Ele corria para dentro da noite.
Corria sem pressa, apenas para sentir o silêncio e ouvir o vento. A noite era sua amiga. Gostava daquilo. Podia dizer que tinha liberdade, afinal, sua mãe não era controladora, mas também não era totalmente liberal.
Mas ela ainda era perfeita, do ponto de vista dele.
'E já devia estar em casa', lembrou ele, enquanto descia a rua, a toda a velocidade.
Sem saber que uma tragédia estava para se acometer da sua vida, ele permanecia o trajeto calmamente, pedalando, sem as mãos no controle da bicicleta que ganhara do padrasto.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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