Os Sentimentos de Irmãos

1 Capitulo Único - Os sentimentos de irmãos


Notas iniciais
Ola, h quanto tempo, tive ausente por duas semanas a estagiar, mas eu voltei para ficar.
Espero que gostem da One-Short

Quando o mundo todo, soube da morte do Ace e do Barba Branca, foi um choque, muitos não sabiam como iria ser a nova era de piratas, sem terem este principal figura que é importante onde muitos o idolatrava, desde do tempo que Roger estava vivo e navegava pelo o mar.

Mas estas perdas, trouxe muita tristeza, aos membros do Barba Branca, como a família Dadan, os membros de Chapéu de Palha, mas principalmente foi para o Luffy e o Sabo, os irmãos de criação de Ace.

Um deles assistiu isso tudo de perto, de como eles morreram, Barba Branca, a salvar dos seus filhos, mesmo com aquelas todas as feridas, mas morreu com honra, dizendo palavras que muitos não esperavam que existia mesmo o One Piece, já o Ace foi proteger o seu querido irmão Luffy, da morte, para ele é tudo e quer que ele conquista aquilo que deseja, mas ao mesmo tempo ele despedia do seu irmão, porque sabia que não havia cura para a sua enorme ferida atrás das costas, falou para dizer as pessoas que cuidaram deles, que manda cumprimentos.

Mas já o outro descobriu, na maneira mais terrível pelo o jornal, no esconderijo dos Revolucionários, longe de tudo e de todos, principalmente dos seus irmãos que nem sabe que ele se encontra vivo, mas quando viu a notícia, a fala sobre os seus eternos irmãos, ficou angustiado, triste, por não ter estado lá, para impedir de acontecer aquela tragédia, de algum dos seus irmãos se magoar, era o seu dever de os proteger, mesmo que Ace fosse mais velho do que o Luffy, queria ter protegidos os dois, já que sempre desejou, desde do dia da sua falsa morte, de os encontrar todos juntos no futuro que está por vir.

- Porquê que isso teve de acontecer. — gritou com angústia, o Sabo, com o que aconteceu na guerra.

- Acalma-te Sabo, porque estás assim por causa desta notícia? — perguntou a Koala, ao mesmo tempo que tenta acalmar o seu companheiro de equipa, o seu chefe da segunda divisão.

- Não conseguiu, o Ace e o Luffy, são os meus irmãos, um deles acabou por morrer e eu não pude fazer nada, porque não sabia que o Luffy ia se envolver na guerra, com o objetivo de salvar o Ace e o Dragon impediu que eu soubesse disso, se não podia acabar ainda pior do que já está. — respondeu Sabo, já caído no chão para conseguir se conter de fazer algo que depois pode vir arrepender-se.

- Luffy, não é o filho do nosso chefe Dragon? — pronunciou uma voz desconhecida de algum companheiro desta divisão.

- Isso quer dizer que o Sabo é irmão do Luffy, igual ao filho do Roger, que mostraram na guerra, esta família ser mesmo forte, desde de sempre. — falou outra voz desconhecida do mesmo grupo.

- Podem todos estarem calados, não vêm que ele não se encontra bem agora. — ralhou a Koala e apontou para o seu chefe, para outros verem o estado dele.

Depois deste acontecimento sobre a perda do irmão do Sabo, mas o mesmo sabe que o seu irmão mais novo está vivo em algum lado na Grand Line, mas se encontrava longe por uns dias da sua tarefa diária, o Dragon permitiu que Sabo tivesse algum descanso para que pudesse honrar o seu eterno irmão, que vai sempre estar na mente de ambos.

