Os Perfeitos E A Escrava
39 Dallas
Notas iniciais
– Obrigado, obrigado! – Agradeci sorrindo e indo para trás da mesa onde ele estava em pé e pulei no pescoço dele o abraçando, logo o soltei – Ainda não esqueci a vadia – Murmurei emburrada.
– Scarlet... –
– Tudo bem, mas eu quero essa Diafenix longe de mim e se você ousar a me trair Eros, eu vou cortar o seu pau fora – sussurrei revirando os olhos, ameaças são sempre boas, penas que às vezes muitas delas não são cumpridas...
– A não, o meu pau não! – Eros falou incrédulo segurando o pênis e eu revirei os meus olhos de novo – Para de revirar os olhos.
Olhei para o canto da sala e o tal Eric estava segurando a gargalhada o máximo que podia.
– Vou me trocar, estou com roupa de hospital ainda – Murmurei dando um selinho em Eros – Você vai ir muito tarde para a cama amor? -Sussurrei no ouvido dele e sorri maliciosa para que.
– Pode apostar que não – Sorri e fui caminhando até a porta.
– Foi um prazer te conhecer Eric, me desculpa pela confusão e a próxima vez, use o interfone ou o telefone – Dei uma risada e sai porta a fora indo direto para o banheiro.
[...]
– Oh Eros, mais forte amor, vai! – Eu gemia igual uma louca sendo fodida duramente por Eros que estava em Êxtase após o 4° orgasmo dele e o 9° meu, sim eu não tinha mais força para ficar de quatro, estava acabada mas estava amando o papai e mamãe. Eros estocava o seu membro tão fundo e selvagem que eu consegui o sentir tocando meu útero, era algo enlouquecedor e excitante, mesmo com um pouco de dor, o prazer triplicava, Eros é o meu Deus do sexo. O ser que eu amo e que me leva a loucura infernal e celestial ao mesmo tempo.
– Gostosa! Isso! Geme para o seu macho – Ele falava urrando — De quem você é ? Diz – Ele gemia, eu não respondia e então ele estocava lentamente fazendo-me pedir por mais – Diz de quem você é, me diz! – Ele deu uma estocada funda e forte fazendo-me gritar.
– Eu sou sua, toda sua, sua! – Gritei embaralhada.
– Fala o meu nome minha gostosa, fala –
–Eros, vai mais forte Eros! – Gritei sentindo o meu 10° orgasmo. Fui subindo as minhas mãos da perna torneada de Eros até a sua bunda a apertando.
Explodi em um orgasmo forte assim como Eros. As minhas unhas passavam pelas costas dele as arranhando e ele rosnava de tesão.
– Scarlet!
– Eros! Oh! – Ele caiu em cima de mim e nossa respiração estava acelerada, logo ele deitou ao meu lado puxando-me para cima dele e passando as mãos em meus cabelos suados.
– Eu te amo minha loura – Ele murmurou e eu sorri em alegria.
– Eu também te amo meu projeto de lixo espacial – Disse rindo e dando um selinho nele – Você acabou comigo, se eu fosse humana não conseguiria me mexer.
– Amo te foder – Sorri e dei um peteleco no nariz perfeito dele e me acomodei melhor nos seus braços.
– O sol está começando a surgir e termos quatro filhos, acho melhor descansarmos – Murmurei e Eros continuou a acariciar os meus cabelos.
– Você é a minha joia rara e foi de você que saíram outras joias, e meu amor eu sou muito ruim e irei continuar a ser, e eu sou muito difícil, mas não tenha dúvidas que eu te amo e amo os pirralhos – Revirei os olhos e ri do modo que ele falou de nossos filhos – Nunca irei deixar você ir embora, eu sou egoísta demais para que isso.
– Boa noite meu Bad Boy – Murmurei sonolenta e senti-o dando um beijo em minha testa, logo eu desmaiei.
[...]
Levantei da cama meio sonolenta, consegui achar a porta do banheiro e tomei um banho demorado vendo o meu corpo impecável, era como se eu nem tivesse filhos, obrigada vida mortal.
