Os Segredos De Lord Henry

7 Capítulo 7 - O passado está dentro


Notas iniciais
Eu sei que estou me alongando muito nos capítulos antes de chegar onde eu quero, mas eles são importantes para história, mas vou postar com mais frequência. ^^

O jovem sorria maliciosamente enquanto observava a moça a sua frente agarrar-se ao lençol com mais força contra seu corpo pequeno e desejável aos seus olhos. Livrando-se de cada peça de roupa sem timidez, enquanto a moça o observava com atenção mordendo o lábio inferior. Darin estava satisfeito ao ver o desejo expresso nos olhos da moça:

— Não se preocupe Cibele! – Darin a beijou novamente, respeitando de caso pensado o lençol, sentindo seus corpos imprensados um no outro.

— Darin... – Cibele gemeu involuntariamente, quando Darin a apertou em seus braços.

As mãos do jovem deslizaram sobre o corpo bem formado da moça, alisando e dando um leve apertão em seu traseiro bem formado.

Cibele queria corresponder com a mesma intensidade, mas olhou de leve para suas mão segurando o lençol. Darin optou por uma nova tática, decidiu explorar seu corpo com as mãos mesmo com o pequeno empecilho, era fino pensou Darin com gosto, poderia se divertir com isso.

O jovem guiou a moça até a cama entre beijos e gemidos, começou a apalpar os seios redondos e fartos, sabia o quanto aquilo enlouquecia a jovem Cibele que já perdera a razão e estava guiada pelo desejo. Com uma das mãos o jovem fez uma linha que começava entre os seios da moça, e prosseguia ao intimo já úmido, obtendo um gemido como resposta.

Darin segurou a ponta do lençol, esperando que Cibele já estivesse pronta para o passo seguinte, quando a mesma ainda segurava o lençol, ela nem mesmo entendia o porquê dela ainda segurar o lençol, mas era algo mais forte que não poderia evitar mesmo querendo:

— Não devemos temer nossos sentimentos. – Disse o jovem.

Seu erro.

Em Cibele subiu uma raiva horrível, um ódio mais da frase do que próprio, sentia queimar dentro de si. Agarrou o lençol com mais força, saindo da cama com pressa:

— Saia daqui Darin! – Gritou, pegando as roupas do mesmo e jogando no corredor. – Agora!

O jovem assustado boquiaberto, não esperava aquela reação, mas em seu ato de prudência a obedeceu. Deixando-a novamente sozinha no quarto.

Uma vontade de chorar arrebatou Cibele, chorando após fechar a porta, como um fleche de claridade percebeu o que tinha de tão assustador naquela casa.

Era o passado. Era os fantasmas passados de suas famílias que os perseguiam ali. E o último Gray desta geração se vestia no corredor sem levar a honra e a pureza da última Vane, onde quer que esteja: Sibyl Vane estava feliz.

Notas finais
Espero que gostem!