Passaram alguns dias, desde tudo da Guerra e do jornal a mostrar os acontecimentos do mesmo, mas agora encontra tudo calmo, só que todos os membros do Chapéu de Palha, estavam separados e longe uns dos outros, mas a tentar de tudo para reunir e apoiar o seu capitão Luffy, neste momento difícil que está a ser complicado para ele, só que muitos não estavam a espera noutro jornal, mas com o aparecimento do Luffy, ao Quartel da Marinha, a fazer uma homenagem a quem morreu ao tocar 16 vezes o sino, trazia um buque de flores e com uma mensagem para os seus companheiros, só eles que vão perceber o significado dela.

Muitos ficaram em choque, pelo que o Chapéu de Palha fez no Quartel da Marinha, ao tocar no lendário sino, mas também por aparecer vivo no final de contas, a notícia chegou à sua tripulação, todos capturam a mensagem do código que o capitão deixou, concordaram logo com tudo e decidiram que vão treinar em duro por dois anos e reunir todos de novo com o objetivo em mente de ficar mais forte e proteger aquele que adoram.

No esconderijo, todos os membros presentes estão reunidos, a espera dos outros membros que estão a chegar da missão, mas trazem uma convidada que muitos não sabem quem ser só o próprio líder sabia quem vinha, não sabiam porque deviam estar ali a espera dos outros, mas como era uma ordem tem que cumprir.

- Falta o Sabo, como sempre chega atrasado. — cochichou um dos membros de outra divisão, que tem sempre uma rivalidade com o mesmo.

- O que estavas a dizer? — revelou Sabo ao lado do mesmo, este que tinha acabado de chegar e viu que outro tinha dito, puxou a pessoa que estava ao lado do individuo, meteu-se naquele lugar.

- Como? Chegou aqui? — perguntou surpreso esse mesmo individuo que não estava nada a espera.

- Pouco barulho aí atrás! — exclamou um dos membros da primeira divisão.

Ao longe já se via a carruagem, onde vinha os membros que faltava, pararam a frente do líder, quem vinha a guiar, saiu primeiro e abriu a porta da carruagem, onde saiu os membros e depois esperam um pouco, saiu uma mulher que muitos se surpreenderam por ver a Nico Robin a sair dela.

- Nico Robin, a “Filha do Diabo” que pertence a tripulação do Chapéu de Palha, — murmurou um dos membros, em estado de choque, por ver-la viva e em cores.

- Seja bem-vinda, Robin, sente-se a vontade com se tivesse no navio da sua tripulação. — recebeu Dragon com a sua educação.

- Obrigada, vou tentar. — agradeceu a nossa adorável arqueóloga Robin.

Todos deram as boas vindas a ela, Sabo teve que se conter para não perguntar sobre o Luffy, já que muitos ali, sem ser a segunda divisão e o próprio Dragon, que sabe de ele ser irmão do mesmo, se não isso ia também ficar pior, por ele ser filho de um nobre e outros dois de ser dos outros que já foi revelado.

Na sala do líder, encontrava o próprio com a Robin, a conversar, ele já tinha mandado a um do seu companheiro de confiança de ir chamar o Sabo e a Koala, como conhecia bem o outro, sabia que ele quer muito conversar com a Robin sobre o seu irmão.

- Mandou-nos chamar? — perguntaram o chefe e a sub da segunda divisão.

- Chamei sim, como já sei como és, mandei que viesse cá. — respondeu Dragon, com a sua tranquilidade.

Os dois entraram na sala já com a permissão dada, não se surpreenderam ao encontrar a Robin lá dentro, porque sabiam que ela ia direto para o escritório, conversar a sós com o líder sem interrupções, só que não sabiam que ia ser logo chamado ali para conversar com ela, o Sabo pensou que ia conseguir falar com ela só mais a noite.

- Robin, quero apresentar o Sabo, que é como um filho para mim e a Koala que toma conta dele para não fazer asneiras, como igual aos seus dois irmãos. — apontou Dragon, a cada um apresentar, com esta pequena informação, Robin, tentou a formular o que foi dito.

