Os escolhidos
27 Herobrine? até que enfim!
Notas iniciais
Esse capítulo é diferente e nele eu vou rimar,
Mas não sou bom de rima mesmo assim eu vou tentar,
Eu vou contar a história, de três aventureiros,
Que pra salvar a princesa, rodaram o mundo inteiro!
O primeiro vocês sabem, conhecem muito bem,
Ele é o Steve, vou mandar sem nenhum desdém!
Ele vivia sozinho, numa casa abandonada,
Até cruzar com Adália, sua futura namorada.
Lutaram e enfrentaram monstros de arrepiar,
Usando a inteligência, a força da sua espada,
Cruzando o continente, Dormindo em cavernas,
Andando sem cansar, no Sol da primavera!
Em uma bela tarde, sob o céu azul,
Enfim eles avistaram a Aldeia do Sul.
Pena que a paz, já estava de partida,
Por que naquela noite a Aldeia foi invadida!
Depois do apocalipse, enfim ele chegou,
Seu nome era Diego, e um herói virou,
Seguiu os Aventureiros, na sua grande jornada,
Para chegar em Théfires, e terminar a missão dada.
Pra isso eles tiveram, que Passar na Aldeia da água,
Dormir em um hotel, Depois dar uma embarcada,
O espirito de Aventura enfim apareceu,
Depois de embarcarem, Adália se f#deu
Pois naquele navio, tinha duas feiticeiras,
Que deram uns amassos, mas fizeram besteira,
Pois elas não souberam, seu segredo guardar,
Adália descobriu, e de lá foi só vazar!
Pegaram um barquinho, remaram por dois dias,
Fugir daquele barco era só o que ela queria,
Quando amanheceu, então ela avistou,
Era o Reino de Angra, A luta acabou,
Passaram pelo reino, sem nem dar uma parada,
Mas algo aconteceu, Adália foi amaldiçoada!
Depois de muitas noites, sofrendo fúria e dor,
De um demônio dos infernos, enfim seu grande amor,
Chegou do lado dela e tocou em sua mão,
Nós chegamos em Théfires, acabou a missão!
Pena que a Batalha, ainda tinha de ser travada,
Pois o danado do Marcelo, invocou a fera sagrada,
O monstro de três cabeças, enfim apaisanou,
Quando Steve e Adália, sua cabeça cortou!
Pena que naquela guerra, Diego não suportou,
Acabou envenenado e a vida o abandonou!
Deixando muita mágoa, angustia e sofrimento,
Para Steve e Adália, que ficaram ao relento,
Mas no meio de tudo, Enfim ela surgiu,
De inicio foi Malvada mas depois contribuiu,
Ajudou nossa heroína a quebrar a Maldição,
Saphire pos a Estrela dentro de suas mãos!
Parece que agora, tudo teve um fim,
Mas chegou um tal de Aiden, Somente pra confundir,
Nossa heroína tão querida e também seu coração,
Steve ou Aiden? Eis a questão!
Mas tenho que lembrar que um Mal vai surgir,
Ele é traiçoeiro, mas ainda vai decair!
Chegando das profundezas, do Nether, inferno,
Chegando pra provar, que Notch não tá certo!
Vai tentar de toda forma o Mal espalhar,
Mas nosso três heróis vão ter que revidar,
O tribunal de Salém vai tentar ajudar,
Mas Herobrine é muito forte, não tem como Ganhar!
Eu sei que agora, você deve estar pensando,
Esse garoto é louco, do que ele tá falando?
Mas isso eu não digo, você tem que descobrir,
Sozinho, com um amigo, só não pode desistir!
Verdades, Mistérios, Segredos revelados,
Descubra as Origens, Desse mundo quadrado,
Isso só lendo o texto que é a minha Arte,
Lendo minha fanfic, que é sobre Minecraft,
não deixe de acompanhar, e não fique perdido,
Por que agora vai, mais um novo capítulo,
Da saga Minecraft, e agora os Escolhidos!
(kkk créditos ao Monerk, vi um vídeo dele no youtube e vi que ele era bom com rimas, achei legal por isso esse comecinho rimando Rsrs)
***
Adália Saphire e Steve saíram correndo Pela escuridão da noite, de certa forma era até bom para Steve correr, quando morava na floresta às vezes era comum para ele sair correndo pela noite fugindo de alguns monstros sedentos por carne, pena que a carne era a dele!
