Não sabiam o que diabos tinha sido aquela criatura, mas aparentemente os tirara de curso. Os papagaios pareciam tagarelar entre si para resolver o problema.

— Estamos perto da ilha maldita que nos fez ficar assim – explicou Ribas, em meio à rabulice – Temos medo.

— Será que não podemos passar por lá e tentar desfazer a maldição? – perguntou Simão.

— Não vale a pena, rapaz… já imploramos por perdão, mas nada resultou. E só gastaríamos o vosso tempo…

Olharam para Andrea, que estivera calado desde a Itália.

— Não me importo – disse ele, dando de ombros – Pelo menos assim alguém pode sair feliz disto tudo.