- Prazer-vos conhecer, parece que queres perguntar algo? — pronunciou Robin, já tinha ideia que ele é irmão do seu capitão só que quer outro confirma.

- Acho que já deves ter formulado, sou irmão de criação do Luffy, como também do Ace, que ele descansa em paz, quero saber como está Luffy e a forma que todos separaram? — falou Sabo, apressado, queria sentir um pouco com a mente e o corpo menos pesado com esta preocupação.

- Então é isso tu crescente com eles, devem ter sido bons momentos que passaram, como hei-de explicar antes de nós separamos estavam todos bem, a maneira que nós todos fomos separados foi horrível pela Akuma no Mi do Kuma, nos ia-mos desaparecer um por um, cada um foi para uma ilha diferente uns fora da Grand Line, depois disso não sabemos nada uns dos outros, só quando vimos o jornal, soubemos o que se passou com Ace, sei que deve ter sido horrível para vocês os dois, agora com outro jornal que recebemos uma mensagem que devemos reunir daqui a dois anos e com este objetivo devemos treinar para ficar-mos fortes, para que nada disso volta-se a repetir. — esclareceu Robin, contou muito mais que o Sabo tinha pedido.

- Obrigada, agora estou mais tranquilo, ainda bem que ele está a salvo e bem agora. — agradeceu o Sabo, já a sentir a mais a vontade.

- Robin, podes se quiseres, ficar por aqui estes dois anos, para treinar connosco, o que achas? — propôs Dragon, com a sua cara de serenidade.

- Dragon, como irei te agradecer, por tudo que está a fazer desde que os seus membros encontraram na ilha que tem neve, mas sim, vou aceitar, quero ganhar mais conhecimentos quando tiver por aqui. — respondeu Robin, com a toda a sua calma, mesmo estando a frente dele, vê algumas semelhanças dele com Luffy, realmente são pai e filho, o olhar sério é igual um ao outro.

Já com tudo conversado na sala, os três saíram da sala, dirigiram para uma sala da segunda divisão, Dragon recomendou que a Robin, que ficasse acompanhada por o Sabo e a Koala, que eles iam mostrar tudo, este também foi outro objetivo que o líder, os trouxe a sala, foram agora para a sala da divisão deles para deixar a Robin no quarto para descansar, na longa viaja que ela fez.

Enquanto os outros Chapéu de Palha, estão a treinar duramente já mais aliviados por saber que o seu capitão está bem e não está sozinho neste tempo, mas com boa gente que eles nem imaginam quem serão eles, quando se reunir novamente vão se surpreender, porque eles são figuras muito conhecidos e fortes.

Ao longo destes dois anos, muita coisa mudou nas vidas de ambos, os Chapéus de Palha, como os Revolucionários e os acompanhantes que os treinaram, onde descobriram muita coisa nova nos seus ensinamentos e novos lugares, tornaram mais responsáveis e maduros.

As amizades que fizeram ao longo deste tempos, tiveram que partir para reunir com os seus companheiros, na data que marcaram, no mesmo local onde foram separados no Arquipélago Sabaody, mas agradeceram tudo que fizeram por eles, já que tornaram pessoas importantes para cada um deles.

O Sabo, descobriu onde se encontrava o seu irmão Ace, enterrado só que ainda não foi o visitar, porque prometeu a si próprio que só ia lá, quando tivesse a notícia do retorno da tripulação Chapéu de Palha, contava o que ele tinha passado desde que se foi embora dos dois, naquele tempo e o que achavam que estava morto e como foi salvo dela.

Em Sabaody, tudo pode estar calmo mas também havia confusão, porque muitos deles, acham que os Chapéus de Palha, estejam mortos, já que não tinha havido mais aparecimentos deles e acharam logo que estão mortos, mas eles estão enganados sobre isso e que se encontram debaixo dos narizes deles, nunca se pode julgar a melhor tripulação desta geração de piratas porque são completamente diferentes dos outros.

