Notas iniciais
Boa leitura... Comente quero saber a opinião de vocês.

Após organizar a cozinha o rapaz foi para a oficina não tinha nenhuma moto ou carro para consertar, mas como o frio já estava se aproximando então ele tinha que amolar o machado para poder corta lenha havia uma pedra de amolar na oficina ele ficou a amanhã toda trabalhando no machado e amolou também uma faca de caça que encontro na casa. Quill não aparecia na casa dele desde a última conversa dele, tinha ligado e dito que o avô tinha feito a cabeça da mãe dele e ela tinha proibido Quill de chegar perto da casa de Billy e de falar com Jacob, Leah e Seth só viriam na parte da tarde quando conseguiria se livrar da mãe que iria para a casa de Emily e Sam.

Depois de um tempo o machado estava cortando feito uma navalha e agora ele já tinha uma arma para assassinar o clã de bruxas, mas o que ainda era problemático pois, não sabia qual dos bruxos tinha feito as runas então não sabia qual era a que tinha poder dentro do perímetro das runas então tentaria matar o máximo de bruxos possível antes de criar alarde no acampamento Jacob segurou o cabo do machado pelo meio tinha um cabo longo e o colocou embaixo da mesa encostada em uma das paredes da oficina.

—Jake. – disse Seth correndo em direção a Jacob com um sorriso no rosto, o rapaz recebeu o rapaz mais jovem com um abraço, com o boxe a coordenação motora dele tinha aumentado ele não um Tyson, mas pelo menos não tropeçaria nas próprias pernas.

Leah entrou logo atrás do irmão ela tinha uma bacia na mão se aproximou de Jacob.

—E aí Apolo como está? -perguntou Leah entregando a bacia para Jacob.

—Estou bem, Srta. Clearwater. – respondeu Jacob abrindo a vasilha que Leah tinha dado tinha três donuts dentro o rapaz pegou um e mordeu tinha recheio e cobertura de chocolate.

Seth foi até o saco de pancada e o segurou para que a irmã pudesse bater Jacob estava ensinando sequências de golpes.

—Jab, direto e jab Srta. Clearwater. – disse Jacob comendo outro pedaço do donut.

Leah fez a sequência sem a menor dificuldade a garota ainda sentia raiva, mas Seth tinha dito que os ataques de raiva da irmã tinham diminuído, que a irmã só saia de casa para ir na casa de Billy e que também mal falava em casa as vezes ficava somente trancada no quarto lendo e procurando um emprego Jacob havia acalmado o irmão dizendo que aquilo passaria logo. Jacob tinha que admitir respeitava a relação de Seth e Leah o irmão só queria que a moça se curasse da ferida que Sam e Emily tinha causado Jacob até sabia que ele só tinha aceitado a boxes porque queria bater em Sam pela irmã, o que o rapaz achava irônico ver alguém tão meigo como Seth tentando bater em Sam. Jacob tinha que admitir os donuts eram ótimos, Leah cozinhava bem, ele sabia que aquela era a maneira dela de agradecer. Os três jovens passaram o resto do dia treinando pararam quase no fim da tarde e Seth quis conversar com Jacob e Leah teve que ficar, pois não podia voltar sem o irmão.

—Jake, quando descobriu que o Billy era seu pai? – perguntou Seth sempre direto ao ponto.

Jacob deu um sorriso de canto com a pergunta ele sabia que Seth queria saber daquilo a dias.

—Bem o meu padrasto não é nem um pouco parecido comigo e minha mãe não era nativa americana e ele muito menos então só liguei os pontos e perguntei a minha mãe a verdade quando eu tinha 10 anos, quando possível entrei em contato com Billy e bem o resto você já sabendo. – respondeu Jacob de forma plausível.

—Seu padrasto era diferente como?

—Seth para de ser metido. -disse Leah achando que o irmão tivesse passando dos limites.

—Está tudo bem, Srta. Clearwater. -disse Jacob rindo.

—Sim, Srta. Clearwater. -disse Seth imitando a voz de Jacob.

O que fez Leah esbouçar um sorriso.

—Meu Deus, Srta. Clearwater sabe rir. Essa é a maior descoberta das últimas semanas. -falou Jacob com um sorriso no rosto. – Me deve cinco pratas, Baby Clearwater.

