Os Pergaminhos Celestiais - O Ciclo Dos Caídos
1 Prólogo - Semeando à Própria Planta
Notas iniciais
Um dia depois de José caí do céu.
Uma coisa que sentia falta era o céu mais agora José não podia voltar para o céu fora expulso do paraíso, uma das coisas que mais sentia falta era o frescor que lá oferecia as águas que pareciam vidros de tão limpas é brilhosas que eram. Agora não podia voltar mais atrás agora ele era da equipe de Lúficer onde estava encarregado de uma missão aqui na terra.
Agora seu terno estava bem ajustado é ele olhava para os céus em busca de alguma resposta, o que o deixou mais entristecido era a última vez que viu o rosto de Deus o seu rosto que era tão magnífico e adorado estava cheio e tristeza por ele saber que José tinha segredos com o próprio Lúcifer aquele que foi o primeiro caído do céu aquele que traiu Deus por querer mais poder. Mais José não queria muito mais poder ele não queria ser um segundo Deus na terra àquele que mandava em muitos ele só queria ser ajudante daqueles que mais mereciam as coisas, mais ele também reconhecia seu erro de manter contado com Lúcifer. Deus sabia que ele tinha contado com Lúcifer só ele só estava esperando cada movimento de José até um dia Deus o chamar para uma conversa que durou muitos dias até depois ele virar o segundo anjo caído dessa terra.
Várias pessoas se acumulavam de frente ao salão principal de Alheia, mulheres com coques perfeitamente certos na cabeça, homens com os seus ternos finos, crianças que brincavam todas sujas do outro lado da rua, todos estavam com os seus guardas – chuvas abertos por causa da tempestade que daqui a pouco vinha, agora não bastava de pingos finos que caíam sobre a terra sua calça estava mais ou mesmo molhada mais ele podia sentir o tecido ficando preso nas suas pernas. Em aquele momento ele pensava se Deus estava chorando é estava olhando para ele com desgosto. Ele não podia mais voar nunca mais suas asas foram arrancadas pela a sua decepção.
Todos que estavam ali esperavam os portão se abrir o lugar que era feito de concreto velho era alto suas paredes já estavam velhas as escadas que tinha na frente eram tão pequenas que muitas pessoas podiam cair ou derrabar. Todas as pessoas que estavam naquele espaço todos estavam em fila mulheres no lado direito é homens no lado esquerdo as conversas não eram altas só eram alguns fuxicos principalmente por partes das mulheres.
Senhores de engenho andava em carruagens altas enquanto os seus escravos andavam na chuva seus olhares tristes é cansado era uma coisa triste de se ver os seus ombros estavam todos caídos por tanto andar é trabalhar crianças seguram as bordas das saías das mães que estavam todas molhadas as pessoas que estavam do outro lado riam dos escravos é diziam “Negros miseráveis não mereciam viver é não mereciam andar.” José não preferia falar nada só ficava calado olhando para aquelas tristes pessoas. A criança que corria de lá para cá estava agora segurando os dedos dos pés do senhor de engenho que dirigia a carruagem suavemente desceu é começou a bater nas costas do menino com um chicote a mãe do garotinho jogou o saco de arroz que estava carregando é foi atrás do seu filho quando essa mãe chegou para defender o próprio filho ela foi jogado no chão é também começou a levar chicotados os outros escravos só olhando com medo e com pena daquela mulher é a do garoto. Antigamente quando José estava no céu ele só sentia pena é tristeza por aquelas pessoas estarem machucando outras pessoas que carregavam à mesma carne a mesma fragilidade mais por causa da cor da pele ela julgavam cada uma quando estava no céu seu coração doía só por ver uma dessas cenas mais agora que estava na terra ele não sentia mais nada sue coração não doía mais agora só sentia medo de um dia isso acontecer com ele.
Os portões foram abertos é os homens foram os primeiros a andar sua fileira estava bem alinhada é todos estavam bem sofisticados. Guardas que estavam lá na frente confirmavam os nomes de cada um, eles verificaram toda ficha atrás de seu nome depois de verificarem por muito tempo eles acharam o seu nome é permitiram a sua entrada.
