Os Visitantes

7 Capítulo 7 Armadilhas pelo caminho


Notas iniciais
Nossa acordei cedo pra termina esse Cap,espero que esteja bom viu gente..
Oww e quero agradecer a Linda da FunnyWalkers e do Walber Kiriyama que Recomendaram minha Fic.
Poxa gente brigadão viu, fizeram essa escritora aqui muito Happy O/
Agradeço a todos que favoritaram e que estão acompanhando.
E boa leitura.

Eu não sabia quanto tempo tinha se passado desde que saímos do estábulo, mas parecia que estávamos andando em círculos por aquela floresta, ou talvez estivesse escuro demais e eu tivesse enganada quanto aos caminhos percorridos.

Lucy estava exausta, ela praticamente estava debruçada em meu ombro, eu a ajudava a caminhar, mais quem ali não estava não era mesmo? Era nítido pelo semblante de cada um. Não tínhamos comido nada ainda e minha barriga começava a roncar, sentir uma falta dos mimos da minha mãe que quase chorei, em pensar que eu recusava as comidinhas que ela me levava enquanto eu estava trancada no quarto estudando, era cada coisa gostosa, e agora nem um pouco de água nós tínhamos.

—Acho que devemos parar descansar um pouco, ninguém aqui aguenta mais andar—Sugeriu Bob já se encostando a um tronco de árvore, descendo o corpo por ele até sentar no chão de terra.

—Concordo gente, minhas pernas doem muito—Lucy se afastou de mim indo se sentar com Bob, os dois se abraçaram aquecendo um ao outro, já que a noite estava bem gelada.

James e eu não discordamos deles, descansar poderia ser melhor, e quando estivéssemos mais dispostos retomaríamos a caminhada. Mas ainda tinha fome e provavelmente todos ali também.

—James o que me diz de irmos procurar alguma coisa para comermos? Talvez demos sorte de encontrar algum pé de fruta por aqui.

—Tudo bem!—Concordou—E vocês dois fiquem juntos, não vamos nos afastar, tudo bem?

—Vamos ficar bem James, só não demorem, não queremos ficar sozinhos por muito tempo nessa mata escura—Disse Bob aconchegando Lucy em seus Braços, ela praticamente estava dormindo em seu peito.

—Ok!—James deu um tapinha no ombro de Bob, e depois voltamos a caminhar na esperança de encontrar algum alimento.


[...]


—Jessica?Jéssica? Olha o que eu achei—Eu fui até James curiosa para saber do que se travava.

—Uma bolsa?—Indaguei.

—Sim, ta parecendo—James tirou a bolsa que estava dependurada em um galho de árvore, pegou ela nas mãos e curioso a abriu.

—O que tem dentro?

—Uma lanterna, Uma faca—Ele disse animado—Uma garrafa de água.

—Só isso?—Perguntei desanimada.

—Já serve pra muita coisa Jessica, a lanterna para andarmos de noite, e água para matarmos a sede e a faca...você deve imaginar, é sempre bom ter alguma arma nessas horas.

—Mais ainda estamos sem comida James.

—Vamos por ali, acho que vi um coqueiro.

O seguir por onde ele caminhava, até que vimos o tal coqueiro, James ligou a lanterna e apontou para cima do pé, vimos alguns coquinhos lá no alto do pé.

—Como vamos pegar? É muito alto James.

—Deixa que eu subo, você fica aqui em baixo e apanha os coquinhos quando eu os jogar lá de cima.

—Ta, mais toma cuidado viu, é perigoso—Alertei, e ele após alguns minutos escalando o pé, conseguiu chegar alto suficiente para apanhar com as mãos alguns coquinhos. Eu os pegava assim que James lançava-os em minha direção, no final já tínhamos muitos, e daria para matar a fome, pelo menos por enquanto.

Quando James desceu colocamos todos os coquinhos dentro da bolsa que tínhamos encontrados com os objetos, couberam direitinho todos os coquinhos, animado James me passou a lanterna e a garrafa de água, ficando com a faca a onde colocou na cintura.

Resolvemos voltar, pois já tínhamos nos afastado um pouco e deixar Bob e Lucy muito tempo sozinhos não poderia ser seguro. Agora tínhamos o auxílio da lanterna o que ajudava bastante no meio de toda aquela escuridão.

James estava caminhando na frente segurando a bolsa e eu o acompanhava atrás, os barulhos da mata me assustavam, eram sons de grilos, e outras coisas que eu não conseguia saber do que se tratava, estava com muito medo de encontramos Vinci por ali, ele era assustador e era perturbador ficar lembrando a imagem dele na minha cabeça.

Eu estava tão distraída pensando nisso que só fui voltar a mim quando escutei um grito de James, e logo que percebi o vi caindo no chão se contorcendo de dor, levei a lanterna até ele para saber o que tinha acontecido e levei um tremendo susto ao ver sua perna presa em uma armadinha de urso.

—Ai meu deus James! Não se mexe pode ser pior

—Ahhhhhh, Dói muito Jessica, Como dói, Minha perna.

