Os quatro e o exército de Caos

41 2° Temporada: Tadinha da mansão dos líderes part II


Notas iniciais
XENTE FIZ A CONTINUAÇÃO PORQUÊ AINDA ESTOU PENSANDO... SORRU PELOS ERROS DE GRAFIA XOXOXOXOOXXO

Percy's POV

– FOI AQUELA PUTA DA ANNABETH! — Berrei para Caos.

– EU VOU ESTRANGULAR AQUELA GAROTA! — Exclamou Kathe, soltando Mandy.

– Como eu não sei quem é essa... Apenas concordo. — Disse Maya, balançando a cabeça.

Caos se aproximou.

– Nossa ilha não é visível... Como ela conseguiu? — Perguntou ele.

– Alguém que já visitou a ilha... Deve ter dado permissão ou algo do tipo. — Disse Damon.

– Bryan... — Resmunguei.

– Quem? — Perguntou Caos.

– No meu sonho... Pesadelo... Annabeth falava com um cara chamado Bryan. — Disse.

Damon cerrou os punhos, mas, não reagiu.

– Quem é esse cara? — Perguntei.

– Vamos... Vocês vão dormir no palácio... Irão partir amanhã. — Disse Caos, ignorando

minha pergunta.

Olhei para trás... AMBER... EU ESQUECI DE AMBER...

– Ai meus oceanos... — Disse, começando a correr.

Quando me aproximei, ela estava com a cabeça encostada nas pernas e com a minha camisa

perto do nariz.

– Eu sou muito besta... Desculpe. — Disse me ajoelhando ao seu lado.

– Eu estou amando ver você sem camisa. — Dise ela, fraca.

– Você é muito safada, senhorita Amber. — Respondi, sarcástico.

Ela abriu um sorriso, leve.

– Quem te deu permissão para gastar sua energia, senhorita Amber? — Perguntei.

– Hora de ir... Pombinhos mordidos. — Disse Maya, se aproximando de nós.

– Pombinhos mordidos? — Perguntei.

Maya olhou para o meu pescoço.

Comecei a rir.

– Mordida de gato... Gata. — Admiti.

Amber tentou levantar.

– NANANINANÃO. — Disse, lhe impedindo.

Peguei ela no colo.

– Não precisa disso... — Disse ela.

– Não preciso de sua permissão, senhorita Amber. — Disse, rindo.

Caminhei até os outros.

– Vamos... Os bombeiros daqui a pouco chegam, para acabar com o incêndio. — Disse

Caos, olhando fixamente para o meu pescoço.

Começamos a seguir Caos.

Matthew levava Audrey, pelo céu.

Damon e Kathe ficavam fazendo guerras, com bolinhas de neves, sempre que possível.

– Nem vem, Mandy! É SUA vez de me levar nas costas. — Disse Maya.

– Você é MUITO gorda. — Disse Mandy.

Maya pulou em suas costas.

– Eba... Vamos cavalinho... — Disse Maya, rindo.

– Te mereço, Maya.... Te mereço. — Disse Mandy, revirando os olhos.

Depois de um tempo, eu não aguentava mais.

Ordenei que uma onda se criasse.

Quando percebi, estava sentando em cima de uma onda e Amber ainda permanecia em

meu colo, dormindo.

Peguei um pouco de água e coloquei em sua boca, fazendo-a beber.

– Pronto Maya... Chega... Não consigo mais. — Admitiu Mandy.

– Tudo bem... — Disse Maya, descendo.

– Mandy... Por que não voa? — Perguntou Caos. — É só ir fazendo linhas de luz... Elas são

matérias... Você consegue pisar nelas... Ou pedir para que elas te levem.

Mandy se sentou e em questão de segundos, estava no céu e rastros de luz, formavam seu caminho.

Kathe deu uma jetpack para Damon.

Ambos não encostavam mais o chão.

– AH.... QUE DAORA! — Exclamou Damon.

