Os Mortos Também Amam - Livro 1
35 Meia - Verdade
Notas iniciais
O que Klaus aprontará agora?
Damon e Bella se depararam com Alice e Rosalie que foram levar os presentes do aniversário e acabaram ficando mais um pouco para conversar com Stefan e Helena. Os muitos presentes estavam no quarto de Bella que não se empolgara com a visão que tivera do seu quarto abarrotado de caixas enfeitadas. Suspirara profundamente, Damon a pegou pela cintura passando-lhe confiança. Alice olhou para a amiga por um breve instante e então seus olhos perderam o foco.
- Alice? Bella tocara em seus braços querendo ter certeza de que a amiga estava bem. Os outros vampiros se aproximaram.
- Ela está em transe? Damon nunca vira Alice quando estava no meio de uma visão.
- Está vendo algo. Rosalie compreendeu.
- Alice? Bella repetira e então ela piscou, seus olhos ganharam foco novamente. Alice fitara a amiga por mais um tempo, suas sobrancelhas levemente vincadas.
- Tem algo para nos dizer, Bella? Bella engolira em seco, ela previra o que ia fazer. Mas até que ponto fora revelado para ela? Não deveria se preocupar Alice só sabia sobre o futuro, então a sua trágica troca de sangue com Klaus estava encoberta.
- Sim, tenho algo para dizer a todos. Lançou para os que presentes um olhar firme. Não vacilaria agora, Riley precisava dela e o ajudaria sem que para isso ficasse nas mãos de Klaus.
- Algo aconteceu? Helena suspeitou.
- Por que não sentam? Bella sugeriu. Todos se entreolharam e fizeram como ela sugeriu menos Damon que ficou ao seu lado. Bella, no entanto, o olhou e com gesto de cabeça pediu que ele sentasse também, relutante ele o fez.
- Peço que deixem que eu conte a história toda antes de brigarem comigo e de tentarem me pôr de castigo. Começou seu discurso com todos olhando atentos para ela, Damon viu que era sério, as mãos dela se contorciam um na outra de nervoso.
- Você merece ser castigada. Alice falou zangada. Damon curioso olhou para Alice e depois seus olhos encontraram os de Bella, ela estava ansiosa.
- Bella conte logo. Ele pediu.
- Eu não sei se existe uma maneira mais fácil de contar isso. Ela pôs a mão na cabeça, os cabelos entre os dedos.
- Apenas diga, Bella. Stefan parecia calmo, mas também suspeitava que a sobrinha tinha aprontado sério. Ela suspirou novamente olhando para o tio e colocou as mãos na cintura.
- Eu sei onde Klaus está. Todos estavam com os olhos bem abertos surpresos.
- Como sabe disso? Helena conseguiu expressar a pergunta que todos queriam fazer, mas não tiveram iniciativa.
- Ahhh. Balbuciou. Damon inclinou a cabeça levemente para a direita olhando para Bella como se quisesse desvendar a sua alma, ela evitou o seu olhar. Pensou que de certa forma o traíra aquela tarde, trocara sangue com outro vampiro, sentia-se suja.
- Estamos ouvindo. Stefan falou.
- Estive com ele, conversamos e ele se revelou para mim. Falou o mais rápido que pode.
- Como?! Damon levantou de um salto, mas os outros vampiros pareciam petrificados. Bella assustou-se com o movimento brusco de Damon e deu um passo para trás. O que você disse?
- Estive com ele e conversamos. Respondeu tentando manter a calma. Eu suspeitava...
- Suspeitava? Damon lhe perguntou parecendo estar vivendo um mundo paralelo.
- Você esteve com Klaus? Stefan enfim se pronunciou, pondo os cotovelos por sobre os joelhos e unindo as mãos. Bella assentiu.
- Quando você esteve com ele? Sabe o risco que correu? Damon perguntou. Quero que me diga onde ele está nesse exato momento. Damon a bombardeou estava irado por ela ter se exposto tanto.
