Notas iniciais
Obrigado por que você vai ler este capítulo.

O céu estava claro o sol estava escaldante naquele dia mais era ao mesmo tempo era confortável aquela quentura no seu rosto. Hoje era o primeiro dia de sua missão, as mãos de José já estavam frias é todas suadas seu corpo estava tenso de tão nervoso que estava. José estava dentro de uma carruagem branca é as pessoas que estavam com ele é todo o conselho de Lúficer, Emma que já percebera que estava nervoso só olhava para ele com suas sobrancelhas levantadas para cima, os seus olhos vermelhos estavam tão vermelhos quanto sangue. O resto do pessoal estava com os olhares distraídos olhando para fora da carruagem. Quando chegaram de frente ao internato ele pode ver a estrutura – parecia mais uma escola para adolescentes, pensou José, mais não, não era uma escola. – ela era alta o sol se posicionava em cima do internato, o portão verde era grande com suas pontas pontudas era coberta por um tipo de rocha suja é dava para ver que de trás do portão o lugar era largo. Quando estava no céu ele nunca percebera este lugar, nunca sequer tinha olhado para ele.

Assim que passaram mais a frente os portões foram abertos por dois homens vestidos de preto, o portão fez um barulho insuportável aos ouvidos de todos. Quando estavam passando pelo caminho aberto ele pode ver que não se passava de pinheiros grandes que cobriam todo o sol que estava fazendo do lado de fora.

Quando chegaram mais a frente ele pode percebe a estrutura da mansão, ela era grande aproximadamente mais de vinte e cinco metros, o lugar também era todo estruturado de janelas totalmente limpas.

Descendo da carruagem ele pode ver empregados negros olhando para baixo é vestindo as mesmas roupas brancas é preta. A mulher que estava no meio vestida um vestido rosa um pouco apertado demais onde podia realçar todo o seus seios. Como ela conseguia respirar tudo aquilo, pensou José.

– Olá José é toda a sua equipe. – Falou a mulher de estrutura baixa se aproximando de nós. – Eu sou a diretora do internato meu nome é Elena seja muito bem vindo José.

– Prazer. – Falou José sem muita simpatia.

– Bom só você poderá entrar mais os seus amigos não. – Falou Elena.

– Por que não? – Sibilou Emma.

– Porque queridinha essa é um internato é você não vai se interna aqui. – Falou Elena, quando Elena terminou de falar os olhos castanhos de Emma se reviraram. (Mais espera aí os olhos dela não eram vermelhos por que já estão castanhos.) – Então vamos logo José as outras pessoas estão doidas para te conhecer.

José não queria muito conhecer novas pessoas só queria encontrar um desses pergaminhos logo é da o pé.

– Estes são Emília, Maria, John é Henrique estes são seus empregados que vão o ajudar durante sua estadia aqui. – Quando terminou de falar ela foi a passos devagar para dentro do castelo.

– Bom se cuide em achar esses pergaminhos logo. – Falou a líder do conselho. – Em alguns dias nós vamos voltar aqui é dar um jeito de entrar neste palácio, não faça nada que as outras pessoas fariam como... – Emma chegou perto do ouvido dele é falou: — Como se apaixonar é um perigo muito grande que você pode sofrer é acabar com toda a nossa missão. Adeus José. – Disse Emma.

Assim que terminou de falar ela foi correndo em passos lentos de volta a carruagem é foi desaparecendo cada vez dentro das árvores. Assim ele voltou para os empregados.

– Por aqui senhor vai mostrar o seu quarto. – Falou uma das mulheres. Assim ele foi acompanhando eles.

A porta da frente era grande o espaço mais ou menos aberto dava um ar de fresco ao local. Quando entrou na casa ele pode ver que o primeiro espaço da casa era feito de corredores grandes que pareciam não ter mais fim, feito também de dois lances de escada. Um dos empregados o levou até o seu quarto que ficava no terceiro andar. Quanto mais andava por dentro daquele lugar parecia que não acabava mais, principalmente no segundo andar que era grande é tinha mais janelas no que no térreo o lugar era totalmente aberto é entrava um frescor agradável dentro daquela casa. Alguns internatos eram agradáveis e outro não mais esse era agradável, pensou José enquanto andava mais um dos lances de escada, com praticamente todas as janelas abertas. Mais os empregados pelas caras não se sentiam tão confortáveis ele pode sentir (Ele ainda podia sentir a sensação de uma pessoa que estava triste ou estava feliz mesmo que no céu não aja tristeza).

O empregado mostrou onde era seu quarto é se retirou. Quando entrou no seu quarto ele pode ver que era grande com uma cama de casal com lençóis e travesseiros trocados um banheiro perto da segunda janela que do lado direito que tinha no quarto o piso era feito de madeira bem limpa as paredes tinham um papel de parede florido o cheiro quarto era bom um cheiro de flores misturado com algum perfume caro na frente da cama tinha uma estante de livros com mais de romances clássicos. Simplesmente José amou aquele local.

