Os Rejeitados
6 What Happened Last Summer? - Parte 2

"Se o inimigo deixa uma porta aberta, precipitemo-nos por ela."
Sun Tzu
Com varinhas em punho, o primeiro puxa levemente a porta, nada. Ele tenta novamente, mas dessa vez com mais força. E a porta continua no lugar.
— Mas que droga. Acho que está trancada – Diz socando a porta.
— Rony. Rony, para. Olha. – O castanho se aproxima e empurra a porta. – A porta é de empurrar. Viu? – A porta se abre deixando o ruivo envergonhado e fazendo o outro sufocar uma risada. – Varinhas em punho? Ok, vamos entrar. Não abaixem a guarda.
Os três entram na casa empoeirada, qual foi a ultima vez que alguém limpara aquele lugar?
— Vou checar o Andar de cima, Rony você vai pela direita e Gui você vai pela esquerda. Se virem algo ou alguém, gritem. – Diz o castanho que ocupava o cargo de líder da sessão de aurores junto de seu melhor amigo Ronald Weasley.
O castanho logo se põe a subir a escada, os degraus rangem, algumas tabuas de madeiras estão lascadas e quebram sobe o peso do mesmo.
— Esta tudo bem? – Uma voz grita do andar de baixo.
— Esta sim. Mas tomem cuidado a madeira esta frágil.
Ele continua a subir e quando chega num largo corredor vai em direção a porta no fim do mesmo, coloca a mão na maçaneta quando ouve um grito vindo do andar de baixo.
— RONY – Grita e começa a descer a escada rapidamente. Indo até a velha cozinha onde seu amigo estava em cima de uma velha cadeira.
— Rony, o que foi? Você nos assustou – Diz Gui.
— U-Uma A-Aranha, Grande e peluda AAAAAAAAAAAAAAA ELA SE MEXEU.
— MAS QUE DROGA RONALD SERIO?
— AAAAAA M-MATA ELA LOGO.
O castanho aponta algo parecido com um graveto para a aranha.
— Arania Exumai – exclama fazendo a aranha cair morta no chão.
Os dois olham incrédulo para o ruivo que ainda estava em cima da cadeira e este solta uma risada nervosa.
— Ah, é. Tinha me esquecido desse feitiço. – Nesse momento a cadeira quebra derrubando assim o ruivo. Os dois começam a rir.
—Acho melhor a gente não se separar dessa vez, vamos. Se tivesse alguém aqui a gente já teria sido denunciado com esse alarde todo.
Resolveram procurar pelo andar de baixo primeiro, olharam os armários, os jardins, a varanda, e nada acharam. Começaram a subir a escada para o segundo andar devagar, desviando dos pontos em que a madeira parecia mais frágil. Verificaram as duas primeiras portas do corredor chegando assim na ultima. O ruivo gira a maçaneta, mas ela não se move.
— Cara eu juro que desta vez eu to puxando para o lado certo – Diz ele.
— Está trancada. Afaste-se – O outro se pronuncia. – Alohomora.
A porta se abre num estalo. A sala estava escura. Janelas fechadas. Chão empoeirado. O Moreno saca a varinha e murmura: — Lumus.
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