Os Visitantes
4 Capítulo 4 Muito cuidado a onde entram
Notas iniciais
Bem espero que gostem...acho que não ficou tão bom mas capricho no próximo.
Quando chegamos à porta da casa, James foi o primeiro a bater, passaram-se alguns segundos e nada de ninguém aparecer, outra vez James bateu na porta, agora com uma pouco mais de força, esperamos e nada aconteceu, ninguém abriu a porta nenhum barulho o silêncio tomava o interior da casa.
Bob, já impaciente, não esperou mais e passou na frente de James se intrometendo a abrir a porta. A porta fez um ruído horrível, e o que conseguíamos ver era apenas um escuro total vindo de dentro. —Acho que não devemos ir entrando assim, vai que alguém mora ai?—Palpitou Lucy. —Você não percebeu que não tem ninguém nessa casa Lucy, esta vazia—Respondeu Bob, olhando para todos nós que estávamos parados olhando a casa—O que estamos esperando? Vamos entrar e ver se encontramos algo que nos ajude a sair desse lugar. James olhou para Bob, e acenou com a cabeça que sim, então nem Lucy e eu tivemos escolhas a não ser entrar também. Dentro da casa era tudo bem velho, todas as janelas fechadas, entravam alguma luzes pelas brechas das janelas e do telhado que estava muito precário, havia um sofá velho praticamente todo rasgado e desmontado, umas louças jogadas em cima de uma pia muito velha e enferrujada, James resolveu ir mais adentro da casa com Bob, eu fiquei pela sala mesmo segurando todo tempo a mão de Lucy. —Que lugarzinho mais terrível Jessica. —Realmente acho que nenhuma pessoa deve morar aqui Lucy, as condições não estão nada boas. —Deve ser uma casa abandonada só pode ser ninguém seria louco de morar aqui, nessa sujeira toda—Lucy falava enquanto passava os olhos pela sala inteira olhando cada detalhe. Pude ver que na parede tinham dois retratos, soltei a mão de Lucy e me aproximei para vê-los melhor. No primeiro retrato, havia um homem em uma mulher juntos abraçados, pelo que percebi a mulher estava grávida, pois sua barriga estava um pouco grande, o homem passava as mãos em sua barriga com carinho, já no outro tem uma foto da mulher, a mesma do quadro anterior segurando um menino em seus braços, mas confesso que me assustei, pois o bebê não era muito bonito não, pelo contrário, era muito estranho, tinha o rosto um pouco deformado, era meio careca, os olhos eram rasgados, e os dentes eram tortos e estragados. —Nossa que horror essa foto—Criticou Lucy que também estava parada ao meu lado olhando a foto. —Tem razão, a criança é um pouco estranha. —Um pouco? Ta brincando esse menino é um monstrinho isso assim, muito feio. —Lucy, para!Também não é pra tanto, às vezes ele pode ter nascido com alguma doença, sei Lá. —Uma doença que deus me livre, pra deixa a pessoa Feia assim. —Realmente, essa criança é bem estranha—Tive que concorda. —Pelo amor de deus tudo nessa casa está acabado e destruído—Disse Bob saindo da cozinha, James seguia ele logo atrás. —Está tudo velho, e nada aqui pode nos ajudar a sair desse lugar, não tem nada, nem um telefone—Completou James. —Então viemos aqui à toa?—Perguntou Lucy desapontada com a notícia. —Parece que sim Lucy, não encontramos nada, bem falta lá em cima, podemos subir e ver se achamos alguma coisa—Sugeriu Bob,tentando animar Lucy. —Pode ser, vamos também com vocês—Lucy me segurou pelo braço me levando as escadas, elas eram bem velhas e estavam bem quebradas, dava até certo medo de subi por elas, era apenas dois lances não muito longa. —Lá em cima, entramos em um quarto que parecia ser um de casal, havia uma cama grande e o que parecia para mim encostado na parede velha um guarda roupa, mas estava totalmente estraçalhando, destruído caindo aos pedaços, andei pelo quarto e pude percebe que o estado era realmente caótico. —Nossa que nojo esse quarto!— Lucy tampou com a mão o nariz—E ainda por cima esse cheiro horrível, acho que vou vomitar. —Nossa esse cheiro é podre mesmo—Concordou James—parece que tem algum animal morto aqui dentro só pode ser. —Acho que o cheiro esta por aqui, em algum desses cômodos. —Falava enquanto olhava o banheiro do quarto, estava todo sujo, o ralo estava entupido, e o chuveiro não parava de pingar gostas no chão. —Porque não damos o fora desse lugar, estamos perdendo tempo, não há nada que possa nos ajudar aqui—Lucy ainda com a mão no nariz reclama no mau-cheiro. —Concordo com Lucy pessoal, acho que não devíamos estar aqui, vai que alguém mora aqui, e nos pegam mexendo nas coisas. —Mana ta brincando não é? Quem é sã consciência iria morar em um lixo como esse lugar? —Não sabemos, e nem por isso podemos ir falando que ninguém mora aqui, ou morava sei lá. Mal havia terminando de falar, e ouvimos um barulho de porta se abrindo, vindo lá de baixo, gelamos na hora os quatro, com certeza só podia ser o proprietário do lugar, o que iríamos falar que estávamos bisbilhotando? Péssima idéia ter entrando naquele lugar. —Escutaram? —Sim Lucy, escutamos—Respondi, olhando para os meninos que estavam imóveis em seus lugares. —O que vamos fazer?—Minhas palavras agora eram sussurros. —Não faço idéia—Respondeu Bob—Ele foi até a Janela, mas era um pouco alto demais para que tentássemos pular—Bem pular não dá,iríamos nos machucar feio, então acho melhor encarar logo de uma vez, podemos explicar o porquê viemos aqui.
