— Fenix.

Azula andando de um lado para o outro.

Fogarion: Mãe, você está bem?

Azula: Estou só estou um pouco enjoada. — Seus filhos logo se olham e ela percebe. – O que foi agora?

Milli: Mãe...

Fuxcia: Acho que você está gravida.

Todos olham para Fuxcia.

Fuxcia: Que foi? Melhor dizer logo do que ficar enrolando.

Azula rir e diz: Concordo com você, Fuxcia.

Magmam: O que acontece se você estiver gravida...?

Fogarion: E se for um menino?

Magmam, Milli e Fuxcia se olham.

Azula: Eu não estou gravida seus idiotas. E meu filho, se fosse um menino não mudaria nada.

Milli: Pelo menos não para ele.

Magmam: Como assim?

Fuxcia: O fedelho iria entrar na frente da Milli.

Azula: Francamente, vocês parecem um bando de sanguessugas, só pensam nesse trono.

Fuxcia se levanta dizendo: Bom, esse é o fruto da sua criação.

Azula olha para ela e pergunta: Aonde vai?

Fuxcia: Dar uma volta, por quê?

Azula: Já acabou seu café da manha?

Fuxcia rir diz: Francamente...

Ela sai e todos ficam sem entender. Ao sair do salão ela encontra com Cintia.

Fuxcia: Você é alguma filha de nobre, ou só frequenta o castelo por causa do Vulcaus?

Cintia fica sem jeito, mas logo diz: Somos irmãos.

Fuxcia: Quem?

Cintia: Eu e o Vulcaus.

Fuxcia se surpreende com a resposta dela então sai em silencio. Logo mais a frente encontra Vulcaus conversando com alguns guardas, então ela logo pega fogo.

— Ah sir Vulcaus, acho que sua chapa vai esquentar.

Vulcaus: O que? – Fuxcia joga uma bola de fogo nele e os outros correm. – Fuxcia? O que está acontecendo?

Fuxcia: Você acha que pode me fazer sentir algo além de ódio e nojo por você?

Vulcaus: Ei, o que está havendo?

Ele tenta se aproximar, mas ela lança mais bolas de fogo.

Fuxcia: Ela me contou. Vocês são irmãos!

Vulcaus: Fuxcia, eu ia te contar!

Fuxcia lança mais bolas de fogo nele. Azula chega correndo com os outros.

Azula: Já chega!

Fuxcia olha para sua mãe, e Azula vê o estado de Fuxcia, mesmo pegando fogo o sentimento foi tão forte que ela conseguiu chorar.

Magmam: Ah Fuxcia...

Fogarion: Fuxcia, para com isso, a gente prende ele e- Fuxcia o interrompe.

Fuxcia: Ninguém vai encostar nele.

Todos se surpreendem com a resposta dela.

Cintia: Vulcaus, você está bem?

Magmam: Péssima hora para essa garota aparecer.

Vulcaus balança a cabeça dizendo que sim, então Fuxcia vai até ele.

Vulcaus: Vamos conversar?

Ela se apaga e depois o soca.

Fuxcia: Encontre-me no jardim a tarde.

Ela sai e todos ficam calados.

Milli: Vamos!

A família real sai e Cintia corre para socorrer seu irmão.

— Marvita.

Aaon acorda e logo estranha o local.

Aaron: Mãe?!

Alina e Aqua entram no quarto.

Aqua: Ei você acordou!

Aaron: Onde estou?

Alina: No castelo, filho.

Aaron: O que? Por quê?

Mayim entra dizendo: Porque você caiu duro no chão.

Aaron: Mayim? Você já chegou?

Mayim: Quando a Alina me contou o que aconteceu eu vim o mais rápido possível.

Aaron: Mais rápido possível? E há quanto tempo eu estou... Espera o que aconteceu?

Aqua: Não se lembra de nada meu amor? Você desmaiou na loja.

Aaron coloca a mão na cabeça e franze a testa tentando lembrar.

Perola e Heitor entram no quarto.

Perola: Ah jovem Aaron, que bom que acordou.

Aaron: Majestades.

Heitor: Como está se sentindo, rapaz?

Aaron: Um pouco zonzo.

Aqua: Posso chamar as curandeiras se quiser, ou posso te curar.

Heitor e Perola se olham.

Alina: Chame as curandeira, querida, sim?

Todos olham para Alina.

Aqua: Tudo bem.

Ela sai do quarto.

Mayim: E o que foi isso?

Alina: Eu que pergunto. Quando a princesa falou em cura-lo vocês se olharam estranho, porque majestades?

Heitor: Ah não foi nada.

Perola: Só lembranças mesmo.

Alina: Sei, lembranças do tipo boas ou ruins?

Mayim: Tia Alina, por favor.

Alina: Eu sempre sou gente boa, menos quando isso afeta um filho.