Coloquei uma calça jeans preta colada, bota preta sem salto e uma blusa de mangas preta colada, e só para lembrar, a minha cor preferida é preto.
Olhei o meu corpo e sorri, a minha barriga esta retinha e chapada, as minhas pernas torneadas e meus seios estavam... três vezes maiores e caramba eu estou gostosa. Balancei a cabeça expulsando os meus pensamentos narcisistas e revirei os meus olhos. Sequei os meus cabelos longos e louros e os deixei soltos batendo a minha cintura.
Olhei para o meu rosto e eu não estava a fim de passar maquiagem, o meu blush natural já deixava as minhas bochechas coradas e não estou com olheiras e então dane-se. Sai porta a fora e fui para o quarto dos meus trigêmeos que ficariam juntos para que eu pudesse cuidar deles até certa idade se quiserem ter quarto próprios.
Os meus três amores estavam acordados com os olhos abertos, os olhos de Eros...
– Os meus amores estão acordados? — Falei me aproximando deles aos poucos, estava cada uma em um berço grudados uns aos outros. Eles se agitaram mostrando que sentiram que era a mãe deles chegando. – É a mamãe, estão com fome? – Eles fizeram um barulho com a boca e eu sorri retirando a minha blusa preta e ficando apenas de sutiã, sentei em um sofá que tinha do lado dos berços e fui pegar Diana.
– Como eu sei que vocês são uns cavalheiros, Diana vem na frente já que é uma dama – Briquei rindo e me sentei no sofá com Diana no colo, abaixei o meu sutiã com uma mão rapidamente exibindo um seio meu e Diana começou a mamar esfomeadamente. Se Eros me visse fazendo isso sozinha seria capaz de explodir em xingamentos falando que é perigoso eu dar leite sozinha para três crianças, contudo são meus filhos e eu sei o que eu faço.
Demorei uma hora para alimentá-los e terei que tirar leite para melhorar a alimentação deles. Eros havia mandado trazer um carrinho para trigêmeos eu os coloquei no carrinho e fui empurrando para descer, errei o corredor e deu nas escadas, tive de voltar e ir até o elevador, desci indo para o jardim sendo observada e tendo os meus filhos observado por todos que passavam.
Fui para um banco, me sentei e comecei a brincar com as crianças que sorriam a toda hora para mim, mas eu queria ver Math.
– Ei – Chamei uma mulher que passava com roupas nos braços e de cabeça baixa, eu realmente me sentia mal ao ver isso, mas irá acabar eu sei que vai. A mulher caminhou até a mim de cabeça baixa e fez uma reverencia.
– Majestade! Posso ajuda-la? –
– Por favor, me chame de Scarlet, e qual é o seu nome? – Perguntei me levantando do banco.
– Me chamo Bea senhora.
– Por favor Bea me chame de Scarlet.
– Sim Scarlet.
– Bea você poderia buscar o meu filho Math? – Perguntei sorrindo para ela que levantou a cabeça mostrando a linda mulher que era.
– Sim Scarlet, a propósito, seus filhos são lindos – Sorri agradecendo e ela foi atrás de Math.
– Olha os novos três pestinhas filhos da peste rainha – Oriel chegou falando e apertando as minhas bochechas, o empurrei e ele deu dois passos para trás surpreso.
– Estou vendo que a vida imortal te deixou forte hein peste – Oriel falou rindo.
– Acabo com você em dois segundos cabeça de fogo.
– Nem vem, o seu filho é ruivo também sua loura aguada – Ele falou fazendo uma voz fina e uma pose suspeita, eu cai na risada.
– Está saindo do armário Oriel? Ou agora devo te chamar de Ariel? – Falei rindo da cara de ofendido dele.
– Como estão os três mosqueteiros? – Oriel perguntou olhando para os meus filhos que ficavam balançando os braços e sorrindo.
– Estão bem, aliás, eles são enormes, aparentam ter um ano de idade já ou mais, isso me assusta um pouco, como eles são meio Diafenix... – Murmurei.