“Por que puxou agente igual uma louca Saphire?!”
“Ué, você que é louca, falar da Estrela do Nether na Endertv, esqueceu que eu pedi pra você guardar segredo?!”
“ah e! desculpa.”
“Rsrs. Você pedindo desculpas Adália? parece que amoleceu...”
“O que foi garota?! Só te pedi desculpa ué!”
“não... é que você nem está parecendo mais aquela capitã que os Soldados tinham medo...”
Adália olhou para Saphire com indiferença... essa foi sua resposta.
“Sim, mas pra onde nós estamos indo?”
“Ué Stevezinho... vamos pra... pra... pra onde mesmo?” Nesse momento eles pararam de correr e ficaram se entreolhando, tanto a repórter como o cinegrafista tinham ficado para trás à tempos, eles estavam no que parecia ser um dos pontos mais altos do reino, como se fosse o topo de uma montanha mas ali tinha uma rua de pedras, a Lua não jazia no horizonte como de costume e o vento gélido da madrugada soprava forte, anunciava uma chuva eminente, alguns raios e relâmpagos eram vistos ao longe... (raio: descarga elétrica entre nuvens, relâmpago: descarga da nuvem para o chão.)
“Eu sei lá...” disse Saphire passando a mão no cabelo.
“Steve, você não tinha me chamado pra darmos uma volta?” Disse Adália meio sem graça e mudando de assunto, as suas bochechas coraram mas ela disfarçou jogando algumas mechas vermelhas sobre o rosto...
“ah sim... desculpa é que com essa confusão com a repórter eu acabei esquecendo. Rsrs” Steve era relativamente bobo, quando falava com Adália dava risadas sem motivo algum.
Adália ergueu a mão para Steve, como se esperasse ele pegar na mão dela para andarem de mãos dadas...
“Adália? Rsrs.”
“ué Steve, vai pegar na minha mão ou não seu bobo?! Rsrs.” Eles riam da situação, mas quem não achava a menor graça era Saphire que estava bem do lado dos dois.
“Só para darmos uma volta? Adália somos amigos...”
“E amigos não podem andar de mãos dadas?! Steve larga de ser frouxo!”
“A Capitã de Théfires está me chamando de frouxo? Rsrs. Cuidado que eu sou o garoto mistério agora...” Ele deu um sorriso de canto de boca e passou a mão na cabeça, Adália achava lindo quando ele fazia aquilo, pena que era relativamente raro, só quando ficava nervoso.
“a é? Você praticamente congelou quando mandaram você falar seu frouxo! Rsrs”
“Sim, mas é que eu não sabia o que dizer, minha vida é “interessante” de mais pra aparecer na EnderTv. rsrs”
“olha aí, só por que tem um monte de garotinhas atrás de você está se achando... hein Steve?!”
“Que nada, eu...” ele ficou totalmente sem graça.
“O que foi Steve?”
“nada não...”
“aiai... Pessoal eu acho que vou voltar pro castelo, não estou afim de ficar aqui vendo vocês dois conversando! Até por que, vocês dormiram mas eu não!”
“tchau Saphire...” Steve olhou para Saphire, ela tinha uma expressão triste no rosto.
“até!” Adália curta e grossa como sempre...
“Pois é... tchau Steve...” Foram as ultimas palavras de Saphire antes de partir, Realmente Steve e Adália tinham uma química inconfundível, era como se se conhecessem à tempos, tipo amigos de infância que sabem tudo um sobre o outro mesmo se conhecendo a apenas algumas semanas...
“Você acha que vai ficar tudo bem com ela?” Perguntou Steve se ressentindo pela Saphire.
“Por mim... Steve não liga pra ela não”
“Não sei... é que ela pareceu um pouco triste”
“você me chamou pra caminhar... ainda está de pé o convite Steve?!”
“sim... se você ainda quiser claro...”
“quero sim Steve...”
