Os (Im)perfeitos
14 Irmãos.
Notas iniciais
Olá meus amores. Perdoe-me pela demora mas é que estou sem computador e postar pelo celular e quase impossível! Obrigada pelas recomendações meninas! Amo vocês! Ótima leitura!
APOLO
Eu estava a procura da minha Charlie no meio das pessoas, mas eu não conseguia acha-la. Será que ela veio? A mulherada passava a mão em mim se jogando para cima e varias outras coisas e se eu não quisesse a Charlie eu já teria fodido muitas no banheiro ou em algum canto escuro. Avistei Travor jogando sinuca com Math que tinha duas garotas se esfregando nele, que tomava alguma bebida. Já o Travor, ele estava bebendo, e olhando maliciosamente para uma garota que o encarava, e logo virava o rosto com vergonha ou algo assim. Me aproximei de Travor e toquei em seu ombro fazendo ele olhar para mim relutante. – Cara , você viu a Charlie ? — Perguntei olhando para os lados e vendo Diana beijando um cara e tio Eric olhando com uma cara nada boa, ela está mexendo com a fera, ela que cuide disso.– Sim, ela cumprimentou a gente agora mesmo, foi para aquele lado ali — Ele apontou o lado e me ignorou olhando para a morena gostosa de novo e eu não fiquei lá, fui direto na direção que ele falou e encontrei Charlie sentada com um cara do lado dela ou quase em cima dela. Parece que ela não estava gostando, e aproximei e peguei na gola do cara levantando ele, eu sou mais alto. – Esse merdinha está te incomodando? — Falei de cara fechada olhando para o cara o intimidando, ele tinha uma expressão de medo. – Sim, mas ele já está de saída — Ela falou e eu percebi que era para eu não arrebentar a cara do filho da puta ali. – Eu só estava falando com a gata cara — e falou levantando as mãos — Eu não sabia que ela tinha namorado — Ele falou e com certeza não havia percebido quem eu era, pois ja estava um pouco bêbado, e o lugar era escuro. – Vaza — Falei o empurrando e o encarei até ele sumir da minha vista entrando na multidão — Oi Charlie — Falei dando um sorriso mostrando todos os dentes e com um olhar malicioso me sentando do lado dela e a puxando para um abraço apertado, eu queria sentir o corpo dela grudado ao meu e sim, eu cheirei os cabelos dela que tinha um cheiro maravilhoso e sensual. Passei o meu nariz no pescoço dela que estremeceu e terminou com o abraço que durou mais tempo que o normal e porra, eu vou foder a Charlie, é questão de honra. – Oi Apolo — Ela falou dando um sorriso que eu particularmente acho que é a primeira maravilha do mundo e porra que papo é esse? – Você está linda — Falei olhando para os seios dela que estavam destacados naquele vestido azul tomara que caia. – Obrigada — Ela falou. – Vem tomar uma bebida — Falei e sem esperar a sua resposta peguei na mão dela e sai a puxando e abrindo espaço no meio da multidão e a coloquei no banco em frente ao balcão. Ela pediu e eu também e eu entrei no meio das pernas dela que tentou me empurrar. Dei um beijo no pescoço dela que estremeceu. – Sai Apolo — Ela falou com a voz entrecortada. – A Charlie eu sei que você quer também — Falei passando as mãos na perna dela que de novo tentou me empurrar. Mordi o lábio inferior e logo o lambi, olhei nos olhos dela que tinha um olhar inocente e a beijei. A minha mão se agarrou no cabelo dela que no começo negou o meu beijo, mas logo me beijou com a mesma sede que eu. Eu tinha sede dela. – Vamos sair daqui — Falei no ouvido dela mordendo sua orelha. – Apolo...- Ela gemeu baixinho quando sentiu o meu pau duro que sarrei na coxa dela. – Eu quero te foder todinha — Falei beijando o pescoço dela e chupando o mesmo, ela logo me empurrou mais forte me tirando do meio das pernas dela. – Não Apolo , eu não vou abrir as pernas para você, não sou nada sua — Ela falou e eu senti uma indireta. Namorar? Porra, não vai dar certo. – Caralho Charlie, para de palhaçada, eu sei que você está molhadinha — Falei tentando chegar perto dela para beija-la de novo, ela me empurrou levantando do banco. – Não sou nada sua — Ela falou de novo dando um sorriso e entrando no meio da multidão. Puta que pariu! Virei para o bar e pedi uma bebida mais forte. Se a Charlie não quer abrir as pernas para mim, outras querem. Olhei para trás vendo que muitas vadias gostosas estavam me olhando querendo o meu pau dentro delas. Sorri e fui na direção de três vadias mas parei quando ouvi vários gritos. Estava acontecendo uma briga e isso quer dizer que os irmãos Kings estão no meio. Fui correndo para o local onde a multidão se aglomeravam e vi Eric caindo na porrada com um cara mais alto e mais musculoso do que ele e eu sabia que Eric ganharia, ele é um cara com o pior e mais letal treino militar colocado em pratica em lutas. Diana gritou para Eric parar, mas ele derrubou o cara o socando e ela bufou e saiu de minha vista. Eric parou de socar o cara e foi atrás dela bufando e logo eu vi um cara quebrando uma garrafa na cabeça de Travor que estava aos beijos com a gostosa que ele olhava. Travor virou com o pior olhar de todos e deu uma porrada fortíssima no rosto do cara e logo veio mais seis. Porra são Diafenix. Fiquei muito furioso, ninguém bate em irmão meu, ainda mais em um irmão gêmeo meu. Math chegou na voadora derrubando dois.
