Os (Im)perfeitos

8 Problemas/Irmão.


Notas iniciais
Olá queridas e queridos leitores, este capítulo é totalmente dedicado a Gaby que fez 15 anos ontem ,PARABÉNS GABY :D . Tem um grupo da fic onde tem muitas meninas legais e podemos dar boas risadas e conhecer pessoas novas e tem novidades de minhas fics , quem quiser participar é só mandar o número com o ddd. Este na foto é Dave Franco trazendo o DNA magnifico dos Franco, eu o imagino como o Tobias. Boa leitura :D

Foi difícil conseguir sair do castelo, eu tive que soltar uns fogos do outro lado esperando os soldados fossem verificar, o que me deu chance de sair correndo com os saltos na mão e com o vestido na bolsa, eu estava de shorts e blusa para poder pular o muro enorme sem ser eletrocutada, fuzilada ou pior, ser descoberta e morta por meus irmãos, tio Erick, mamãe e papai. Consegui pular o muro com um pouco de esforço, mas eu conheço tudo ali. Já do lado de fora eu corri até a esquina onde tinha um carro parado, abri a porta do passageiro e entrei.

– Demorou em Lady — Falou Charlie piscando para mim e rindo – Vai colocar a sua roupa lá trás, estamos atrasadas vamos sair logo antes que os guardas percebam que a princesa escapuliu — Ela falou pisando no acelerador, eu fui para trás e me arrumei, era um vestido preto com um decote "v" , todo colado e que ia até a metade de minhas coxas mas quando eu sento ele fica subindo e as vezes me incomoda mas eu tento não ligar.

Coloquei um salto alto preto e passei um batom rosa clarinho, cor de boca, um blush, rímel e lápis de olho. O meu cabelo apenas o deixei solto e meio selvagem. Passei para o banco da frente e Charlie estacionou em frente de uma mansão de onde vinha um barulho de música alta, pessoas no gramado bebendo, se comendo, bêbadas e drogadas, muitos carros caros estavam estacionados ali. Sai do carro junto com Charlie, muitos ficaram nos olhando, não ligamos, apenas entramos na casa e aquilo estava uma verdadeira boate.

– isso aqui está demais — Charlie gritou, a música estava bem alta e mesmo assim pareceu que ela sussurrou — Vamos pegar algo para beber, dar uma aquecida — Ela piscou para mim e pegou a minha mão me puxando até o bar, pediu duas bebidas que eu não ouvi o nome. Quando dei o primeiro gole a minha garganta ardeu, puta merda a doida pediu uma bebida muito forte para Diafenix e outras espécies.

– Eu sou uma hibrida Charlie, tenho sangue de ser humano também — Murmurei olhando para ela que riu.

– Se solta Di — Ela falou bebendo a bebida em um gole só e piscou para mim, respirei fundo e tomei a bebida em um gole também, caramba, por todo lugar que a bebida passou parecia que era fogo e me deixou com muito calor e mais alegre. — Vamos dançar e beijar alguns gatinhos — Charlie me puxou para a pista e dançamos juntas, muitos homens ficaram nos olhando e alguns chegaram perto para dançar com conosco, uns mais atrevidos tentavam nos apalpar, fiquei meio constrangida com isso e fui beber outra bebida, tentando chegar ao bar fui abordada por uns dez homens, passaram tanto a mão na minha bunda que eu pensei que tinha uma placa "Passe, apalpe e bata na minha bunda". Pedi uma bebida leve para o barman que era bonitão. Voltei para a pista e dancei sozinha, pois Charlie estava aos beijos com um louro muito gato. Alguém me virou rapidamente.

– Tob...- Tentei falar o nome dele mas fui impedia por seus lábios, que me calaram com um beijo cheio de vontade.

ERICK

– Agora você pode ir — Falei dando um tapa na bunda da empregada gostosa que eu acabei comendo em qualquer quarto. Levantei da poltrona quando escutei uns barulhos parecidos com tiro, não demorou muito para que eu percebesse que se tratava de fogos, que porra é que está acontecendo? Coloquei a minha blusa e sai do quarto indo procurar algum guarda para me explicar, quando sai do quarto percebi que a porta do lado era a da Diana, caralho como eu sou burro, nem percebi qual quarto eu estava comendo a gostosinha, foda-se se ela escutou não me deixou come-la então tenho que me aliviar com outra pessoa.

