Notas iniciais
DESCULPE a demora

- Me siga!

Eu olhei para cima e a primeira coisa que eu vi foi um cano de doze apontado para minha cara e de repente uma mão me puxa para cima e me leva para dentro de um beco estreito e escuro ao meu lado encostado na parede um homem eu não conseguia o ver bem pois era escuro de mais lá, ele olha pra min e pergunta:

-Esta tudo bem com você?

-Sim.

- Bem então vamos sair daqui antes que seus amiguinhos voltem.

- Espera quem é você?

- Deixe isso para depois o mais importante agora é chegar ao meu abrigo em segurança.

Imediatamente nós saímos dali, o beco era estreito apenas duas pessoas podiam passar de cada vez sem falar de que se estendia por metros e a cada metro que se passava ele ficava mais escuro, nós já tínhamos percorrido uns oitocentos metros quando nos deparamos com um paredão de tijolos, eu pensei que era o fim não haveria mais volta, que logo os zumbis estariam ali, então percebi que o homem não estava mais lá eu olhei para os lados, olhei para todos os cantos mais ele não estava lá fiquei em pânico não sabia o que fazer então respirei fundo e resolvi tentar subir o paredão, quando finalmente consegui começar a escala-lo ouço uma voz:

- Mas o que você esta fazendo? Venha por aqui.

Eu desci do paredão e voltei um pouco no beco foi ai que percebi que uns dois metros antes dele avia uma entrada a direita um beco húmido e muito estreito onde somente uma pessoa poderia passar por vez. O homem provavelmente foi na frente e quando percebeu que eu não tinha o seguido voltou para me buscar. Eu não pensei duas vezes entrei no beco atrás dele nos andamos mais uns duzentos metros ate que chegamos a uma escadaria que ia dar em uma rua sem saída no fim da rua havia uma casa cercada por barricadas dava pra ver que ela foi improvisada mais parecia ter muita estrutura e ser bem firme além de ser alta a casa tinha dois andares e ainda sim só se podia ver o segundo andar nos corremos até lá quando chegamos ele olhou para min e disse:

- Vamos lá suba.

Nós escalamos a barricada e chegamos ao quintal da casa olhando de por dentro daquela “fortaleza” ela parecia ser uma casa tirada de uma estória de sonho americano do século 20 um casa de dois andares amarela com anões de jardim no gramado uma garagem para dois carros e perto da barricada podia se perceber restos do que poderia um dia ter sido uma cerca branca, aquele lugar tranquilo me fazia pensar em como avida era antes deste inferno começar mesmo eu tendo vivido minha vida inteira em um orfanato o que seria um pesadelo para a maioria dos jovens s coisas lá eram tão boas comparadas ao mundo de agora, de repente eu ouço a porta se abrir eu olho para casa e vejo o homem que me salvou apesar de quando entramos naquela rua a claridade já me possibilitava isso eu não tinha prestado atenção na aparência dele até então, ele era um homem alto devia ter por volta de 1,80m de altura, cabelos grisalhos olhos azuis um rosto forte com traços bem delineados mais ainda sim passava uma sensação de tranquilidade, ele usava uma calça jeans, uma camisa branca e uma jaqueta de cor amarelo queimado. Ele me disse para entra e então eu entrei logo depois ele trancou a porta, o que eu achei interessante já que a porta da casa dele parecia mais com uma porta da sela solitária de uma prisão de segurança máxima na Coreia do norte, ele olhou para min e veio em minha direção.

- E ai garoto tudo bem com você?

- Hum... Tudo. Obrigado por me salvar.

- Bem isso não foi nada, mas deixando isso de lado bem vindo ao meu lar.

- Obrigado pela hospitalidade, mas quem é você?

- Capitão Samuel Armstrong, mas pode me chamar de Sam e você qual é o seu nome?

- Jack

- Jack? Mais que raio de nome é Jack? Eu não perguntei o seu primeiro nome eu perguntei como você se chama então pare de besteira e me diga seu nome completo.

- Bem eu vivi a minha vida toda em um orfanato onde éramos chamados por nossos sobrenomes e por causa do meu todos me chamavam de Jack, com o passar dos anos eu me acostumei com o nome e virou um abito me apresentar como Jack mais meu nome verdadeiro é Nicolau Dominic Jackson.