Perola sorrir e diz: Não se preocupe senhora Alina, faremos o possível para que seu filho se recupere da melhor maneira.

Heitor: Isso mesmo.

Alina mexe no cabelo de Aaron, então Aqua entra no quarto com as curandeiras.

Maria e Ester no corredor.

Maria: O que será que houve?

Ester: Esou mais interessada em prque a Aqua foi chamar as curandeiras ao invés de cuidar do Aaron ela mesma.

Maria: Trauma?

Ester olha para sua irmã que ergue os ombros.

Aqua: O que está sentindo?

Alina: Aqua, querida, deixe as curandeiras examina-lo, tá?

Todos ficam sem jeito, e Aqua se afasta, mas Aaron segura sua mão pedindo para ela não se afastar muito. Ela sorrir e fica ao lado dele na cama, porém recolhida.

— Bom, vamos passar essência de beladona para ele.

— Concordo.

Aqua: Isso é o que vocês passam a todo doente do castelo. Acho bom trata-lo como um da família real.

Perola: Aqua, filha...

Heitor: Elas só estão fazendo o trabalho delas.

Alina: O que você receitaria, princesa?

Mayim: Agora quer que ela se envolva?

Aqua olha para Mayim.

Aaron: Gente, gente, por favor, sem brigas.

April entra com Ester e Maria.

April: Eu concordo com o rapazinho.

Ester olha para Aqua.

Maria: Porque a Aqua não está cuidando dele?

Alina se incomoda e Aqua diz: Melhor elas, que tem mais experiência.

Heitor: Experiência por experiência você me trouxe de volta a vida, filha.

Perola: É, não é por isso meu amor.

Aaron: Olha, eu já estou melhor.

Alina: Ótimo, vamos para casa.

Todos: O que?

Aqua: Alina, o que está acontecendo?

Alina: Esse castelo...

Mayim se levanta perguntando: O que tem o castelo, Alina?

Aaron: Mãe, não precisa...

Ester: É claro.

Maria: O que foi Ester?

Ester: O pai do Aaron.

Todos olham para ela e Alina fecha os olhos chorando.

Aqua: O que tem ele?

Mayim: O que aconteceu com meu pai aqui?

Perola: Tentamos salva-lo, assim como salvamos o Aaron.

Heitor: Mas não tivemos sucesso.

Mayim se emociona.

Aaron: Meu pai morreu aqui?

Aqua: Ninguém pensou em me contar isso?

Maria: Eu também não sabia?

Ester: Seu pai, Aaron – ele olha para ela, que se aproxima da cama – achou a minha égua marinha, e cuidou dela.

Alina: O que?

Ester: Ele foi muito legal comigo, e eu só tenho a agradecer.

Todos se emocionam.

Aaron: Mãe, eu estou em boas mãos, não se preocupe.

Alina balança a cabeça dizendo que sim, ainda chorando.

— Teermystic.

Terrerina E Jenny colocando as malas na carruagem.

Terque: Tem certeza de que consegue ir?

Jenny: Não se preocupe princesa, ela está comigo.

Ambas sorriem e Terque diz: Ah é como se isso tirasse a preocupação de todo mundo.

Terrerina: Eu preciso ir para um lugar calmo para por meus pensamentos em dia, minha irmã.

Terque: Sabe, bem que eu e o Tay poderíamos ir com vocês.

Jenny fica seria.

Terrerina: Ah que ótima ideia.

Terque: Vão na frente, eu falo com ele. Acho que ele vai querer inaugurar o barco novo.

Ela sorrir de lado e Terrerina cochicha para ela: De novo?

Terque: O que?

Terrerina: Dava para ver vocês da minha sacada, e acredite eu não fui a única a ver o show de vocês.

Terque fica vermelha.

Jenny: Tudo pronto Rina.

Terrerina rir e beija a testa de sua irmã, então entra na carruagem e as duas seguem viagem.

Talita: Terque, o que ela quis dizer?

Terque: Nada, vamos ver o Tay como está.

As duas adentram o castelo. Enquanto isso Tay no jardim conversando com Tievon.

Tay: ... Mas se jogar muito longe não vai ter muito controle...

Tievon se curva e Tay olha para trás.

Tereza: Jovem Tay, Tievon.

Tievon e Tay: Majestade.

Tereza: O que estão fazendo?

Tay: Estavamos conversando sobre lances, majestade.

Tereza: Sei. Esporte patético em minha opinião. – ela suspira e olha para Tievon. – E você rapaz, porque não foi se despedir da Terrerina?

Tievon: Despedimos-nos antes, mejestade.

Tereza: Claro, aposto que sim.

Terque chega com Talita.

Terque: Ora mãe, deixe os meninos, sim?

Tereza revira os olhos e pergunta: Sua irmã já foi?

Terque: Acabou de sair.

Tereza: Ótimo.

Terque: Posso falar com você?

Tereza e Terque se afastam um pouco.

Tereza: O que quer?