Procurei algum guarda pelo castelo, não demorou muito para descobrir o que estava acontecendo, já que um grande grupo vasculhando o castelo, eles pareciam assustados.

– O que aconteceu aqui? -Perguntei seriamente, eu posso ser um otário, mas quando é trabalho eu fico muito sério, não sou muito diferente de Eros quando se trata disso.

– Senhor...- O cara pareceu que tinha perdido a voz.

– Desembucha porra — Falei aumentando a minha voz.

– Ouvimos barulhos de tiros e fomos ver o que era, descobrimos ser fogos e checando o sistema de segurança, as câmeras mostraram que quem soltou e foi a princesa Diana, vimos também pelas câmeras que ela pulou os muros — Ele falou dando um passo para trás pois as minhas expressões não devia ser.

– E onde ela está agora? — Gritei ficando furioso.

– Quando fomos atrás dela, ela já havia ido embora — Ele falou e eu o peguei pelo pescoço o levantando.

– Vocês são uns inúteis, eu vou matar todos vocês se não encontraram a princesa dentro de cinco horas — Gritei jogando ele na parede, logo Math, Travor e Apolo entraram parecendo assustados e atentos a qualquer coisa.

– O que está acontecendo tio? — Apolo perguntou olhando tudo.

– Diana fugiu — Murmurei com raiva e eles arregalaram os olhos.

– Como assim a Diana fugiu? — Math falou alto.

– Ela distraiu os panacas e pulou o muro seus idiotas — Falei quase gritando e fui em direção a porta.

– Aonde você vai? — Travor perguntou vindo atrás de mim.

– Vou procurar Diana e trazer ela pelos cabelos — Murmurei indo para a garagem.

– Diana merece uns tapas, mas ela é nossa irmã, você não pode encostar nela — Apolo falou e eu o olhei com raiva e logo entrei na garagem pegando a chave de qualquer carro.

– Nós vamos também — Math falou entrando no carro dele e eu pisei fundo no acelerador e comecei a mexer no celular com alguma pratica rackeei o dela, vi as mensagens e logo vi que ela havia saído com a amiga dela Charlie. Acionei o mapa vendo onde o celular dela estava. Merda a desgraçada estava em uma boate. Estacionei igual a um louco e sai do carro bufando de raiva, os seguranças nem ousaram a me barrar, adentrei aquele mar de pessoas e fui procurando a pirralha loira.

– Vadia desgraçada — Murmurei ao ver ela aos beijos com aquele moleque Tobias, fui até lá puxando ela.

– Mas o que — Ela murmurou desnorteada, percebi que ela havia bebido.

– Solta ela cara — O moleque falou e eu dei uma porrada na cara dele, que caiu no chão, só não parou longe por causa das pessoas a nossa volta. Fui puxando Diana fortemente pelo braço e ela tentava se soltar. Já fora da boate ela gritava.

– Me solta — Todos nos olhavam, Travor, Apolo e Math chegaram.

– Tio solta a Diana — Travor falou e eu soltei o braço dela e agarrei os cabelos.

– Essa vadia estava se agarrando com um moleque — Falei entre dentes e ela começou a dar socos na minha barriga, doía um pouco, mas era suportável.

– Não me chama de vadia seu desgraçado — Ela gritou e os três olharam horrorizados para ela que nunca ousou a me ofender.

– Cara solta ela, você pode ser o nosso tio, mas nunca ouse querer bater na minha irmã — Math falou apontando o dedo para mim eu soltei os cabelos dela quando a desgraçada deu um soco no meu pau.

– Desgraçada — Urrei de dor. Ela me deu uma porrada no rosto, ela podia ser hibrida e mulher mas batia igual a um homem.

– Não encosta em mim seu cretino desgraçado — Ela gritou e eu segurei o braço dela ainda sentindo meu pau doer.

– Eu vou te matar Diana — Murmurei entre dentes cerrados e logo os três interviram na nossa briga, Apolo puxou Diana para trás dele e os eles três se botaram a frente dela.

– Podemos ser um bando de desgraçados, mas nunca encostamos um dedo em mulher alguma, a senhora minha mãe Scarlet sempre nos ensinou a nunca, jamais levantar a mão para ferir uma mulher — Travis murmurou entre dentes — Então não encosta em nossa irmã tio, se não eu não respondo por mim — Os três podem ser híbridos mas são grandes guerreiros.

