Os Opostos Se Atraem

40 39º capítulo – Diz!


Notas iniciais
Hi, people!
Bem, desculpem a demora, mas estava em provas finais, e tinha que estudar muito, rs.
Avisando que mudei a fic para maiores de 18 anos para seguir as regras e não ser pega de surpresa pela moderação.
Esse capítulo em particular eu gostei, mas estou meio tensa sobre o que vocês vão achar. Espero muito reviews.
Agradecimento a minha beta maravilhinda ;*
Obrigada por existir! s2
beijoos, e enjoy.
39º capítulo – Diz!

— Você vê alguma coisa, cabeluda? Câmbio. — perguntou uma voz escondida no meio da escuridão fria.

Alguém bufou.

— Codinome idiota. — disse uma outra voz no mesmo local.

— Responda, cabeluda. Câmbio.

— Não vejo ninguém.

— Pare de estragar! Repita a frase com o meu codinome. Câmbio.

— Argh! Moleque! Não vejo ninguém, bebê. E para com esse câmbio idiota. —a voz estava carregada de raiva.

É. Ela podia se sentir humilhada e idiota. Principalmente quando John tirou o simulador dos olhos e caiu na gargalhada por conta do fofo apelido que ela o dera para o jogo.

Quando colocou esse apelido, pensara que ele também colocaria algo do gênero. Mas é claro que ela esquecera que eles sempre estariam se provocando.

Não era de seu feitio e… Merda!

Jasmine jogou longe o simulador e olhou raivosa para o namorado se retorcendo em gargalhadas no chão de sua sala de jogos.

— Pare com isso, porra!

— Não! — disse ele em meio às gargalhadas. — Não enquanto não admitir que eu sou o seu bebê.

Rosnando, Jassy foi até ele e o segurou em seu colarinho, pressionando suas costas malhadas no chão. Chegou bem perto dele e, olhando-o nos olhos, disse para parar novamente.

Algo mudou. A aproximação e o jeito da garota trouxeram lembranças e sensações conhecidas.

Lembrando-se da vez em que Jassy o obrigara, de formas desconcertantes, a dizer seu apelido, John ficou excitado e dentro de si seu orgulho tremeu as bases de seu ser.

Ele não era mais o nerd que Jasmine conhecera, e ela bem sabia depois dos meses que se sucederam a volta dele.

Ele era malicioso, e não deixava as coisas sem um troco. Era claro que, do John de antes de conhecê-la para o John que a namorava, muitas coisas mudaram. Mas a sua essência, a orgulhosa, maliciosa, penetrante... Era a mesma.

Ele tinha que virar o jogo. Ele ia obrigá-la a dizer o que queria daquela vez.

Jasmine percebeu quando dos olhos divertidos, passaram a ser cheios de desejo, malícia e paixão.

Tarde demais, ela tentou escapar. Quando deu por si só, estava sendo carregada para seu quarto envolta em braços de aço, que não permitiam um escape.

Quando Jassy começara a visualizar o verdadeiro John, concluiu que gostaria mais ainda daquele ser.

Ele era um pouco rude, malicioso, brincalhão e orgulhoso. E não totalmente aquele nerd que deixava-a fazer o que quisesse.

Ele mesmo combinava mais com ela. As coisas ficavam mais excitantes quando eles eram eles mesmos e quando havia um troco do garoto. Era óbvio que ela nunca admitiria isso.

Sem conseguir se mexer, tamanha a facilidade que ele tinha para imobilizá-la, ela ficou com raiva. Estava, literalmente, nas mãos dele.

E quando foi mesmo que ela permitira isso? Logo ela? Nas mãos de alguém? Principalmente daquele ser exorbitante? Não! Ela não permitiria.

— ME COLOCA NO CHÃO, CARALHO.

John riu, e ela tentou inutilmente lutar novamente contra o aço.

— Que foi, Jasmine? — A voz dele era rouca e extremamente sedutora, que arrepiou toda a nuca da rockeira. — Não tem forças pra se livrar do simples nerd?

Ele estava provocando, ela sabia, mas não podia ir contra o seu ser que pedia pra dar uma resposta.

— Tenho. Se você me largar, eu tenho, mas quando não tenho apoio no chão, você tem vantagem. — desconversou.

John jogou a cabeça pra trás e soltou uma sonora gargalhada.

Jogou Jasmine no alto e a garota temeu se machucar, mas antes que pudesse gritar ou xingá-lo, sentiu o colchão fofo de sua cama embaixo de si.

Rapidamente, John fechou a porta e fincou os pés separados, de frente para ela, com os braços cruzados.

A garota estava sem reação alguma.

— Diz, rockeirinha cabeluda. Diz que eu sou o seu bebê.

