Notas iniciais
Aproveitem!

Um caminhão de mudança estava parado em frente a uma casa marrom de dois andares, várias pessoas descarregavam coisas dentro da casa, uma hora ou outra se ouvia um apito.

– Andem logo crianças temos que arrumar tudo ainda hoje. — Disse Porlyusica.

– Mãe eu tenho que estar na agencia de modelos daqui antes do meio dia para confirmar minha transferência. — Disse Mira carregando uma caixa com abajures de mesinha.

– Eu vou ao mercado depois e te levo lá. — Respondeu a de cabelos rosados e sua filha assentiu.

– Podemos ir ao mercado também?- Disse Siegran se referindo a ele e Jellal que estava do seu lado carregando caixas.

– Pode e a Wendy também vai comigo avisem ela pra mim?

– Onde ela tá?- Perguntou Jellal.

– No quarto dela 2º andar. — Depois disso foi procurar ela.

E algo grande carregando cinco caixas vinha na direção da porta gritando:

– HOMEM. — A cada passo que ele dava.

– Elfman, não corra. — Ele não ouviu e entrou correndo na casa, deixando sua mãe com uma gota na cabeça.

– Mas mãe são 09h15min da manhã eu estou com sono. — Disse Lucy pegando suas malas com uma cara de preguiça e se arrastando no chão.

– Lucy deixe essa preguiça e arrume sua coluna está parecendo uma velha desse jeito.

– Tá bom.

– Mãe você deixa eu e a Lucy-nee entrarmos para o time de tênis da escola nova?- Perguntou a albina Lisanna.

– Podem desde que tirem notas altas.

– Obrigado. — Falou dando um abraço na mãe e saiu correndo para contar para sua gêmea.

– Mãe me ajuda com esses livros?- Pediu a pequena prodígio da família Levy.

– Claro. — Colocou dentro de casa e voltou pra fora para ver se faltava algo ou alguém e deu de cara com seu sobrinho loiro conversando com duas mulheres, não eram nem garotas e sim mulheres de 30 anos pra cima. Quando ele foi se aproximando puxou o papel de sua mão.

– Ohhh, tia devolve. — Disse Sting tentando pegar o papel.

– Não aquelas mulheres tem quase o dobro de sua idade.

– E daí? Só por isso não posso sair com elas? Isso é preconceito. — E entrou emburrado em casa. “Eu mereço” pensou a mulher.

Já era 10h30min da manhã quando eles saíram para ir ao mercado. Dentro do carro estava assim:

Porlyusica dirigindo, Mira no banco da frente e atrás dela Wendy, Jellal no meio e atrás do motorista Zeze. E estava bem silencioso até que:

– Mãe olha aquela casa lá. — Apontou Wendy para uma casa azul quase escura bem afastada da calçada, é uma casa bonita fora pelos copos, pratos de plástico entre outras coisas jogadas no gramado e dá porta, que estava aberta, saiu um tigre de bengala que corria atrás de um gato e um menino correndo para o tigre não matar o gato.

– Deve ser casa de gente louca. — Disse Jellal fechando o vidro de Wendy.

– Também acho. — A motorista disse indignada por ter pessoas tão desorganizadas.

Enquanto isso dentro da casa de loucos como apelidaram, estava uma confusão.

– MEREDY, FOLTA AQUI SUA PESTE VOCÊ NÃO PODE ANDAR PELADA PELA CASA. — Gritou Gray correndo atrás de sua sobrinha.

– Por que essa já é a sua função né?- Disse a criança vendo o tio só de cueca.

– Cadê minhas roupas?- Ele se perguntava e procurava as roupas.

– Seu stripper, olha por onde anda. — Indagou certo rosado furioso com seu irmão.

– O que você falou my little poney?

– Do que me chamou seu gogo boy de 5º?

– CALEM-SE. — Disse Erza com uma aura negra em volta do corpo.

– AYE SIR.

– Comporte-se que eu, Ultear, Meredy e Romeo vamos ao mercado com Laxus.

– AYE SIR.

Enquanto isso no mercado... 10h45min

– Mira, depois do mercado te levo na agencia ok?- Perguntou Porlyusica.

– Tá bom, precisava comprar algo aqui também.

– Certo, vamos nos separar para ir mais rápido, Mira compra esses produtos pros banheiros, Zeze e Wendy ficam com as guloseimas, Jellal e eu vamos comprar uns congelados que durem até fazermos as compras do mês. — Dando essa ordem cada um foi para o seu lado.

Corredor do banheiro...

Mira estava pegando um shampoo, mas alguém também, para ser mais especifica um loiro alto com cicatriz de trovão no olho direito.

– Com licença moço, mais eu peguei primeiro. – “Até que ele é bem bonito” Pensou a albina.

– Uma ova, eu peguei primeiro. – “Eu acho que já a vi numa revista de moda da Minerva”

E os dois começaram a puxar até que o shampoo estourou e cada um pegou outra embalagem cheia e começaram uma guerra de shampoo.

No corredor das guloseimas...

Siegran estava na parte onde se pegava os sovertes quando ouve um choro e vai em direção ao barulho, pois achava que era Wendy foi se aproximando e viu uma menina de cabelos rosa, devia ter quatro ou cinco anos:

– Oi, qual seu nome?

– Meredy.

– Meredy que nome bonito. Eu sou Siegran. Porque você está chorado?

– Eu me perdi da minha mãe. – Disse ela chorando mais ainda.

– Como ela é? Posso te ajudar a encontra-la.

– Ela é morena tem cabelo comprido e esta usando um vestido amarelo com rosa. – Ela já ficou mais alegre e secou as lagrimas.

– Tá bem, vamos procura-la. – E pegou ela pela mão e foram procurar a tal mulher.

De volta ao corredor do banheiro...

Os dois estavam todos melecados de shampoo e agora já aviam parado de tacar shampoo um no outro, só discutiam:

– Sua maluca, olha o que você fez.

–EU? Foi você, sendo que eu peguei primeiro. – Disse ela sem muita paciência.

– Quer saber vou embora. – Disse ele já saindo.

– Ótimo.

No outro lado do corredor de guloseimas...

Wendy tentava pegar uma caixa de biscoitos e se pendurou na prateleira quando escorregou. Antes de bater no chão algo a segurou, algo não alguém.

Notas finais
Comentem por favor.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.