Os Sete Trabalhos De Hécate
1 Capítulo 1 - Ezio Auditore
Notas iniciais
Acordei em um gramado cheio de neve, com um menino magricela me olhando e me cutucando com uma vareta e... Ah sim, antes de tudo, deixa eu me apresentar, meu nome é Ezio Auditore, tenho 17 anos, sou italiano, nasci na cidade de Florença, nunca conheci meu pai, fui criado pelo meu tio, Mario, ate ele falecer e pela minha mãe, Maria, também tenho uma irmã menor, Claudia.
Minha mãe e descendente de Assassinos, eles foram uma ordem há muito tempo atrás que lutavam contra os templários e ela diz que ate hoje, eles existem, mas estão camuflados por outras empresas e pela igreja eu sempre acreditei na minha mãe já meu tio, ele tinha uns papos doidos sobre seres mitológicos que eu nunca acreditei muito pra falar a verdade.
Quando eu fiz 14 anos, eu tinha tantas perguntas que eu resolvi sair de casa para procurar as respostas, eu peguei meu manto dos assassinos que eu ganhei quando fiz aniversario, ela era acinzentada com detalhes azuis e vermelhos, peguei minhas HiddenBlade’s (Lâminas Ocultas) peguei minha arma (embutida na lamina oculta), peguei minha HiddenSword, minhas botas que absorvem o impacto e minhas luvas, me equipei, peguei meu casaco, dei um beijo na minha irmã e na minha mãe e parti, quando cheguei na porta de saída da minha vila eu olhei para trás e pensei “Eu ainda voltarei aqui”.
Hoje eu estou com 17 anos, fui a Roma ver minha irmã, ela me contara que minha mãe morreu por templários e eu jurei vingança, antes de eu partir de Roma, minha irmã me deu uma carta que minha mãe havia deixado para mim, na carta estaca escrito “Meu filho, você recebeu essa carta então provavelmente devo ter morrido. Meu filho, antes de você começar sua jornada de vingança, vá ate o castelo de Masyaf, antigo esconderijo dos Assassinos, hoje e uma base de operações Templárias. Lá, você encontrara as respostas que eu nunca achei e que você tanto procura e ainda ira encontra surpresas pela frente. Se cuide meu filho, eu te amo.”. Claudia me olhava com um olhar triste eu pedi para ela ficar com os assassinos em Roma, ela disse que já estava sendo treinada, ela me abraçou e eu parti.
Hoje faz dez meses que parti de Roma para o Castelo de Masyaf, hoje eu mandei uma carta para minha irmã dizendo “Claudia, minha querida irmã; Estive no Acre há uma semana e em “Altos Espíritos”. Mas preparado para o pior. Os homens e mulheres que me deram comida e abrigo aqui também me avisaram que a estrada para Masyaf esta repleta de mercenários e bandidos. Não nativos dessa terra. O que isso significa? Não quero adivinhar. Quando parti de Roma há dez meses, o fiz com um único propósito: descobrir o que nosso tio não conseguiu. Em uma carta escrita no ano anterior ao meu nascimento, ele menciona uma biblioteca escondida debaixo de pedras do castelo de Masyaf. Um santuário repleto de sabedoria inestimável. Então o que vou encontrar quando chegar lá? Quem irá me encontrar? Uma tropa de ávidos templários, o que temo fortemente. Ou nada mais que o soprar de um frio e solitário vento? Masyaf não e mais lar os assassinos há quase 600 anos. Ainda podemos clama-la para nós? Somos bem-vindos lá? Ah, estou cansado dessa luta Claudia. Não porque estou cansado, mas porque nossa luta parece ir em apenas uma direção: em direção ao caos. Hoje, eu tenho mais perguntas que respostas. É por isso que vim tão longe. Para encontrar clareza. Para encontrar o conhecimento deixado para traz pelo Grande Altaïr. Para o tempo em que eles melhor entediam o propósito da nossa luta. E meu lugar nela. Se alguma coisa acontecer comigo Claudia, se minhas habilidades falharem-me ou minha ambição me tirar do caminho, não busque retribuição ou vingança em minha memória, mas continue a lutar na busca pela verdade, para que todos sejam beneficiados. Minha historia, é uma muitas outras. E o mundo não sofrerá se ela terminar tão cedo."
Quando cheguei em Masyaf, fui recebido com uma flechada no meu ombro direito eu fiquei atento olhando para todos os lados, tentando ver da onde tinha surgido aquela flechada, logo depois, surgiu um homem careca e atrás dele vieram muitos soldados templários. Eu quebrei a flecha e fui em direção de um soldado, assim matando vários, eu parei e ativei minhas laminas ocultas e fui em direção de outros soldados mas assim que eu estava lutando, eu vi duas figuras, uma de cada lado, uma era do grande Altaïr e outra de um cara grande, forte, com uma barba acinzentada cada um indo pra um lado, nisso que eu me distraí, um soldado acertou minha lamina e um outro me derrubou.
Eu devo ter ficado apagado por pelo menos umas duas horas, eu estava deitado em no chão e eu senti um soldado me chutar, ele me prendeu e fomos saindo de uma espécie de prisão, eles me arrastavam para fora de lá e enquanto eles me arrastavam, eu percebi que abaixo dos meus pés, tinha o símbolo dos Assassinos, Masyaf não era lar dos assassinos a quase 600 anos, por que aquele símbolo continuava lá?
