Os Triângulos Prismáticos – A saga de Draimon
1 Capítulo 1 – Como tudo começou
Notas iniciais
Era uma manhã tranquila como todas as outras, os pais de Lin foram aos trabalhos e Lin ficou assistindo televisão. Lin era muito solitário seu único amigo era Gustavo. – Único que realmente lhe entendia, pois também era filho único. Enquanto Lin estava assistindo televisão ouviu a campainha tocar, quando foi ver quem era, se deparou com seu amigo (Gustavo). Ficaram horas e horas jogando videogame quando de repente a energia da casa acaba.
– Droga! Justo agora que eu estava ganhando de você. – Disse Gustavo.
– Que tal se a gente fosse andar de skate lá na praça? – Perguntou Lin.
– Boa ideia Lin, vamos lá. Ah mas eu não trouxe o meu! – Respondeu Gustavo com o tom de voz meio triste.
– Não tem problema lembra que eu ganhei um novo no mês passado? – Perguntou Lin.
– É mesmo nem estava lembrado. – Responde Gustavo com alegria transbordando em seu sorriso.
Caminhando pelo corredor Gustavo depara com uma porta escrita ‘‘não entre’’. Curioso como ele era começou a atentar Lin perguntando o porquê daquela frase na porta. Lin lhe respondeu dizendo que seus pais deviam guardar algo de muita importância lá, e para que ninguém mexesse lá deixavam a porta trancada. Gustavo começou a provocar Lin, insistindo para que eles fossem dar uma espiada lá dentro. Gustavo insistiu tanto que Lin resolveu tentar abrir a porta, mas tinha um problema Lin não sabia onde seus pais escondiam a chave.
– Será muito mais fácil você ir procurar em um local e eu em outro. Não acha Lin? – Perguntou Gustavo ao seu amigo.
– Tudo bem. Eu irei procurar na dispensa e você procura na sala. – Respondeu Lin.
Gustavo estava descendo para ir para sala, mas de uma hora pra outra ele começa a pensa onde os pais de Lin podem ter guardado a chave.
– Se eu tivesse uma coisa muito valiosa e a deixa-se trancada, onde eu esconderia a chave? – Disse Gustavo falando pra si mesmo em pensamento. – Já sei, só podem ter colocado a chave no quarto deles.
Gustavo volta e entra no quarto dos pais de Lin... Gustavo procurava sem parar e sem nenhuma pista ou chance de achar a chave, mas quando Gustavo já estava saindo do quarto ele esbarra em um objeto que cai junto com a chave no chão.
– Era isso que eu estava procurando. – Disse Gustavo rindo.
Após Gustavo achar a chave ele vai em direção ao quarto de dispensa atrás de Lin para mostra-lo a chave.
– Aqui está a chave, vamos abrir a porta? – Perguntou Gustavo ironicamente a Lin.
– Vamos logo antes que você morra de curiosidade. – Respondeu Lin.
Lin, abri a porta e logo em seguinte eles ficam admirados com tantas coisas legais.
– Olha ali cara, é uma guitarra flying v. – Disse Gustavo impressionado.
– Cara não mexa, pois você não sabe o quanto meu pai a ama. – Retrucou Lin.
– Está bem, não irei tocar na guitarra não. – Disse Gustavo.
– O que tem naquele baú em cima daquela pilha de livros empoeirados? – Perguntou Gustavo cheio de curiosidade.
– Ah não, você de novo com essa curiosidade. – Retrucou Lin.
– Por favor, Lin só essa vez. – Disse Gustavo Implorando.
– Está bem, mas só isso e depois fechamos a porta. – Retrucou Lin.
Ao pegar o baú, eles percebem que ele estava aberto e vem logo aquela desconfiança ‘‘ porque está aberto? Deve se por que não tem nada de importante nesse baú’’. Ao abri-lo vem um livro preto, sem titulo apenas um símbolo que eles não conheciam. Ao verem aquilo, a única coisa que conseguiria pensar era em ler ele pra sabe sobre o que se tratava. Lin e Gustavo pegaram umas velas e acenderam lá por causa da falta de energia. Começaram a ler o livro, até ai tudo bem, mas eles chegam a um paragrafo que acompanhava uma ilustração de quatro prismas, Gustavo vendo aquilo se lembra de visto eles no baú e logo pega eles e continua a ler... Com dez minutos que eles liam se deparam com umas frases estranhas, que mais parecia frases de invocação do mal, quando Gustavo leu as frases, coisas estranhas começaram a acontecer tipo: as duas velas que estavam acesas ficam apagando e acendendo e os prismas começaram a brilar de uma forma estranha. Eles tentaram guardar o livro e sair de lá antes que algo acontecesse, mas já era tarde de mais, pois quando iam fechando a porta escutam umas batidas de alguém que caminhava, mas não eram os pais de Lin, pois as batidas eram estranhas e os pais de Lin só chegariam mais tarde.
Gustavo e Lin saem do quarto para ver o que era.
– Corre Lin! –Disse Gustavo quando viu surgir um monstro do outro lado do corredor.
– O que está acontecendo cara?! Os meus pais vão me matar quando souber disso! –Disse Lin com uma cara de desespero.