Leah começo a rir do novo apelido de Seth que pegou cinco pratas do bolso e deu para Jacob.

—Vocês apostaram em relação a minha dor? -disse Leah soando ofendida.

—É obvio de apostamos, Lee. – disse Seth feliz pela irmã ter sorrido pela primeira vez em meses.

—Bom saber, Baby Clearwater. – respondeu Leah o que deixou Seth vermelho ele não gostava de ser o mais novo da turma.

Leah sorriu mais ainda ele odiava ser visto como um bebê e aquele apelido era perfeito para ela irritar o irmão.

—Olá Sra. Clearwater. – anunciou Jacob observando que Sue estava do lado de fora ouvindo a conversa dos três.

Seth e Leah ficaram pálidos quando viram a mãe, mas em seus olhos não tinha reprovação ela estava até feliz tinha sido uma das primeiras vezes em meses que a mãe via a filha rir mesmo que a filha só saísse da cama para ir na oficina de Jacob com Seth afinal a moça não aguentava ver todos apontando para ela e cochichando que a moça não era boa o suficiente e foi por isso que perdeu o noivo para a prima, ela era grata que a filha pelo menos saia ela sabia que levaria algum tempo até que Leah superace e por mais que Jacob fosse do mal, como pedir que Leah ficasse longe dele se ele tinha a incrível capacidade de fazer Leah se sentir melhor.

—Seth e Leah, para a casa agora. -disse Sue com uma voz autoritária Leah e Seth se levantaram sem falar nada e passaram por Sue sem encarar a mãe.

—Nik. – a voz de Sue era suave Jacob se virou e a encarou.

O rosto dela era magro como o de Leah e ela era bonita sua pele avermelhada seu cabelo era curto acima dos ombros ele tinha a altura de Leah e seus olhos e cabelo eram pretos a ela cheirava a biscoito.

— Se machucar Seth e Leah eu acabo com você. – o tom de Sue era mortal e naquele momentos os seus olhos pareceram mais negros. -Sei que não posso afasta-los de você eles adoram você principalmente Seth, mas se os machucar eu moverei céus e terras para fazer você pagar.

Jacob olhava fixamente para Sue ela reconhecia a força daquela mulher diferente de Harry que se curvou perante ele com tanta facilidade Sue estava ali tentando proteger os filhos de um grande mal, mesmo sabendo que ela poderia perecer, que ele facilmente podia matá-la, mas não havia medo em seu olhar tinha somente um instinto maternal de proteger a cria. Sue era a única Uley que Jacob respeitava depois de Levi Uley, pois ali naquele momento ela não só se mostrava disposta a matar pela proteção de seus filhos, mas ela também estaria disposta a se sacrificar sem receber nada em troca só para que os filhos ficassem bem.

—Sue Clearwater. – Foi a primeira vez que Jacob não se dirigiu a ela como senhora. – Você mesmo não sendo um ser sobrenatural conseguiu ganhar uma coisa que pessoas matariam para ter o meu respeito. Você tem algo que falta tanto nos Uley quanto nos Clearwater coragem e disponibilidade para o sacrifício e eu admiro isso, Seth e Leah não morreram por minhas enquanto eu viver, tem minha palavra.

Jacob estendeu a mão para Sue e a mulher a apertou com um pouco de receio. A mulher sabia que ele era um Black e que horava sua palavra mais do que tudo ele não falharia com ela, nem com Leah e nem com Seth. Sue saiu da garagem voltando para casa tinha que dar uma bronca nos filhos.

A noite já tinha caído Jacob entrou para dentro de casa e trocou de roupa colocando uma roupa preta e luvas e voltou para a oficina se tivesse sorte o seu plano já estava sendo colocado em pratica um uivo que rasgou a noite mostrava que a brincadeira tinha acabado de começar Jake colocou a faca na bainha e pegou o machado agora Jennifer, uma amiga do rapaz deveria estar levando os lobos para a fronteira com o Canadá o que daria para ele tempo livre e com isso ele e a vampira ficaria quites ou os lobos a matariam e tudo ficaria bem também. O rapaz foi em direção a floresta assim tinha menos chance de ser visto por alguém da reserva Jacob correu até o local do acampamento parou antes das runas nas arvores escondeu o machado perto de uma e cobriu com folhas o outono garantia muitas folhas no chão e continuou observando o acampamento ele queria esperar alguém se afastasse para poder pegar um por um, ou o máximo possível. Ele viu três rapazes se afastando do acampamento estavam indo pegar mais lenha para a fogueira que estava crepitando no centro do acampamento, pois estava bem frio Jacob via o vapor sair de sua boca e o rapaz sabia que logo o inverno chegaria.