Cheguei socando duas vezes a cara de um que caiu. Um outro estava querendo me atacar por trás mas eu o desmaiei de tanto que o soquei. Travor deformou o rosto do cara que quebrou a garrafa na cabeça dele e socava e chutava dois. – Ninguém mexe com um King — Math falou e fomos reconhecidos, imediatamente a multidão foi se afastando de nós os que estavam conscientes mancavam se arrastando. – Caralho , vamos atrás da Diana antes que Eric enfia a mão na cara dela, acho que vi ela beijando uns cinco caras ou mais, e ela ainda deu na cara de Eric que tentou parar ela — Travis falou e eu concordei e a encontramos nos braços de um cara que passava as mãos nela e ela olhava diabolicamente para Eric que marchava furioso na direção deles. Do outro lado um cara agarrava Charlie que tentava se soltar dele, fiquei mais furioso ainda. – Segura a porra da nossa irmã e Eric que eu vou matar um filho da puta — Falei marchando em direção da Charlie que estava sendo agarrada a força por um filho da puta e eu empurrava todos que ficavam a minha frente. O afastei de Charlie com um soco no rosto e Caralho, não me segurei , surrei o cara tanto que ele perdeu a consciência e eu ia quebrar o pescoço dele mas Charlie me puxou. – Não faça isso Apolo — Ela falou desesperada. – Eu vou matar esse filho da puta por encostar em você — Gritei mas ela se abraçou a mim. – Não Apolo, chega — Ela falou. – Vem para a minha casa comigo — Falei puxando ela sem que pudesse negar. – Não quero ir Apolo — Ela falou tentando se soltar e eu não respondi , apenas a puxei. Encontrei todos fora do bar. Diana estava sendo abraçada por Math ou segurada, Eric a olhava furioso e Travor estava o olhando para ele, caso tentasse algo contra Diana que proferia xingamentos e insultos a ele que rebatia deixando-a mais furiosa. – Cala a boca vocês dois porra! — Gritei e eles me olharam. – Ei Charlie — Diana falou sorrindo — Vocês dois estão juntos? — Ela olhou incrédula para nós dois que estávamos de mãos dadas, mas na verdade eu estava arrastando Charlie, bebi pra caralho. – Não, o idiota do seu irmão não quer me soltar, ele quase decapitou um cara lá dentro — Ela falou tentando puxar a mão. – Se acostume Charlie, isso é de sangue — Travis falou rindo com Math concordando. – Solta ela Apolo — Diana falou olhando feio para mim. – Fica na sua — Falei grosso. — Você fez muita merda hoje — Falei e ela revirou os olhos. – ARG! Me solta Apolo! — Charlie falou tentando morder a minha mão — Travor me ajuda! — Ela suplicou. – Foi mal Charlie, não vou me meter — Ele falou levantando as mãos e ela bufou. – Trav você vai com tio Eric — Falei e ele deu um joia e um garota saiu correndo na direção de Trav pulando no colo dele e dando um beijo de tirar o fôlego do merdinha. Era a mesma que ele olhava. – Caralho isso foi demais — Ele falou e ela saiu do colo dele, podia perceber que ela estava chapada. Trav segurou ela no colo e foi para o carro e Eric que estava abrindo. – Você vai comigo — Falei puxando Charlie que tentava se soltar mas logo desistiu. Math entrou no banco do motorista, Diana do passageira na frente e eu e Charlie atrás. [...] – Esse castelo é mil vezes maior do que o do meu pai — Charlie falou olhando para o castelo. Caminhamos para dentro e encontramos mamãe e papai se agarrando do sofá. – Putz — Math falou rindo fazendo mamãe pular do colo de papai que bufou. – Vocês chegaram cedo — Mamãe falou envergonhada ajeitando a blusa e o cabelo. – É — Diana falou rindo. – Quem é a amiga de vocês? — Mamãe falou olhando docemente para Charlie que sorriu e puxou a mão e eu soltei. – Sou Charlie, sou da sala dos trigêmeos- Ela falou sorrindo para a minha mãe e fazendo uma reverência para ela e papai. – Não precisa disso querida — Mamãe falou sorrindo — Vou pedir para preparar um quarto para você querida – Mamãe falou. – Não , ela vai dormir comigo — Falei e Charlie ficou vermelha igual a um tomate. – Não Apolo — Ela falou morrendo de vergonha e me olhando feio. – Sim e não queira discutir comigo — Falei de cara fechada. – Apolo...- Mamãe falou chamando a minha atenção.