Os irmãos do Caos
16 A Verdade
Notas iniciais
"Promessas são como regras. Por que, como dizem, regras são feitas para serem quebradas."
– Anônimo
A mulher que o abraçava sorriu, radiante, seus olhos brilhando ainda mais que o normal. Ele viu, preocupado, as olheiras abaixo de seus olhos (N/A: NÃÃO, imagina, olheiras abaixo de seus braços.) brilhantes e uma fina linha dourada que escorria em uma lágrima dourada pelo rosto claro. Suas feições se tornaram confusas
– Como... Quando... — Ela tentava formular alguma pergunta coerente, sem muito sucesso. O primordial riu, imediatamente ela sorria, sentira falta de suas risadas, eram boas de se ouvir. Ele a aperta mais forte contra o próprio corpo, como se ela pudesse desaparecer a qualquer segundo, no ar, em meio à seus braços.
– Explicarei tudo, mas me prometa que nunca mais me deixará. — Ele murmura, enterrando o rosto nos cabelos alvos, tentado esconder, em vão, suas próprias lágrimas negras. A mulher sorri tristemente e levanta o rosto do outro, tocando suavemente uma lágrima ácida que escorria.
– Eu prometo. — Ela fala, com a voz embargada pelas lágrimas que agora escorriam continuamente, ele sorri e a beija, transmitindo toda a saudade que sentira.
❄
–Então, tem uma nova guerra... — Começa ela indiferente, mordendo os lábios. — E todos acham que é contra mim. — Termina, Vazio assente. — Mas... Gaia e Urano estão usando meu nome para comandarem essa guerra, ao lado de Nyx e outros primordiais. E os únicos que estão ao lado de Caos e Ordem são Tártaro (N/A: Adoro esse tio.), Ananque, Pontus e Eros. E por isso estão em desvantagem e contam que eu esteja ao lado deles.
– Resumidamente, sim. — Suspira o primordial. — Mas agora, eu tenho que saber, de quê lado você vai estar?
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