Os Opostos Se Atraem
32 31º Capítulo – V de Vingança
Notas iniciais
Oi gente.
Como vocês devem ter percebido, a fic está chegando a sua fase final.
Muitas coisas estão por vir. O segredo de John será revelado, a reação de Jasmine perante a revelação, o resultado da aposta, o casamento de sua mãe, e muuuuuuuuuuuuuuito maaaaaaaaaaais.
Então, quero TOOOOOODOS reviwzando.
E ah! Assim que eu acabar a fic, irei para a vida de John, e queria saber quem se candidata para fazer capas. As fotos do nosso querido nerd, eu tenho.
Por favor, comuniquem-se sobre esse fator.
Adorei escrever esse capítulo, espero que gostem, e o DEDICO a
HallsDePimenta pela linda recomendação. *-*
Enjoy
31º Capítulo – V de Vingança
“ Na vingança e no amor a mulher é mais bárbara do que o homem.”
…
Quando Brian chegou à casa de Jasmine, uma semana depois de ter ido até lá, a garota estava possessa.
Depois de dizer a John que o esperava se sentir pronto, não conseguiu conter a curiosidade: Foi atrás da mãe e dos amigos dele.
E adivinha? Ele ficou sabendo. Jasmine estava louca pra meter a porrada no infeliz que havia contado. Mas pensou melhor e resolveu descontar toda a raiva em pessoas especiais hoje. E no final, não conseguira tirar nada de nenhum deles.
Haviam dito que era melhor ele contar. Afinal, era a vida dele.
John ficara com raiva. Dissera pra não se intrometer na vida dele. E ela dissera pra sumir da dela. Na hora da raiva, apenas fechou a porta na cara dele.
Ele fora embora e não aparecera mais. Apenas deu uma ligação, dizendo que assim que tivesse pronto, apareceria. Ela nada respondera, apenas desligara na cara dele depois de grunhir.
O nerd sabia que seu namoro estava correndo risco agindo de tal maneira, mas não gostara nem um pouco da intromissão da garota.
Jassy olhou para Brian com um olhar de intensa raiva e satisfação. O rockeiro não conseguia entender como sentimentos diferentes podiam condizer um com o outro ao mesmo tempo.
Então, lembrou-se que quando está se vingando de algo, tem a força de uma raiva e o sorriso de uma satisfação.
– Pronta?
A garota o olhou nos olhos. – Eu nasci pronta.
…
O guarda olhou para os lados, apreensivo.
– Garota, eu não posso...
Jassy mostrou um bolo de dinheiro que fez o guarda arregalar os olhos e ficar quieto.
Depois de um segundo hesitante, o homem olhou novamente para os lados e sussurrou:
– esperem na sala de visitas.
Jasmine assentiu e seguiu Brian para o local indicado.
…
Empurrando bruscamente a mulher com uma mão, enquanto a outra ficava repousada por sobre o cacetete pela delegacia, o guarda subornado sorria internamente com satisfação.
Sabia do caso daquela mulher, e não estava fazendo aquilo apenas pela quantidade generosa de dinheiro que a bela garota havia lhe dado. Ele e seus colegas de trabalho sentiriam um enorme prazer em assistir a vingança da garota.
Apesar de o próprio não achar ser grandes coisa. A garota era alta e magra... não deveria ter muita força... a não ser que o outro que a acompanhava fosse participar.
Pela quantidade de dinheiro que ela o oferecera, eles podiam matar a mulher, que ele não iria se intrometer.
A mulher, que havia emagrecido desde que entrara ali, não estava entendendo muita coisa. O guarda apenas havia dito, com um sorriso malicioso, que haviam visitas.
Mas quem a visitaria? Ninguém.
Seus pais mal sabiam se era viva ou morta. Irmãos, não tinha. Outros parentes, não tinha.
Fosse quem fosse, seu instinto lhe dizia que não era algo do qual ela fosse apreciar.
Assim que chegou a porta da sala de visitas, o guarda soltou as algemas, como a garota havia pedido.
Eles não costumavam fazer isso, porque bandidos eram argilosos. Caso ela machucasse a garota ou o garoto, teria que interferir, e acabaria levando merda no emprego. Mas a garota o garantira que nada ia acontecer a eles.
Ela entrou e ele fechou a porta.
Tirou uma pequena quantidade do dinheiro que a garota o havia dado e mostrou a dois colegas que estavam com ele no plantão.
– Hoje a geladinha é por minha conta. Venham ver. Essa vai ser boa.
Os dois sorriram e se juntaram ao colega atrás do vidro fumê do qual quem estava na sala não via quem estava do lado de fora.
…
Assim que a mulher entrou na sala, se deparou com um garoto sentado atrás de uma mesa com os braços cruzados a olhando.
Ela mediu o garoto de cima a baixo e deduziu ser um cliente novo a procurando.
Foi depois que notou uma figura encostada na parede com um pé na mesma e de braços cruzados. Seus cabelos pretos e compridos cobriam seu rosto.