O rapaz deu a volta no acampamento, pois os rapazes estavam indo naquele direção os três homem tinha a mesma altura tinha por volta de trinta anos e usavam roupas de frio e tinha cabelos escuros cada um dos homens foi em direção diferente um seguiu em frente, um foi para a esquerda e o outro para a direita, Jake decidiu pegar o da direta primeiro e seguiu o rapaz o homem estava agachado pegando madeira o homem se levantou tinha pedaços de madeira em seu colo, Jacob sacou a faca e se aproximou do homem de forma sorrateira tampou a boca do homem com a mão direita e usou a faca para abrir a garganta do homem Jacob sentiu o corpo dele ficar pesado e o rapaz puxou o homem para traz de uma árvore e o colocou sentado com as costa contra a árvore um já foi, faltava dois Jake foi em direção do homem que seguiu em frente no caminho Jacob percebia que aquele homem estava alerta não tinha como Jacob fazer aquilo na velocidade humana então ele só tinha uma chance, se usasse sua velocidade verdadeira e não matasse o homem seria como tocar um alarme e os demais bruxos sairiam de dentro do perímetro das runas e se isso acontecesse seria mais difícil mata-los de forma “discreta” Jacob começou a fazer barulho enquanto pisava nas folhas o que fez o homem se virar em sua direção, o homem sentiu uma brisa bater em seu rosto aquele brisa trazia consigo o cheiro e a própria morte Jacob quase que se materializou na frente do homem enfiando a faca em sua barriga e puxando até pescoço abrindo o buraco no troco do homem que caiu morto.

O terceiro rapaz estava retornando para o acampamento a luz da fogueira já iluminava o semblante do homem que de repente ficou pálido e sem expressão a sua boca estava levemente aberta e sangue começou a sair dela, os joelhos do homem cederam e ele caiu de joelho e logo caiu deitado de brosso relevando que tinha uma faca na costas isso tudo diante das pessoas do acampamento. Jacob saiu da escuridão logo atrás do homem o que fez o rosto das pessoas se misturarem em pânico e horror.

—Olá senhora e senhores. -disse Jacob já segurando o machado que estava parte do cabo encostado no ombro.

—Niklaus! – Disse uma moça ruiva ela era baixa e pele branca e vestia uma calça jeans e uma blusa regata Jake olhou nos olhos castanhos claros da moça.

—Que bom que sabem quem irá mata-los. -disse o rapaz com um sorriso maldoso nos lábios.

Jacob avançou com o machado mirando da cabeça da mulher, mas não consegui tocar nela que estava com a mãos na altura do ombro a mulher estava fazendo uma barreira de proteção e o machado bateu direto contra ela. Jake alargou ainda mais o seu sorriso.

—Por que está rindo? – perguntou a mulher não entendendo a felicidade do homem.

—Não acha mesmo que eu não iria prever isso nem? – questionou Jacob. – Mas até eu sei que você só pode fazer uma barreira de proteção para você e os seus sem que antes veja de onde a ameaça vem, ou seja, acho que esse é o seu momento Harry.

Um disparo de arma rasgou a noite sangue espirrou no rosto de Jacob e das pessoas que estavam perto da ruiva a mulher caiu com um buraco de bala gigante na cabeça uma gritaria tomou conta das pessoas, mas Jacob não deu chance para que fugissem usou sua super velocidade abriu a barriga de três de primeira e começou a matar um a uma com uma machada na cabeça até que enfiou o machada na cabeça de um dos homens quando tentou puxar de volta o cabo do machado quebrou sobrando apenas um pedaço longo de madeira com uma ponta afiada havia uma moça tentando fugir Jacob lançou o cabo empalando a mulher na hora, havia sobrado dois rapazes mais jovens eles estava com os rostos sujos de sangue, pois muito havia respingado ou até mesmo esguichados os rapazes estavam um do lado do outro havia medo em seus olhos as lagrimas caiam de forma relutante nos olhos do rapazes eles sabia que a morte caminhava em direção a eles e se questionavam se liberar o nemeton agora realmente tinha valido a pena, mas não tiveram muito tempo para se questionar sobre suas ações pois Jacob arrancou o coração dos dois e seus corpo sem vida cairão aos pés do rapaz, a única coisa que ele lamentava era que não estava de terno, pois uma matança ficava melhor se ele trajasse um terno italiano.

