— Marvita.

Perola e suas filhas deitadas na cama conversando sobre os nomes do bebe.

Maria: Que tal Doris?

Perola: Pela deusa, Maria, esse nome é horrível.

Ester: Temos uma criada com esse nome.

Perola: Viu só, nome de criada.

Maria: Mas as têm crianças pobres com nossos nomes por ai.

Estrela Negra e Perola se encaram.

Ester: Já sabe se é menino ou menina?

Perola desliza sua mão sobre sua barriga e sorri.

Maria: É um menino.

Ester: Epa.

Perola: O que? Como vocês sabem?

Ester: Seu olhar disse “finalmente”.

Maria: A Aqua sabe? O que eu to perguntando, é claro que ela sabe, por isso não quis ficar aqui.

Ester: E que tal Irving.

Perola imediatamente olha para Ester e se levanta.

Maria: Mãe o que houve?

Perola: Como sabe esse nome?

Ester: Não sei, é um nome da agua não é?

Perola: Sim, ele é... – Perola fica com o olhar distante. – Mas não serve para o nome do herdeiro de Marvita.

Maria: Douglas?

Ester: Não, já dei uma surra em um garoto com esse nome.

Perola olha pela janela de seu quarto e coloca a mão em sua barriga, enquanto suas filhas discutem sobre o nome do irmão.

Maria: E que tal, Kelvin?

Ester: Melhor colocar o nome do vovô.

Maria: E por que não o do papai?

Ester: O papai não é daqui, tonta. – Ester olha para sua mãe. — Mãe o que ta havendo com você?

Perola volta, e diz: O que? Nada. Eu só... Estou cansada meninas, será que posso dormir um pouco?

Ester e Maria se olham.

Maria: Claro, vem deita aqui.

Ester: Quer que eu chame o papai?

Perola se deita na cama dizendo: Não, não precisa.

Maria: E a vovó?

Perola olha para elas e pensa, então diz: Tudo bem, tragam a sua avó. Mas não digam ao seu pai que estou assim, ele se preocupa demais.

Ester: Tudo bem mãe.

As duas princesas beijam a testa de sua mãe então saem.

Maria: Nunca vi ela assim.

Ester: Nem eu. Vem vamos buscar a voama.

As duas seguem para o outro lado do castelo.

Enquanto isso na sala do conselho.

Heitor: E o lado leste?

— Tudo certo senhor.

Heitor: Onde está o encarregado por Marismont?

— Creio que o lorde Gueller não pode vir senhor.

Heitor: E porque não?

— Ainda não sabemos, ele está sem se comunicar a dias, da ultima vez que nos falamos ele disse que ia investigar algo pelas cavernas escuras.

Heitor: Sir Mario?

Mario: Sim meu rei?

Heitor: Quero que reúna alguns guardas e descubra o que aconteceu com o lorde Gueller.

Mario o reverencia dizendo: Pode deixar majestade.

O cavaleiro sai e o rei da a reunião por encerrada.

Enquanto isso no quarto, April entra e se senta na cama do lado de Perola.

April: O que houve?

Perola: Eu e as meninas estávamos aqui, discutindo sobre os nomes do bebê.

April: Disse a elas o sexo?

Perola balança a cabeça dizendo que sim, e diz: Mas elas nem ligaram muito. O problema foi a Ester ter sugerido um nome, que mexeu comigo.

April: Que nome?

Perola olha para sua mãe e diz: Irving.

April: Como ela sabe?

Perola: Ela não sabe só que achou o nome bonito, e é aquático, e eu... Eu não pensei em outra pessoa a não ser ele, mãe.

April abraça a rainha e ela cai em prantos.

April: Calma, calma. Já passou.

— Teermystic.

Tereza almoçando sozinha, quando Toohr chega.

Tereza: Perdi a fome.

Toohr: Tereza, vai mesmo continuar com essa besteira? Por favor, vamos parar com isso.

Tereza olha para ele com desprezo então sai, e ai a criada entra para servir o almoço do rei.

Toohr: Ah Cleofas, como está o trabalho?

Cleofas o referencia e diz: Está ótimo meu rei, obrigada por perguntar.

Tereza fica olhando do outro lado da porta.

Cleofas serve o almoço do rei e sai, então ele come sozinho, Tereza respira aliviada então segue seu caminho.

Enquanto isso, Terrerina e Jenny conversando com Talita.

Jenny: De barco?

Terrerina: Acho que até Rionto, o pais do fogo não tem mar.

Talita: Isso mesmo, elas foram até ai de barco e estão seguindo a cavalo até Ignis.

Terrerina: Olha, tenho que admitir, minha irmã e suas amigas estão se superando.

Jenny: A única que não está fazendo isso é a Princesa Fuxcia, sempre precisa ser salva.

Talita olha para Jenny e Terrerina diz: Mudando de assunto... E o Tay?