—Me abaixei avaliando o estrago de perto, a armadinha tinha pegado de jeito à perna de James, eu sofria em ver a dor dele, coloquei a lanterna na boca e com a ajuda das mãos puxei a armadilha, estava muito difícil, mas com muito esforço conseguir abri-lá libertando a perna de James de dentro da armadilha.

—Droga! Droga! Mil vezes Droga, péssima hora para eu me machucar—Reclamava James ainda se revirando no chão.

—C-calma ta! Vamos da um jeito, tudo bem? Vamos da um jeito.

—Não da, dói muito Jessica, acho que devo ter quebrado algum osso, a dor é insuportável—Ele já dizia chorando.

—James, por favor, não diz isso, olha vou tirar sua camiseta para vou amarrar em volta da sua perna e pressionar para parar de sangrar, tudo bem?

—Ta—Ele concordou e eu avancei em sua camiseta tirando-a, confesso que ele tinha um abdômen bem malhado e eu até fiquei reparando.

—Jéssica?—Me chamou, o que me deixou corada.

—D-desculpa—Peguei sua camiseta rasgando um pouco as mangas e conseguir enrolar ela em volta de sua perna, estava sangrando demais e não demorou muito para que a camiseta se encharcasse de sangue também, mas pelo menos estava fazendo pressão—Vai ficar tudo bem—Voltei a falar.

—Obrigado, não sei se conseguiria sozinho Jessica, eu odeio ver sangue, trauma de criança sabe, muito obrigado mesmo.

—E por acaso você pensou que eu iria te deixar aqui sozinho? Nada disso, aqui é assim, sistema de parceiragem—Sorrir tentando animá-lo.

—Gostei—Ele deu um meio sorriso e depois fez uma careta, a perna ainda doía com certeza.

—Ta me devendo uma viu senhor James, vou cobrar depois, aliais ando com dificuldade em química poderia me ajudar depois, já que eu sei que você manda super bem.

—Você tem dificuldade em química? A garota mais inteligente que conheço—Ele voltou a sorrir—Claro será um prazer Jessica. Posso te fazer uma pergunta?— Eu apenas balancei a cabeça afirmando—Porque nunca me deu uma chance?

Aquela pergunta veio como um soco na minha cara, nós estávamos ali no meio da mata e ele queria discutir sobre aquele tipo de assunto?Sorrir tentando passar naturalidade, mas eu estava gritando por dentro, não sabia o que responder.

—C-como assim?—Tentei me fazer de desentendida.

—Sei lá, esse tempo todo que a gente se conhece e eu venho dando indícios que gosto de você, eu só preciso saber de uma coisa, se sairmos vivos dessa enrascada você bem que podia me da uma chance—Ele me fitou com aqueles olhos melancólicos o que me fez da um sorrisinho de canto.

—Claro que vamos sair vivos James, não pense o pior.

—Você ainda não me respondeu—Ele insistiu.

—Hum...E-eu não sei James, isso não é uma coisa que a gente responde assim, de uma hora pra outra, me desculpa mas eu teria que pensar nesse seu ‘convite’.

Ele abaixou a cabeça e aquilo me cortou o coração, eu gostava muito dele, só não sabia se o meu jeito de gostar dele poderia ser tão forte a ponto de aceitar aquele pedido. Levei minha mão até seu queixo e ele levantou o rosto para mim, viajei naqueles olhos dele por alguns segundos e me aproximei mais um pouco, dando-lhe um beijo na bochecha.

—Vamos sair daqui e tudo vai ficar bem, mas preciso que me ajude, temos que voltar, aqui não é seguro ainda mais no estado que você ta agora—Falei já me levantando e recolhendo a bolsa de coquinhos que James tinha deixado cair no chão, quando se feriu.

—Ta me ajuda a levantar—Pediu.

Eu coloquei a alça sobre meu ombro e fui ajudar James, com muita dificuldade o coloquei de pé, e ele se apoiou em mim. Liguei a lanterna para iluminar o caminho e fomos voltando para onde tínhamos deixado Bob e Lucy.

—Acha que foi o Black que colocou aquela armadilha para pegar um de nós?—Perguntou preocupado.

—Eu não duvido nada, aquele velho é maluco James, todo cuidado nessa mata é pouco—Ele concordou com a cabeça e continuamos a caminhada.

James fazia o possível para me ajudar com o seu peso, ele mancava, já que não conseguia apoiar a perna ferida no chão, passei minha mão por sua cintura nua tocando em sua barriga e ele sorriu pra mim, aqueles sorrisos dele estavam começando a me matar de vergonha, mas eu tentei me concentrar no caminho e mantivemos os olhos atentos nele, afinal podia haver outras armadilhas ali.



(Ta aqui uma fotinha do nosso VINCI, bem aqui ele está com essa máscara, é pra da um charme gente Uhasuhasuhas)

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Notas finais
Tadinho do James heim, vacilou a armadilha pegou
kkkkkkkkkkkkkkk
Aiaiai e agora, Hum...ele ferido assim, melhor eles terem cuidado, mas pelo menos uma faca eles tem,já éum começo.
Mereço Reviews?? uhasuhas
Até o próximo Cap gente.