Harry se aproximou do acampamento sendo iluminado pela fogueira o homem pode ver a massacre que Jacob tinha feito havia parte de pessoas por todos os lados e sangue para todo lado o homem idoso segurava uma espigar com uma das mãos.

—Agora irá deixar meus filhos em paz? – perguntou Harry olhando para o rapaz coberto de sangue.

—O clã está morto agora eu só preciso trazer a Bennett aqui para fazermos um grande feitiço juntos e eu posso voltar para a minha vida em Nova Orleans. – declarou Jacob sorrindo para Harry o que tornava o rapaz mais macabro pelo sangue e está a luz da fogueira.

Os dois começaram a voltar para e reserva Jacob tinha que admitir Harry era um homem forte preferiu sujar as mãos do que ver os seus filhos metido naquela bagunça e Harry queria tentar fazer o possível para o Nemeton não ser reativada e garantir a proteção dos filhos, Jacob não admitiria, mas agora não odiava mais tanto Harry ainda queria mata-lo, mas agora se matasse o homem seria rápido para ele não sofrer.

Jacob não conseguia ouvir nada em meio a escuridão e os dois já sabiam que já estava bem tarde os homens decidiram tomar o caminho pela floresta e ir direto para a casa de Billy sem ir pela praia não queria correr o risco de serem vistos.

—Não vão localizar a sua arma por conta do tiro. – Questionou Jacob ele logo sairia da cidade, mas Harry ficaria ele não queria que Seth e Leah vissem o pai sendo preso e provavelmente Sue iria botar até FBI na cola de Jacob.

—Não irão a arma não tem registro e é como se ela não existisse. – explicou Harry segurando a arma com mais força o homem só queria que o vampiro voltasse para o buraco que tinha saído.

—Olha eu... -Jacob não teve tempo de terminar de repente ele não estava mais do lado de Harry tinha corrido em super velocidade seu olhar estava preso na casa de Billy que ardia em chamas. -Billy!

Os gritou de Jacob saia a plenos pulmões não tinha como entrar na casa grande parte dela já havia sido consumida pelas chamas. O celular de Jacob começou a tocar no bolso da sua calça o rapaz pegou o celular e atendeu sem ver ao certo quem era.

-Nik. -disse Emilly no outro lado da linha a voz dela era de choro e Jacob sentiu a agonia da moça naquela simples palavra. – Elas estão mortas Nik... – a voz de Emilly era vacilante. – Todas as bruxas do clã Benett estão mortas.

— Emys e o bebê da Sarah e do Robert? -Jacob perguntou com receio da resposta. – E o meu afilhado Emys, ele tá bem?

—Eu sinto muito. -disse Emily entre lagrimas. -Eu sinto muito.

Naquele momento Jake perdeu o chão aquilo não podia está acontecendo.

—Jacob. – Uma voz chamou Jacob vindo de suas costas.

Ele se virou para encarar Billy acompanhado de Sue e Harry que acabará de chegar. O olhar de Jacob era perdido pela primeira vez em séculos Jacob não sabia o que fazer uma dor infinita o estava rasgando de dentro para fora, ele nunca tinha pensado na sua vida sem o clã Bennett, Billy olhava para sua casa que ardia em chamas e para o rapaz coberto de sangue e viu o vazio que havia no lugar dos olhos do rapaz e viu mudar para um olhar com uma chama assassina. A luz das chamas e coberto de sangue um grito de dor e ira saiu pela boca de Jacob o que parecia mais um rugido que um grito as mãos de Jacob se fechava em formas de garra todos ali sabia que ainda não tinha acabado aquela guerra só estava começando.

Notas finais
Espero que tenha gostado deixe sua critica ou sugestão...