**

O lugar era do mesmo jeito da casa sempre com janelas é um ambiente agradável à mesa de jantar era grande é praticamente todos os internados daquele local estavam sentados esperando por sua comida. Cada cadeira era marcada com o seu nome então José ficou do lado esquerdo ao lado de uma garota.

Todos comiam silenciosamente sós algumas vezes acontecia uma conversa para lá é outro para cá. Como aquelas pessoas tinham um animo caído em um lugar tão aberto desse, Pensou José.

– Olá meu nome é Madison. – Estendeu a mão à garota que estava ao seu lado José também retribuiu o gesto.

– Olá o meu é José. – Falou ele apertando a mão fria é pequena dela. Ele pode sentir um pouco de falta de ar.

– Você é novo aqui não é? Não ligue é que aqui ninguém é muito acolhedor mesmo no meu primeiro dia foi assim mesmo. – Disse Madison.

– É faz quanto tempo que você estar aqui? – Perguntou José.

– A mais ou menos duas semanas. – Sorriu Madison. Seu sorriso era lindo como seu rosto e seu cabelo castanhos, seu rosto redondo seus lábios pequenos seus olhos verdes eram de tirar o fôlego de qualquer homem. – Então o que trouxe você aqui?

José ainda não tinha pensado o que ele iria dizer se as outras pessoas perguntassem sobre como ele tinha chegado aqui.

– Dizem que eu fui o assassino de uma garota de apenas nove anos. – Foi à única ideia de José pode inventar naquela hora.

– Como foi que isso aconteceu? – Perguntou Madison.

– Eu acabava de chegar de uma festa quando sai de lá vi um beco todo escuro e seu cheiro de sangue estava horrível quando entrei lá para ver o que estava acontecendo à garotinha com seu vestido rosa estava toda melada de sangue o sangue principalmente saia do seu coração quando eu cheguei mais perto dela foi à mesma hora que a polícia me prendeu e me levou para a cadeia, dentro da cadeia parecia que ia enlouquecer batia nas celas falava os palavrões mais pobres que já existiam nessa terra aí depois eu estava começando a gritar para me tirarem de lá sonhava várias vezes com a garotinha, começava a suar do nada aí os policiais disseram que eu estava ficando louco e me trouxeram para esse lugar. – Inventou José.

– Mais eu vi você chegando a uma carruagem com uma garota? – Disse Madison.

– Aquela era a garota que me deixou na porta? – Falou José se virando para olhar nos olhos de Madison. O seu olhar era lindo.

Quando todos terminaram o jantar Madison pediu para acompanhar ele até uma varanda próxima a sala de jantar. Quando chegou a tal varanda ele pode ver a vista linda que era aquele lugar ele podia ver praticamente toda a cidade do andar de cima até as chaminés que saiam um pouco de fumaça, o lugar estava todo escuro mesmo o céu que tinha a sua linda lua cheia – Nesta hora ele pensou nós lobisomens que podiam estar se transformando com a lua cheia – e o céu que estava todo estrelado com estrelas brilhando cada vez mais, de longe a vista das estrelas pequenas já eram lindas imagina de perto que as estrelas são um poucos grande de tamanhos medianos é o calor de prata que ela transmite José ainda sentia uma falta imensa do céu.

– Este lugar é completamente lindo não é? – Falou Madison olhando distraída.

– Sim. – Disse José.

– Gosto de vim aqui para pensar em vários assuntos é em várias coisas esse lugar me relaxa completamente. – Continuou ela. – Uma das coisas que eu acho mais incrível aqui e que não parece um internato para loucos parece mais um local superluxuoso onde só pessoas ricas podem vim aqui e relaxar. – Disse Madison.

– Isso é verdade também estranhei quando vi todas essas janelas abertas já e estranho já que outros internatos nunca estiveram com tantas janelas assim abertas. – Falou José

– Então você já esteve em outros internatos? – Falou Madison tentando encontrar o olhar de José até finalmente conseguir.

– Não só passei por alguns por visita antes de vim para cá. – Falou José.

Eles passaram algum tempo só olhando para o horizonte. Até Elena chegar.

– Olá queridos – Sorriu ela – Madison já estar na hora das garotas irem dormi, então vamos? – Falou Elena.

– Tá daqui a pouco eu estou indo deixa eu só me despedir de José. – Falou Madison.

– Tá bem minha querida só não demore. – Falou Elena saindo da varanda.

– Então foi um prazer te conhecer José vamos no ver amanhã? – Perguntou Madison.

– Sim a gente vai se ver sim. – Sorriu José apertando a mão pequena é macia dela.

– Então tá. Tchau. – Falou Madison saindo agora da varanda.

Ela era totalmente delicada e amorosa para ele. Mais não ele não podia pensar em se apaixonar naquele momento ele teria que se apaixonar ele tem que completar a sua missão e sai dali. Ele queria sua liberdade de volta.

Notas finais
Obrigado por ler esta nova aventura
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.