Assim que eles terminaram de falar cruzaram os braços e foram andando pelas ruas de Théfires... Adália a todo instante passava as mãos no cabelo, o vento estava relativamente forte naquela noite e o frio estava apaisanando na atmosfera do lugar, resultado, Adália e Steve com certa frequência eram surpreendidos com arrepios, não só pelo frio, mas andar um do lado do outro de braços cruzados gerava certa excitação...
“Steve, amanha eu vou para um almoço que vai ter no castelo junto com o rei, eu... eu queria saber se você queria ir comigo...”
Steve continuou andando lentamente pelas ruas...
“Por que ele te chamou pra almoçar lá? Agente pode almoçar na sua casa mesmo...” Steve falou de uma forma séria.
“Rsrs. Aiai Steve, você é um bobo mesmo...” mas Adália levou na brincadeira. Depois continuou falando:
“Não, vai ser tipo uma comemoração por que nós salvamos a princesa... na verdade, eu estava pensando em pedir férias pra visitar minha família, já faz quase um ano que eu não falo com eles...”
Steve olhou para o lado... se lembrou da sua família, da sua mãe, do seu pai e do seu irmão mais velho, eles estavam mortos agora, falar sobre família era difícil para Steve e lembrar dela era pior ainda...
“Hum... não sei, essas coisas devem ser complicadas...”
“complicadas? Tipo?!”
“tipo eu vou te fazer passar vergonha...”
“Que é isso Steve?! claro que não! É como dizem, não importa o lugar em que você está, e sim com quem você está!” Adália falou de uma forma confiante, deixando transparecer que tinha ficado satisfeita consigo mesma.
“Rsrs.” Steve riu, depois de um suspiro enfim falou:
“Sei, então se é assim...”
“Sério? você quer ir comigo mesmo Steve?!”
“claro, por que não iria Adália?”
A verdade é que ela estava super feliz por dentro, já tinha saído com outros homens antes mas todos eram uns chatos, a maioria eram capitães como ela mas talvez, pela beleza dela só queriam uma coisa, sexo, não faziam ela se sentir à vontade e não tinham uma conversa legal, como Alex, o capitão do Espirito de Aventura que tentou levar ela à força pra cama. Com Steve era diferente, ela era ela mesma, não precisava fingir nem mentir, ele a entendia e já tinham vivido tantas coisas juntos que estavam bem próximos, fora que, ele era o tipo de garoto que era o sonho de consumo de qualquer mulher, ela não sabia se ele sentia o mesmo em relação a ela, fora que, ela tinha um certo receio de dizer o que sentia, que talvez não fosse correspondida, na verdade, esse é o medo que todos tem quando gostam de alguém... (fato! kkk), ia aguardar, aguardar alguma confirmação vinda dele, pena que Steve não era o tipo de cara que tomava a iniciativa...
“sei lá... me diga você!”
“rsrs, por que você é mandona... por que todos os soldados de Théfires tem medo de você, talvez por isso...”
Adália parou de caminhar, ela fitou os olhos de Steve, tinha pisado no calo dela.
“Às vezes é preciso ser mandona pra conseguir as coisas...”
“é Adália, mas pedir com educação nunca matou ninguém. Rsrs”
“Não sei, acho que é por que eu fui criada pra isso... pra ser mandona”
“Como assim? Não estou te entendo Adália...”
Adália nem olhou para Steve, apenas se sentou em um banco de pedra, Steve demorou um pouco mas se sentou bem do lado dela, nossa heroína olhou para Steve e tirou o cabelo vermelho do rosto colocando ele atrás da orelha...
“sabe Steve, quando eu tinha três anos, eu fui separada da minha família pra servir o exército de Théfires, eles diziam que precisavam de pessoas pra combater os monstros que ameaçavam conquistar o mundo, foi nessa época que começou a invasão mob...”
Steve olhou para Adália com sua velha cara de indiferença mas ela continuou...
“em Théfires o treinamento não era nada fácil, nós sofremos aqui, ficávamos dias sem comer ou dormir, crianças de três anos aprendendo a empunhar uma espada... treinávamos duro debaixo de chuva e sol, tudo pra ficarmos mais fortes... quando completávamos dez anos éramos jogados em uma floresta apenas com um machado de pedra e a coragem, depois de cinco dias quem conseguisse sobreviver virava soldado de ferro, e depois, general, e depois quem sabe capitão...” Ela suspirou e deu uma pequena pausa, Steve aproveitou a deixa.