Mas então ela levantou lentamente a cabeça e encarou a mulher a sua frente.
– Ah! A garota que me livrou de um nada. E que me colocou aqui. – a raiva da mulher era bem clara em sua voz. Mas seu rosto era lívido. – A propósito... logo vai querer jogá-lo fora. Somos iguais. Ele é bonzinho demais. E nós não.
A mulher observou o rosto de Jassy continuar sem nenhuma emoção. Sem nenhum traço de raiva, nenhum traço de sorriso. Nada.
Ela apenas descruzou os braços, tirou a perna da parede, se desencostou da mesma e andou lentamente e medidamente até a mulher.
A dois passos, a mulher observou hipnotizada, os lábios de Jassy se movimentarem e ouviu suas palavras.
– Eu nunca farei isso com ele. Por que eu não sou um lixo igual a você. Eu nunca vou ser igual a você.
– Você é pior. Você e ele. São pior que um lixo. Não são nada. Um zero à esquerda. Ninguém nunca vai querer vocês. Vão ser infelizes pro resto da vida. – a mulher sussurrou.
Jassy viu ali naquelas palavras, um pouco de verdade. Ela ia ser infeliz pro resto da vida. Seu irmão não. Mas ela sim
Virou-se voltando a andar para onde estava com uma gargalhada insana, e para total surpresa dos telespectadores e da mulher, ela se voltou com rapidez, e desferiu um soco certeiro no olho esquerdo da mesma.
No lado de fora, os policias arregalaram os olhos. Pareceu tudo em câmera lenta. Num momento a garota voltava para o local onde estava, e no outro socava a cara da mulher.
Eles chegaram mais próximos ao vidro para o que viria a seguir.
Brian ergueu minimamente o lado direto de sua boca. Aquilo iria ser divertido. E ele não iria mover um músculo. Afinal... ninguém ia contra Jasmine. Ninguém podia ir contra Jasmine.
A mulher levantou o rosto. Um mínimo corte havia ali, mas profundo. Uma grossa “lágrima” de sangue havia começado a escorrer.
Ela olhou para a garota e correu para cima dela. Jasmine simplesmente se esquivou e no caminho pegou os braços dela e os torceu pra trás com uma força esmagadora.
A mulher gritou de dor. Então, Jasmine aproximou seus lábios da orelha dela, e sussurrou calmamente.
– Nunca mais diga isso, sua vaca gorda. Não cite minha pessoa, ou a do John.
– há há. Citar o que? Que você e ele NUNCA serão felizes? Dá pra ver, querida. Você é sozinha. Nunca vai ter ninguém e nunca terá. Ele o mesmo caminho seguirá. Ele é só um garoto que veio ao mundo pra me conseguir dinheiro. E ser estuprado por qualquer um dos meus clientes.
Ao ouvir aquelas palavras, a visão de Jasmine ficou escarlate feito o sangue que escorria do rosto da mulher.
Sem pensar, com apenas um puxão pra trás, quebrou o braços da mulher e a jogou no chão, para logo pisar em suas costas.
O grito da mulher foi ouvido pelos guardas no lado de fora. Estes, totalmente excitados com a briga de mulheres que viam.
Não eram as brigas que estavam acostumados a ver como puxões de cabelos e xingamentos. Essa era a melhor briga de mulher que eles haviam visto.
Jasmine pressionou seu pé contra as costas da mulher, e aproximou seu rosto do dela.
Os braços dela caiam mortos ao seu lado.
– Repita isso.
– Ele era estuprado! – gritou para em seguida cuspir na cara da rockeira.
Está, fechou os olhos com força. Limpou o cuspe e a chutou de encontro à parede.
– Cadela mentirosa! – gritou – se isso fosse verdade, quem te estupraria seria eu. Para logo depois torturá-la.
Dos olhos da mulher, lágrimas ameaçaram a sair. Então, para a surpresa de Jasmine, a mulher chuta o local atrás de seu joelho, fazendo com que ela caísse com eles no chão. Ela chutou novamente e quase atingiu a cabeça da garota. Mas, rápida, Jasmine pegou seu tornozelo e o torceu também.
– Cadela! Farei você se arrepender de tudo.
Chutes. Socos. Torções. Muitos deles.
Os policiais assistiam embasbacados, a cena. O que pensara que Jasmine nada conseguiria, estava com a boca escancarada.
E a mais um golpe, forte, no seio da mulher um policial diz:
– Puta que pariu. Gozei.
…
Inconsciente. Fora assim que Jasmine deixara a mulher. Brian? Excitado. Os policias? Impressionados e satisfeitos.
– Deveríamos ter policiais como a senhorita. – disse o guarda que subornara antes de sair do local.
Jasmine andava vitoriosa. Não totalmente saciada com a sede de vingança. Mas vitoriosa e ia de encontro a sua segunda e última vingança.
Ao chegarem ao local onde os seus três seqüestradores estavam, Jasmine sorriu e entrou.
E de uma coisa Brian sabia:
Nunca, nunca subestime Jasmine Salmerón.
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