Quando entrou no salão já tinha várias pessoas em pé com suas bebidas nas mãos conversando uma conversa baixa. O salão era grande é muito espaçoso seu piso de madeira cristalina eram tão clara que ele podia ver seu próprio reflexivo as escadas eram altas é levavam até um corredor lá em cima as paredes de concreto brilhante davam um lugar charmoso ao local o palco pequeno que tinha no final do salão ficava os músicos onde tocavam vários violinos é pianos a música que tocava era uma música perfeita para o ambiente.
Todas as pessoas já estavam dentro do salão os murmúrios já tinham aumentado todas as pessoas conversavam conversas aleatórias até um vento frio soprar todo o espaço apagando as velas que estavam colocadas em cima das escadas. O lustre grande de cristais é diamantes que estava no topo do salão começou se mexer é muitas pessoas pararam é olharam para cima até uma imagem em cima no final do corredor aparecer quatro figuras pretas que pareciam mais vultos naquele momento, assim que essa quatro figuras apareceram José pode reconhecer suas faces, até ver que se tratava de Elizabeth Rosend, Louis Darkhooud, Júnior Fosters é a que ficava no centro de todos Emma Theresa Darkhooud, todas aquelas pessoas que estavam em cima encapuzadas participavam do conselho de Lúficer. Emma correu os olhos pelo salão até encontrar os olhos castanhos escuros de José. Ela fez um aceno com a cabeça é José só retribuiu, todos os quatros tiraram os capuzes das cabeças é muitas das pessoas olharam para ele horrorizados por causa da pele que era tão branca que pareciam mais uma folha de papel limpa.
Elizabeth tinha seus cabelos ruivos tão fortes é claros que pareciam mais chamas ardendo em sua cabeça, seu rosto arrendado dava uma grossura mínima aos seus lábios e seus olhos castanhos dourados. Louis que era irmão de Emma tinha cabelos claros com alguns fios loiros caindo sobre sua testa sua barba que ainda estava para crescer dava uma aparência de um garoto que acabava de sair da adolescência seus olhos eram os mais escuros que já tinham visto. Júnior já era um dos mais altos do grupo tinhas seus cabelos pretos que pareciam mais carvão seus olhos também pretos cominava perfeitamente com os seus cabelos seu rosto era um pouco oval é sua boca era fina. Emma irmã de Louis já era a mais durona do grupo seus cabelos eram totalmente loiros que chegavam ao amarelo do sol seu cabelo estavam preso a um coque cheio de creme seus olhos eram vermelhos sua boca era fina é seu rosto era um pouco redondo. Esse grupo tinha uma genética incrível o nariz de todos eram afinados perfeitamente.
– José venha aqui. – Falou Emma com um olhar severo para todas aquelas pessoas. Assim José fez ele começou a andar aqueles degraus lisos até chegar ao lado de Emma. – Olá José quanto tempo. – Sussurrou ela só para ele
– Quanto tempo mesmo Emma a última vez que nos falamos foi... – José não terminou de falar com Emma o interrompendo.
– Eu sei quanto tempo faz que não nós vermos não precisa falar. – Falou Emma agressivamente. José deu de ombros. – Cara pessoas mortas de Alheia venho aqui informa que o meu senhor Lúficer aquele que caiu do céu pediu pra mim informa que ele estar criando uma nova raça de servos é esses escolhidos foram vocês, se considerem sortudos.
– É quem é você a esposa do diabo. – Falou um homem de cabelo branco rindo da cara de Emma. Ela jogou um olhar severo para aquele senhor que foi jogado para longe.
– Vamos logo irmã não temos a eternidade para ficar aqui. – Comentou Louis.
– Pode começar. – Falou Emma se virando. – Veja o show José.
As luzes se apagaram é ouve vários gritos altos de medo é de terror assim ficaram várias pessoas gritando por vários minutos é depois pararam de gritar quando a luz voltou ao normal várias pessoas estavam ajoelhadas como nada tivesse acontecido.
– Pode falar senhor estaremos todos a ouvidos. – Falou todas as pessoas que estavam naquele salão em um coro alto.
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