– Eu não vou bater nela seus idiotas, só vou levar ela para casa e colocar essa peste de castigo, ela está bêbada — Murmurei raivoso — E eu quebro todos você fácil, fácil — Murmurei.

– Ela vai conosco, você está nervoso demais — Math murmurou e foram puxando Diana que murmurava palavrões. A essa peste vai se ver comigo.

SCARLET

– Eros eu não quero ver eles — Murmurei emburrada, pois Eros queria que eu atendesse os meus "pais adotivos" que estavam na porta do castelo. Como eu sentia saudades desse castelo, ele podia me trazer lembranças ruins, mas também existiam muitas lembranças boas.

– Ele estão com uma criança — Ele murmurou dando de ombros.

– O que? — Perguntei.

– Você ouviu, eles estão acompanhados de uma criança, na verdade, parece um adolescente, deve ter uns dezessete anos — Eros murmurou dando de ombros. Levantei-me da cadeira rapidamente e fui para a porta — Eu vou com você — Ele murmurou e eu dei de ombros, contudo fiquei mais aliviada com ele do meu lado me dando segurança para encarar aquelas duas cobras.

Caminhei pelo grande jardim e depois de uns dez minutos caminhando, chegamos ao grande portão e lá estavam eles, Sara e Joh, com caras de coitados e mais velhos.

– Filha meu amor — Sara falou com toda falsidade existente no mundo, me deu até nojo.

– Não me chama de filha — Rosnei para ela.

– Não fale assim com a sua mãe menina, fizemos muito por você — Joh falou como se eu fosse a malvada da história.

– Vocês não fizeram nada para mim, só me ferraram — Murmurei com nojo na voz — E vocês não são os meus pais.

Olhei para o garoto da idade de meus filhos, ele tinha cabelos meio louros e olhos pretos, parecia com Sara e Joh, mas era um garoto muito bonito.

– O que fazem aqui? — Perguntei.

– Senhor — Eles reverenciaram Eros — Nós viemos pedir uma ajuda e estamos oferecendo Caleb como pagamento, ele pode trabalhar de ajudante ou empregado, qualquer coisa — Ela falou.

– Você quer isso? — Perguntei para o garoto que me olhava fixamente.

– Não quero, mas esse é o preço que se paga para ficar longe deles — Ele falou — Finalmente estou conhecendo a minha irmãzinha — Ele falou com uma voz grossa. Olhei para Eros e nós sabíamos o que cada um estava pensando, era hora de acabar com as cobras.

– Sara Green e Joh Green , vocês estão presos por tentativa de vender um ser humano de menor contra a própria vontade — Murmurei seriamente e eles arregalaram os olhos.

– Não, isso está errado — Joh falou.

– Não, isso não está errado, eu sou a rainha de Diafenix e estou te dando voz de prisão com o Rei de Diafenix presente e concordando plenamente — Falei sem me abalar um segundo, o portão se abriu e os soldados algemaram os dois que gritavam e falavam que eu era uma ingrata e mais um monte de coisas sem cabimento.

– Se vocês ousarem abrir a boca de novo para ofender a Rainha e antes de tudo minha mulher eu os mato aqui mesmo — Eros falou com a voz fria e eles nem ousaram abrir a boca ou dirigir o olhar a mim. O garoto olhava tudo sem nenhum remorso.

– Caleb né? -Murmurei — Prazer, sou Scarlet — Murmurei oferecendo a minha mão para ele que me abraçou.

– Caramba você não sabe como eu esperei te encontrar para me tirar das garras desses dois — Ele falou e o meu coração se encheu de alegria e amor.

– Eu irei cuidar de você irmão — Murmurei mesmo sabendo que não éramos irmãos de sangue mas o meus espírito sentia que éramos irmãos eternamente — Me conte o que esses monstros fizeram com você — Murmurei e logo entramos, ele bebeu água e Eros ficava observando tudo.

– Depois de dois anos que você foi vendida, Sara me concebeu. Eles me batiam sempre que se drogavam e até mesmo sem se drogar e quando você anunciou que a escravidão foi abolida eles ficaram furiosos, pois planejavam me vender com certa idade. Eles me obrigavam a trabalhar desde os meus sete anos de idade em qualquer lugar e me deixavam sem comer, foram coisas terríveis que passei nas mãos deles — Caleb murmurou e eu queria chorar ali, ele havia sofrido muito.