Jassy rosnou e quando estava prestes a levantar se viu prensada contra a cama.

— Diz!

Jassy trincou os dentes. — Não!

John então começou a deixar beijos molhados em seu pescoço e jugular.

Jassy arregalou os olhos, finalmente entendendo as ações do garoto e reprimiu um gemido quando ele sussurrou com a voz extremamente sexy:

— Diga!

Quando não obteve resposta, Jonh segurou os braços da garota e tirou sua blusa. Tamanho o choque da rockeira que ela nem protestou, dando assim permissão para ele brincar do que quisesse com ela.

Com uma mão, ele pegou o cabelo comprido de Jassy, e colocou ao lado do corpo dela, de forma que não os atrapalhasse.

Olhou por um momento aquele corpo perfeito. A Pele clara e macia, os seios fartos encobertos por um sutiã roxo. Então começou a trilhar mais beijos molhados por seu colo, até que, tirando o sutiã e jogando-o longe, abocanhou o seio esquerdo da garota, enquanto com o outro ele brincava com os dedos.

Àquela altura, Jassy já estava solta, mas não lutou para fugir.

Há muito tempo os dois não tinham relações, nem toques com ninguém e necessitavam daquilo. Principalmente porque eram os primeiros toques íntimos dos dois namorando e que os dois, secretamente, ansiavam.

Ela gemeu quando sentiu a boca quente e úmida em seu seio e seu íntimo começou a latejar e umedecer.

O garoto então trocou de seio, lambendo, dando pequenas sucções e mordidinhas, enquanto com o outro, massageava e brincava com os dedos, levando a garota ]à gemidos roucos e sexys.

Ele foi descendo os beijos pela barriga lisa e perfeita, suas mãos apertando sua cintura, arranhando suas costas, e apertando seus seios, até chegar próximo ao umbigo e rodeá-lo com a língua molhada. Naquele momento, o sexo de Jasmine estava a pedindo por mais contatos e estava muito molhada.

Passando para a virilha, ele lentamente olhou nos olhos de Jassy, provocando-a. Os olhos de cada um carregados de desejo e luxuria.

Enfiando a mão por baixo da saia de Jassy, passou os dedos por cima da calcinha, com uma leve pressão.

A garota gemeu. Ela queria mais que aquilo. Queria senti-lo. Queria vê-lo se deliciando com o seu sexo.

— Diz, Jasmine. Diz que eu sou o seu bebê. — Enquanto falava, ele tirou a saia da garota, jogando-a em um canto, e afastou a calcinha para o lado sem se dar ao trabalho de tirá-la ainda.

— Idiota. — sussurrou fracamente.

Pela resposta, John introduziu um dedo nela, arrancando um gemido alto. Ah! Como ela ansiava por aquilo.

Lentamente, ele tirava e colocava, se deliciando com a visão do sexo inchado da garota pedindo por ele e excitado por causa dele.

— Ma-mais! — pediu num fio de voz.

John atendeu, mas apenas aumentando a velocidade do único dedo.

— Mais! — exigiu.

— Diz! — Ele aumentou a velocidade, sentindo o seu membro latejar por um contato maior.

— Não!

Subitamente, ele parou. Ela, frustrada e fraca, fitou-o com os olhos fervendo.

— Diga.

Então, jogando a calcinha longe, ele lentamente passou a língua por todo o sexo da garota e se concentrou por poucos segundos em seus clitóris.

— Deliciosa, rockeirinha. Diz, vai. Diz se quer que eu continue. — Disse introduzindo novamente um dedo.

Era claro que ela queria. Vivenciava sensações maravilhosas, e até agora desconhecidas para ela. Era novo, por que tinha um amor sobrenatural dos dois ali.

Lutando contra o orgulho, Jassy sussurrou:

— Bebê. Você é o meu bebê.

Feliz, e de bom grado, ele colocou dois dedos em Jassy.

— Mais alto. — pediu enquanto ia mais e mais rápido dentro da garota.

— Você é o meu bebê!

De súbito, ele abocanhou seu sexo, se deliciando, lambendo seu clitóris com rapidez.

Sua língua alucinava a garota e ela gemia alto. John alternava por entre lambidas rápidas e lentas, até que dera um beijo, encostando seus lábios no clitóris dela num beijo quente e novamente, a língua mais rápida que antes.

Jasmine gemeu, segurando-se na cama, sentindo aquela língua quente e molhada em seu ponto e invadindo-a. A cada segundo John a maltratava indo mais rápido, chegando ao ápice do oral, fazendo com que a garota entrasse em convulsão, gemendo muito.

Mas nem por isso ele parou. Segurou com força seu quadril e continuou a deixar beijos cálidos por todo o seu sexo.

