Os delírios de Lucy
1 Dois dias em um manicômio.
Notas iniciais
Se ninguém ler, fazer o quê?
Se ninguém comentar,continuar?
Mas leia logo, não tenho muito o que falar.
Valeu.
Falou.
Té.
“Meu nome é Lucy. Uma adolescente normal. Em uma escola normal. Com uma vida normal.”
Isso é o que eu diria dois dias atrás. Antes de ser matriculada em um internato de retardados mentais.
Você deve estar pensando “MASOQ?” Sim. Eu estou aqui há dois dias e já estou surtando. Eu tento me distanciar das pessoas “babonas” e retardadas que me cercam neste manicômio. ”ICD-Internato Carlos Delfino” do qual eu carinhosamente apelidei de ICD- Interne Crianças Débeis.
A única pessoa que fiz uma amizade (que era parcialmente normal) até agora, foi Nicolas. Um garoto do mesmo quarto que eu.
[Local: Dormitórios/ ICD ~ Hora: 8:00 AM #Dia 2]
Acabei de acordar, nem reparei em meus colegas de quarto. Apenas levantei e fui até o banheiro, para me arrumar e fazer todos os preparativos para esta manhã. Após escovar os dentes, fui até o refeitório. Pelo menos a comida parecia boa, mas só parecia. Pois não tive tempo de provar. Uma mão desconhecida me levou até um beco (?) no pátio da escola.
Um garoto de minha idade, Cabelos brancos, olhos brancos, pele pálida, tudo branco, pra resumir. Ele disse que também havia sido enviado por engano ao internato. E que ia me ensinar a sobreviver a ele.
Disse que eu não deveria dar ouvidos à coordenadora.
Que devia evitar a diretora.
A diretora era doida e maltratava aos que diziam não ser loucos (assim como nós). A coordenadora odiava crianças rebeldes. Havia muitas delas naquele manicômio. A maioria não tinha problema algum. Apenas foi enviado por engano para esta coisa que ousam chamar de escola.
Nicolas estava sério. Havia acabado de conhecê-lo, e percebi que não seria fácil ficar com ele por muito tempo. Mas ele me prometeu que não iria descuidar de mim.
Voltamos para o quarto. Aonde ele me explicou que aqui não existia nenhum tipo de acesso à internet. Havia bloqueadores de sinal e que havia muita segurança no local.
Entretanto não havia câmeras. O que nos permitia vagar pela escola à noite sem preocupação. Pois também, as coordenadoras dormiam à noite. Por mais que houvessem esconderijos feitos pelos não débeis daquele lugar, Nicolas preferiu ficar comigo durante as noites. Pois não achava seguro que eu conhecesse Deborah Mackenzie.
Pessoa da qual fiquei intrigada.
“Por que não podia conhecê-la? Quem era ela? O que havia de tão ruim nela?”
Nicolas me encarava. Sabendo que não devia ter dito aquilo. E o que eu fiz?
...
— Por que não posso conhecê-la?
— Ela não vai se algo bom pra você.
-... ?
- Entenda apenas isso: Se aproxime dela e terá sua vida em pedaços.
Fiquei um tanto quanto confusa. Percebi que todas as explicações que Nicolas havia me dado, fizeram com que eu desperdiçasse 4 horas de meu segundo dia em um manicômio.
O que não foi tão ruim. Se você levar em consideração o fato de que eu estava totalmente sozinha, tentando evitar qualquer tipo de pessoa asquerosa.
Ficar em um beco com um desconhecido que odeia velhotas diretoras de escolas/Hospícios que maltrata crianças normais... não foi tão ruim.
{Fim do primeiro capítulo- Dois dias em um manicômio ~Fanfic: Os delírios de Lucy~}
Notas finais
Alguém leu? Alguém gostou? Quem não gostou?
Ah, dane-se. Apenas comente. Se bugou, comente. Se não entendeu, comente. Se não gostou,Comente.
Por mais que não tenha pensamentos positivos quanto à alguém ler a fic, talvez eu continue...
Né? ;-;
Valeu.
Falou.
Té.
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