Os Guardiões-o Retorno Dos Protetores
18 jogo minha vida ate o por do sol
Notas iniciais
espero que gostem
Eu me levantei peguei minhas bolsas e sai do trem colocando meus óculos escuros.
Encontramos todos os outros ao lado de uma BMW preta, Ares segurava as chaves balançando na frente do meu rosto.
Com reflexos de pantera peguei a chave e entrei no carro.
Fechei a porta a tempo de ouvir Ares batendo nela.
Liguei o carro e comecei e coloquei o cinto, baixei o vidro inteiro e disse.
-há , entre no carro-falei e ele grumio
-você não tem idade para dirigir-falou
-nem você velhinho-falei
-o que os mortais iam pensar...espera me chamou do que princesa?-perguntou com as íris vermelhas sangue ardendo como fogo soltando fumaça.
- talvez-falei
-saia, do banco- falou.
-não falei fingindo ofendida.
-sim-falou
-não
-sim
-não
-sim
-não
-sim
-não
-sim
-não
-sim
-sim
-não-falou Ares caindo na minha armadilha
-já que insiste — falei com um sorriso e ele percebeu o que fez e tentou me dar um soco, mas movi a mão e um escudo dourado apareceu na minha frente.
-se você quer vir vai ter que ir ao banco de trás-falou
Ele me olhou com a mais repleta fúria, mas depois o abri um sorriso psicopata que até fiquei com medo.
-eu não posso entrar na Disneylândia princesa, mas estarei-te observando-falou e em um fleche dourado sumi-o.
Di Ângelo subiu-o no banco ao meu lado e tirou da porta luvas um mapa, as meninas foram no banco de trás.
-garoto da morte, para onde?-perguntei
-pegue a Avenida 56 e vamos parar no local, Srtª: eu me acho-falou.
-sabe dirigir de Ângelo?-perguntei
-não falou e eu sorri
-então cale a boca ou você ai para o banco de trás sim?!-falei e sai do estacionamento pegando a a55
-espere ate eu aprender-falou com uma careta.
-pare de reclamar-falei virando na av 56- e cale a boca.
-vocês parecem um casal de velhos brigando-falou Emma
-cale a boca-falamos (eu e di Ângelo) juntos depois olhamos um para o outro por um tempo
-CUIDADO-gritou Liz pegando o volante do banco de traz e desviando de um caminhão que vinha na nossa direção
Recuperei meus sentidos empurrei Liz, tomei posse do volante e costurei entre os carros que iriam bater em nos, mas é claro com Emma berrando no banco de trás algo como.
-AAGGENTE VAI MORRER, HHHHHHAAAAAAAAAAAAAAAA, EU NÃO QUERO MORRER TAO CEDO, EU AINDA NEM BEIJEI O HARRY STILE HHHHHHAAAAAAAAAAA- ela berrava, os meus ouvidos não são pinico não.
-LIZ CALA A BOCA DELA-gritei e Liz deu nela uma tapa na cara de Emma e finalmente ela parou de berrar e eu finalmente consegui voltar para a pista certa sem carros tentando nos matar
Di Ângelo massageou as têmporas e murmurou algo sobre mulheres e gritaria.
Uma fila de carros se formava aminha frente por isso resolvi diminuir a velocidade e entrar na fila li a placa que estava escrito
Disneylândia 1hora desse ponto
Eu gemi e bati minha cabeça na buzina do carro
-vamos a pé-falou di Ângelo
-e o que você sugere que eu faça com o carro gênio?- perguntei com veneno pingando da minha voz.
-deixar você aqui com o carro para estacionar, te encontrou adentro em algum restaurante-falou e todos saíram correndo do carro antes que eu possa raciocinar e me deixaram sozinha com o carro e 1 hora de fila.
-AQUELE @3##$56&&*)$#)-gritei
-------------1 hora e 25 minutos depois-----------------
Finamente consegui entrar aqui, eu mato eles, há se mato.
E eu ainda tinha que usar um broche estupido que significava que era a minha primeira vez aqui.
Aconteceu o seguinte, eu entrei no meio da multidão que parecia que não passava dessorando, esta que catinga.
Você não deveria ter vindo mestiça — falou uma voz horrível na minha cabeça.
Quem é você? Talvez devesse vir pra cá para poder dar um soco em você? – perguntei de volta girando em volta de mim mesma tentando ver qualquer um, mas as cores começaram a sair do foco.
Você mestiça me surpreende com sua arrogância, que tal eu lhe propor um acordo.
E eu tenho escolha?
Respeite-me ou morra criança, eis o acordo vocês e seus amiguinhos achem nos ate o por do sol, se ultrapassar o por do sol, olhe o que acontece com vocês.
Uma pessoa gorda perto de mim cai-o no chão gritou algumas vezes e virou um liquido gorduroso nojento que cheirava a gordura queimada.
Que o jogo comesse
Espere eu não aceitei!
Mas a voz nada respondeu
Meio tonta eu fui gritando o nome deles e sai correndo de restaurante em restaurante.
