Os Guardiões-o Retorno Dos Protetores
10 de volta a rotina.
Notas iniciais
Acordei com uma enorme dor de cabeça, alguém havia tirado meus coturnos enquanto dormia.
Estava toda desconfortável.
Decidi tomar um banho. Minha cabeça doía demais.
O banho foi longo e relaxante, mas não posso dizer que não chorei. Doía.
Doía e muito terminar com um cara legal.
Mas o canalha, me trair com minha amiga? Que por mim vá arder no fogo do inferno.
Eu me vesti de jeans, blusa vermelha e uma sobre blusa que era um tipo de jaqueta jeans preta cheia de tachas e coturnos.
Sai do meu quarto com a bolsa magica no meu ombro.
Desci as escadas escorregando no corrimão.
Me sentei no meu lugar de costume da mesa e os alunos me olharam estranho.
Um copo com chá e um prato com panquecas e calda veio voando e aterrissou na minha frente de acordo com a minha vontade é claro.
Comecei a comer ignorando tudo.
De repente alguém pega meu pulso que segurava o garfo.
-o que são essas marcas?-perguntou tio Amos examinando meu braço cheio de queimaduras e cortes visíveis nos meus braços.
Amos.
Me virei para ele e o abracei, era bom abraçar alguém vivo.
Ele beijou o topo da minha cabeça e examinou meus braços.
-o que aconteceu?-perguntou
-treinamento-respondi engolindo um pedaço de panqueca
Ele me olhou de forma estranha.
-tem treinado muita magia?-perguntou
-sim — respondi e voltei a comer.
-alguém tem machucou enquanto estava fora?-perguntou
-sós monstros, como de costume-respondi bebendo o chá.
-onde você esteve?-perguntou
-aprendendo-falei e olhei para ele e sorri de um jeito misterioso — talvez bem demais-falei.
O resto do dia eu passei evitando Walt e Jaz.
Fiquei na pista de atletismo dos quatro andar só para mim treinar.
Eu me esqueci dos feiticeiros e voltei para os magos.
Invocação, magia hepática... meu adorado cajado...
Eu girava meu cajado com facilidade nas mãos enquanto ele queimava.
Eu treinei minha mira com há varinha.
Enfrentei alguns sabhit que eu conjurei.
No final do dia, eu estava suando, morta de cansaço, pensando em que eu poderia fazer para ocupar minha mente.
Eu tirei o baralho da bolsa e olhei para ele, era um baralho de videntes.
Eu limpei o suor da testa com as costas da mão e fiquei pensando se eu poderia...
Pequei uma carta como se por instinto e jóquei em uma pilastra que tinha ali.
A carta no meio do caminho pegou fogo, ela cortou a pilastra que caio e voltou para minha mão.
Demais.
Como eu tinha perdido o almoço estava exausta.
Fui para cozinha comer algo.
Eu só pensava que devia ter um elevador aqui, vichi quanto degrau.
Sentei-me na bancada de granito e pensei em um queijo quente, da geladeira saio os ingredientes e vi ele se preparar sozinho.
Ele voou para mim e ao tive tempo de raciocinar direito por que ele foi direto para minha boca.
Arregalei os olhos peguei o sanduiche que estava para fora e o tirei da minha boca.
Metade do sanduiche continuava na minha boca então forcei a engolir.
Preciso treinar mais o que pedir.
Ouvi um riso e vi Carter parado na soleira da porta me observando com um sorriso estupido no rosto.
Eu o ignorei e voltei a comer meu queijo quente... até que ele estava bom.
-você melhorou em magia-falou e foi para minha frente.
-o que posso dizer? Eu me esforcei para que isso-falei e limpei as mãos os jeans agora que terminei de comer.
Carter se sentou a meu lado e me observou.
-você estava chorado ontem quando há encontrei dormindo-falou — foi o Walt? Se for ele pode deixar que eu bato nele-falou
-ao foi só ele-falei fraca e voltei meus olhos para Carter- por que você nunca me disse que Anúbis era casado?-perguntei
O rosto de Carter ficou branco.