- Calma. Ela pediu, erguendo um pouco as mãos para acalmá-lo, estava acontecendo o que ela não queria. Damon estava se alterando e querendo encontrar Klaus de qualquer jeito. Precisam me ouvir primeiro.
- Aquele Benn tem alguma coisa a ver com Klaus? Damon parecia cego de raiva.
- Damon... Na verdade...
- Diga de uma vez, Isabella. Seus maxilares travaram e mão abriu os lábios contendo a raiva.
- Ele é o Klaus. Damon piscou surpreso e por alguns segundos Bella não ouviu nada naquela sala, nenhum som era emitido. Bella olhou de um para outro, apenas Alice parecia já saber o que ela iria dizer, mas mesmo assim estava tensa e quieta. Ela hesitou, não sabia o que faze naquele momento. Ouviram o que eu disse?
- Desgraçado... Damon falou baixo, parecendo longe dali. Claro, Stefan! Ele virou para o irmão que ainda estava petrificado. Klaus não podia ser rastreado por nós, nem a bruxa podia prever seus movimentos... O garoto Benn... Ele tem esse dom...
- Eu vi a mão dele... Stefan falou. O infeliz me enganou e eu deixei Bella com ele. Ele fez uma careta de arrependimento.
- Ele enganou a todos nós, Stefan. Helena falou. O convidamos para a nossa casa. Bella era amiga dele. Helena olhou para a sobrinha. Ele poderia tê-la machucado. Helena com usando a velocidade sobre-humana abraçou a sobrinha.
- Tudo bem tia... Eu acho que tive a minha parcela de culpa. Helena afastou-se para fitá-la. Damon virou para ela novamente. Desde o inicio suspeitei de algo em Benn... Ele fazia uma espécie de jogo comigo, me mandava mensagens subliminares. Depois que me deu o livro...
- Livro? Stefan perguntou e Damon também quis saber.
- Ele me presenteou com Drácula de Bram Stoker e nesse mesmo dia me falou algumas coisas sobre como ele sentia afinidade com o personagem. Na festa, minhas suspeitas já eram maiores. Notava como Riley parecia tão pálido e frágil, em alguns momentos ele não sabia explicar pequenos detalhes do seu dia, eu achei que ele estivesse sendo hipnotizado.
- Por que não nos falou sobre sua suspeita? A voz de Damon soou dura.
- Achei que ele estava se escondendo, mas podia ser um vampiro bom. Ele riu irônico.
- Como ele se revelou para você? Stefan perguntou.
- Eu o confrontei no hospital. Todos ficaram boquiabertos, menos Damon que trincava os maxilares.
- O confrontou? Helena perguntou duvidosa.
- Sim, eu disse que sabia do seu segredo e que ele não machucaria Riley. Então ele me ameaçou...
- Perfeito. Damon soltou com raiva.
- O que ele disse? Stefan a fez continuar.
- Disse para não contar a ninguém senão ele machucaria Riley e seus pais. Pediu que eu fosse até a casa ds Finn hoje sem ninguém e quando me viu chegar acompanhada, imediatamente forjou o machucado e hipnotizou Riley para que confirmasse a história se necessário.
- O que ele queria afinal? Rosalie quis saber e Bella teve que pensar rápido, pois era justamente a parte da história que não podia revelar. Ninguém poderia saber que permitira que Klaus tomasse de seu sangue.
- Não sei ainda, na verdade ele não me disse. Apenas ficou em um estado melancólico falando sobre o seu relacionamento nada convencional com Katharine. Ele ficou surpreso ao vê-la, tia. Disse para Helena.
- O que mais ele disse? Damon estava sério sua voz extremamente grave.
- Disse que queria me ver mais vezes, apenas. Ela não o encarou, não tinha forças.
- Nunca! Você não vai mais ficar perto dele! Mesmo que eu tenha que te prender em seu quarto. Damon falou parecendo ameaçador a centímetro de seu rosto, Bella assustara-se com a sua atitude.