A cada toque dos lábios e da língua do namorado, Jassy girava nos eixos. Estava delicioso, delirante, prazeroso. Sentiu que podia desmaiar, que podia gritar.

E ela gritou. Não havia ninguém em casa e nada para se preocupar.

Gritou de prazer, agarrando os cabelos dele e pressionando-o ainda mais contra sua intimidade, querendo mais.

Novamente, os dedos dele invadiram-na enquanto ele chupava com prazer sua vagina, fazendo-a rebolar para mais contato. Mais rápido e mais fundo, até que na boca de John seu mel espirrou.

Ela gemeu ao ver que ele tomara cada gota e ainda lambeu os lábios.

Trazendo-o para perto, ela pôs o nerd para beijá-la com vontade e sentiu seu sexo latejar mais ao sentir o membro grosso e duro de John apontar em sua coxa.

O gosto na boca de John estava diferente, mais acentuado pelo mel dela e ela se deliciou com isso.

— Faz amor comigo, Jassy? — sua voz implorava, rouca de tesão.

Ela não respondeu. Com a respiração arfante, tirou sua roupa e ficou por cima dele. Apreciou aquela torre de músculos.

Olhou o membro dele e com o desejo de retribuir aquele imenso prazer que ele a proporcionara, abocanhou seu membro grande e grosso.

Ele urrou. Sentira tanta falta da boca da garota em seu membro!

Com uma mão ela massageava a base, fazendo movimentos rotativos para cima e para baixo, enquanto dava um beijo cálido, longo e lento em sua cabecinha.

John jogou a cabeça pra trás, gemendo. Aquela boca pequena, quente e molhada levava-o ao céu e o trazia de volta.

Ela o maltratou quase tanto quanto ele a maltratara. Descia e subia com sua língua em todo o membro.

Com rapidez, pagou com a boca que ele tanto adorava. Era alucinante a rapidez da garota e ele gemia alto.

Pegando firme com a mão, Jassy tira sua boca e começa e masturbá-lo. Beija John na boca, e aumenta a velocidade de suas mãos. Subitamente, ela abocanha seu membro inteiro até que encosta-se a sua garganta.

John gritou. Ninguém nunca havia conseguido engoli-lo por completo e aquela sensação era mágica.

A boca quente estava deixando ele em delírios, subindo e descendo, alternando o ritmo para devagar e rápido. Até que, novamente, ela o engoliu e ficou.

O garoto tremeu e quando ela subiu devagar, lambendo o corpo do membro até a cabeça e deixando um beijo bem molhado ali, ele gozou.

Satisfeita, Jassy engoliu completamente o gozo do namorado. Ele a puxou para um abraço apertado enquanto os dois esperavam os corações desacelerarem.

Se ajeitando no abraço do namorado, Jassy colocou a ponta da cabeça dele em seu clitóris e gemeu com o contato, esfregando a cabecinha ali.

Gemeram juntos e ela levou o membro dele a sua entrada. John enfiou o rosto no vão do pescoço da garota e mordeu ali quando lentamente penetrou a vagina apertada e molhada da namorada.

Quando o sentiu completamente invadindo-a, ela arranhou suas costas com força e mordeu os lábios.

Ele começou a se movimentar dentro dela, invadindo-a, e aquela sensação de prazer e de paz ele nunca esqueceria. Abraçou-a apertado, com medo de perdê-la e quando ela começou a rebolar em seu membro, ele gemeu novamente.

Ela estava muito apertada e úmida. Virou-a para a cama, e ficou por cima. As estocadas eram fundas e lentas, e Jassy apreciou isso.

Fechou os olhos se deixando levar pelas sensações de prazer e apertou os lençóis lilás bagunçados de sua cama.

John, assim como Jassy, fechou os olhos e ia cada vez mais fundo na garota, arrancando gemidos de ambos.

— Mais rápido! — a garota sussurrou.

Atendendo ao pedido de Jassy, aumentou a velocidade. Naquela caverna quente e úmida, cada estocada era rápida e funda, enquanto ela apertava seu membro com a sua vagina.

Sem se controlar, ele a olhou no olhos. E cada emoção presente ali, em ambos, fizeram o calor do momento melhorar.

Amor. Prazer. Felicidade. Paz.

Beijando-a com sofreguidão, ele aumentou a velocidade até encostarem os lábios no ouvido um do outro, gemendo. Aquilo aumentou o prazer, e ambos gozaram juntos.

Unidos com amor, e provocações, aqueles dois provaram a si mesmos e a qualquer um que quisesse ver e ouvir que os opostos se atraem.

Notas finais
Então?
Quem vai me chamar de tarada, de chata ou de maravilhosa? *-*
KKKK, deixem seus reviews, meus amores!
Até o próximo.