— Marvita.

Aquamarinne, Aquamaria e Estrela Negra nadando fora da cúpula.

Aqua: Maria, não se afaste muito, está escuro!

Maria estende a mão e diz: Lux!

Ester veria os olhos e diz: Exibida!

Ela rir e sai nadando e explorando.

Aqua: E você e o Fogarion?

Ester: Estamos bem. E você e o Aaron?

Aqua: A irmã dele me lembra você, ciumenta e protetora. Nós estamos bem, mas depois da visita dela ele não veio mais aqui.

Ester: E nem você foi lá?

Aqua: Não, eu me concentrei mais na Maria, ela tava muito mal, ester.

Estrela Negra fica sem jeito.

Ester: Sinto muito por não ter dado muita atenção a ela.

Aqua: Não é a mim que deve se desculpar.

Aquamaria grita.

Ester: Maria, o que foi?!

Aqua: Vamos!

As duas nadam muito depressa para encontrar a irmã, quando a encontram ela está com uma arraia nas mãos.

Maria: Olha que fofa!

Ester revira os olhos e diz: Fala sério Maria!

Aqua: Não faça isso de novo, ficamos preocupadas.

Maria: Ah desculpa meninas, é que eu não resisti. Será que posso ficar com ela?

Ester: Mamãe não vai gostar.

Aqua: Além do mais, ela é aquática, não sobreviveria no castelo. Sinto muito maninha.

Maria: Ah mas eu queria tanto uma companhia…

Aquamaria fica cabisbaixa e as duas irmãs ficam tristes.

Ester: Acho que tem uma maneira.

Maria: A é? Qual?

Aqua cruza os braços e pergunta: É Ester, qual?

Ester: A Marina também é aquática,todos os cavalos do reino são aquáticos. Pede pra Vovó.

Aqua: Claro, a vovó April!

Maria: Vão chamá-lo!

As duas percebem a euforia de Aquamaria e ficam contentes, então nadam o mais rápido possível para volta a cúpula e entrar na cidade novamente.

Ester: Maria, espera a gente aqui.

Aqua: É, não sai de perto da barreira.

Maria acena com a cabeça enquanto as duas irmãs vão buscar a avó.

Ao chegarem ao castelo vão direto ao quarto da rainha.

Ester: Mãe, cadê a vovó?

Pérola: Acho que está no quarto dela não é?

Aqua: Tá, vamos.

Aqua sai mas antes de fechar a porta ela e Pérola se encaram por alguns instantes.

Ester: Vamos Aqua!

As duas correm até o final do corredor e batem na porta.

April: Sim? Ah oi meninas, aconteceu algo?

Ester: Voama precisamos da senhora, vem!

Estrela Negra a puxa e as três saem correndo para a barreira da cúpula.

April: Mas o que está acontecendo?

Aqua: A Maria quer um baixinho!

April: Ah era só o que faltava, e que baixinho seria esse?

Elas chegam a barreira, April avista sua neta fora da cúpula.

Maria: Oi vó!

April: Ah minha deusa, Maria o que faz aí é perigoso menina!

Aqua: Por que seria perigoso? Somos Marvitianos vó.

April olha para Aquamarinne e diz: Não há só um tipo de perigo no mundo minha neta.

Ester: Voama, calma. A gente sai pra nada uns minutos e depois entramos, não nós afastamos da barreira.

Maria: Olha só essa é a Nerissa.

April: Uma arraia? Maria meu amor… — April olha nos olhos de sua neta. — Querem um feitiço para ela poder ficar aqui, não é?

Ester: Isso.

Aqua: Se possível.

Maria: A Aqua ainda não sabe fazer.

April olha para ela e Aquamarinne sorrir.

April, tá legal, trás ela aqui.

Maria: Mas ela não vai morrer?

April: Não se preocupe.

Maria olha para suas irmãs que sorriem e acenam com a cabeça. Então ela entra com a arraia que começa a se debater por não conseguir respirar, April logo a toma dos braços de Aquamaria e começa a dizer umas palavras, a princesa aterrorizada fica junto de suas irmãs com medo.

April: Et terra de aqua, et aquam terra. Spiritus quidem eius iam amphibian!

Então a arraia logo flutua e vai até Maria.

Aqua: É para ela flutuar assim mesmo?

Estrela Negra e Aquamaria riem enquanto a pequena arraia flutua feliz sobre elas.

April rir e diz: Bom, ela nada desse jeito. E não se preocupem ela poderá voltar para água quando quiser.

Aqua: Transformou ela em anfíbio?

April acena com a cabeça confirmando. Aquamarinne se interessa e volta para o castelo com sua avó.

Ester: Maria, vem cá.

Maria: O que foi Ester?

Ester: Me desculpa.

Aquamarinne olha para trás.