- Ele não vai mais vê-la. Fique calmo, Damon. Stefan falou tranquilo.
- Nós temos que agir agora que sabemos quem é Klaus e onde encontrá-lo. Rosalie se pronunciou.
- Não é tão fácil assim, estou suspeitando que talvez ele tenha outras cartas em sua manga. Klaus não deve estar sozinho. Damon falou ainda olhando para Bella e ainda parecendo querer decifrar algo. Ele sabia, tinha mais coisa ali.
- Sim, devem existir outros vampiros. Helena disse.
- Se existirem eu posso vê-los antes de agirem. No entanto sobre Klaus, nada.
- Se você prever algum ataque de outro vampiro já está bom. Stefan falou.
- Vamos chamar os outros. Damon sugeriu.
- Esperem. Vocês não podem agir antes que eu lhes peça algo. Todos olharam para Bella. Ele não pode suspeitar de que foi descoberto. Klaus ameaçou matar todos os meus amigos se eu contasse a vocês quem ele era.
- Fique tranquila, vamos tratá-lo como Benn. Stefan garantiu a ela, Bella viu Damon rolar os olhos.
Antes de dormir Bella abriu alguns presentes. Ganhara muitas coisas de seus amigos. Pegara uma caixa com um cartão que dizia ser de Riley e Benn. Sentiu suas mãos trêmulas de repente. O que o louco do Klaus tinha dado para ela? Jogaria fora qualquer que fosse o conteúdo dentro da caixa. Viu que era uma roupa, o tecido era de uma cor linda, vermelho e percebeu que tinha alguns bordados nele. Pegou a peça e deparou-se com um lindo vestido vermelho tomara que caia. Tinha que admitir que ele era um louco com bom gosto. Colocou o vestido novamente na caixa e deitou-se na cama com a caixa de música que ganhara de Edward. A suave música de ninar a fez ficar sonolenta e então apagou.
*****
- Bella, Bella! Emily a alcançou e a abraçou no corredor da escola.
- Opa! O que há? Falou já curiosa.
- Nossa Bella sua festa estava linda de viver. E o que foi aquilo? Recheada de gatinhos. Pena que Edward Cullen não me deu bola. Falou fazendo biquinho no final. Bella sorriu.
- Ora, Edward saiu de um longo relacionamento a pouco, é natural que ele não queira se envolver com ninguém. Deu a desculpa para não deixar a amiga tão mal, mas não a queria atrás dele.
- Então, será que eu tenho chances? Seus olhos brilharam.
- E-eu não sei. Não sabia o que dizer... Queria dizer que não, mas estava sendo egoísta. De qualquer forma sabia que Edward não se envolveria com ninguém por agora.
- Ei. Que festa bacana, ontem. Nossa, estava tudo maravilhoso. Leah chegou abraçando as duas.
- Obrigada.
- Pena que aconteceu aquilo com os pais do Riley. Sabe como ele está Bella? Emily lembrou.
- Ah sim, estive com ele no hospital, e ontem fui até a sua casa. Bella sentiu uma pontada no pescoço ao recordar de Klaus. Seus pais ficarão bem, acho que ele não virá hoje para escola.
- Claro. Leah falou compreensiva. Será que ele participará da festa? Leah provocou a curiosidade de Bella. Você não sabe, não é?
- É claro que não, não contamos a ela. Emily respondeu.
- Do que estão falando?
- As aulas estão acabando, os alunos sempre apresentam algo na escola e aproveitamos para fazer uma festa. É super legal, mas os populares adoram monopolizar a festa.
Conversaram mais alguns poucos minutos antes do sinal soar e entraram em suas salas. Bella estava dispersa o dia todo e podia-se ver um vinco em sua testa que não era desfeito de jeito nenhum. Além do jogo duplo que estava fazendo com Klaus e com seus próprios amigos ainda tinha Damon que se transformara na noite anterior. Depois da conversa que tiveram com todos presentes em sua casa ele ficara calado e taciturno e fora embora bem cedo. Pela manhã ele não esteve em sua casa para lhe dar bom dia como de costume, mas sabia que deveria estar por perto agora.