– Você nunca mais vai passar por isso — Murmurei o abraçando, eu vou cuidar de você — Ele me abraçou.

– Obrigado, desde que eu tinha cinco anos de idade eu sabia quem era você, a minha irmã guerreira que ia me salvar como salvou a todos — Ele falou e eu sorri para ele.

– Esse é Eros o meu marido — Murmurei apontando para Eros que estava calado desde então e logo balançou a cabeça em um aceno.

– Olá senhor — Caleb murmurou abaixando a cabeça.

– Não precisa o chamar de senhor, apesar de ter essa cara de dar medo e ser malvado, ele é um cara legal e bom, é seu cunhado — Murmurei rindo e Eros revirou os olhos — Caleb, eu também sofri muito na mão deles, sei o que é sofrer assim, a Dalva irá te mostrar o quarto que você vai ficar, descanse, coma algo, tome um banhe — Murmurei sorrindo e ele assentiu seguindo a Dalva ,a empregada.

– Vai cuidar dele mesmo? — Eros perguntou.

– É claro, ele é meu irmão — Murmurei.

– Filhos daqueles dois.

–Ainda assim é meu irmão e não tem culpa dos pais que tem — Ele assentiu.

– Se é isso que você quer, então assim será — Dei um grande sorriso e fui abraçar ele e dar-lhe um beijo profundo.

– Eu te amo tanto — Murmurei quando nos separamos do beijo.

– Eu sei — Ele falou e eu dei um tapa no braço dele.

– Idiota — Ele sorriu e me deu um selinho.

– Eu também te amo pestinha — Sorri e ele apertou a minha bunda — Amo mais ainda te foder — Ele falou me pegando no colo e indo direto para o nosso quarto.

Estávamos quase sem roupas — Vou te foder a noite toda — Ele falou e eu fiquei mais excitada ainda, para quebrar o clima meu telefone tocou, ignorei porem a ideia de que poderia ter acontecido alguma coisa com os meus filhos me fez tentar sair dos braços de Eros que me abraçou com força.

– Você não vai se livrar de mim agora — Ele murmurou e eu sorri.

–E não quero, mas pode ter acontecido alguma coisa com as crianças — Murmurei e ele a contra gosto me soltou.

– Vou dar umas porradas nesses moleques — Ele murmurou e eu atendi o celular vendo que era Math.

– Oi querido, aconteceu alguma coisa? — Perguntei logo de cara, eu estava ficando preocupada, isso é coração de mãe.

– Não mãe, estamos todos bem, é que Diana fugiu do castelo e a encontramos em uma boate, mas ela já está em casa dormindo- Math falou e eu fiquei assustada, Diana é muito rebelde, mas não é de fugir de casa.

– Merda, o que aconteceu para ela sair assim? Eu conheço a minha filha e sei que ela não me desrespeitaria assim — Falei entre dentes cerrados.

– Não sei, amanhã saberemos melhor, mas quando a senhora volta? — Ele perguntou.

– Se tudo der certo amanhã estaremos ai — Murmurei.

– Tudo bem mãe, estamos com saudades, manda um beijo para o pai, amamos vocês.

–Mando sim querido e eu estou morrendo de saudade de vocês meus amores, manda um beijo para os seus irmãos e eu amo vocês, o pai de vocês está mandando um beijo e falando que ama vocês — Murmurei — E eu ligarei bem cedo para Diana ou eu mesma irei falar com ela amanhã quando eu chegar ai, beijos querido — Desligamos e Eros me olhava curioso, também parecia preocupado.

– O que aconteceu? — Ele perguntou e eu não posso mentir para ele, ele é pai dela e meu marido, mesmo sabendo que ele vai ficar furioso.

– Diana fugiu de casa e foi para uma boate — Murmurei e vi ele tremer.

– Eu vou matar aquela menina — Ele quase gritou, eu tentei acalma-lo.

– Sim, nós vamos matar ela, mas se acalma ela está em casa segura e dormindo- Falei passando minhas mãos no rosto dele carinhosamente — onde nós paramos mesmo? — Murmurei sorrindo maliciosamente.

– Na parte que eu te fodo todinha — Ele sussurrou no meu ouvido e me puxou colando os nosso corpos selvagemente me fazendo ficar mais excitada do que nunca e doida para que ele me fodesse.

Notas finais
Gostaram? Comentários ? Recomendações? Favoritamento? Beijocas :D