Os Golpistas

13 Que tal ficar para o Jantar?


Notas iniciais
Sorry a dmeora...não joguem Tomates na minha Cabeça.
É que Off está agitado, mas amanhã posto mais Cap, pq tipo esse cap ia ficar com mais de 5.000 palavras, dai ia ficar grandão demais, ai eu dividi :)
Bom agradecendo a todos os reviews...e respondo eles depois gente, entrei apenas para postar o Cap, Obaaa tem POV da Brooke hihihi terão outros...mas esse foi apenas para da um gostinho da boca.
Bom música ainda não tem, estou aguardando o Cap certo.
Haaaa
Corrigindo..no último Cap, eu tinha indicado umas fics.
E eu errei em uma.
A garota da floresta...errei.
É a JOVEM DA FLORESTA meu povo.
Da uma passadinha lá, boa mesmo :) Da minha amiga JP.
Bom chega nhe?? kkk Boa leitura povo Lindo.
Quero muitos Reviews..se não eu não posto mais Muahahaha.

POV Jared Howe

ܔܢܜܔܔܢܜܔܔܢܜܔܔܢܜܔܔܢܜܔܔܢܜܔ

—Não Hay, hoje eu não posso, é sério, marcamos outro dia—Já era a quarta vez que eu negava seu pedido, contudo Hay era bem persistente quando queria.

—Jared não aceito enrolações, se você não vier me ver, eu vou até você.

—Estou ocupado no momento, realmente seria difícil sair agora, por favor, entenda Hay.

—Tudo bem, se você não pode vim até mim, eu vou até você.

—Hay escuta... —Antes que eu pudesse terminar minha frase, ela desligou, colocando um ponto final na conversa. De fato, ela viria. Bufei desligando o celular e o jogando no bolso da jeans, passei a mão pela nuca tentando me acalmar, eu tinha sido vencido por Hay, mais uma vez.

Ela e sua mania de desligar o telefone na minha cara, levando a última palavra. Bom, já que eu não tinha escolha, o jeito era esperar ela chegar, coisa que não demoraria muito. Fui para fora do galpão esperá-la.

[...]

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Como eu disse logo ela chegou, estacionou sua moto perto de mim, retirou o capacete deixando os cabelos negros e lisos se esvoaçarem. Um sorriso grande surgia em seus lábios, acabei devolvendo o gesto, era impossível não retribuí-la. Saiu de cima da moto vindo em minha direção.

—Se Maomé não vai à montanha, a montanha vem até Maomé—Disse encurtando o espaço entre nós. Ela estava a centímetros de mim, nas mãos segurava o capacete.

—Digamos que Maomé estava um pouco ocupado—Inclinei o rosto para beijá-la na bochecha, mas Hay virou o rosto rapidamente, e no lugar de beijar sua bochecha, beijei seus lábios, um beijo que logo ficou intenso, pois a mesma passou seus braços em volta do meu pescoço, unindo nossos lábios de vez.

Afastei-me um tanto constrangido, Hay era impulsiva, isso era notável. Ela me olhou fazendo um biquinho, eu apenas sorrir da sua expressão de menina dengosa.

—Não gostou de me beijar gato?—Envolveu ainda mais seus braços em meu pescoço.

—Não é isso, sabe que estamos separados, por que faz isso Hay?—Olhei procurando uma resposta em seus olhos, ela sacudiu a cabeça soltando uma risada.

—Meu irmão me disse que foi na oficina hoje cedo—Colocou outra conversa no meio.

—Fui pegar minha moto, tive que voltar logo, apenas isso.

—Não podia me esperar? Sabe que gosto quando vai lá—Me deu um selinho demorado, logo em seguida afastou seus lábios.

—Não deu, mas eu ligaria para você.

—Há é?—Lançou um olhar de dúvida—Quando? Parece que sempre estou em último plano Jared.

—Não é isso, é que...

—Esquece gato, eu não ligo, se você disse que estava ocupado, eu acredito—Cortou-me... Suas mãos saíram do meu pescoço, agora ela me empurrava para dentro do galpão.

—O que está fazendo Hay?

—Quero vê os outros, o seu irmãozinho, seus amiguinhos, não posso?

—Claro, mas não poderia ser outra hora?

—Ai Jared! Para com isso, vamos entrar logo e pronto.

Não adiantava eu insistir, tudo era quando ela queria, na hora que ela queria. Hay já estava no pátio do galpão, e pior, me arrastava com ela. Connor apareceu surgindo dos fundos do galpão, ele parecia surpreso com a ‘visita’.

—Connor? Nossa quanto tempo querido—Hay me soltou, indo abraçar Connor, o mesmo retribuiu o gesto, um tanto contra a vontade, mas acabou retribuindo.

—Como vai Halley?

—Bem querido, e, por favor, me chama de Hay, você nunca aprende heim!—Deu um tapinha no ombro dele.

