Os Heróis de Arquimídia
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Os deuses estavam inquietos, a situação da guerra mágica estava crítica demais para os Deuses interferirem, eles haviam convocado a reunião para decidirem como acabar com a guerra sem que causassem grandes danos.
- Meus caros deuses, espero hoje achar uma resposta para a guerra...
- Ora Jureore, ao invés de ficar aí reclamando porque não me permite liberar meus serviçais?
- Silêncio Dother, eu sou a deusa do equilíbrio e além do mais você é uma das deusas dos Asmordianos, quem vai garantir a sua imparcialidade?
- Thanatos! Faça alguma coisa! – Grita Dother, a deusa da escuridão para o deus governante.
- Não posso fazer nada até que Jureore termine a reunião...- Falou Thanatos apontando para algumas correntes que o prendiam ao trono.
- Como dizia, proponho escolhermos os melhores guerreiros para defender os nossos interesses, dando-lhes a imortalidade.
- E quem seria? – retrucou Gaia, a deusa da terra.
- Periett...
- Eu Periett, deus da destruição e do caos escolho Zeke Sieghart.
- Gaia...
- Eu escolho Zero Zephyrum.
- Zig...
- Dio.
-Dother...
- Escolho Rey Von Crimson.
- E você Jureore? – Pergunta Thanatos com curiosidade
- Eu escolho Mari Ming Onette.
Thanatos se levantou e estendeu a sua mão para o centro da mesa de pedra e em uma nuvem de fumaça surgem cinco pessoas.
- Zeke Sieghart...- chamou Thanatos.
Um rapaz de +- 25 anos de idade, cabelo negro e bagunçado com olhos prateados com um tom arrogante deu um passo a frente.
- Você aceita a imortalidade em troca de servir aos deuses?
- Sim.
- Rey Von Crimson.
Uma asmordiana de aparentemente 20 anos de idade com cabelos rosa e longos de apresentou.
- Aceito a terefa.
- Zero Zephyrum.
Um garoto de 19 anos que tinha nos olhos uma faixa e nas costas uma enorme espada.
- Aceito.
- Dio.
- Vamos logo...
- Mari Ming Onette.
- Sim meu senhor?
- Aceita a missão?
- Qualquer coisa para salvar o meu povo.
- Pronto! Os campeões já foram escolhidos, agora Jureore me libere de seu encanto!
Jureore bate no chão seu cajado com a libra do equilíbrio e as correntes que prendiam Thanatos ao trono se quebraram. O deus governate pareceu satisfeito, tirou uma adaga da sua túnica e cortou-lhe a mão colocando o sangue em cinco taças, todos os outros deuses fizeram o mesmo.
Os cinco campeões tomaram o sangue e foram mandados de volta para Arquimídia, a terra das guerras. Acordando em uma tenda de guerra.
- Agora vamos nos preparar para a batalha! – disse o moreno pegando sua lâmina e colocando armadura.
- Tsc, para que pressa queridinho? Eu posso acabar com 10 asmordianos em um golpe, não sei enquanto a você, mas não tenho pressa.
- Rey tem razão Sieg, não é prudente se arriscar assim, aliás, os asmordianos rebeldes deram uma boa ajuda hoje, sabe o quanto foi difícil sobreviver durante esses três meses de guerra e. — Mari é interrompida quando Dio chega bem perto de sua boca acariciando seu rosto.
- Você é tão linda, mas fala dem... – Dio para quando vê que sua mão estava caída no chão graças à lâmina de Sieghart.
- Tire as mãos dela seu chifrudo!
- Há há há, pelo o que parece você está garantido não levar chifre... — Rey riu olhando com um brilho sinistro no olhar para Mari.
- SEU BASTARDO! VOCÊ ARRANCOU A MINHA MÃO! VOCÊ VAI PAGAR CAR... – Dio parou para olhar a sua mão decepada quando viu que outra estava crescendo no lugar, algo incrível, porém perturbador.
- Muito interessante, parece que é um bônus por causa da imortalidade. – Falou Mari interessada no ferimento de Dio.
- Vamos dormir, amanhã cedo temos muito trabalho para fazer. – Disse Zero que tinha ficado no canto em silêncio até aquele momento.
***
Amanheceu o tempo nublado com uma densa neblina e o ar com cheirando a: sangue. Sieghart nunca pareceu tão excitado e louco por uma batalha, para estrear sua imortalidade.
Os exércitos estavam postos, de um lado Calnatianos e Asmordianos rebeldes (que eram contra a destruição de Calnat) e os Asmordianos conservadores.
Os cinco estavam postos linha de frente, Mari estava com um revolver, Sieghart estava com a sua soluna, Rey com uma endless , Dio com sua clássica foice e Zero com a sua inseparável espada.
Os exércitos começaram a avançar, os asmordianos iam à frente e os calnatianos criavam canhões e outras armas de destruição em massa. Rey já começara com as suas invocações: gárgulas que cuspiam fogo e alguns lobos demoníacos, Mari já tinha recarregado seu revolver várias vezes e atirava derrubando os primeiro demônios.
Sieghart lutava quase como se fosse uma brincadeira ria e ria deferindo golpes mortais nos inimigos que iam caindo aos seus pés, Dio já começara com seu golpe letal: esfera das trevas e Zero estava quebrando tudo literalmente.
Mari não sabia o porquê, mas aquela batalha tinha sido relativamente rápida comparada às outras, mas uma boa notícia o inimigo tinha recuado cerca de 200km ao sul de volta para os portais dimencionais.
***
A noite foi agradável, não estava tensa como a manhã agora que a lua brilhava intensamente no céu limpo. Os soldados estavam comemorando a vitória, mas Mari tinha um mau pressentimento sobre o que viria a seguir.
A azulada foi para a tenda de Sieghart , afinal ela queria companhia e nada melhor do que ficar com o seu amante pelo menos por uma noite. Ela tocou o sino que ficava na frente, mas ninguém veio responder, então ela foi entrando.
Para a sua surpresa Sieghart estava deitado no chão seminu entre lençóis e outras coisas espalhadas beijando a Rey que só trajava algo que parecia um short minúsculo.
- Opa, parece que nos pegaram... – Disse Rey com uma falsa surpresa.
- Mari...
- S-seu... d — desgraçado, só fiquei longe de você por um mês POR SEU CONSELHO e ainda me trai com essa vadia siliconada?- disse Mari segurando o choro e saindo do local.
- Eu não sou uma vadia! – Exclamou Rey tentando cobrir o busto com uma blusa tão apertada quanto seu short.
- Mari! Deixa eu me explicar com você... — Sieghart saiu pela tenda atrás da Mari.
- Não quero falar com você, aliás, ponha alguma roupa, a Rey arrancou a sua cueca na saída... – Resmungou a azulada se virando para ir para a sua tenda.
O moreno olhou para baixo e saiu correndo, ele estava nu na frente de quase todos os soldados.
- SUA VADIA IMUNDA! – Gritou o moreno deferindo um tapa no rosto da garota asmordiana.
Rey abaixou o rosto tocando na marca vermelha que estava na sua cara, olhou para Sieghart e falou algo tão baixo que ele não entendeu.
- O que você disse?
- LIÇÃO DE ETIQUETA!
Rey invocou James seu fiel mordomo que deu um golpe no peito do imortal que saiu quase que voando para fora da tenda.
- Agora prove do remédio Siegh, isso é para você aprender a não me rejeitar... E na próxima vez que me bater EU MESMA vou te matar... Ok queridinho?
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