Foi com um suspiro de alivio que ouviu o sinal que anunciava o fim das aulas soar. Foi com Leah, Emily e Mike até o estacionamento da escola. Stefan chegou e foram para o carro. Bella ficou surpresa quando não viu Damon por ali.
- Onde está Damon?
- Ele ficou a noite e a manhã toda em vigília e agora foi descansar.
- Sem falar comigo? Bella surpreendeu-se.
- Ele ainda está zangado você não ter contado antes o que sabia.
- Tive meus motivos. Falou sem muita certeza.
- Sei disso, mas peço que não esconda mais nada de nós. Pode ser muito perigoso. Stefan aquele dia parecia muito condescendente.
- Sim, tio. Sua resposta foi em um sussurro. Decidiram o que fazer? Fitou o tio percebendo a demora da resposta. Ele parecia preocupado.
- Estamos trabalhando nisso... Existem conflitos nas decisões.
- Damon está discordando de algo? Suspeitou que os conflitos pudessem estar surgindo do seu namorado.
- Ele não está pensando direito... A verdade é que quando se trata de você, ele se torna cego. Bella estava novamente com as rugas entre os olhos e Stefan percebeu isso. Não se preocupe querida, agiremos corretamente e tudo dará certo. Bella assentiu desejando mesmo que desse tudo certo.
Chegando em casa Bella logo correu ao banheiro para tomar um banho relaxante. Ligou para Damon, mas a ligação caiu diretamente na caixa de mensagem. Deixou o celular no quarto e desceu dando de cara com Edward sentado conversando com seus tios, ele parecia muito concentrado, ela admirou mais uma vez sua beleza estonteante.
Ele a viu descer as escadas e sentiu seu coração encher-se de alegria e contentamento. Levantou para recebê-la, desfazendo a sua expressão séria e dando-lhe o seu sorriso torto. Vendo-o sorrir para ela, sentiu-se um pouco mais alegre e menos irritada com Damon. Abraçou-o carinhosamente e demoradamente. Edward ainda tinha aquele cheiro peculiar amadeirado, ela sorriu entre seus braços.
- Como passou a noite? Perguntou-lhe olhando-a nos olhos.
- Preocupada. Edward não gostou de sua resposta e nem de ver seus olhos ficarem tristes.
- Não fique assim princesa. Mesmo Klaus sendo um vampiro antigo, somos muitos e estamos trabalhando em equipe. Edward sorriu passando-lhe confiança e Bella sorriu em resposta. Helena... Stefan... Posso roubar a filha de vocês por um momento? Edward olhou de lado para seus amigos parecendo estar pensando em alguma peraltice. Mesmo achando isso um pouco difícil, Bella animou-se. Não vamos nos afastar muito e avisarei Alice para que fique de olho.
- Por mim tudo bem. Helena respondeu.
- Só se mantenham próximo. Stefan completou.
- Não se preocupem. Então vamos, princesa. Edward pegou na mão de Bella que sentiu uma pequena carga elétrica passar por ela e percebeu que ele também sentiu, pois a olhou intrigado por um momento para logo depois arrastá-la até a parte de fora da casa e fez com que entrassem em seu volvo prata.
- Estou curiosa, para onde iremos?
- Logo no segundo dia em que cheguei aqui, encontrei um lugar. É maravilhoso, pensei em não falar dele para ninguém, mas descobri que gostaria de dividi-lo com uma única pessoa. Edward olhou para ela longamente enquanto dirigia. Quero dividir com você.
- Ed... Bella não conseguiu se expressar gostara muito de ouvir aquilo. Sentia tanta falta de Edward que ao saber que ainda significava algo para ele a fazia se emocionar.