—Bom, vou deixá-los a vontade—Ótimo, Connor saiu em direção aos quartos, antes de ir embora, ele me lançou um olhar como se quisesse dizer ‘Boa sorte amigo’.

—Nossa o Connor não muda mesmo, fechadão e com essa cara séria.

—É o jeito dele Hay, pensei que já estivesse acostumada—Falei.

—Sabe que sou alegre Jared, o Connor parece que está com depressão, bom, se ele não que ajuda tudo bem, mas eu quero vê os outros, cadê o Liam. Adoro aquele gênio.

—Escutei meu nome?—O garoto vinha entrando no pátio, carregava seu notebook nas mãos, logo colocou um sorriso de orelha a orelha quando viu Hay—Você aqui? Que surpresa.

—Owt querido—Os dois se abraçaram felizes, Liam não sei por que gostava muito de Hay, talvez ele fosse afim dela, era possível essa hipótese.

—Não abraça demais, o Jared pode ficar com ciúmes—Hay me olhou provocando.

—Por mim sem problemas—A cortei, e ela revirou os olhos.

—O que veio fazer aqui?—Liam perguntou curioso.

—O que você acha? Vim vê seu amigo—Apontou para mim—Já que ele não liga mais para mim—Deu ênfase na última frase. Eu me limitei a cruzar os braços sobre o peito.

—Vai ficar para jantar conosco, não vai?—Quase fuzilei Liam com os olhos, que raios de idéia era aquela dele? Será que ele havia esquecido que tínhamos uma refém? E que era perigoso recebermos visitas. Acho que o interesse dele por Hay, estava cegando-o.

—Ela não pode—Me intrometi. Hay me lançou um olhar de contrariedade.

—E por que não posso Jared?—Perguntou me encarando.

—E o Peter? Você não avisou a ele—Falei a primeira desculpa que veio a mente.

—Não seja por isso gato—Ela colocou a mão dentro do bolso da saia preta, puxou seu aparelho celular. Logo estava falando com seu irmão—Peter querido? Sou eu a Hay, avisando que vou jantar no Jared hoje ok? Não se preocupe, liguei para avisar.

Ela trocou mais algumas palavrinhas com ele, depois desligou toda contente.

—Prontinho! Problema resolvido.

—Só você mesma Hay—Disse vencido.

—Eu sei gato, não tem nada que eu não consiga—Deu uma piscadela, e saiu puxando Liam pelo braço—Vamos até aquele refeitório, temos muito papo para colocarmos em dia. Não tive outra opção, a não ser segui-los.

[...]


—Nossa! Isso aqui está uma delícia, Brooke confesso uma coisa, você arrasa na cozinha, já pensou em ser cozinheira?

—Não Hay, eu cozinho por prazer, não é algo que eu queira adotar—A loira respondeu contra a vontade. Pois é... Brooke não ia com a cara de Hay, desde o primeiro dia que apresentei as duas, elas não se deram muito bem. Brooke detestava o comportamento de Hay, e a morena não gostava do jeito de Brooke. Contudo elas se respeitavam, na medida do possível.

—Que peninha, daria uma cozinheira de mão cheia—Voltou a falar.

—Que bom que está gostando Hay. Há sinta-se a vontade para repetir seu terceiro prato—Realmente Brooke alfinetou com aquele comentário, pois Hay já estava em seu segundo prato. A morena ficou constrangida, porém apenas sorriu.

—Como vai o Peter?—Dessa vez quem falava era meu irmão.

—Como sempre, enfurnado naquela oficina, é difícil ele sair. Mas Peter me disse que gostou daquele serviçinho que você fez a ele mês passado—Ela se referia a uma moto que Ian havia concertado—Ele até pensou em chamá-lo para trabalhar com ele.

—Sério?—Havia uma empolgação na voz de Ian.

—Claro Ian, ele disse que você mandou bem. Quem sabe você ligue para ele depois, seria uma boa.

—Vou pensar na idéia Hay, de qualquer forma obrigado por avisar.

Hay deu um sorrisinho curto para Ian. O resto do jantar foi bem tranquilo, conversamos sobre algumas coisas, mas sempre cautelosos, não queríamos tocar no assunto da Melanie, não naquele momento. Infelizmente Liam deixou escapar o nome dela, tentamos revirar a conversar, mas acho que Hay ficou desconfiada, ela não era uma mulher boba, muito pelo contrário.

Depois do jantar, todos foram se ocupar com alguma coisa, Hay acabou indo para meu quarto, segundo ela, tinha algo para conversar comigo. Concordei sem relutar, queria saber do que se tratava.

[...]


—Pronto! O que você que me falar.

—Quem é Melanie?—Engoli em seco, ela foi curta e grossa com a pergunta.

—Melanie?—Tentei me fazer de desentendido, mesmo sabendo que seria em vão.

—Acha mesmo que pode me enganar Jared? Te conheço há dois anos, sei bem quando menti pra mim, e aquele papo de que ela era uma amiga do Ian, não me convenceu, tava na cara que vocês todos estavam mentindo.

