Os Queens

1 Stars Queens


Notas iniciais
Espero que gostem ♥
Postarei novamente amanhã, e todos os dias.
Mas peço por favor que compreendam, só postarei quando tiver quinze comentários. Beijos

Starling City, á cidade dos playboys. Isto mesmo, se sua classe é baixa então nem sonhe em passar seus dias neste inferno. Minha mãe Donna Smoak, resolveu se mudar para essa cidade em busca de achar um noivo, ou marido multimilionário para mim. Já não basta ter que viver aqui, ainda por cima teria que estudar no Stars Queens. Pode isto? Ultimamente tenho que aceitar tudo calada. Porque questionar é absolutamente incompreensivo da minha parte, assim dizia santa Sra.Smoak .

Levanto me do sofá e caminho até a sala, onde dois homens de terno escuro. Parecem aqueles carinhas do MBI homens de preto, não paro um segundo de comparar e não perco a oportunidade para ver o que eles estariam tagarelando com minha mãe.

-Sra. Smoak, aqui estão as normas do Stars Queens, e queremos deixar claro uma coisa. – disse o mais alto.

- Claro, pode dizer.

- Felicity não pode se envolver com nenhum dos Q4. Isto vai contra todas as normas e regras. Os Queens, são garotos de um nível superior a sua filha. Mesmo que seu marido Daniel seja General do Exercito e das forças armadas. Sobre nenhuma hipótese deixe sua filha se aproximar deles, Ok?

- Está bem.

*Horas depois...

Pego o uniforme a cima da minha cama e o visto rapidamente, ele era um bem clássico se assim podia dizer. Um azul por tom de marinho, com botões de ouro, saia rodada e uma blusa longa branca de linho com uma gola V. Coloquei meus sapatos de uma cor preta, e prendi meus cabelos loiros em um coque perfeito. Olhei para o espelho para ver meu visual, e por fim entrei no carro onde minha mãe me esperava ansiosa.

- Ficou linda! – exclamou, limpando uma lágrima que ousava destruir toda sua make.

- Mãe, para a senhora sempre estou linda. – digo, colocando o sinto enquanto saiamos da garagem rumo ao colégio.

- Se tira-se estes óculos, ficaria mais. – diz ela com um bico. – Lembre-se de cair matando em cima de algum bilionário.

- Mãe! – digo nervosa. – Não sou igual estas garotas. Não procuro status, apenas quero que este ano voe e pronto.

- Status seria bom. Tente se enturmar com as garotas que possuem pais ricos ou bilionários. Menos os bolsistas, fique longe deles! – ela me dá um beijo, e aponta o dedo para mim ir logo.

Não penso duas vezes ao entrar no Stars Queens, que parecia mais um palácio de tão grande, e quando estou passando pela portaria vejo uma limosine branca chegando. O carro para e o motorista abre a porta para os passageiros, seja que for, causou um alvoroço na entrada. Em menos de um segundo vejo um bando de garotas loucas passarem por mim, como se eu fosse apenas um objeto qualquer, e se aglomeram perto do carro e começam a grita feito loucas. Caminho devagar para perto, e ouço as meninas fofocarem entre si, tão alto e indiscreto. Nossa o Roy está um pedaço de mal caminho hoje, já reparou o Tommy? Que homem senhor! Não podemos deixar de lado Eddie e Oliver, eles estão sempre radiantes, corpos digno de Deuses! Os Q4 são a genética mais bem concedida ate hoje.

E logo todas se dispersam, quando finalmente consigo ver, não encontro nada mais. Balanço a cabeça incrédula que acabei de perder minutos com este tumulto desnecessário. Esses tal de Q4 devem ser só mais uma febre besta, igual ás outras que já ocorreram nas cidades onde morrei. O problema dessas garotas e que os hormônios são tantos, que sobem pela cabeça e as deixa perturbadas.

Meus olhos ficam maravilhados ao ver o quanto este colégio é deslumbrante, tem área de natação, boxe, dança, canto, massagem e etc. Um enorme refeitório, com certeza umas duzentas salas de aulas. Inglês, francês, italiano, japonês, coreano, espanhol, e outros diversos idiomas. Biblioteca gigante, salas de biologia marinha atrás do colégio. E por ultimo um salão enorme de festa, com uma piscina de mais ou menos uns quinze metros cada lado. Realmente nada luxuoso, irônia minha pensar que estaria mal aqui.

Entro na sala de inglês, e espero os outros alunos se sentarem e a professora chegar. Não demora muito para que a sala fique quase lotada. Não exatamente cheia, pois aqui o conforto vem em primeiro lugar. Apenas uns cinquenta alunos.

- Seja bem vindos alunos novos, me chamo Clarice. Sou professora de inglês de vocês. Hoje teremos uma aula básica. Então prestem atenção!

A professora não era das mais bonitas, mais seus olhos cor de mel sim. Ela vestia um jaleco vermelho veludo que caia perfeito em seu corpo magro. Seus lábios com um tom vermelho, o mesmo do sua roupa. Já os cabelos pretos, presos em uma liga. Ela se virou de costa e começo a dizer as palavras básicas.

Uma garota bem vestida, cutucou me braço e me olhou firme. Ela era loira, e tinha os olhos azuis e um rosto oval fino. Me inclino para ouvir o que tem a dizer.

- Sou Sara Lance, filha de Quentin Lance comandante da policia de SC.

- Prazer Sara, me chamo Felicity Smoak.

- Como é nome dos seus pais?

- Daniel e Donna Smoak.

- Hm.. – disse pensativa, enquanto analisava minha postura. – Seus pais tem dinheiro, certo?

- Claro, porque? – digo, arqueo a sobrancelha inquieta com a pergunta.

- Porque você parece nerd, pensei que era bolsista.

- Não, não sou. – digo, seca.

O sinal bate e ela sai as pressas, algum tempo depois vou para as outras aulas até ouvir um alarme de emergência. Alguém estava em cima do colégio querendo se suicidar. Corro desesperada até lá e encontro a Sara em lágrimas ameaçando se jogar de lá. Não penso duas vezes e ultrapasso a multidão e agarro sua cintura a trazendo de volta em segurança.

- Felicity me largar, quero morrer! – disse ela aos berros.

- Porque quer isto?

- Porque o Oliver não me ama! Nem o Roy, nem Tommy e muito menos Eddie.

- Quem são eles?

- Q4, em que mundo você vive garota?

- No mesmo que você, só que eu não me mataria por nenhum homem. Primeiro busco me valorizar, depois vejo se alguém merece que eu me importe. Então cresça e amadureça.

Há largo e me viro para as pessoas que estão atrás de mim, e vejo suas caras de espanto. Com certeza aplaudiriam este suicídio, pior talvez até abrissem um champanhe. Pobre Sara, não sabe o que uma vida vale.