– Boa noite mãe, pai, Di e Math — Falei puxando Charlie pelo braço e passando por mamãe dando um beijo na testa dela que sorriu. Entrei no meu quarto puxando Charlie que o olhou e tranquei a porta e coloquei a chave na cueca. A abracei por trás. – Você está uma delícia — Falei cheirando os cabelos dela. – Me solta Apolo eu não vou dar para você — Ela falou e eu bufei. – Você quer o que? Que eu te peça em namoro? Eu peço! — Falei a virando para mim e a Charlie estava com os olhos arregalados. – Apolo... — A cortei. – Quer namorar comigo? — Perguntei e ela ficou parada me olhando sem expressão. – Não vou namorar você só por que você quer me foder — Ela falou me encarando séria. – Te foder é um bônus, eu gosto de você porra, você é a única que me negou e que não está nem ai por eu ser a porra de um príncipe , então aceita logo por que eu não peço muitas garotas em namoro não, aliás você é a primeira — Falei. – Você é um grosso — Ela falou — Mas eu também gosto de você — Ela sorriu — Eu aceito- A beijei. Porra nenhuma, dou o pé depois de fode-la. Seria apenas mais uma para mim. SCARLET Fiquei preocupada com Apolo e a menina. Eu conheço os meus garotos e sei que todos eles puxaram o pai que é muito possessivo e Apolo praticamente arrastou a menina Charlie para o quarto dele. Mas eu sei que ele não vai machuca-la, eles não machucam fisicamente as garotas e eu tenho medo dele machucar a menina emocionalmente. – Apolo está doido mãe, você tem que para-lo, ele arrastou a Charlie pra cá contra a vontade dela — Diana falou. – Ele não vai machucar a menina fisicamente meu bem, e eu sei que ele vai quebrar a cara dele — Falei e Diana concordou e logo Eric entrou aparentando estar muito aborrecido e Travor entrou logo atrás carregando uma menina no colo. – Boa noite mãe, pai — Ele falou subindo as escadas com uma velocidade que não era humana. – Temos que conversar- Eric falou agarrando o braço de Diana fortemente e eu já fiquei agoniada sentindo o meu extinto protetor de mãe se aflorando em mim. – Não temos nada que conversar Eric, retire a suas mãos de mim- Diana falou puxando o braço do aperto dele. – Temos sim porra ! — Ele gritou puxando os cabelos dele cheio de raiva. – Não grita com a minha filha Eric ! — Falei me aproximando deles e Eros se levantou do sofá, ele estava calado até agora. – Vai dormir e esfriar a cabeça antes que você fique sem ela — Eros falou friamente e Eric o encarou e depois olhou para Diana cheio de raiva e subiu as escadas. – O que você fez Diana? — Perguntei olhando para ela que fez cara de paisagem. – Eu não fiz nada mamãe — Ela sorriu e eu gargalhei, ela me puxou. – Nada? Acho que Eric espancou uns cinco caras — Math falou rindo e Eros o acompanhou. – Vou dormir, boa noite família- Diana falou e eu dei um beijo na testa dela e ela foi abraçar Eros que beijou a testa dela também. Math me abraço me tirando do chão. – Ninguém tem uma mãe mais linda do que a minha — Ele falou um pouco enrolado. – Você bebeu demais garoto — Falei dando um beijo na bochecha dele que foi dar um abraço no pai — Boa noite pai — Ele falou e subiu as escadas. Eros me abraçou por trás. – Agora você é toda minha — Ele falou me pegando no colo e subindo as escadas. – Todinha sua — Concordei dando um selinho nele. [...] Acordei cedo com Eros agarrado a mim como se eu fosse o ursinho dele. Dei um selinho nele e me levantei lentamente, mas Eros sempre acorda. – Onde você vai ? — Ele perguntou me encarando. – As crianças tem aula hoje — Falei prendendo os meus cabelos em um coque. – Só depois que eu te comer — Ele falou me puxando para cima do colo dele e eu senti o pênis dele totalmente ereto se encaixando na entrada da minha vagina. – Ah! Eros — Gemi sentindo todo o seu pau em mim. Comecei a rebolar subindo e descendo no pau de Eros que deu um tapa na minha bunda puxando os meus cabelos que tinham se soltado do coque. – Rebola gostoso vai, senta na minha piroca — Ele falou chupando os meus seios e um mão acariciava a minha bunda passando pelo meu ânus. Eros me jogou na cama e meteu sem dó em mim do jeito que eu gosto.
– Mais rápido ! Me fode vai, fode a minha boceta — Gritei apertando a bunda dura dele e o trazendo para mim. – Ô mulher gostosa, apertadinha — Ele falou me dando um beijo de língua gostoso — Eu te amo mulher , minha mulher — Ele falou me dando vários selinhos. – Eu também te amo meu amor, sou sua e você é meu — Falei rebolando mais. Gritei sentindo o orgasmo vir me dando um prazer que eu só sinto com Eros, era indescritível, parecia uma droga, a mais bela droga. Eros deu um grunhido e gozou comigo.
Notas finais
Gostaram? Comentem! Beijos!
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