Os quatro e o exército de Caos
65 2° Temporada: O final parte I
Notas iniciais
Eu postei o mapa da ilha lá no blog: http://fanficosquatroeoexercitodecaos.blogspot.com.br/
Espero que gostem *_*
Sorru pelos erros de grafia e pelo pequeno... Bjuuus
XOXOXOXOXOXOXOXO
O final: parte I.
Percy's POVEu me sentia ótimo, mas, muitas risadas maléficas, penetravam meus ouvidos.– Agora você é meu Perseu Jackson... A maldição te fez ser apenas meu. — Disse Annabethse ajoelhando e olhando bem nos meus olhos.Eu não sentia nada por Annabeth... Eu queria beijar Amber... Ter ela no meu colo... Euprecisava dela... Mas, por que todos estão rindo?– A maldição foi injetada com sucesso, senhora. — Disse um dos guardas.Todos aplaudiram.Então... Mas, moço... Eu ainda quero matar vocês.Cheguei a conclusão que: A maldição não tinha funcionado em mim, mas, eu precisava fingir.– Eu te amo Annabeth. — Disse, com a menor vontade do mundo.– E o que você precisa fazer agora? — Perguntou ela, já sabendo a resposta.– Matar a Música. — Respondi, com muito desgosto e quase me matando.– ISSO! — Exclamou Annabeth.E sabe o que aconteceu?Exato... Ela me... Beijou.Tive que retribuir, mas, de novo... Com muito desgosto e quase me matando.– Você beijava melhor antes. — Disse ela, se afastando. — O beijo daquela vadia devia serpéssimo.MENTIRA É E SEMPRE SERÁ O MELHOR BEIJO DE TODOS!Se controla...Agora estou melhor.– Muito bem... Levem ele até a vadia... E deixem que ele cuide dela... Sabe... Comoguarda... Mas, claro deixem ele a sós... Qualquer coisa, ele já mata ela de uma vez. — OrdenouAnnabeth.– Sim senhora. — Responderam.Me levantei e comecei a segui-los, prestando a atenção em tudo quanto é canto e criandoestratégias para fugir.Minhas correntes, foram soltas.Eles realmente achavam, que minha maldição estava funcionando... Sabem de nada.Chegamos em uma área bem sombria e começamos a subir uma longa escada de madeira.Subi sem muita pressa e com uma cara do tipo... Pronto para matar.Paramos em uma espécie de porta de castelo antigo.Cerrei meus olhos, para parecer bravo... Mas, por dentro eu quero enfiar minha espada nocú desses guardas e beijar Amber.Os guardas ficaram me olhando.– Eai... Vão abrir pra mim ou não? — Perguntei, dando um de bravo.– Si... Sim senhor. — Responderam.E assim... A porta se abriu.Maya's POVOs lideres caminhavam com suas barreiras ativadas... E eu e Mandy? Bem... Desprotegidas...Porquê somos corajosas... Mandy começou a me cutucar.– Que foi Árvore de Natal? — Perguntei.– Acho melhor contarmos para eles, sobre a poção. — Disse ela.– Por que? – Porque... Ah sei lá... Eu acho melhor. – Tudo bem... Deixa que eu conto do jeito Maya. — Disse.– Furacão... Não faça merda. — Pediu.– Fica tranquila. — Disse.Esperei alguns minutos.– EUTENHOUMAPOÇÃOQUETIRAMALDIÇÕESPRONTOCONTEI. — Berrei.Eles me olharam, confusos e Mandy abaixou o rosto.– Maya você não presta. — Disse Mandy, rindo.– Eu não entendi nada. — Admitiu Kathe.– Eu entendi... — Disse Audrey. — Eu tenho uma poção que tira maldições pronto contei. Eu e Mandy, fizemos joinhas.– Como assim?! — Disse Matthew.– Argg... Eu roubei uma poção da Annabelle que tira maldições. — Expliquei.– Quando? — Perguntou Damon.– Sei lá... Só sei que fui teletransportada para o... Esconderijo na Annabelle... Roubei e voltei. — Respondi.– Maya... Você precisa beber essa poção. — Disse Matthew.– NÃO! — Exclamei. Eles se assustaram.– Digo... Eu... Eu não posso. — Disse.– Maya você precisa evitar que sua maldição se ative. — Disse Damon.– Eu não posso beber! Se o Percy receber a maldição eu posso retirar... — Expliquei.– Maya... — Começou Kathe, mas, foi interrompida por um estrondo.– OLÁ CRIANÇAS. — Disse uma voz.– Bryan. — Disse Audrey.
Notas finais
Thank Lu!
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