caber. Pode crer. — Matthew se dirige ao carro, disposto a fazer caber nem que Bryan tenha
que ir andando ou correndo, até suas pernas cairem. Mas, ele estava disposto a fazer tudo para que está viagem saísse perfeita. Sem erros. Sem imprevistos. Pois ele é Matthew. O Céu. Alfa.
[...]
– Eu dirijo. — avisa Matthew. — Vamos lá... — Ele abre a porta. — Damon vem na frente comigo. Audrey
no colo de Kathe. Amber no colo de Percy. Maya no colo de Mandy. Bryan... — Ele olha o chão do carro e
abre um sorriso santo.
– No chão? — indigna-se ele.
Todos notam a ideia de Matthew e assentem, retribuindo o sorriso santo.
Bryan bufa.
– Tá. Eu vou. Mas, quem pisar em mim eu queimo. — Ele entra no carro e se senta, tendo suas costas
curvadas no túnel que tinha no chão do carro.
Audrey sentou no colo de Kathe, Amber no de Percy — algo que ele não odiou — e Maya no de Mandy.
– Audrey é levinha. — diz Kathe, a mexendo como se ela fosse uma pena.
– Eu amei ficar assim. — comenta Percy.
– Vou chegar morta. — geme Mandy de dor.
– Vamos lá pessoal. São apenas alguns quilômetros- Matthew diz, soando feliz.
– Longos e belos quilômetros. — diz Mandy.
– Belos mesmo. — Maya diz e abre um sorriso maléfico.
Matthew liga o carro e acelera.
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