Maria: Pelo que?

Ester: Sou sua irmã mais velha, e nem te dei atenção quando mais precisou. Isso não vai mais acontecer.

Maria sorrir e diz: Tudo bem.

As duas se abraçam.

— Fênix.

Charmillion andando pelos os corredores quando se depara com Vulcaus.

Milli: Ah Sir Vulcaus.

Vulcaus a reverencia e diz: Alteza.

Milli: Minha irmã me pediu que cuidasse de você, agora que me lembrei. Bom agora será meu guarda pessoal.

Vulcaus: Ah alteza não precisa, sério.

Milli bate no ombro dele e diz: Ah bobinho é só enquanto sua princesa não volta, até lá será mais seguro ficar comigo.

Vulcaus sorrir e acena com a cabeça, quando Raniel, o mensageiro da rainha chega.

Raniel: Sir Vulcaus?

Vulcaus: Sim?

Milli: Algum problema?

Raniel a reverencia e diz: A rainha o chama.

A princesa e o cavaleiro se encaram.

Nós aposentos da rainha ela entediada andando de um lado para o outro, até que Raniel é anunciado.

Azula: Ah sim entre.

Os dois entram e a reverenciam.

Raniel: Sir Vulcaus, majestade, como me pediu.

Azula: Obrigada, Raniel. Pode se retirar agora.

Ele a reverencia novamente e sai.

Vulcaus: A que devo a honra, rainha?

Azula se serve uma taça de manjá, ela oferece a Vulcaus mas ele recusa.

Azula: Não bebê?

Vulcaus: Não em serviço, majestade.

Azula: Hum! Interessante e tedioso ao mesmo tempo.

Vulcaus: Majestade, com todo respeito, mas por que me chamou aqui?

Azula o chama para a sacada e ele a acompanha.

Azula: O chamei aqui para tentar entender essa obsessão da minha filha por você.

Vulcaus olha para o chão e respira fundo, então diz: Com todo respeito, Majestade, mas não é obsessão.

Azula olha para ele e pergunta: Ah não? E o que é então?

Vulcaus engole o seco e olha para ela dizendo: Amor.

Azula fica seria por alguns instantes e depois rir, por 2 minutos, o que deixa Vulcaus desconfortável.

Azula respira fundo então diz: Você acha mesmo que isso sério? — Vulcaus diz que sim com a cabeça. — Ah jovem cavaleiro, minha filha é uma princesa, e você é um homem filho de alguém de algum lugar que eu não conheço. Minha filha merece mais.

Vulcaus ainda de cabeça baixa, diz: Majestade, com todo respeito, mas se não deixar que suas filhas fiquem com quem elas quiserem, elas vão terminar sozinhas

Azula: Por que diz isso, Sir?

Vulcaus: Por que até agora só tem dois príncipes, e um é irmão dela, e o outro pelo que soube está noivo. Então majestade, a Fuxcia- Azula o interrompe.

Azula: Princesa Fuxcia, pra você. Não importa se são namoradinhos ou sei lá o que, isso não vai muito longe.

Vulcaus olha para ela e pergunta: E se for, majestade?

O olho esquerdo de Azula chega a tremer de tanta raiva que ela sentiu nesse momento, ela e Vulcaus ficam se encarando até Fabrizio chegar. Ele entra gritando: Meu amor não sabe da boa, Magmam vai viajar… — ele percebe Vulcaus. — Sir Vulcaus, o que faz aqui?

Azula: Estamos conversando.

Fabrizio olha para Azula, então diz: Pode ir, Sir.

O casal real se encara enquanto o cavaleiro sai de fininho após fazer a reverencia.

Fabrizio: O que realmente estava acontecendo, Azula?

Azula: Fabrizio, meu amor, não precisa se preocupar. Dizia…?

Fabrizio: A Fuxcia gosta desse rapaz de verdade, se fizer algo a ele sabe que ela nunca vai olha na sua cara, não sabe?

Azula sai de perto dele dizendo: Aí Fabrizio você como sempre pessimista. Eu não vou Fazer nada ao rapaz, tá bom?

Fabrizio: Hum.

Ele sai do quarto e ela cruza os braços, com o olhar distante ela permanece na posição.

— Arsvard.

Arthorius e Violet fazendo um piquenique nos campos.

Violet: Obrigada por me trazer, amor.

Arthorius rir e diz: De nada, eu vi seu estado lá com a minha mãe, resolvi preparar algo para nós.

Ele passa a mão na barriga dela.

Violet: Arthi, se eu não tivesse grávida, ainda sim se casaria comigo?

Arthi: Mas é claro — ele toca em seu rosto — V não tô com você só por causa da criança, estou por que te amo.

Ela sorrir e os dois se beijam.

