Os Seis Guerreiros - O Início
6 Cachinhos Dourados
Notas iniciais
Rapunzel, a pessoa mais fofa do mundo, mesmo que nunca tenha tido contato com outras pessoas além de sua família, ela deseja o melhor para todos, mesmo que seja uma pessoa cruel. Rapunzel nunca saiu de sua casa por medo. Ela tem um dom inexplicável, toda vez que ela canta uma determinada canção se cabelo brilha, e de modo inexplicável ele cura machucados e doenças, e pode chegar a salvar vidas. Rapunzel tem esse dom desde que se entende por gente, quando seus pais descobriram não sabiam ao certo o que fazer, mas depois que Rapunzel salvou sua mãe de uma terrível doença seus pais não tivera duvida, tinham que mantê-la longe de todos que poderiam usar com maldade seus poderes inexplicáveis.
Assim foi feito. Rapunzel teve aulas em casa, brinca, no máximo, com suas primas, com treze anos ela foi para o interior, muito interior, mesmo porque não tinha mais o que fazer em sua cidade, já que não podia sair de casa. E apesar de nunca poder sair direito, não ter contato com o mundo Rapunzel nunca reclamou, na verdade ela até concordava com seus pais.
Em um sábado, seus pais foram a uma feira noturna e deixaram Rapunzel sozinha em casa, ela estava com medo, mas ela aprendeu a se defender. Já era tarde então Rapunzel resolve ir dormir quando se depara com uma pequena luz azul que mais parecia uma fadinha erguendo suas mão para segui-la. Com medo Rapunzel vai até sua cozinha e pega o objeto mais próximo e estende para a luz, mas a luz não reaje ao movimento de Rapunzel, ela continua fazendo o mesmo movimento.
Então, Rapunzel chega mais perto da pequena luz e ela desaparece, mas não pode ficar tão tranquila, depois dela havia uma trilha que ela deveria seguir, sem saber o que fazer ela pega sua frigideira, tranca a porta, cria coragem e vai atrás da luzes.
Rapunzel não sabia mais o que estava fazendo, não conseguia mais distinguir onde estava, em uma floresta talvez? Conforme ela anda ela fica cada vez mais assustada, até que ouve um barulho vindo de trás dela, mas continua andando. Mas então, ela escuta alguém lhe chamando:
– Hey! – Assustada se vira e logo ergue sua frigideira. É um garoto que aparentava ter uns dezesseis anos, assim como ela. Ele era bonito, tinha um rosto bem definido, era moreno e tinha olhos profundamente verdes, mas Rapunzel não se deixou levar pela bela aparência do rapaz.
– Quem é você? – Pergunta.
– Calma eu só... isso é uma frigideira?
– Sim! E eu vou acerta ela na sua cara!
– Acerta-la! – Rapunzel franze o cenho de raiva, ela odiava quando as pessoas corrigiam-na.
– Então... você também está vendo essas luzes?
– Sim... como... eu achei que eu era a única.
– Eu também. – O garoto moreno de olhos verdes da uma risadinha e Rapunzel também.
– Vamos segui-las? – Disse Rapunzel.
– Já estava antes, e já estou muito longe para parar. – E os dois foram juntos floresta a dentro seguindo as luzes azuis.
– Qual é o seu nome? – Pergunta o rapaz.
– Rapunzel.
– Nome legal! O meu é Rick, mas pode e chamar de Soluço.
– Soluço?
– Longa historia. – Rapunzel então seguiu as luzes azuis junto de seu novo amigo ouvindo sua fascinante historia de seu surto de soluços quando era pequeno que deu origem ao seu apelido, Soluço.
Quando os dois se deram por si as luzes haviam acabado e uma mata fechada. Os dois não entenderam, caminharam por tanto tempo, tantas horas para nada encontrar?
– O que vamos fazer agora? – Pergunta Rapunzel.
– Eu não faço ideia! – Exclama Soluço. Os dois se encararam com cara de perdidos um para o outro durante um bom tempo, até ouvirem uma discussão vinda do outro lado das árvores: “Sua idiota! Poderia ter nos matado!”, “Eu não sabia que vocês estava aqui! Por tanto não sou idiota!”, “Por favor parem de gritar! Vão chamar a atenção de algum animal!”. Confusos se aproximam mais das arvores e dos arbustos, os dois avistam então três garotas, uma ruiva com um arco e flechas, e outra ruiva com uma mecha branca que parecia ser uns três anos mais nova que elas, e uma que chamou a atenção de soluço, uma loira com o cabelo trançado, de olhos azuis brilhantes e bochechas rosadas.
– O que está acontecendo? – Pergunta Rapunzel.
– Sinceramente, eu não tenho ideia.
Rapunzel para ouvir melhor a conversa se apoia em Soluço, o que faz ele se desiquilibrar e cair em frente as meninas que discutiam.
– Meu deus! Soluço, você está bem? – Diz Rapunzel pulando dos arbustos.
– Sim! Mas... em? – Soluço fica confuso ao ver a Ruiva com a Flecha apontada para ele e Rapunzel.
– O que vocês estão fazendo aqui? – Pergunta a ruiva.
– O mesmo que vocês. – Diz Rapunzel.
– Seguindo luzes azuis flutuantes? – Diz a Loira com um sentido sarcástico.
– Sim! – Afirma soluço.
– Vocês também? – Diz a menininha ruiva.
– Mas... o que está acontecendo aqui? – Diz Rapunzel.
De repente se ouve uma voz vinda de dentro das árvores.
– Nossa, vocês perguntam de mais, mas não conseguem responder uma única! Bem então deixe-me explicar. – Então aparece uma mulher das árvores do canto mais escuro da floresta, Morena de olhos castanhos. – Eu sou Allainn, uma das valquírias de Odin, o pai de todos. Meu estre Wise me mandou aqui em uma missão achar vocês seis.
– Nós seis? – Pergunta A ruivinha. – Desculpa mas nós somos em cinco.
– Não. – Diz Allainn. – Jack? Gostaria de sair dai por favor? – Eis então que surge uma sexta pessoa, um moreno de cabelos castanhos, de olhos azuis. – Vocês seis são os seis guerreiros da profecia de Odin, que enfrentaram a fúria de Loki para trazer a paz entre os nove reinos. Muito prazer! – Diz Allainn se curvando diante deles.
Os Seis garotos estavam completamente confusos. Como assim guerreiros? Como assim enfrentar a fúria de Loki? O que estava acontecendo?
Continua...
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