– Cara, se você não correr mais rápido não vai ser seus pais que vão lhe matar. Vai ser ele! – Disse Gustavo ironicamente.
No meio da correria Lin escorrega e fica um pouco pra trás, Gustavo volta tentando levanta-lo e enquanto isso o demônio se aproximava cada vez mais.
– Quem me libertou? – Perguntou Draimon.
Gustavo e Lin ficam com medo do que poderia acontecer com eles e preferiram ficar calados.
– Respondam! – Gritou Draimon já enfurecido.
– Bem, formos nós, mas não foi propositalmente. – Disse Gustavo com um tom de voz nervoso
Draimon começa a se apresentar.
– Eu sou o lendário e temido demônio de fogo Draimon. Eu vim do submundo para ser o mais novo pesadelo em suas vidas e não irei descansar enquanto não acabar com vocês. – Disse Draimon rindo.
Em um ato de coragem Gustavo zomba de Draimon. Gustavo pensava que tudo aquilo não passava de um sonho, ou melhor, um pesadelo.
– Pesadelo? Você é apenas um palhaço. – Disse Gustavo.
– O que você está fazendo Gustavo? – Sussurrou Lin.
– Cara bem corajoso você pra falar assim comigo! Admiro quem me enfrenta, mas você parece ser apenas um idiota. Eu irei matar você dois, mas antes irei deixa-los correm o máximo que puderem.
Lin se encoraja e começa a mostrar confiança.
– Porque você acha que irar fazer isso? – Disse Lin já confiante.
– Simples, pois eu tenho poderes e vocês são apenas meros mortais. – Disse Draimon.
– Você tem algum plano Lin? – Sussurrou Gustavo.
– Se ele foi libertado pelas palavras que você falou no livro, deve haver alguma frase que possa manda-lo pra onde ele veio. – Sussurrou Lin para Gustavo.
– Nós temos que ter uma vantagem de distância dele para podemos parar para ler algo. – Sussurrou Gustavo.
– Ei vocês dois! O que tanto sussurram ai? – Disse draimon.
– Vamos Lin! – Disse Gustavo puxando Lin para frente.
– Onde pensam que vão? –Disse Draimon formando uma enorme bola de fogo em sua mão direita.
Ao tentar correr pra ir buscar o livro pra desfazer o feitiço, uma enorme bola de fogo mandada por Draimon atinge Gustavo e ele cai no chão com dores. Gustavo não conseguia correr ou caminhar, pois suas pernas estavam com muitas queimaduras. Chegando perto de Gustavo Draimon aponta outra bola de fogo para Gustavo, pois ele sabia que Lin não deixaria que ele matasse seu amigo sem ele ao menos tentar ajuda-lo.
– Vá em frente e não pare! Ele não seria capaz de me matar. – Disse Gustavo mandando seu amigo ir buscar o livro.
– Cara eu vou, mas volto pra lhe salvar. – Disse Lin.
– Se eu fosse você não diria isso com tanta certeza. – Disse Draimon já aborrecido com aquele jogo deles.
– Você verá! – Disse Gustavo já com muita raiva.
– Eu já perdi tempo de mais com você! É hora de lhe matar de uma vez por todas. – Disse Draimon já ficando aborrecido.
Draimon não correu atrás de Lin, pois achava que o plano dele era apenas uma besteira, então começou a queimar tudo que ele via pela frente.
***
Enquanto isso Lin tentava achar o livro que ele e seu amigo deixaram jogado pelo quarto. Ele sabia que tinha que ser rápido, pois já estava percebendo que o calor só aumentava, não por causa da temperatura, mas sim pelas coisas que estava pegando fogo pela casa.
– Droga! Cadê esse livro! – Disse Lin estressado jogando tudo que via pela frente pra trás.
–Aqui achei! Agora só falta ver qual parte desfaz o feitiço. – Disse Lin.
Lin conseguiu achar a parte que falava como desfazer o tal feitiço, logo em seguida Lin pega os quatro prismas e foi tentar salvar seu amigo. Chegando onde seu amigo estava ele logo percebeu que seu amigo está quase morto. O corpo de Gustavo estava todo queimado, seu tom de voz ficava cada vez mais fraco a cada minuto, o seu coração era questão de segundos para parar funcionar.
– O que você fez com meu amigo? – Disse Lin com muita raiva por tudo que estava acontecendo.
– Eu só fiz o meu dever! Alguns salvam vidas e outros matam. Adivinha o que eu faço? – Retrucou Draimon Sarcasticamente.
– Maldito! Seus minutos de vida estão contados! – Disse Lin com um tom de voz de fúria.
– É mesmo? Os do seu amigo também. Eu irei fazer dessa casa um inferno! Irei queimar ela por completo. – Disse Draimon rindo com toda aquela situação.
Com a casa queimando ao seu redor a única coisa que Lin estava focado era em aprisionar Draimon nos primas. Quando Draimon percebeu o que Lin estava fazendo ele logo tratou de atrapalhar aquilo. Lin sentiu que seu corpo estava diferente, não fisicamente, mas algo tinha mudado.
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