– Mamãe – Ouvi a voz de Math me gritando e eu logo me virei para o meu garotinho moreno que vinha correndo em minha direção, me agachei e ele se jogou em meus braços abertos, como eu o amo.
– Meu amor, dormiu bem? – Falei dando um beijo na testa dele.
– Sim, eu estava com saudades mamãe, agora tu só fica com os meus irmãos – Ele fez uma carinha triste.
– Oh meu filho, não fale assim, eles são pequenos e precisam de uma atenção mais redobrada e eu amo você, que tal nós todos irmos tomar um sorvete? – Ofereci sorrindo.
– Oba, é claro que eu quero ir, papai vai com a gente? – Math perguntou sorrindo.
– Eu não sei, vamos chama-lo – Math pulou de meus braços e foi para o colo de Oriel e ficava bagunçando os cabelos dele.
– Oriel, você sabe onde Eros está?
– É.. Sei sim... – Oriel falou gaguejando e eu franzi a testa o encarando.
– Onde ele está? – Oriel colocou Math no chão e ele logo foi brincar com os irmãos e Oriel veio até a mim.
– Se matar fosse um hobbie, este seria o de Eros – Eu já sabia onde ele estava antes mesmo de Oriel responde – Ele está matando os escravos que estão doentes e que não tem utilidade – Respirei fundo fechando os meus olhos. Eros não tinha jeito, sempre seria um psicopata nato.
– Liga para ele, preciso falar com ele – Exigi lembrando que o celular que Eros me deu está no quarto. Oriel pegou o celular e discou um número e falou “Eros, Scarlet quer falar com você” e logo me passou o celular.
– Scar? – Ele falou carinhoso.
– Eros, você pode vir para casa e levar eu e as crianças na sorveteria? – Murmurei triste com o pensamento de que ele está matando seres humanos.
– Estou ocupado..
– Se você não vier eu vou sem você – Revirei os meus olhos — Você está ocupado com o que? Matando tantas pessoas assim Eros que não pode levar eu e seus filhos para sair? Seu rei desgraçado – Falei desligando o telefone na cara dele e eu acho que ele não ficou muito feliz.
– Oriel, pede para prepararem o carro, pois irei sair com as crianças, por favor? – Ele assentiu dando um sorriso de lado vendo a tristeza em meus olhos.
– Ele não vem?
– Acho que tem muitos seres humanos para matar – Murmurei indo até os meus filhos e comecei a empurrar o carrinho com uma mão e segurando a mão de Math com a outra.
Encontrei Bea no caminho para o quarto e ela me ofereceu ajuda com as crianças e mesmo eu querendo cuidar de meus filhos, sozinha não dava, eu precisava de alguém para me ajudar. Bea ficou olhando os trigêmeos enquanto que eu colocava Math no banho na suíte de seu quarto, quando eu terminei de dar banho nele fui para o quarto dos trigêmeos e dei banho neles com a ajuda de Bea que os vigiava enquanto eu os banhava e trocava.
– Senhora acho que você deveria tirar leite para alimenta-los – Bea sugeriu e eu assenti. Ela ficou vigiando os quatro enquanto eu ia ao meu quarto retirar leite para eles e quando eu enchi três mamadeiras cheias fui tomar banho e coloquei uma calça jeans preta, uma blusa de mangas branca e uma bota preta até o joelho sem salto, deixei os meus cabelos soltos, passei um batom rosa clarinho.
Fui para o quarto dos trigêmeos e lá estavam eles, Math jogando um joguinho qualquer em um aparelho estranho de Diafenix que era tão fino como um papel.
– Vamos queridos, obrigada Bea pela ajuda – Sorri para ela que assentiu e sorriu de volta para mim. Tive que leva-los no carrinho e Math veio atrás com Bea guiando ele pois não parava de jogar naquele negocio.
Chegando a sala encontrei Oriel e Clara sentados aos beijos.
– Olá pombinhos, parem com a troca de salivas erótica, pois tem crianças aqui – Falei e os dois rapidamente se separaram.
