Os Meus, Os Seus E Os Nossos
2 Prólogo
Notas iniciais
Um caminhão de mudança estava parado em frente a uma casa marrom de dois andares, várias pessoas descarregavam coisas dentro da casa, uma hora ou outra se ouvia um apito.
– Andem logo crianças temos que arrumar tudo ainda hoje. — Disse Porlyusica.
– Mãe eu tenho que estar na agencia de modelos daqui antes do meio dia para confirmar minha transferência. — Disse Mira carregando uma caixa com abajures de mesinha.
– Eu vou ao mercado depois e te levo lá. — Respondeu a de cabelos rosados e sua filha assentiu.
– Podemos ir ao mercado também?- Disse Siegran se referindo a ele e Jellal que estava do seu lado carregando caixas.
– Pode e a Wendy também vai comigo avisem ela pra mim?
– Onde ela tá?- Perguntou Jellal.
– No quarto dela 2º andar. — Depois disso foi procurar ela.
E algo grande carregando cinco caixas vinha na direção da porta gritando:
– HOMEM. — A cada passo que ele dava.
– Elfman, não corra. — Ele não ouviu e entrou correndo na casa, deixando sua mãe com uma gota na cabeça.
– Mas mãe são 09h15min da manhã eu estou com sono. — Disse Lucy pegando suas malas com uma cara de preguiça e se arrastando no chão.
– Lucy deixe essa preguiça e arrume sua coluna está parecendo uma velha desse jeito.
– Tá bom.
– Mãe você deixa eu e a Lucy-nee entrarmos para o time de tênis da escola nova?- Perguntou a albina Lisanna.
– Podem desde que tirem notas altas.
– Obrigado. — Falou dando um abraço na mãe e saiu correndo para contar para sua gêmea.
– Mãe me ajuda com esses livros?- Pediu a pequena prodígio da família Levy.
– Claro. — Colocou dentro de casa e voltou pra fora para ver se faltava algo ou alguém e deu de cara com seu sobrinho loiro conversando com duas mulheres, não eram nem garotas e sim mulheres de 30 anos pra cima. Quando ele foi se aproximando puxou o papel de sua mão.
– Ohhh, tia devolve. — Disse Sting tentando pegar o papel.
– Não aquelas mulheres tem quase o dobro de sua idade.
– E daí? Só por isso não posso sair com elas? Isso é preconceito. — E entrou emburrado em casa. “Eu mereço” pensou a mulher.
Já era 10h30min da manhã quando eles saíram para ir ao mercado. Dentro do carro estava assim:
Porlyusica dirigindo, Mira no banco da frente e atrás dela Wendy, Jellal no meio e atrás do motorista Zeze. E estava bem silencioso até que:
– Mãe olha aquela casa lá. — Apontou Wendy para uma casa azul quase escura bem afastada da calçada, é uma casa bonita fora pelos copos, pratos de plástico entre outras coisas jogadas no gramado e dá porta, que estava aberta, saiu um tigre de bengala que corria atrás de um gato e um menino correndo para o tigre não matar o gato.
– Deve ser casa de gente louca. — Disse Jellal fechando o vidro de Wendy.
– Também acho. — A motorista disse indignada por ter pessoas tão desorganizadas.
Enquanto isso dentro da casa de loucos como apelidaram, estava uma confusão.
– MEREDY, FOLTA AQUI SUA PESTE VOCÊ NÃO PODE ANDAR PELADA PELA CASA. — Gritou Gray correndo atrás de sua sobrinha.
– Por que essa já é a sua função né?- Disse a criança vendo o tio só de cueca.
– Cadê minhas roupas?- Ele se perguntava e procurava as roupas.
– Seu stripper, olha por onde anda. — Indagou certo rosado furioso com seu irmão.
– O que você falou my little poney?
– Do que me chamou seu gogo boy de 5º?
– CALEM-SE. — Disse Erza com uma aura negra em volta do corpo.
– AYE SIR.
– Comporte-se que eu, Ultear, Meredy e Romeo vamos ao mercado com Laxus.
– AYE SIR.
Enquanto isso no mercado... 10h45min
– Mira, depois do mercado te levo na agencia ok?- Perguntou Porlyusica.
– Tá bom, precisava comprar algo aqui também.
– Certo, vamos nos separar para ir mais rápido, Mira compra esses produtos pros banheiros, Zeze e Wendy ficam com as guloseimas, Jellal e eu vamos comprar uns congelados que durem até fazermos as compras do mês. — Dando essa ordem cada um foi para o seu lado.
Corredor do banheiro...
Mira estava pegando um shampoo, mas alguém também, para ser mais especifica um loiro alto com cicatriz de trovão no olho direito.
– Com licença moço, mais eu peguei primeiro. – “Até que ele é bem bonito” Pensou a albina.
– Uma ova, eu peguei primeiro. – “Eu acho que já a vi numa revista de moda da Minerva”
E os dois começaram a puxar até que o shampoo estourou e cada um pegou outra embalagem cheia e começaram uma guerra de shampoo.
No corredor das guloseimas...
Siegran estava na parte onde se pegava os sovertes quando ouve um choro e vai em direção ao barulho, pois achava que era Wendy foi se aproximando e viu uma menina de cabelos rosa, devia ter quatro ou cinco anos:
– Oi, qual seu nome?
– Meredy.
– Meredy que nome bonito. Eu sou Siegran. Porque você está chorado?
– Eu me perdi da minha mãe. – Disse ela chorando mais ainda.
– Como ela é? Posso te ajudar a encontra-la.
– Ela é morena tem cabelo comprido e esta usando um vestido amarelo com rosa. – Ela já ficou mais alegre e secou as lagrimas.
– Tá bem, vamos procura-la. – E pegou ela pela mão e foram procurar a tal mulher.
De volta ao corredor do banheiro...
Os dois estavam todos melecados de shampoo e agora já aviam parado de tacar shampoo um no outro, só discutiam:
– Sua maluca, olha o que você fez.
–EU? Foi você, sendo que eu peguei primeiro. – Disse ela sem muita paciência.
– Quer saber vou embora. – Disse ele já saindo.
– Ótimo.
No outro lado do corredor de guloseimas...
Wendy tentava pegar uma caixa de biscoitos e se pendurou na prateleira quando escorregou. Antes de bater no chão algo a segurou, algo não alguém.
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