Quando chegamos ao nosso destino lá estava ele, o capitão dos templários com uma corda na mão, eu consegui me soltar dos templários, eles me ameaçavam com a espada, mas o capitão templário os mandou ficarem calmos. Fui caminhando ate o lugar que ele me empurrou, aquele lugar era onde meus irmãos assassinos executavam o salto da fé. Enquanto eu andava por la, eu olhei para a esquerda e vi Altaïr e ao fundo, eu vi uma águia logo depois, ele tirou meu capuz e colocou a corda no meu pescoço, eu olhei para trás, dei uma cotovelada no nariz do capitão templário, amarrei minha corda em seu pescoço e pulei, imediatamente eles cortaram a corda do pescoço dele e eu cai. Eu cai em cima de uma estrutura de madeira e logo depois de mim, caiu um machado ao meu lado, eu fui caminhando e recoloquei meu capuz. Tinha uma sala, onde estavam minhas coisas, minhas laminas ocultas (uma delas quebrada) e minha espada.
Ao chegar no topo de Masyaf, a memoria de Altaïr me consumiu e me levou ate a passagem secreta para o biblioteca dele, eu empurrei a estatua lá de cima, que caiu em um chafariz e executei o salto da fé. Quando cheguei lá, tinha quatro ou cinco templários que imediatamente vieram pra cima de mim, eu matei um com minha lamina oculta, usei a espada de um para bater no outro deixei somente um vivo, eu cheguei perto dele e perguntei:
– Aonde está a biblioteca do Altair? – Eu disse gritando com ele e o ameaçando com a minha lamina oculta
– Eu não sei. – Disse o soldado templário que estava suando frio
– Se você não me contar, — eu ativei minha lamina que parou certinho em seu pescoço. – serei obrigado a usar medidas drásticas.
Imediatamente eu cortei uma orelha dele, ele gritou e disse:
– EU FALO, SO NÃO ME MACHUQUE MAIS.
– Não prometo.
Ele me disse aonde era a biblioteca e eu o deixei ir, enquanto ele corria, eu o chamei e disse: “Eu disse que não tinha prometido.” e dei um tiro em seu peito.
Fui andando até achar a biblioteca e lá tinha um escavador muito maltratado, com as roupas rasgadas e ele estava todo sujo, eu cheguei perto dele e falei:
– Quem e você?
– Eu sou apenas o escavador, não sou um deles.
– Eles querem que você abra essa porta sozinho, sem a ajuda de nenhum deles?
– Sim. Essa porta e impossível de abrir, se eu não tenho certeza mas, essa porta só se abre com chaves e são chaves muito especiais.
– Sim, essa porta guarda um grande segredo. – Eu olhei para ele, puxei um saco de dinheiro e dei a ele. – Vá, fuja daqui e vá para sua família.
– E impossível de fugir daqui.
– Eu te tiro daqui.
Logo depois que eu sai de lá, eu descobri que eu precisava achar mais gente para essa minha cruzada então assim eu parti para Roma. Antes que eu pudesse chegar em Roma, meu ônibus foi sequestrado por templários, eu tentei lutar mas eles me sedaram.
Quando eu acordei eu estava em um lugar muito frio, eu estava algemado, só que não eram algemas comum, eram muito fáceis de tirar. Logo que eu as tirei, eu percebi que estava tudo saindo muito bem, eu consegui abrir a porta sem dificuldade e sair, quando cheguei lá fora, tinha uns 300 soldados de guarda na porta do lugar aonde eu estava. Eu precisa sair de lá o mais rápido possível, eu escutei que o capitão estava indo embora para seu hotel e que ele estava indo de carro, eu corri para minha cela e lá estava, minha lamina oculta.
Eu subi as escadas do prédio e quando eu cheguei ao quinto andar, eu abri a janela e lá estava ele, com seu livro e uma coisa brilhando. Eu executei o salto da fé e cai em cima de um monte de lixo, eu corri e consegui chegar ate a mala do carro, eu senti que só ele tinha entrado no carro, eu o reconheci pela voz rouca, assim, eu arrebentei o negocio que fica em cima da mala e consegui perfurar seu abdome com minha lamina. Ele me olhou e disse:
– Vejo que o filhotinho aprendeu a morder. – Ele tossia sangue.
– Aonde esta a chave? – Eu disse aflito pois os agentes templários estavam desconfiando e já iam se aproximar do carro.
– O certo seria... Aonde estão as chaves, são cinco. – Ele dizia sorrindo, com seus dentes manchados de sangue.
– Cinco? E aonde elas estão?
– Pelo mundo, seu pequeno bastardo.
Eu quebrei o pescoço dele quando ele disse isso, eu sempre fui chamado de bastardo pois nunca tinha conhecido meu pai, minha mãe dizia que ele tinha morrido assassinado junto com meu tio Mario mas eu sei que é mentira.
Logo depois que eu matei o capitão templário os agentes perceberam e correram pro carro, eu pulei para o banco da frente e comecei a dirigir, quando eu vi, eu estava do lado direito e dirigindo, “Londres” eu pensei. Eu virei em uma rua, em outra e depois em outra corri por um tempo e quando eu achei que tinha despistado eles, eles chegaram com uns três carros atrás de mim e me cercaram, eu joguei o carro morro abaixo, eu pulei do carro e enquanto eu caia, eu vi que eu estava em outra cidade, mas já era tarde de mais pra saber qual era, eu bati a cabeça.
Eu apaguei.
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