Os Triângulos Prismáticos – A saga de Draimon
4 Capítulo 4 – O início de uma nova aventura
Notas iniciais
Era um rapaz todo de preto excerto sua calça que era um azul desbotado que mais parecia cinza.
– Quem é você? – Perguntou Lin.
–Eu sou o Joey. Eu estava a sua procura Lin! – Respondeu Joey.
– A minha procura? Porque você estava usando poderes daquela forma? – Perguntou Lin.
– Sim a sua procura! Desde que saiu nos jornais que você salvou essas cidades ao redor eu percebi que eu queria fazer igual o que você fez. Eu queria lhe achar e eu sabia que só fazendo tal exagero conseguiria chamar a sua atenção. – Disse Joey. – Sabe essa neve que cobre a cidade? Fui eu que fiz isso.
– Mas, não tem mais o que salvar você já pode ir embora se veio só pra isso! – Disse Lin num tom de voz meio severo. – E não precisava tal esforço pra chamar minha atenção. Bastava apenas perguntar a qualquer morador daqui onde eu moro.
– Ainda não! Mas, logo terá. – Respondeu Joey.
– O que? Como assim ‘‘ainda’’? – Disse Lin quase surtando com o que Joey disse.
– Bem, acho que pelo visto ninguém por aqui soube. Eu ouvi dizer que dois jovens estão à procura dos quatros prismas para invocar Draimon para que ele possa voltar à vida. – Disse Joey.
– Não pode ser! Eu não posso deixar que eles, façam isso. Da ultima vez eu perdi meu único e melhor amigo. – Disse Lin relembrando da tragédia de três anos atrás. – E por qual motivo eles querem trazer Draimon à vida? – Pergunta Lin.
– Bem o motivo ainda não se sabe, mas eu estou disposto a lhe ajudar. Então, aliados? – Perguntou Joey.
– Sim, aliados! – Afirmou Lin.
Lin ficou um pouco parado parecia que estava encarando tudo e todas as pessoas ao seu redor, mas o que ele realmente estava fazendo era pensando como poderia fazer pra ir atrás dos prismas.
– Não podemos ficar parados! – Disse Lin com um tom de voz sério.
– O que você quer dizer com isso Lin. – Disse Joey quase com certeza do que se tratava.
– Precisamos pensar em um bom plano pra irmos atrás dos prismas. – Disse Lin.
– Eu esperei tanto tempo por isso! – Disse Joey. Ele não conseguia conter tanta alegria que ele estava sentindo. – Eu já tenho tudo planejado, nós precisamos de um automóvel, bastante grana para as emergências e não podia esquecer-se das armas.
–Armas? – Disse Lin confuso.
– Eu estava brincando. – Disse Joey sorrindo.
– Você é sempre assim? Isso é coisa seria cara! – Disse Lin com um tom de voz meio severo.
– E você é sempre assim sério? Eu sei que é coisa seria, mas eu gosto de brincar com as situações, para tirar o peso que elas nós dão. – Disse Joey se explicando.
– Venha comigo, eu tenho um carro não é grande coisa, mas da pra ir.
***
Os dois chegam na casa de Lin.
– Aquele é seu carro? Nossa é uma maquina. – Disse Joey de boca aberta com aquele carro.
– Me espere aqui no estacionamento enquanto eu vou pegar um negocio lá em minha casa. – Disse Lin.
Lin deixou Joey no estacionamento e foi em sua casa. Ele foi direto pro quarto procurar onde tinha guardado uma grana que ele tirou do banco. Lin olhou pra cima do guarda roupa e viu a mala que ele guardava o dinheiro.
Momentos depois Lin voltou até onde estava Joey.
– Pronto. Eu peguei a grana para as emergências! – Disse Lin. – Aqui está a chave do carro, você ira dirigindo que eu vou pensando em um plano.
– Ah moleque! Não acredito que vou dirigir essa maquina. – Falou Joey todo empolgado por saber que iria dirigir o carro de Lin.
– Mas antes de partir quero ver Juliana outra vez, pois talvez não haja um amanhã pra mim. – Falou Lin pensativo e preocupado.
– Tudo bem cara! Vamos lá. – Disse Joey.
***
Em poucos minutos eles estavam perto da casa de Juliana, uma esquina antes casa. Lin desceu do carro e pediu para que Joey o espera-se no carro, pois a conversa seria breve. Lin foi até a casa onde mora Juliana, ele se aproximou e bateu na porta.
– Olá, o que deseja? – Falou com uma voz bem calma. Era a vó de Juliana.
– Eu gostaria de falar com a Juliana ela está? – Disse Lin.
– Sim ela está, mas tem que ser breve que ela vai me ajudar na casa!
– O que tenho pra falar com ela vai ser no máximo cinco minutos. – Disse Lin com um tom meio entristecido.
– Então irei chama-la! – Disse a vô de Juliana.
A vó de Juliana entrou em sua casa, e avisou a sua neta que tem um rapaz na porta de sua casa. Juliana não tinha duvida de quem seria. Ela parou o que estava fazendo e foi correndo falar com Lin.
– Oi, minha vó me avisou que você veio aqui falar comigo. – Falou Juliana com uma felicidade que dava de perceber de longe.
– Sim, mas antes de falar do que se trata quero lhe fazer uma pergunta. – Disse Lin.
– Pode perguntar Lin! – Disse Juliana.
– Você se lembra da tragédia que aconteceu na cidade de Amberque há três anos?
– Que tragédia Lin? Não eu não lembro não, pois antes de vim pra cá eu morava em uma cidade bem pequena perto do interior onde é quase que viver isolado do mundo. – Juliana explicou o porquê não lembrava se aconteceu alguma tragédia.
– Pois eu irei lhe contar: Há três anos um demônio chamado Draimon veio ao mundo porque eu e meu amigo sem querer lemos umas frases de um livro esquisito do meu pai. Esse mesmo demônio matou meu amigo. Eu ganhei poderes quando o Draimon veio do Submundo, mas mesmo assim com poderes não consegui impedi-lo de matar meu amigo, mas eu conseguir aprisiona-lo em quatro prismas. – Disse Lin, que já estava triste só de lembrar daquilo. – Agora tem mais Dois jovens querendo fazer o mesmo, mas eles sabem das consequências e mesmo assim então indo à procura dos prismas e eu tenho que ir mais Joey impedir que eles invoquem Draimon novamente.
– Nossa Lin! – Disse Juliana.
– Eu quero me despedir de você antes de ir. – Disse Lin entristecido.
– Despedir? Eu irei junto Lin. – Retrucou Juliana.
Fale com o autor