– Que nojo – Math murmurou colocando o dedo na boca como se fosse vomitar e eu ri.
– Um dia você vai querer fazer isso moleque – Oriel falou rindo.
– Ei Clarinha – Cumprimentei mandando um beijo para ela.
– Como vão as crianças Scar? – Ela sorriu carinhosamente ao olhar para mim e logo depois para s crianças. Ela me considera como irmã, já que cuidou de mim em uma fase difícil e eu a amo muito.
– Estão fortes e bem – Olhei para os três e sorri imensamente – Oriel pediu para preparar o carro? — Perguntei e ele assentiu.
– Sim e trinta seguranças vão te acompanhar – Como eu já estava acostumada com os seguranças apenas assenti com a cabeça – E agora você tem duas babas também – Duas mulheres bonitas e novas entraram na sala com roupas curtas, elas tinha um olhar malicioso e eu já não gostei delas mas não vou bancar a chata então dei de ombros.
– Não preciso de duas babás – Murmurei.
– Ordens de Eros – Revirei os olhos, se foi aquele idiota que escolheu as putas para cuidar de meus filhos eu mato ele.
– Tudo bem – resmunguei desgostosa.
– Olá sou Violet – A Morena de olhos pretos falou sorrindo.
– E eu sou Kelly – A loura falsificada e siliconada falou dando um pequeno sorriso.
– Sou Scarlet, é um prazer – Falei tentando sorrir.
– Sabemos quem é majestade – A loura falou com desdém e eu pela primeira vez gostei do meu novo título diante daquela mulher que cheirava a vadia.
– Que bom agora vamos – Falei pegando na mão de Math e empurrando o carrinho com outra, antes que eu pudesse sair pela porta, Eros entrou vestido de terno todo sério.
– Não desligue o telefone na minha cara Scarlet – Ele falou entre dentes cerrados.
– É mesmo Eros? Não tem mais nada para fazer não? – Revirei os meus olhos.
– E eu vou com vocês – O encarei.
– Não precisa querido, vai continuar com o seu hobbie preferido – Ele revirou os olhos e me deu um selinho e sussurrou em meu ouvido.
– O meu hobbie preferido é te foder – E desse jeito ele me deixou excitada.
– Vamos – Murmurei tentando pensar no meu professor de educação física, gordo e cabeludo, sem blusa fazendo um strip-tease, para que a minha excitação passasse.
Eros abriu a porta da limusine com rodas de caminhão e ajudou Math a entrar e colocou o sinto de segurança nele, logo eu entrei e ajeitei as três cadeirinhas para os trigêmeos e os coloquei ajeitadinhos. Sentei-me em frente as minhas crianças e Eros veio ao meu lado e logo as duas babás entraram sentando em frente a nós sorrindo para Eros que nem as olhava.
Eros pegou a minha mão e a beijou.
– Eu te amo – Ele sussurrou em meu ouvido e deu um beijo no meu pescoço me deixando arrepiada. Sorri e dei uma mordida de leva no seu ouvido.
– Eu te amo muito mais – Sorri e me endireitei, as crianças estavam no carro e as novas babás também que por acaso estavam olhando de mais para Eros.
[...] Narrador.
O casal real e os príncipes e princesa fizeram um tumulto ao chegar ao restaurante chique que Eros insistiu a ir e havia muitas pessoas fora do restaurante tentando ver à realeza, os clientes ficaram de queixo caído ao ver o rei e a rainha, eles estavam assombrados com tamanha beleza que os dois tinham e com os trigêmeos e mais ainda com o garotinho de pele morena.
Eles estavam em uma sala reservada no restaurante que ao ver o rei rapidamente aprontaram tudo para ele.
Scarlet, Eros e Math sentam a mesa enquanto as crianças ficaram no carrinho ao lado de Scarlet. As duas babás vulgares estavam em pé ao lado da mesa.
– Mas e o sorvete? – Math perguntou fazendo biquinho.