Enquanto isso do outro lado, Artamis meditando em baixo de uma árvore.

Arlet: Sabe, quando sua irmã estava comigo, parecia que…

Artamis: Que vocês não eram compatíveis, que você era mais forte e ela acabou cedendo á voce.arlet: Como sabe tudo isso?

Artamis: Somos uma agora, esqueceu?

A raposa satisfeita sorrir, então diz: Tá legal, agora levanta.

Artamis levanta e pergunta: E agora?

Arlet: E agora, eu vou me soltar dentro de você, e quero que você me contenha.

Artamis: Espera, o que?

Arlet: Relaxa, você já está treinando há um tempo, vai conseguir, só se concentra.

Artamis chacoalha as mãos e respira fundo.

Artamis: Tá legal, manda vê.

Arlet sorrir então começa a se espalhar por todo o corpo de Artamis, a princesa permanece forte. Aramina vem só indo a colina e vê uma nuvem cinza rondando Artamis, mas cada vez que a nuvem tá tava se expandir artamis lançava uma barreira de ar que fazia com que ela voltasse, e isso se repetiu por minutos, até que as duas cansam e Arlet volta para dentro de Artamis e ela vai no chão.

Aramina: Artamis!

A princesa corre para socorrer sua irmã que está com falta de ar, sentada no chão, Artamis tem uma crise de Pânico.

Arlet: Artamis? Artamis? Tá legal, me escuta, você está tendo uma crise de Pânico, isso é normal depois do que você acabou de fazer -Arlet sorrir-. Escuta bem, você precisa ficar em alguma coisa e respirar fundo!

Artamis respira fundo e fica no chão. Ela respira fundo novamente e Aramina a abraça.

Artamis: Eu estou melhor.

Aramina: Ainda bem, quase me matou de susto.

Aramina ajuda a Artamis a se levantar. As duas seguem para o castelo e antes de ir Artamis pega seu arco. Chegando aí castelo Artamis logo é socorrida. Eles a levam para o quarto e logo mais seus pais e avô chegam.

Aramina: Mar, pai, vovô.

Arrivo: Minha neta.

Ele sorrir para ela.

Artamis: Gente não precisa disso tudo, é sério.

Armistica: Minha filha você tem algo dentro de você que pode acabar com o mundo.

Artamis revira os olhos e Arlet rir.

Arthur: O que aconteceu?

Artamis: Eu estou dominando a minha Matéria, e a Arlet está me ajudando.

Todos se surpreendem.

Arrivo: Ela o que?

Artamis: Está me ajudando. O que a Aramina viu, foi só um treinamento, eu fiquei esgotada e cai.

Arthur: Ela está tentando te deixar fraca para poder sai,r filha será que não percebe?

Artamis: Pai se isso é verdade por que ela não saiu então?

Arlet sorrir e diz: Boa!

Aramina: Ela tem razão, pai. A raposa poderia ter saído lá na colina mesmo.

Armistica: De agora em diante alguém vai te acompanhar nesses treinos.

A rainha abre a porta do quarto, e Artamis pergunta: E esse alguém é você, mãe?

Armistica sai do quarto em silêncio, logo em seguida seu marido.

Arrivo vai para perto de Artamis e pergunta: Tem certeza de que está tudo bem?

Artamis: Sim vovô, está tudo bem.

Ele da um beijo na testa de sua neta então sai.

Aramina: Bom já que você está bem, eu vou indo então.

Artamis: Obrigada, Aramina, por tudo.

Aramina: Que isso somos irmãs.

Elas se abraçam e Aramina sai, Artamis se deita e dorme.

— Teermystic.

Terrerina, Terque, Jenny e Talita nós Jardins de Pedra conversando.

Jenny: Ah mas eu acho que sim viu?

Terque: Claro que acha, você sempre bajula a Terrerina.

Talita rir.

Terrerina: Terque, para.

Terque: Mas e aí, falou com nosso pai?

Terrerina: Sim, falei.

Terque: E?

Terrerina: E que ele disse pra eu falar com a mamãe.

Jenny: Não foi assim, princesa. Eu disse que eu estava interessada, assumi a culpa e aí eu perguntei se fosse uma das filhas dele, e ele disse que não se importaria, mas que sua mãe não iria gostar muito.

Terque: E tinha alguém achando que ela ia aceitar isso numa boa? — Terrerina baixa a cabeça, e Terque pega em sua mão. — Mesmo sendo você Rina, ela não aceitaria.

Talita: Altezas eu posso dizer algo?

Jenny: Quem te impediu?

Terrina: Jenny.

Terque: Diz, Talita.

Talita: Bom, os nossos pais aceitam bastante coisas que a gente jamais sonharia que fosse possível. O que eu tô dizendo é: você só vai saber quando tentar, alteza.