“Adália... por que está me contando essas coisas?”
“não sei... achei que você precisasse saber, as pessoas deviam conhecer as outras antes de sair julgando...”
“mas eu não estou te julgando...”
“de certa forma sim Steve, você disse que eu sou mandona. Isso... sei lá, soa como uma ofensa...”
“mas você sabe que não é... eu...eu...” Steve não conseguia falar, talvez por que ele passou anos na floresta sem falar com outras pessoas, tinha uma certa dificuldade em se expressar... Adália não conseguia se estressar com Steve, até por que, ela gostava dele...
“Rsrs. Você fica lindo quando gagueja...” ela se arrependeu de ter dito isso quase no mesmo instante em que as palavras pularam de sua boca, mas já era tarde de mais.
Steve corou, ele desviou o olhar e passou a fitar a lua no horizonte,
“Sabe Adália... quando eu era pequeno meu pai uma vez me disse que não importa o que acontece com agente, e sim quem nós somos...”
Adália olhou para Steve, ficou impressionada por que na maioria das vezes ele dizia coisas sem nexo ou que eram relativamente simples.
“Foi quando minha mãe cozinhou meu primeiro porquinho de estimação. Rsrs. Eu chorei por dois dias seguidos, até meu pai dizer aquilo, na época eu não entendi mas aquelas palavras sempre ficaram na minha cabeça, hoje eu entendo...”
“Steve...”
“você Adália, não adianta usar a desculpa que é por que você foi criada pra isso... eu te conheço a pouco tempo e percebi que você é diferente... não é culpa do que aconteceu com você e sim quem você escolheu ser...”
As palavras de Steve carregavam verdades irrefutáveis, Adália sabia que ele estava certo, ela na verdade não era a capitã durona que todos temiam e que tinha a fama de ser assassina de monstros, sangue frio e grossa...
“mas Steve, é preciso! Os Soldados de Théfires são um bando de preguiçosos!”
“Esses últimos dias você mudou bastante, sabe, quando eu te conheci você era grossa até hoje eu me lembro. Rsrs. Eu também era, sabe, somos tipo diamantes, e estamos sendo lapidado um pelo outro. rsrs” A conversa ganhava um tom irônico com Steve.
“Rsrs. É... somos diamantes Steve, somos a coisa mais dura e rígida que existe na face da terra, vai ser difícil...”
“mas em parte é verdade, pra lapidar um diamante só usando outro, meu pai era ferreiro e eu aprendi isso com ele. Rsrs.”
Adália apenas fitava Steve, ele era mais inteligente do que ela pensava, talvez por que eles dois nunca tiveram um momento pra conversar em sí, na maioria das vezes as conversas se resumiam apenas à missão, e agora que eles tinham cumprido a mesma, realmente... os dois fitaram um no olho do outro, um clima começava a se formar e o momento começava a pedir um beijo, mas, Steve logo mudou de assunto, ainda não estava preparado, não com Adália, já tinha beijado a Mel e quase ido pra cama com ela mas Adália... ela era diferente...
“Adália, você... ham... vai procurar a Mel quando? Sabe, pra ela desfazer a maldição.” a pergunta saiu como um tiro que atingiu um vidro e despedaçou ele em caquinhos minúsculos quase que um pó, da mesma forma que o clima que se formava.
Adália suspirou. “Talvez quando eu voltar da casa dos meus pais, sabe, a Saphire me disse que a Estrela do Nether ainda suporta uns quatro meses...”
Assim que Adália disse isso ela ouviu um barulho de folhas arrastando, tanto ela como Steve se viraram para ver o que era mas tudo o que avistaram foi uma sombra entrando atrás de uma casa...
“Que estranho...” Disse Steve voltando as atenções para Adália.
“pois é!” respondeu Adália...
Um silêncio voltou a dominar o ambiente, mas antes que o tal clima aparecesse de novo Steve se levantou e estendeu a mão para Adália.
“me daria a honra madame, Rsrs”
“pois não Alex. Rsrs” Steve estava se fingindo de cavalheiro tipo o Alex...