Eles estavam saindo de um e vieram preguiçosamente ate a mim, eu lhes expliquei a situação e saímos correndo para o safari já que a foi o lugar que me ocorreu à transformação.
Nada
Os leões só me olharam com curiosidade.
Depois fomos à froirland andar de barco e por dentro da montanha por causa da transformação de Emma na agua, o sol já esta a se podo e nos estávamos na parte de fora daquela cúpula muito estranha, bom a Liz tirou de não sei de onde que parece um templo.
Bem só sei que já eram 03h23min da tarde e não tínhamos conseguido nada.
-e se no fossemos na montanha russa pulássemos do topo sugeri-o Liz
-Essa foi à tentativa mais estupida que eu já ouvi.
-não estão se esquecendo de nada garotas?-perguntou
-não sei não, esqueci-me de passar gloss.?-perguntou Emma
-onde eu fui transfornado-insistio
-nos não vamos para o mundo dos mortos Nico-falou Liz
-não, mas foi em um castelo-falou e todo parou em frente ao castelo cor de rosa.
-não, nem sabemos se tem algo lá realmente di Ângelo não pode dar um passo em falso-falei.
-qual é o primeiro elemento do ciclo elementar?-perguntou di Ângelo
-ar-respondi
-então vamos-falou pegando meu pulso e empurrando as duas em direção ao castelo cor de rosa.
Ao pararmos na frente do castelo eu senti uma onda forte de poder me empurrando para trás e cai sentada no chão.
-ou tem algo ai ou estão tentando nós enganar. Falei e peguei minha varinha e coloquei a mão no campo de força, o senti se estendo e sua força.
-é possível que eu desmaie arrastem meu corpo para onde forem ok?-perguntei e não deixei eles terminares porque eu tracei uma porta no campo de força e coloquei a ponta da varinha no campo enquanto entoava algo que eu tinha lido no grande livro.
-abrireis deixar-me entrar matéria, curve a minha vontade, lhe aplico minha magia, deixar-nos entrar-entoei e bati com o punho da varinha no campo que tremulou por uns instantes e eu o senti ceder, me curei para frente de dor e tudo ficou preto.
Quando acordei de novo eu esta jogada como um saco de batatas no ombro do di Ângelo.
Eu me mexi um pouco e ele me pôs no chão automaticamente.
Estávamos em um corredor de chão de mármore e paredes tom pastel cor de rosa, de tempos em tempos se viam portas de madeiras entalhadas e mesas com lindos arranjos de flores o corredor encontrava outro mais a frente.
Ele fez sinal para que eu ficasse quieta e me deu uma barra de cereal e um pouco de néctar
-onde estamos? –perguntei
-no castelo bela adormecida-respondeu e então som de passos correndo forte vieram ao nosso alcance, me preparei para correr quando Liz e Emma entram correndo com passes de segurança, saímos todos correndo , derrapamos nas curvas, dobramos vários corredores.
Quando parramos algo na minha bolsa magica parecia sussurrar algo que não compreendi, quando abri a bolsa minha bussola estava brilhando e era ela que sussurrava.
Passei os dedos por ela e parei na sua tranca, eu senti que escalibur em forma de pingente em meu pescoço se aqueceu, eu tentei abrir sua tranca, mas dessa vez ela abriu como se fosse aberta toda hora.
http://www.joiabr.com.br/noticias/070208d1.jpg
Dentro dela figuras estavam como os pontos cardeais, havia três ponteiros, dois estavam parados, mas havia um que apontava para o leste.
Empunhei minha varinha e fui naquela direção, os outros me seguiram em silencio, nos tivemos que virar mais três vezes ate encontrarmos guardas então apontei para eles e disse um simples feitiço em egípcio.
-tas- eles foram envoltos de cordas e segui em frente ate que o ponteiro apontou uma porta ao meu lado, parecia igual às outras na verdade, tentei abrir, mas estava trancada.
-qual é o elemento que vem depois do ar?-perguntou Emma
-agua-respondeu Liz
Emma tirou de debaixo das roupas uma corretes que eu já vira sendo entregue a ela pelas caçadoras
http://1.bp.blogspot.com/_hyhYy2pQCA4/S6ErgEE9_fI/AAAAAAAAASY/g0Ai6SRduuA/s400/DSC02045.JPG
Ela testou na tranca duas vezes, na terceira, entrou suavemente e fez um sonoro clique.
-o tempo esta acabando-falou Liz impaciente e entrou no quarto seguido por mim e di Ângelo Emma foi a ultima a entrar por causa do colar quando fechou a porta percebemos que havíamos entrado em uma fria.
O chão era de terra vermelha, havia ossos empilhados, havia uma porta no meio do nada, sem parede, apenas a porta, eu não via o teto do lugar só escuridão pegou meu cajado e o acendi iluminando o lugar escuro.
-para onde?-sussurrei a mim mesma, mas bussola parecia que tinha pifado porque ficava rodando e rodando.