Logo quando descobriram que os verdadeiros Chapéus de Palha, estavam vivos e na ilha, no mesmo dia saíram jornais, com os anúncios do retorno da tripulação que nunca mais tinha ouvindo falar desde daqueles acidentes a ilha e na guerra.

Quando os Revolucionários, já estavam a par da situação, que se passava no outro lado, por ter um dos membros que acompanhou a Robin e o jornal que sempre chega a todos os lados graça a gaivota.

O Sabo já estava preparado de ir visitar a tumba do Ace, o nosso adorável conhecido “Punhos de Fogos”, antes de ir para a sua missão que designaram a segunda divisão, queria logo contar a ele, que o irmão mais novo estava muito bem e que retornou com mais força, só que ia levar bastante tempo chegar a ilha onde encontra a sepultura, porque é muito longe, onde se situa os Revolucionários.

Mas muitos desconhecem que são três irmãos, todos os dias, eles pensam nos seus momentos que passaram por bons e maus, onde sempre se preocupam uns com os outros, o bem estar, se um tivesse mal outro tentava sempre animar, mesmo que a morte os separam, sempre sabe que eles estão ao lado dele mesmo não os ver, os seus espíritos, queriam muito encontrar os irmãos todos juntos a rir e a partilhar memórias.

Noites foram passado e cada vez mais Sabo está perto do local onde encontrar o seu irmão a descansar eternamente em paz no lugar muito calmo, que não haviam nenhuma pessoa a habitar por ali, por isso a ilha é desconhecido para a maioria das pessoas, menos o resto da tripulação do Barba Branca e do Ruivo, mas alguns membros da família do Ace, sabe que ele se encontra lá.

O vento deste local, está a dar boas vindas ao nosso Revolucionário Sabo que vinha acompanhado com a Koala, mas a mesma decidiu ficar na entrada na ilha, porque queria deixar o seu companheiro a sós para sentir mais a vontade, em frente da tumba do Ace, assim outro pode desabafar a vontade sem se conter porque causa se ela tivesse ao lado dele, deu coragem ao mesmo quando saiu do barbo, pós a caminhar pela a trilha que o leva ao local.

- Cheguei Ace, desculpa o tempo que levei a chegar aqui. — pronunciou Sabo, nervoso mesmo não estando a frente da pessoa viva e sorridente.

- Eu sei que estás ai, tu podes me ver e eu já não, mas sinto que estás ao meu lado.- falou o mesmo, quem tivesse ali, a ver-lo conversar, achavam logo que é maluco e sem noção.

Mas estas palavras chegaram a Ace, que se encontrava a descansar, no seu sono profundo, quando ouviu uma voz que chamou a sua atenção, despertou praticamente e ativou que a sua alma fosse à parte de cima ver quem era, ao sair da sua sepultura, os seus olhos tiveram logo que fechar por já não estar acostumado com a luz do sol desde de dois anos atrás quando faleceu, surpreende-se com esta figura loira que é parecida com a miniatura de Sabo quando tinha dez anos, mas ficou atento que ele dizia e tirou as suas dúvidas quando falou as aquelas palavras.

- Eu fui salvo naquele tempo pelo o pai de Luffy, no mar ele me resgatou e me trataram, desculpa por não ter aparecido nesses anos, não tive coragem, mas sei que ia haver uma altura de eu aparecer. — continuou o seu diálogo Sabo, nas mãos deles, está um jornal, uma garrafa e uns três copos.

- Mas eu não vi aqui para contar isso e sim contar as novidades vais ficar muito contente, tem haver com o Luffy, eu sinto culpado por aconteceu na guerra, queria estar lá para vos ajudar, não podemos voltar atrás, já que não podemos fazer nada.

Ao ouvir isso, ficou mais tranquilo por saber que o Sabo esteve bem durante estes anos todos, mas curioso com a notícia que traz do irmão mais novo, com esperança de ver como está, as suas novas aventuras e a confusão que provoca.