Terque: O que aconteceu entre você e a Rina?

Tereza estranha, então pergunta: Mas que pergunta é essa?

Terque: Vocês eram tão unidas, tão amigas. Você implicava era comigo, não com ela.

Tereza: As pessoas mudam.

Tereza vai saindo e Terque pega em seu braço.

Terque: Mas o amor de uma mãe não.

Tereza solta seu braço e diz: Eu não sou a Azula, se vir com agressão para cima de mim... – Terque a interrompe.

Terque: Verbal ou física? Sim porque você agride a Terrerina verbal e psicologicamente, sabia disso?

Tereza se surpreende e sai.

Tay vai até Terque e pegunta: Está tudo bem?

Terque: Está, está sim meu amor.

Os dois se beijam.

Tay: Então o que temos para hoje?

Terque: Que tal ir para Termares de barco?

Tay: Encontrar nossas irmãs? – Aqua balança a cabeça dizendo que sim. – Vou arrumar minhas coisas e o barco.

Ela sorrir e antes de Tay sair ele a beija.

Talita: E então?

Terque: Nós vamos.

Tievon vai saindo.

Talita: Tievon, espera! – Ela cochicha para Terque. – É seguro deixa-lo aqui com sua mãe?

Terque olha para ele e diz: É sim.

Talita: Terque!

Tievon: Se me permitem, alteza, mi lady. Se fosse para eu ir, sua irmã teria me levado.

Terque: Tá vendo.

Talita: Tudo bem, Tievon.

Ele as reverencia e sai.

Terque: Eu em...

Talita: Aja como uma princesa.

Terque: Estou indo em uma viagem diplomata, estou agindo.

Talita começa a rir.

— Arsvard.

Artamis: Nossa, o Arthi acabou de sair, mas já estou com saudades.

Armistica rir e diz: É assim mesmo filha.

Arthur: Eu confesso que fiquei muito surpreso com a aproximação dele com o Enlil.

Armistica: Todos nós meu querido.

Artamis: O que será que o fez ficar daquele jeito?

Armistica: Será que está de cas com a babá?

Arthur: Armistica?

Artamis rir.

Armistica: Que foi Arthur? Pode ser verdade.

Artamis: Vou visitar meu irmão.

Arthur: Isso filha, vai.

Armistica: É e depois nos conte a relação dele com a Ania.

Artamis sai rindo.

— Palacete de Arthorius.

Arthorius brinca com seu filho no quarto dele, quando Ania chega.

Ania: Fico tão feliz em ver vocês dois assim.

Arthi: Graças a você, minha amiga.

Os dois sorriem um para o outro.

Ania se senta na poltrona, então diz: Ah e muito obrigada por ter me liberado para ir visitar minha família.

Arthi: E como eles estão?

Ania: Estão bem. Com esse emprego posso mandar ajuda para eles.

Arthi sorrir e uma criada entra e o reverencia.

Arthi: Sim?

— A princesa Artamis está aqui, alteza.

Arthi se estranha, mas diz: Mande entrar.

A criada sai e Artamis entra sorrindo e logo percebe Ania a vontade no quarto de seu irmão.

Artamis: Olá.

Ania a reverencia e senta-se novamente.

Arthi: Eu não acabei de sair de lá?

Artamis brinca com Enlil, e diz: É, mas eu fiquei com saudades, não posso?

Arthi rir e diz: Claro que pode.

Ania: Bom, se me dão licença, vou preparar a mamadeira do pequeno príncipe.

Ela os reverencia e sai.

Artamis: Estão bem íntimos, pelo que vi.

Arthorius se levanta suspirando, então pergunta: Mamãe mandou você aqui para ver se não estou tendo um caso com a baba do meu filho, não foi?

Artamis: O que? Não, claro que não. Eu vi por vontade própria.

Arthi: Então você também acha que estamos tendo um caso?

Ania ouvindo atrás da porta.

Artamis: Estão?

Arthi: Não, claro que não, Artamis. Eu ainda amo muito a Violet.

Artamis: Entendo. É só que foi de se estranhar, você veio para cá e... – Ele a interrompe.

Arthi: Vim para cá porque aqui é minha casa, a casa que vivi os últimos meses com a Violet.

Artamis: Sim. E não suportava olhar para essa coisinha linda.

Arthi: A Ania me fez ama-lo.

Artamis: Ah ela fez?

Arthi: Sim. Com os métodos mais loucos que já vi – ela sorrir do lado de fora do quarto – mas fez.

Artamis: Tudo bem. Fico feliz por você.

Arthi: Não é o que parece, vindo aqui me acusando de ter um caso com ela.

Artamis engole o seco, então diz: Não foi por mal.

Arthi: Tudo bem. Acompanha-nos em um jantar?

Artamis: Claro, se não for muito incomodo.

Arthi balança a cabeça dizendo que não, e se volta para seu filho novamente.