- Não demoraram muito e eles estavam no início da rodovia. Edward estacionou e saiu do carro, dando a volta para abrir a porta para Bella. Com sua ajuda, ela saiu e ficou intrigada.
- Mas aqui não é lugar algum Ed.
- Não seja impaciente. Temos que andar. Ela falou e então como se repensasse o que disse olhou-a de cima a baixo. Na verdade eu posso fazer melhor. Bella viu-se erguendo uma das sobrancelhas tentando entender a que ele se referia. Você confia em mim?
- Claro que confio. Edward sorriu satisfeito com a resposta.
- Preciso carregar você. Mas tem que ser nas costas.
- Hã?
- Você disse que confiava em mim. Ele alfinetou. Bella estalou os lábios e então foi para trás dele que agachou um pouco e sentiu o peso dela em suas costas. Ele segurou em suas pernas, um pouco atrás dos joelhos, sentiu o calor do corpo jovem dela nos seu próprio e por um momento voltou a sentir-se flamejar.
- Então, vamos ficar parados aqui? Ele despertou com a brincadeira dela e começou a correr por dentro da mata. Bella sabia que ele era o mais veloz dos Cullen, sabia que Edward poderia vencer longas distâncias em poucos minutos, mas tinha se esquecido de como era correr com ele. Mesmo que quisesse ver detalhes da mata ela não conseguiria, tudo era um borrão verde e às vezes marrom.
O vento era frio em seu rosto e então o descansou na curvatura do pescoço de Edward e inalou mais uma vez naquele dia o perfume de sua pele. Era algo único, aquele cheiro a fazia sentir-se bem. Fechou os olhos e aproveitou a sensação de correr velozmente com Edward. Ela suspirou e então ouviu o som de sua risada satisfeita novamente. De repente soube que pararam, mas mesmo assim não se moveu.
- Chegamos. Dissera e preguiçosamente ela abriu os olhos e ergueu a cabeça.
Seus olhos ficaram deslumbrados diante de tanta beleza. Era com certeza um dos lugares mais lindos que tinha visto.
- Pena que em poucos dias tudo estará diferente. Logo será inverno e a paisagem mudará.
Bella sentiu as mãos que a seguravam afrouxar e seu próprio corpo deslizar contra o dele. Ela deu dois passos a frente passando por uma grande samambaia, percebendo então o espaço a sua frente. Girou devagar seu corpo vendo tudo ao redor estupefata. A campina em que estavam era pequena, outro mundo no meio da mata.
Edward ficou ao seu lado, olhou-a sorrindo por ver a reação de Bella diante daquele lugar que achou lindo. Bella admirava as flores silvestres de cores sortidas, violeta, amarelas e de um branco delicado, tudo parecia mais colorido ali. Ela inspirou profundamente querendo inalar aquele ar puro, Edward sorriu ainda mais. Além do som dos pássaros e de alguns animais que ela não conseguia identificar, pôde ouvir também a música borbulhante de um riacho.
- Existe um riacho por aqui? — Enfim voltou sua atenção a Edward.
- Sim, podemos ir algum dia desses se quiser. Bella sorriu a sugestão feita. O que achou?
- É o lugar mais impressionante que já vi. Bella abriu os braços e com longos passos rodopiou de olhos fechados pela clareira adentro. Edward gargalhou a cena que achou linda e mais uma vez, de repente pareceu que via as coisas em câmera lenta. Percebeu o vento tocando os cabelos sedosos dela e os erguendo em várias direções, percebeu seu nariz arrebitado, os seus lábios entreabertos, seu pescoço esguio e sua pele leitosa. Seu sorriso morreu em seu rosto, sentindo seu coração martelar mais forte. De repente Edward se deu conta que estava sentindo reações, sensações diferentes perto dela e aquilo tudo lhe era familiar, não porque um dia chegou a sentir um terço daquilo, mas seus irmãos, seus pais e algumas outras pessoas já lhe contaram como é. E não só isso, mas também já sabia sobre essas reações através de muitas mentes... Então tudo parou naquele momento.
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