Adália e Steve Andaram de mãos dadas pelas ruas, na verdade deram a volta na cidade e voltaram ao ponto de partida, ou seja, a porta da casa de Adália...
“Steve, obrigada pelo passeio...” Adália sorriu para Steve, foi um sorriso de certa forma meigo, ela nunca tinha sorrido daquele jeito para Steve, deixando aparecer os dentes, era linda... devia rir mais vezes, pensava Steve consigo mesmo...
“de nada...” Steve retribuiu o sorriso. “devíamos fazer isso mais vezes...”
“pois é Steve... ham...” Eles estavam se despedindo, mas foi agora que Adália sacou que Steve não tinha onde ficar e ia ser meio embaraçoso tanto para ela como para Steve entrarem juntos agora, tipo como se a noite não tivesse acabado ali, que ia ter “mais coisas”...
“ham... Adália eu vou fazer uma coisa antes, não estou com a mínima vontade de dormir...”
Era por volta das três horas da madrugada, e o céu já estava completamente NEGRO, a lua nem aparecia assim como as estrelas, se fosse chover não demoraria muito...
“Steve, o que você pode querer fazer uma hora dessas? Você não conhece ninguém e... e... esperaí! Você não vai no castelo com a Saphire não né?!” Adália tinha mudado a expressão no rosto. Mas Steve continuou calmo...
“Eu tenho que visitar uma pessoas sim, mas não é a Saphire...” assim que ouviu isso Adália se acalmou um pouco...
“e eu posso saber quem o senhor vai visitar a uma hora dessas?!”
“Diego...”
Adália literalmente desmoronou... eles nem tinham falado dele naquela noite, era de se espantar que Steve se lembrasse dele...
“Quer que eu vá junto com você?”
“não... eu realmente preciso ir sozinho, sabe, eu tenho que dizer algumas coisas e...”
“entendi... está bem Steve, vê se não demora...” Adália estava serena e calma outra vez.
“pode ficar tranquila... eu... sei me cuidar.” Steve se aproximou de Adália e beijou a bochecha direita dela, era realmente ingênuo e sem segundas intenções, Adália não esboçou reação alguma, tinha sido pega de surpresa nunca imaginara que Steve tivesse ousadia para fazer aquilo, era um sinal de que ela estava errada, e que, Steve podia tomar a iniciativas as vezes...
Ela colocou a mão na bochecha, como se protegesse o local do beijo...
“até mais tarde...” foi o que Steve disse antes de sair caminhando pela rua...
Adália ficou parada vendo ele sumir na escuridão da noite, ela então entrou para dentro de casa e fechou a porta, ela tirou o sapato e a roupa e entrou dentro do banheiro, nele tinha apenas uma banheira 2x2 na qual ela tomou a melhor ducha de sua vida... fazia tempos que não tomava um banho daqueles, lavou seus cabelos vermelhos e se embrulhou na toalha, aquela noite estava tão fria que assim que saiu do banho sentiu o vento bater em seu rosto... a janela estava aberta? Mas ela tinha trancado na hora que saiu da casa... estranho... fechou-a, depois vestiu uma blusa de seda preta e um short de lã curto mas bastante confortável e se deitou na cama...
***
Steve deixara Adália para trás, sua cabeça fervia de pensamentos, por que tinha beijado ela? Diamantes? Por que diabos eu foi falar da histórias dos diamantes que droga! Ela deve achar que eu sou idiota agora... entre outros, Ele resolveu deixar esses pensamentos de lado e se focar no seu amigo, foi caminhando pelas ruas do reino, passou em frente ao castelo e encontrou dois guardas dormindo no serviço... andou mais um pouco, sabia que o cemitério da Almas Valentes ficava no fim da rua, quase que na entrada do reino...
Depois de andar por uns dez minutos ele enfim chegou, reconheceu os muros feitos de grades de ferro na hora, assim como o musgo que era bem típico daqueles locais... cruzou o portão, assim que bateu o portão começou a chover, estava muito frio e não dava de enxergar quase nada, não por que a chuva estava forte mas por que o local era muito mal iluminado... ele foi caminhando, não se importava em se molhar, foi andando entre as lápides, pensando nas pessoas que estavam enterradas ali... até que, ele viu uma pessoa parada no final do cemitério! Ela usava um vestido totalmente preto e um chapél de velório, assim como um guarda chuva... quem será ela? E por que está na Lápide do Diego?! Steve pensou...