Nos encaramos um tanto desapontados com a sugestão dele. —E se não entenderem?—Perguntou minha irmã —Temos que correr o risco Lucy eu acho, o Bob pode ter razão contar a verdade pode ser a melhor saída. —Então vamos logo descer—Ordenou James. O que nos restava agora? O jeito era encarar as consequências e fomos à luta. Descemos as escadas um tanto nervosos com o que ou quem estaria nos esperando lá em baixo, mais no fim vimos um senhor parado próximo da Janela com os braços Cruzados sobre o peito com uma expressão nada contente no rosto. —Sabiam que estavam aqui desde o primeiro momento que abrir a porta, posso saber quem os deixou entrar em minha propriedade? A voz dele era grossa e séria, não demonstrava nenhuma expressão no rosto, os olhos negros em cima de nós quatro, os cabelos eram grisalhos, mas uma grande parte do meio já estava careca mesmo, um pouco corcunda com a pele do rosto bem gasta do tempo já. Continuamos calados, ele tinha razão os errados nós, ali éramos somente intrusos, mas eu não imaginava que alguém pudesse morar ali, na situação que aquela casa se encontrava, mas não iria julgá-lo e nem podia. —Não me responder é isso?—O velho parecia se irritar cada vez mais. —S-sabe o que é senhor, acabamos nos perdendo do nosso acampamento e ainda fomos roubados, entramos aqui para procurar ajuda somente isso—Pelo menos alguém tinha aberto a boca para explicar a situação, tinha sido James. —Hum! Roubados? —Sim senhor, levaram nossas coisas e o nosso carro. —Qual é seu nome? —James senhor. —E os outros. —Esse é Bob, aquela ali mais nova é a Lucy e sua irmã Jéssica. —Estão aqui há muito tempo? —Menos de meia hora, como disse só entramos para procurar ajuda ou algum telefone, mas não iríamos roubar nada não senhor. —Aqui não a nada de valor meu filho que vocês possam roubar. —Mesmo que tivesse nossa intenção aqui são as melhores, encontrar ajuda só isso. —Onde foram roubados? —No acampamento perto de um rio, fomos nadar um pouco e quando voltamos tudo tinha sumido. —Sei de qual acampamento vocês falam, mas vocês deram bobeira, sempre escutamos casos de roubo por aquelas bandas, vocês não são os primeiros. —Então, será que poderia nos ajudar senhor, ficaríamos imensamente gratos. James tinha chegado ao ponto importante da conversa, talvez o velho tivesse amolecido e pudesse nos ajudar, a expressão de séria no rosto dele pelo menos já estava dando lugar a uma serenidade. —Claro que posso, não iria deixar não quatro jovens como vocês. Juro que sentir um alivio tomar conta de mim, era bom ter encontrado alguém naquele fim de mundo de pudesse nos ajudar, agora sim voltaríamos para casa salvos. —Muito Obrigado senhor, não imagina o favor que está nos fazendo—James agradeceu sorrindo enquanto olhava para nós. —De maneira alguma, vocês é que estão me fazendo um favor de ajudá-los. E dando um sorriso o velho estendeu a mão para James que fez o mesmo apertando a mão no velho. —A propósito meu nome é Jack. —Muito Prazer senhor Jack—Respondeu James.
Notas finais
Será que esse Jack é gente boa mesmo heim?
Só no próximo Cap :)
até lá.
Só no próximo Cap :)
até lá.
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