– Só vai ganhar sorvete se comer toda a comida Math – Scarlet falou carinhosa para o filho.
– Mas mamãe...
– Sem drama querido – Scar sorriu para o filho que não teve como não sorrir ao ver o lindo sorriso da mãe.
– Tudo bem – Os trigêmeos fizeram um barulho com a boca como se quisessem falar e Scarlet olhou para Eros curiosa.
– Eles crescem rápido Scarlet, tem sangue Diafenix e em 8 anos chegaram a idade adulta mas irão parar de envelhecer – Eros disse olhando para as crianças.
– Somos uma família agora Eros – Scarlet sorriu para o Diafenix.
– Sim, somos uma eterna família e eu te agradeço por isso – Eros deu um beijo na testa de Scarlet.
[...]
3 Meses depois. — Scarlet
– Travor devolve a boneca da sua irmã – Falei para o meu filho que estava ameaçando a arrancar a cabeça da boneca de Diana minha filha, eles estava grandes, pareciam ter três anos de idade, já corriam pelo castelo inteiro e falavam de tudo, eram inteligentes.
– Diana falou que eu sou feio e não quer me deixar ver o meu jogo mamãe – Travor murmurou com a cara fechada. Estávamos todos na sala e Apolo corria pra lá e pra cá fingindo ser um avião, Diana estava vendo Barbie enquanto penteava a boneca que Travor pegou e Math estava jogando no aparelho dele, ele é muito inteligente, na verdade todos são e isso me assusta um pouco.
– Você é lindo meu amor, mas não perturbe a sua irmã, vá brincar com seus irmãos – Murmurei sorrindo para ele.
– Eu quero ver teve – Ele bateu o pé.
– É mesmo? E eu vou meter a porrada em você se você não obedecer a sua mãe e não parar de encher o saco da sua irmã moleque – Eros falou nervoso sentado no sofá com um notebook no colo.
– Desculpa mamãe – Travor falou cabisbaixo e eu olhei para Eros o censurando.
– Claro Travor, mas não implique com a sua irmã e se você insistir ficará de castigo.
– Eu sou uma nave espacial voooooo – Apolo falou com os braços abertos correndo a minha frente em uma velocidade grande para um ser humano.
– Apolo você vai se machucar – Eu falei me esquecendo de que ele ainda tinha sangue de Diafenix e de uma humana mutante ou Imortal.
– Não vou mamãe! – Ele falou.
– Apolo para de correr – Eros falou e Apolo continuou a correr.
– Apolo para agora ou eu vou te encher de porrada ! – Gritei e ele rapidamente parou.
– É assim que se educada os pirralhos amor – Eros falou sarcasticamente para mim e eu revirei os meus olhos.
– Por que você não morre querido? – Disse o encarando. Eros sorriu e me mandou um beijo e voltou a prestar atenção na tela de seu notebook.
– Mamãe você vai me meter a porrada? – Apolo perguntou me olhando com aqueles olhos azuis vibrantes que agora eu sou cercada.
– Não amor, mas não deixe a mamãe nervosa e me obedeça — Murmurei brava.
– Tudo bem – Ele falou abaixando a cabeça, mas logo a levantou – Leva a gente para ver o jogo de futebol americano? Os Dallas Cowboys são demais mamãe – Apolo pulou falando do time preferido dele.
– E eu concordo com Apolo, fecha ai mano – Travor falou e ele e Apolo fizeram um toque estranho e espera! Eles têm três meses mesmo?
– Eros? – Chamei Eros que estava olhando para os garotos também.
– Se os Dallas não ganharem, eu mato todo mundo do outro time – Eros falou sério e eu queria mata-lo por falar esse tipo de coisa na frente das crianças.
– É assim que se fala papai – Apolo e Travor falaram ao mesmo tempo.
– Eros! Vocês dois parem de pensar assim, ninguém vai matar ninguém – Falei os olhando seriamente.
– Mas os Dallas vão ganhar com certeza – Diana falou e todos olharam para ela – Que foi? Eles são os melhores.
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