Steve caminhou até chegar na tal pessoa, era uma mulher, ela não esboçou reação alguma quando Steve se aproximou...
“oi com licença, quem é você? Conhecia o Diego?” perguntou Steve.
“aiai Steve... já se esqueceu de mim foi?”
Steve não se recordava o nome da pessoa, mas a voz não lhe era estranha...
“não sei quem é você...”
***
Adália se deitou na cama e pegou um livro, assim que olhou a primeira página começou a chover, tadinho do Steve... era tudo que ela pensava, alias, não só nisso mas também no beijo na bochecha que recebeu de Steve... ela então começou a folear o livro, era chato, sobre técnicas de combate... assim que ela lia a terceira página escutou um som de espada sendo afiada... ela olhou para a janela e viu UM HOMEM sentado nela, ela não reconheceu...
“QUEM É VOCÊ?! OLHA QUE EU SÓ VOU PERGUNTAR UMA VEZ!”
o homem estava de cabeça baixa e parou de passar a espada na pedra da parede... segurava um envelope na mão...
“Adália... não se lembra mais de mim?”
Ela nem pensou, apenas respondeu.
“NÃO!”
O homem então pulou da janela e levantou a cabeça, foi tão rápido e tão ligeiro em seu movimento que antes mesmo que Adália pudesse pensar ele já estava sentado bem do lado dela segurando o envelope na mão...
“tem certeza que não se lembra de mim Lia?”
“Lia?” Assim que Adália ouviu esse nome... só tinha uma pessoa que chamava ela assim...
“Aiden...”
***
“não sei quem é você...” disse Steve.
“Sou eu Steve, a Bella.”
***
“oi olhos brancos...”
“ham... Minecraftado... o que trás tua sublime pessoas à minha presença?”
“nada não, só vim te trazer noticias de Théfires, sabe né, daquele caso...”
“ah sim... Théfires, faz tempo que não ouso esse nome... a princesa? Ela já faleceu?”
“kkk... você vai gostar de saber disso, ela não morreu e está tão viva como nunca!”
Os olhos brancos dele emitiram um brilho incomum...
“com quais argumentos me dizes tal coisa?!”
“eu mesmo ouvi! E você não vai acreditar quem foi que salvou ela.
“quem?”
“Adália!”
Os olhos brancos deram uma piscadela, emitiam um brilho maior agora...
“Ora ora... achava que o Demônio que acorrentei a alma desta mulher já tivesse arrastado a alma dela para o inferno...”
“kkk. Parece que você é um fracassado mesmo! Não conseguiu nem matar uma mulherzinha de merda.”
“me respeite, ou mando-te para o inferno no lugar dela!”
“ta calma... me calei...”
“era só isso? O que tu veio me dizer”
“não não... Brine eu tenho duas noticias pra te dar cara, uma ruim e outra péssima kkk qual quer ouvir primeiro?”
“a ruim...”
“kkk, a ruim é que ela está com a Estrela do Nether”
Os olhos brancos largou a mesa de encantamentos de lado e voltou a atenção para o Minecraftado... seus olhos estavam brilhando intensamente....
“e Qual a outra?!”
“A péssima cara, é que ela está com aquele carinha lá... sabe, aquele lá como é o nome dele mesmo... hum... cara acho que é...”
“DIGA IMPRESTÁVEL!”
“O Steve! kkk” Minecraftado gargalhou nesse momento, mal se aguentava em pé, enquanto isso os olhos brancos TREMIA de raiva! Seus olhos estavam brilhando tanto que já estavam ficando vermelhos!
“pois bem, só era isso mesmo... então já que você está ferrado mesmo eu vou embora agora né, beijus, manda um beijo pro seu pai por mim tá, kk fui...”
Herobrine ficou com tanta raiva que deu um soco na parede! A parede que era de pedra RACHOU AO MEIO só com um soco dele!
“Steve... você sobreviveu maninho...”
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