Notas iniciais
Como não tinha mais oque fazer, fui escrever um pouco, espero que gostem =3

Os deuses estavam inquietos, a situação da guerra mágica estava crítica demais para os Deuses interferirem, eles haviam convocado a reunião para decidirem como acabar com a guerra sem que causassem grandes danos.

- Meus caros deuses, espero hoje achar uma resposta para a guerra...

- Ora Jureore, ao invés de ficar aí reclamando porque não me permite liberar meus serviçais?

- Silêncio Dother, eu sou a deusa do equilíbrio e além do mais você é uma das deusas dos Asmordianos, quem vai garantir a sua imparcialidade?

- Thanatos! Faça alguma coisa! – Grita Dother, a deusa da escuridão para o deus governante.

- Não posso fazer nada até que Jureore termine a reunião...- Falou Thanatos apontando para algumas correntes que o prendiam ao trono.

- Como dizia, proponho escolhermos os melhores guerreiros para defender os nossos interesses, dando-lhes a imortalidade.

- E quem seria? – retrucou Gaia, a deusa da terra.

- Periett...

- Eu Periett, deus da destruição e do caos escolho Zeke Sieghart.

- Gaia...

- Eu escolho Zero Zephyrum.

- Zig...

- Dio.

-Dother...

- Escolho Rey Von Crimson.

- E você Jureore? – Pergunta Thanatos com curiosidade

- Eu escolho Mari Ming Onette.

Thanatos se levantou e estendeu a sua mão para o centro da mesa de pedra e em uma nuvem de fumaça surgem cinco pessoas.

- Zeke Sieghart...- chamou Thanatos.

Um rapaz de +- 25 anos de idade, cabelo negro e bagunçado com olhos prateados com um tom arrogante deu um passo a frente.

- Você aceita a imortalidade em troca de servir aos deuses?

- Sim.

- Rey Von Crimson.

Uma asmordiana de aparentemente 20 anos de idade com cabelos rosa e longos de apresentou.

- Aceito a terefa.

- Zero Zephyrum.

Um garoto de 19 anos que tinha nos olhos uma faixa e nas costas uma enorme espada.

- Aceito.

- Dio.

- Vamos logo...

- Mari Ming Onette.

- Sim meu senhor?

- Aceita a missão?

- Qualquer coisa para salvar o meu povo.

- Pronto! Os campeões já foram escolhidos, agora Jureore me libere de seu encanto!

Jureore bate no chão seu cajado com a libra do equilíbrio e as correntes que prendiam Thanatos ao trono se quebraram. O deus governate pareceu satisfeito, tirou uma adaga da sua túnica e cortou-lhe a mão colocando o sangue em cinco taças, todos os outros deuses fizeram o mesmo.

Os cinco campeões tomaram o sangue e foram mandados de volta para Arquimídia, a terra das guerras. Acordando em uma tenda de guerra.

- Agora vamos nos preparar para a batalha! – disse o moreno pegando sua lâmina e colocando armadura.

- Tsc, para que pressa queridinho? Eu posso acabar com 10 asmordianos em um golpe, não sei enquanto a você, mas não tenho pressa.

- Rey tem razão Sieg, não é prudente se arriscar assim, aliás, os asmordianos rebeldes deram uma boa ajuda hoje, sabe o quanto foi difícil sobreviver durante esses três meses de guerra e. — Mari é interrompida quando Dio chega bem perto de sua boca acariciando seu rosto.

- Você é tão linda, mas fala dem... – Dio para quando vê que sua mão estava caída no chão graças à lâmina de Sieghart.

- Tire as mãos dela seu chifrudo!

- Há há há, pelo o que parece você está garantido não levar chifre... — Rey riu olhando com um brilho sinistro no olhar para Mari.

- SEU BASTARDO! VOCÊ ARRANCOU A MINHA MÃO! VOCÊ VAI PAGAR CAR... – Dio parou para olhar a sua mão decepada quando viu que outra estava crescendo no lugar, algo incrível, porém perturbador.

- Muito interessante, parece que é um bônus por causa da imortalidade. – Falou Mari interessada no ferimento de Dio.

- Vamos dormir, amanhã cedo temos muito trabalho para fazer. – Disse Zero que tinha ficado no canto em silêncio até aquele momento.

***

Amanheceu o tempo nublado com uma densa neblina e o ar com cheirando a: sangue. Sieghart nunca pareceu tão excitado e louco por uma batalha, para estrear sua imortalidade.

Os exércitos estavam postos, de um lado Calnatianos e Asmordianos rebeldes (que eram contra a destruição de Calnat) e os Asmordianos conservadores.

Os cinco estavam postos linha de frente, Mari estava com um revolver, Sieghart estava com a sua soluna, Rey com uma endless , Dio com sua clássica foice e Zero com a sua inseparável espada.

Os exércitos começaram a avançar, os asmordianos iam à frente e os calnatianos criavam canhões e outras armas de destruição em massa. Rey já começara com as suas invocações: gárgulas que cuspiam fogo e alguns lobos demoníacos, Mari já tinha recarregado seu revolver várias vezes e atirava derrubando os primeiro demônios.

Sieghart lutava quase como se fosse uma brincadeira ria e ria deferindo golpes mortais nos inimigos que iam caindo aos seus pés, Dio já começara com seu golpe letal: esfera das trevas e Zero estava quebrando tudo literalmente.

Mari não sabia o porquê, mas aquela batalha tinha sido relativamente rápida comparada às outras, mas uma boa notícia o inimigo tinha recuado cerca de 200km ao sul de volta para os portais dimencionais.

***

A noite foi agradável, não estava tensa como a manhã agora que a lua brilhava intensamente no céu limpo. Os soldados estavam comemorando a vitória, mas Mari tinha um mau pressentimento sobre o que viria a seguir.

A azulada foi para a tenda de Sieghart , afinal ela queria companhia e nada melhor do que ficar com o seu amante pelo menos por uma noite. Ela tocou o sino que ficava na frente, mas ninguém veio responder, então ela foi entrando.

Para a sua surpresa Sieghart estava deitado no chão seminu entre lençóis e outras coisas espalhadas beijando a Rey que só trajava algo que parecia um short minúsculo.

- Opa, parece que nos pegaram... – Disse Rey com uma falsa surpresa.

- Mari...

- S-seu... d — desgraçado, só fiquei longe de você por um mês POR SEU CONSELHO e ainda me trai com essa vadia siliconada?- disse Mari segurando o choro e saindo do local.

- Eu não sou uma vadia! – Exclamou Rey tentando cobrir o busto com uma blusa tão apertada quanto seu short.

- Mari! Deixa eu me explicar com você... — Sieghart saiu pela tenda atrás da Mari.

- Não quero falar com você, aliás, ponha alguma roupa, a Rey arrancou a sua cueca na saída... – Resmungou a azulada se virando para ir para a sua tenda.

O moreno olhou para baixo e saiu correndo, ele estava nu na frente de quase todos os soldados.

- SUA VADIA IMUNDA! – Gritou o moreno deferindo um tapa no rosto da garota asmordiana.

Rey abaixou o rosto tocando na marca vermelha que estava na sua cara, olhou para Sieghart e falou algo tão baixo que ele não entendeu.

- O que você disse?

- LIÇÃO DE ETIQUETA!

Rey invocou James seu fiel mordomo que deu um golpe no peito do imortal que saiu quase que voando para fora da tenda.

- Agora prove do remédio Siegh, isso é para você aprender a não me rejeitar... E na próxima vez que me bater EU MESMA vou te matar... Ok queridinho?

Notas finais
Gostaram? comentem!