Terque: Ela tem razão mana.

Terrerina se levanta e diz: Certo, então vou lá. Jenny está liberada por hoje.

Jenny: Certo.

Terrerina sai e Jenny fica com Terque e Talita.

Terque: Você sabe que pode ir né?

Jenny: Posso falar com você, alteza?

Terque: Ah eu, pode, mas se for sobre o seu irmão nem adianta.

Jenny: Na verdade é sobre ele sim. O Taywikc é muito sentimental, princesa, ele ama você e todos sabem disso, o que ele fez foi se expressar mau outro dia.

Terque se levanta e pergunta: Como se sentiria se o seu namorado te levasse para um passeio e quando chegasse lá falasse da ex dele, e inclusive que já levou essa ex no mesmo passeio, o que faria?

Jenny: Bom eu o afogaria, mas eu não sou princesa, e acima de tudo não sou como a senhora.

Terque e ela se encaram.

Talita: Já chega…

As duas param de se olhar.

Jenny: Ele só quer uma chance.

Terque: Tudo bem.

Talita e Jenny olham para a princesa.

Talita: Alteza, tem certeza?

Terque: Tenho Talita, está tudo bem. Contanto que isso não volte a se repetir.

Jenny: Vou falar com ele, alteza. Muito obrigado.

Jenny a reverencia e sai.

Talita: Princesa?

Terque: Eu gosto dele, e com ele minha mãe não me enche o saco com história de casamento.

Talita: Entendi, muito inteligente.

Terque olha para Talita e sai. Enquanto isso o rei Toohr mostra o castelo para Cleofas, e os dois se encontram com Tereza e suas damas.

Tereza: Toohr? O que tá acontecendo aqui?

Cleofas sorrir, e Toohr toma a frente.

Toohr: Tereza, não é o que está pensando…

Tereza se retira com suas damas. Então Terrerina chega, logo em seguida Terque.

Terrerina: Pai, viu a mamãe?

Toohr: Ela saiu, com raiva.

Terrerina: Raiva, de que?

Terrerina percebe Cleofas atrás do rei, e Terque se chega onde eles estão.

Toohr: Filhas-

Terrerina: O que ela faz aqui?

Terque: E você quem é?

Cleofas: Eu-

Terrerina: É a amante do papai.

Toohr: Terrerina!

Terque: É sério isso? Vai trocar nossa mãe por isso? Francamente pai, achei que tivesse bom gosto.

Cleofas encara Terque. A princesa então solta um beijinho debochadamente.

Toohr: Agora já chega!

Todos olham para o rei.

Terque: Pai?

Terrerina sai.

Toohr: Achei que tinha criado duas princesas, mas vejo que me enganei.

Terque rir e diz: Se enganou mesmo porque só criou uma. — Cleofas olha para a princesa.- Vai dar mais legitimidade aos filhos dessa aí do que a Terrerina, não é?

Toohr: Que filhos? — Toohr olha para Cleofas. — Você está grávida?

Cleofas: Não, Majestade.

Terque: É só questão de tempo.

Terque sai, então Toohr segue com o tour pelo castelo com Cleofas.

Terque corre e alcança Terrerina.

Terque: Rina!

Terrerina: Nossa mãe vai ficar péssima.

Terque: Eu sei. Vem, vamos falar com ela.

As duas seguem abraçadas até chegar nos aposentos da rainha. Ao entrar as princesas se deparam com a rainha fazendo as malas.

Terque: Mãe?

Terrerina: Ei, o que tá fazendo?

Tereza chorando, diz: Eu sinto muito, mas eu não posso, filhas…

Ela não aguenta e desaba, as duas filhas logo a consolam com um abraço.

Terque: O que está fazendo?

Terrerina: Mãe, a senhora ia embora?

Terque: Não seja boba, Terrerina, ela não iria sem a gente.

Tereza: Desculpa, meus amores. Eu não pensei direito, só vi o pai de você ali com aquela mulher…

Toohr entra no quarto.

Terque: Pai.

Ele percebe as malas em cima da cama e as três com os rostos inchados de chorar.

Toohr: Mas o que está acontecendo aqui?

Terrerina: Você e aquela mulher fizeram isso, agora nossa mãe quer ir embora.

Toohr: Quer ir embora por que eu contratei uma criada?

As três olham para ele.

Tereza: Criada?

Terque revira os olhos.

Toohr: Tereza, achava mesmo que eu teria essa falta de caráter?

Terrerina sorrir, então Tereza se levanta e caminha até ele.

Terque: Mãe?

Tereza: Você acha que estamos na escola? Não gosto dos seus joguinhos Toohr, já lhe disse isso, não achei que precisasse ouvir outra vez.

Tereza sai do quarto e as duas filhas encaram o pai.