– Tudo bem... EU FICO NO CHÃO! — Disse Maya. — Com o tio Caos e o tio Leo.

Caos começou a voar.

Maya fez uma cara de bunda.

– Eu posso muito bem derrubar vocês. — Ameaçou ela.

– Nem vem. — Disse Audrey.

– Quer subir aqui, Maya? — Perguntou Mandy.

– Não... Eu estou bem. — Respondeu ela, rindo.

– Maya, onde estão os ursos? — Perguntei.

Ela estendeu a mão e dois redemoinhos apareceram, carregando os dois ursos.

– Inventário. — Respondeu ela.

Abri um sorriso.

Amber começou a se mexer.

– Ei... Está tudo bem... Continue dormindo. — Disse, com a voz calma.

Ela abriu os olhos... GENTEEE ISSO MELHOROU O MEU DIA!

– Está muito frio... Coloque sua camisa. — Disse ela, me entregando a camisa. — Tem uma

parte molhada.

– Já consegue respirar? — Perguntei.

Ela assentiu.

Vesti a camisa, com cuidado para não deixar Amber, cair.

– Não precisa de tanto cuidado. — Disse ela, rindo.

– Se eu te deixar cair e você se machucar... Eu me mato. — Disse, rindo.

Lágrimas se formaram ao redor de seus olhos.

– Você LITERALMENTE precisa parar de fazer isso. — Admitiu ela.

Mandy surgiu ao nosso lado.

– Maya pediu para que eu te entregasse isso, Amber. — Disse ela, estendendo o braço

e entregando o urso branco para Amber.

– Obrigada. — Disse Amber, abrindo um sorriso.

Amber o abraçou colando uma parte do urso perto da minha camisa, o que esquentou

um pouco.

– Queria que fosse maior. — Disse ela.

– Às vezes... Esse urso tem mais sorte que eu. — Admiti, rindo.

Ela estendeu a mão, que estava um pouco trêmula e a colocou em minha barriga... Como

um sinal de: Eu te amo e está tudo bem.

– Eu também te amo, minha princesa. — Disse, tocando a sua.

Quando nos aproximamos, ordenei que a onda fosse para baixo e dei um pequeno

salto para fora dela, fazendo meus pés, tocarem o chão.

– Vocês querem dormir juntos ou separados? — Perguntou Caos.

– Separados. — Respondemos.

– Um quarto para Percamber, outro para Kamon, outro para Mattdrey, outro para

mim e Mandy e Leo... Bem... Dorme na sala. — Disse Maya.

– Eu não! — Exclamou Leo.

– Fique tranquilo... — Disse Caos. — Tem espaço para todos... Infelizmente vou precisar

juntar algumas pessoas... Percy e Amber ficam com Maya, Kathe e Damon com Mandy

e Matthew e Audrey com Leo... Pode ser?

– Tudo bem... — Respondeu Audrey.

Ficamos com o último quarto.

– EU FICO COM A DE CASAL! — Exclamou Maya, pulando na cama.

Coloquei Amber, dormindo, do outro lado.

– Nada disso... — Disse, pegando Maya de ponta cabeça. — Você é na cama de solteiro.

Joguei ela na cama de solteiro.

– Poxa... — Disse ela, cruzando os braços. — Vai ter mordida?

– Não! — Respondi.

– Droga... — Resmungou ela.

– Taradinha... — Disse, me deitando.

– Obrigada, Sr.Oceano. — Disse ela, fazendo a mesma coisa que eu.

– De nada Garota Furacão. — Disse.

Ela virou o rosto e dormiu.

Abracei Amber.

– Eu fiquei super feliz. — Disse ela, baixo.

– Com o que? — Perguntei.

– Com a mansão, pegando fogo. — Respondeu.

– POR QUE? — Perguntei, assustado.

– Assim podemos ter um quarto BEM maior. — Respondeu.

Comecei a rir.

– Pode dormindo, senhorita Amber. — Ordenei.

Ela não protestou.

Coloquei seu rosto em meu peito e cai no sono.