-bem... eu conversei com ele e disse para ele dizer a você ,mas ele nunca fez-falou
-você deveria ter me dito-falei fria
-mas você não teria acreditado-falou então se levantou – eu avisei a eles ninguém meche com minha irmãzinha, agora eles vão ver-falou e quando estava na porta eu disse;
-vai fazer o que? Lutar com ele?-perguntei achando graça, mas ele se virou com uma cara que deu medo.
-se for necessário- falou e saio.
O que fofo, ele se importa comigo.
Ele vai acabar com eles e você não esta nem ai? Perguntou minha consciência
Não eles que vão arder na terra dos demônios
Eles são uns idiotas, mas você ainda os ama mesmo que um pouco.
Eu não eles são uns cafajestes.
Há escolha é sua
Eu sei pare de me pressionar.
Eu estava tão evolvida na minha conversa mental que nem vi Jaz entrar.
-Sadie-falou e eu me virei para ela me levantei-me perdoe, eu não queria namorar Walt... -ela vi-o que tinha dito a palavra errada, eu me encolhi visivelmente – quer dizer...você sabe, as coisa acontecem , ele passava muito mal e estava com dor, então, então, sabe -ela encolheu os ombros –eu só queria ajudar-falou.
Ai eu percebi.
Jaz era apaixonada por Walt desde sempre, e o queria feliz, e como eu estava longe... ela vi-o ele infeliz mas nunca me machucaria, achava que eu não voltaria.
-eu... eu te perdoo –falei e ela olhou em meus olhões e tentei esboçar um sorriso mas saio uma careta –entendo por que fez isso, só...queria dizer que não gosto mais dele como gostava -falei naturalidade.
Era uma das maiores mentiras que eu já havia contado, mas ela pareceu acreditar o suficiente então sorrio para mim aliviada.
-eu estava tão nervosa, achei que gritaria-falou e foi embora.
Depois de alguns minutos olhando o nada eu gritei um grito de... raiva? É quem sabe.
Estava com tanta raiva que fui ate um obstáculo da pista de atletismo, apontei para ele e grite.
-ha-di- gritei com toda raiva minha e Isis acumulada.
O treco explodiu-o em 10000000000000000000000000000000000000000000 pedaços ou mais e levantou uma grande nuvem além de fazer uma tremenda sujeira.
Eu nem liguei.
Eu estava com raiva agora, e nem ligando para mais nada, nem sabia do que estava com raiva.
Há é... de tudo.
Começou a chover... forte.
-há é, você se acha muito engraçado não é?-gritei para o céu e um trovão caio — isso não tem graça-gritei
A chuva começou a cair mais forte.
-há, é claro, depois de tudo do aconteceu, é isso, eu vou pegar uma hipotermia, que seja-gritei e outro trovão caio – A grande Sadie Kane, gritando com o nada-gritei- eu nem sei se algum deus esta ouvindo, depois de salvar o mundo esta gritando com o nada-terminei murmurando.
-acho que faz parte do seu processo de recuperação-falou uma voz atrás de mim e eu me virei e dei de cara com Afrodite em um vestido cor de rosa embaixo de um guarda-chuva transparente muito grande.
Ela caminhou ate mim e me puxou para debaixo do guarda-chuva.
- querida... eu sei que sofreu, mas se quer saber, vocês não iam continuar juntos por muito tempo, Anúbis é um deus, e é casado, e Walt...ele estava te prendendo-falou –agora, eu quero que você se liberte , seja como era-falou e me entregou o guarda-chuva-use ele, essa chuva não vi parar tão cedo.-falou e sumi-o.
Eu joguei o guarda chuva longe e fui a passos pesados em direção ao meu quarto.
Eu fiz uma trilha de agua por dois andares, mas quem liga.
Fui tomar um banho, com aquele toró caindo lá fora.
Peguei uma calça jeans skinny azul escura, uma blusa da Abbey Dawn escrita What the hell pichado em preto nela e uma jaqueta de couro preta.
Tomei um longo e demorado banho e me vesti no banheiro.
Quando sai gritei, mas as paredes são a prova de som então ninguém o ouvi nada.
Por que eu gritei?
Por que tem um deus no meu quarto deitado na minha cama, mexendo no meu I-pod.
Ninguém meche no meu I-pod
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