- Muito bem Nicolau de onde você é?

-Brooklyn, NY.

- Brooklyn? Bem então você esta bem longe de casa.

- Por que onde exatamente eu estou?

- Columbus, Ohio

- Ohio? Como eu vim parar aqui?

- Bem pela forma que eu achei você, eu não acho muito difícil de ter chegado aqui ainda mais quando e perseguido por zumbis a cada cinco minutos, é um milagre você estar vivo.

Eu olhei para ele e ele estava com um sorriso no rosto, não demorei muito e respondi:

- Há há! Muito engraçado.

- Bem sabe, eu aprendi uma coisa no Vietnã, que é quando um companheiro seu precisa de ajuda você o ajuda sem pensar duas vezes, então eu acho que vou te ensinar como sobreviver nesse mundo. E ai você topa?

- Claro, por que não.

E assim minhas aulas de sobrevivência com o Sam começaram a minha primeira lição foi que em um mundo como esse nunca se deve estar sozinho, pois isso te levara a loucura ele me apresentou um amigo seu Aquiles um filhote de pastor-alemão que não devia ter nem mesmo um mês de idade ele me contou que tinha o achado três semanas atrás logo após a mão dar a luz a ele, Sam salvou a mãe e o filhote o único que sobreviveu da ninhada a mãe morreu duas semanas depois, me contou que nessas três semanas tendo uma companhia mesmo que de um animal a pressão em sua mente diminuiu bastante. Sam me ensinou varias coisas, como arrombar portas e carros, a me movimentar pelos lugares sem que o zumbis me percebam me ensinou a fazer bombas caseiras e armadilhas como escalar lugares altos e cheios de obstáculos, a fugir de uma perseguição de zumbis facilmente, me ensinou a construir um abrigo, a como observar as coisas ao meu redor, que por falar nisso ele era muito bom ao que parece uma vez ele capturou alguns zumbis e o descobriu que eles não eram mortos vivos mais sim uma nova espécie, ao que parece a doença causada pelo remédio estimulava o cérebro a produzir um tipo diferente de glândula que produzia um material parecido com o nosso sangue que por sua vez era inexistente nesses corpos o material mantinha o cérebro vivo mais ainda era muito pouco desenvolvido o que os levava a não ter raciocínio e apenas agirem por extinto descobriu também que não era a mordida que transmitia a doença e sim o contado direto do nosso sangue com a substancia produzida pela glândula que por sua vez tinha localização variável e as vezes ocorria de existir na mandíbula, me ensinou que o crânio do zumbi era muito fraco por isso não aguentava batidas muito fortes assim destruindo o cérebro e o matando além de que se cortássemos a transmissão de substancia das glândulas para o cérebro ele morreria mesmo que tivesse a glândula da mandíbula. Sam me deu um mapa do pais com alguns pontos em vermelho ele disse que no primeiro mês de caos as pessoas se reuniram e construíram refúgios que seriam os pontos vermelhos no mapa e durante um mês eles faziam transmissões de radio avisando aos outros sobre sua localização, ele me disse que um dia iriamos para lá. E assim se passaram dois meses vivendo com Sam.

Aparece a cena da casa de Sam a porta abre Jack sai de dentro dela ele pula a barricada anda calmamente pela rua até a escadaria que leva ao beco estreito ele entra nele e segue até o beco que leva a rodovia principal chegando na rodovia percebe que 3 zumbis estão passando por lá ele espera no beco até que os zumbis passem por ele e então atravessa a rodovia sem ser percebido e entra em uma rua a esquerda que o leva a um prédio com uma escadaria de metal ele sobe até o terraço quando chega lá ele encontra Sam que se vira e diz:

- Chegou rápido.

- E ai Sam por que você deixou um bilhete em cima da mesa para eu te encontrar aqui?

- Bem já faz dois meses que eu estou te ensinando a se virar nesse mundo, mas esta na hora de eu te ensinar a sobreviver e para sobreviver você deve ser capaz de se defender.

-Serio?

- Sim, o treinamento de verdade começa agora, por que: “A momentos em sua vida que você tem que escolher entre correr risco de morte eu encarar a morte certa”. E ai você está pronto?

Notas finais
espero que tenham gostado
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.