- Ele e a sua tripulação ficaram separados por dois anos, tiveram a treinar para ficar mais forte, para não ficarem naquela situação que passaram, alguns dias atrás chegou a hora de eles reunir, mas conseguiram, só que houve uma confusão em Sabaody e eles não conseguiram ser discretos e os descobriram. — falou Sabo, mostrou primeiro o jornal a campa todas as páginas e depois deixou encostada nela, para recordar naquele momento.

- Eu quero que tudo corra bem, as aventuras dele mais os seus companheiros, ele está com pessoas de confiança, por isso nós podemos estar mais descansados, por ele ter pessoas que cuidam bem dele, só conheço por agora a Robin, um dos companheiros deles. — esclareceu ele próprio, porque sabia que Ace pensa o mesmo, resolveu abrir a garrafa, mas primeiro pôs os três copos próprios para aquela bebida, em cima de um caixote de madeira.

- Lembras daquele dia em que nós, os três tornar-mos irmãos? Nunca esqui desse dia, todos os dias, eu recordo este momento e os outros. — relembrou, encontrava-se a sorrir, por causa daqueles momentos que eles queriam que nunca acabasse aquele tempo.

Nosso adorável Ace, queria poder responder tudo que o seu irmão estava a dizer, nenhum dos dois não sabiam que o Barba Branca está a ouvir a conversar de dois irmãos mais velhos, ele estava a olhar para o seu filho encostado na sua sepultura, todo atento e feliz, por alguém estar a contar as novidades que nunca chega, outros visitantes não vinham sempre, porque tem deveres que devem organizar, como não quer ser um estorvo, a sua alma voltou para o seu caixão, para deixar os irmãos à vontade.

Começou a servir os copos com a bebida igual à primeira que ambos experimentaram daquele dia, que roubaram a Dadan que ainda até hoje não sabe nada disso, Dadan também foi uma que sofreu com a perda de Ace, mas sabia muito bem, quem mais ficou pior foi o próprio Luffy, considera eles todos seus filhos, porque os criou, que foi muito trabalho para todos os bandidos da Dadan, mas ficou contente com o retorno do seu precioso filho.

- Hoje em diante somos irmãos, quando for-mos para o mar, podemos separar, mas sempre vamos reencontrar e sempre vamos ser irmãos. — falou Sabo, recitou algumas mesmas palavras que Ace disse daquela época, então encheu os copos e deixou a garrafa ao lado do caixote e perto das folhas de jornais.

Ambos sorriram, mas o tempo de ambos estava a terminar, por daqui a pouco, aparece a Koala, a chamar pelo o seu líder para irem embora por causa da missão que tem em Dressora.

- Chegou a hora de eu ir, vou fazer uma missão e quem sabe se não encontro o Luffy, mas eu prometo que vou voltar mais vezes para contar as novidades e beber. — despediu Sabo, olhou para tumba de Barba Branca, pediu que tomasse bem conta do Ace, voltou de novo o seu olhar para o do Ace,sorriu porque sabia que outro ia gostar, começou andar para o barco que se localizava na entrada.

- Cuida-te e protege o nosso irmãozinho Sabo. — falou pela primeira vez Ace, o Sabo que estava andar ouviu uma voz atrás de si, olhou para trás, porque sabia de quem era.

Nosso Revolucionário saiu da ilha mas calmo e leve, por ter cumprido um dos objetivos queria ter cumprido muito antes, só sabe que me breve vai encontrar o seu adorável irmão a proteger algo.

Os sentimentos de irmãos sempre vão estar presentes de quem está vivo e morto porque nunca se esqueçam daquilo que tornaram graças a eles, porque todos os irmãos preocupam pelo aqueles que gostam e nunca vão os esquecer, a vida deles tornaram importantes.

Notas finais
Até a próxima.
Estou de férias, mais tempo para escrever.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!