-vamos por ali-falou Emma tomando à dianteira e indo para o leste.
-obrigada Emma-falou Liz indo para o oeste, e como eu não tinha palpite melhor fui atrás dela.
-é assim vocês me abandonam no meio do nada?-ela falou indignada, mas depois reclamou e foi atrás de nós.
Andamos por alguns minutos antes de Liz quase cair do penhasco, mas di Ângelo a salvou a puxando-a para trás.
-obrigada Nico-falou e o di Ângelo deu de ombros
-somos um time, certo? –falou
Um silencia se alongou ate que Emma sorri e disse.
-certo-falou
Eu me aproximei da cratera, peguei uma pedra que estava ao meu lado e joguei.
- 1... 2...3...4...5....6....não adianta já estaríamos mortos.
-o próximo elemento no ciclo é terra-falou Liz.
Eu apaguei o cajado e soltei um longo suspiro.
-se afastem-falei
Eles foram sensatos e se afastaram.
Eu me ajoelhei e coloquei as mãos na terra e fiz uma ligação com ela pelo meu elo de empatia, senti seu corpo se estender, todas as suas imperfeiçoes e sua densidade.
Eu precisava chegar ao outro lado do abismo.
Girei uma mão e empurrei outra. Placas de pedra avançaram para o outro lado.
Eu havia criado uma ponte.
-PASSEM-gritei tremendo, eu precisava manter a ponte.
Liz e Emma passaram correndo pela ponte, mas o di Ângelo me agarrou e passou correndo pela ponte só que sem eu para segurar ele teve que abrir as assas e voar.
Eu mesmo em estado meio fora do ar não pude deixar de perceber que di Ângelo tinha um belo peito que foi meio mostrado como ele abriu-o as assas e rasgou a camisa e a jaqueta.
As assas e as assisti mudar da cor preta como a morte para branca como o céu não sei por quê. Eu o abracei forte de medo eu admito que não goste de ficar no ar não me senti segura.
Eu odeio admitir, mas eu só tinha comido aquela barra de cereais que o di Ângelo tinha me dado.
Assim que pousamos e eu me assegurei estar no chão me afastei dele para me jogar no chão de pedra, há que maravilha uma coisa estável.
Peguei-me minha mochila e tirei de lá algumas barras de cereais e uma garrafa d’agua.
-obrigada di Ângelo-falei de mau humor e me levantei e continuei reto comendo minhas barras de cereais e tomando um gole da agua- se prepare Liz o seu elemento é o próximo-falei e com essa feliz declaração sai andando.
Liz estava atrás de mim e parecia nervosa.
Começamos a ouvir o som de um violino tocando algo um pouco desafinado nos aproximamos para ver uma vitrola antiga encima de uma mesinha.
Nós ficamos envoltas da vitrola e nos entreolhamos Liz foi lá e tirou o disco de vinil e analisou.
Segundos depois nos deparamos com um dragão verde enorme atrás de Emma.
-Emma não se mecha-falei com cuidado.
Liz recuou e fez uma coisa que já era prevista, se transformou em uma drago-a roxa um pouco menor que o verde e atirou uma rajada de fogo nele.
Eles se jogaram um contra o outro e começou uma disputa de quem ia quebrar a cabeça do outro primeiro.
Como foi assustador demais dizer o que aconteceu por isso vou resumir os fatos.
Liz colocou na mandíbula o pescoço do outro dragão e o quebrou, o matando.
Liz voltou para fora humana examinou a vitrola, a percebi interessada em uma manivela que ela começou a girar e uma porta apareceu no meio do nada.
Era antiga, de madeira, parecia resistente, um grande G estava marcado na porta grosseiramente.
Liz tirou do pescoço a chave que a amazonas lhe deu.
http://todentrotofora.com.br/wp-content/uploads/2011/11/colar-comprido-chave.jpg
Ela colocou a chave no buraco e girou bem forte ate que conseguimos ouvir um click bem enferrujado como se não abrissem a porta há anos.
Empurramos a porta com força ate que eu perdi a paciência.
-saiam-falei e peguei com meu coturno e chutei muito bem chitado porque a porta cai revelando um retângulo luminoso.
Todos entraram de mãos dadas em fila indiana para caso de alo acontecer ao outro.
O sol se ajustou a minha visão e eu vi um lugar maravilhoso.
[procure giverny no google imagens, o local era assim]
O local era maravilhoso, flores (tulipas, rosas, etc.) estava plantado em um jardim, um lago com vitórias-régias boiava onde uma ponte verde de madeira ligava as partes do jardim, arcos em que trepadeiras cheias de flores se enroscavam iam em direção a uma casa de dois andares antiga toda recoberta por trepadeiras verdes, na frente da casa estava mesas de metal brancas entalhadas com duas pessoas sentadas em luares opostos tomando chá pelo céu já esta a entardecendo.
Eu corri para eles que pularam nas cadeiras e arregalaram os olhos para mim, mas eu disse.
-o jogo acabou-falei
Fale com o autor