Talita se levanta dizendo: É mesmo a princesa nem avisou ao Lorde Tay.

Jenny: Fica tranquila, ele saiu cedo com meu padrasto.

Terrerina: Melhor assim.

Talita: As princesas são um pouco...

Jenny: O que?

Terrerina: Doidas?

Talita balança a cabeça dizendo que sim e as três começam a rir.

— Arsvard.

Armistica: Inaceitável, termos que adiar o casamento por causa da Artamis.

Arthur: Meu bem eu não sei não, acho que se ela perder esse casamento ela explode este pais inteiro.

Armistica surta e sai com raiva.

Aramina chega pergunta: O que deu nela?

Arthur: Está chateada por que temos que adiar o casamento do seu irmão.

Aramina: Típico da minha mãe. Pai eu posso falar com você?

Arthur: Claro que pode o que foi?

Aramina: Bom, eu... Eu queria te perguntar algo, se eu fosse... Se eu gostasse de uma garota o que o senhor faria?

Arthur fica surpreso com a pergunta, mas não demonstra muito, então responde: Ah eu não sei, acho que desejaria felicidade. – os dois riem. – Acho que só tem isso a se fazer.

Aramina o abraça.

Arthorius: Ah olha só, abraços em família e ninguém me chama.

Ele solta a mão de Violet e abraça seu pai e irmã.

Violet sorri, então pergunta: Cadê a rainha?

Arthur: Ela está uma fera.

Arthi: Por causa do casamento?

Arthur: Isso mesmo.

Violet: Ah que pena, vou falar com ela.

Arthi: Você é um anjo.

Violet sorrir e quando vai saindo sente uma dor na barriga, Arthorius percebe.

Arthi: V tá tudo bem?

Violet: Está sim, vou indo.

Violet segue seu caminho com a mão na barriga, quando sai da vista dos outros ela encosta-se à parede chorando e diz “não faz isso comigo filho, fica ai dentro” então a dor na barriga passa e ela respira aliviada.

— Fênix.

Milli e Vulcaus jogando Baigon no jardim. Fogarion jogando Scuebber com uns amigos.

Vulcus: Então, princesa, quando vai aceitar sua derrota?

Milli rir e diz: Nunca fui derrotada antes cara, acho melhor você aceitar a sua.

Vulcaus move uma peça então a bola do jogo de Fogarion bate no tabuleiro e acaba com o jogo.

Milli se levanta gritando: Fogarion!

Fogarion: Foi mal, o Karl ali não mediu a força.

Ela olha para o rapaz loiro sem camisa que acena pedindo desculpas.

Vulcaus: Príncipe teve alguma noticia, da fuxcia?

Fogarion: Não tive cara. Foi mal.

Vulcaus fica cabisbaixo.

— Ai dá pra jogar a bola de volta?

Milli: Você quer a bola?! — Ela pega a bola do chão. – Então toma.

A princesa arremessa a bola, quando ela vai chegando perto do rapaz explode.

Todos olham para Milli com sua mão em chamas.

Milli: Ah foi mal, não medi minha força!

Ela da uma rabiçaca e sai com Vulcaus a acompanhando.

Vulcaus: Isso foi demais, alteza.

Milli: Eu sei. Se a Magmam estivesse aqui ela estouraria a bola com as unhas.

Os dois riem, e ao dobrarem em uma parte do castelo se deparam com a rainha.

Vulcaus: Princesa?

Os dois ficam olhando sérios para Azula que caminha até eles.

Milli: Sim?

Vulcaus: Me protege?

Milli: Pode deixar.

Azula: Olá, minha querida filha e seu cavaleiro de estimação.

Vulcaus segura o riso.

Milli: Olá, minha querida mãe exagerada com suas cinco damas.

Azula: Diga-me Sir, não bastou corromper uma filha, agora pulou para a mais velha?

Milli: Mãe.

Vulcaus: Majestade se é isso que pensa, eu não tenho o que fazer para mudar sua opinião.

Azula: Não tem mesmo.

Milli: Para com isso, sabe muito bem que a Fuxcia pediu pra eu cuidar dele.

Azula: Ora, mas vejam só, pagamos você para proteger nossa família, e quem precisa de proteção é o senhor, sir?

Vulcaus: São alguns membros da família real que me ameaçam, se não fosse por isso eu faria meu trabalho perfeitamente, majestade.

Azula: Já chega, pegue suas coisas, Sir. Está demitido.

Milli: O que? — Vulcaus sai.- Vulcaus, espera.

Milli vai saindo e Azula diz: Deixe-o!

Milli olha para sua mãe e diz: Mãe, eu espero que um dia você enxergue a pessoa horrível que você é.

Milli sai correndo atrás de Vulcaus e Azula fica com os olhos cheios de lagrimas.