—Você está ficando neurótica Hay, contamos a verdade, Melanie é uma amiga que Ian conheceu, o Liam é que fala demais, só isso.

—Amiga? Do Ian?—Sentou-se na minha cama cruzando as pernas bem desenhadas—Aham, sei.

—Não acredita?

—Nem um pouco, você é ótimo de cama gato, mas é um péssimo mentiroso—Fiquei um pouco sem graça com aquele comentário.

—Não posso fazer nada, essa é a verdade, acredite ou não—Dei as costas indo até a varanda da janela. Escutei passos atrás de mim, e logo uma mão em meu ombro.

—Sabe que se estiver escondendo algo de mim, eu descubro, não adianta encobrir—Seus lábios estavam próximos da minha orelha, sua voz era apenas um sussurro.

—Deveria confiar mais em mim—Não me movi, continuei na mesma posição.

—Eu confio desconfiando Jared, sou esperta, não confio nem em mim mesma.

—Isso é assustador vindo de você Hay.

—Apenas sou sincera, pensei que estivesse acostumado.

—Acredite ou não, eu ainda me surpreendo com você—Virei o corpo ficando de frente a ela. Suas mãos pousaram em meus ombros, nossos corpos estavam próximos demais.

—Ah é? Bom saber disso—Roçou os lábios nos meus—Estava com saudades de você, por que faz isso comigo?

—Isso o que?—Passei minhas mãos em volta de sua cintura.

—Me abandona. Me esquece. Me deixa de lado, como sua última opção. Saiba que isso me deixa aborrecida.

—Não faço por mal Hay—Seu cheiro doce já penetrava dentro de mim. Hay era uma mulher muito atraente, eu não podia negar.

—Eu sei, você não seria louco o bastante—Por fim encostou nossos lábios, foi apenas um toque superficial, um toque calmo, sereno. Eu não sabia se aquilo era certo, ainda mais por que se tratava da Hay. Aquilo poderia significar muito para ela, pena que para mim, não passava de um contato físico, entre um homem e uma mulher.


POV Brooke Harris

ܔܢܜܔܔܢܜܔܔܢܜܔܔܢܜܔܔܢܜܔܔܢܜܔ


—É o fim da Picada essa Halley aqui, o que ela pensa que vai consegui? Se casar com Jared, é isso?—Eu estava alterada, confesso. A presença dessa mulher me tira dos nervos, ela sempre cerca o Jared, incrível. O pior é que ele não consegue dizer não, estava virando o capacho dela. E aquele papo de cozinheira? Ridícula mesmo.

—Relaxa Brooke, ela é amiguinha dele—Ian disse rindo, a risada dele me deixou mais furiosa.

—Cala a boca Ian, se não for para ajudar, não atrapalhe.

—Calma Brooke, não precisa me tratar assim, o que houve? Você sempre é bem calma, e acho que não foi só a presença da Hay que te deixou assim—Ele estava coberto de razão, Hay tinha me deixado irritada, mas não foi apenas isso. Eu passei o dia lutando contra minhas próprias lágrimas, contra as minhas próprias lembranças, porém foi impossível mantê-las afastadas por muito tempo.

Hoje era aniversário do meu namorado, ou pelo menos era. Infelizmente Nick não estava mais neste mundo, havia morrido há cinco anos. Ninguém sabia disso, bem o Jared sabia, havia desabafado com ele assim que o conheci. O resto do grupo não sabia, eles acreditavam na versão que eu havia contado.

Disse para todos que havia saído de casa, e que comecei nessa vida de roubos muito jovem, bom, uma parte era verdadeira, eu havia começado realmente cedo. Porém não sai de casa, eu conheci meu namorado muito jovem, Nick me ensinou tudo que sei, aprendi artes marciais com ele, também a abrir fechaduras e cofres. Tudo que sabia, devia a ele.

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Meus pais tinham sido mortos em um assalto, eu não estava em casa no momento do ocorrido, estava com Nick, quando cheguei, me deparei com os corpos dos meus pais caídos na sala, cheios de balas pelos corpos. Aquela cena me torturou durante muito tempo, a minha sorte foi Nick, ele me ajudou, me levou para ir morar com ele. Nick trabalhava no departamento policial de Nova York, era muito eficiente e competente.

Morei com ele durante dois anos, mas o meu amor acabou sendo morto em uma troca de tiros com uma gangue, ele havia sido mandado para o Brooklin, junto com mais dois colegas. Os dois colegas voltaram. Menos Nick, ele havia levado dois tiros no peito, segundo um dos colegas dele, infelizmente nada pôde ser feito para salvá-lo.

Eu perdi o chão a partir daquele momento, não conseguia enxergar mais futuro para minha vida, estava sem pais, sem o grande amor da minha vida, sem nada. Eu não tinha irmãos, era filha única, tudo que havia me restado era o apartamento de Nick, que nem meu era, logo a família dele iria reclamar pela pose do imóvel. Perdi a casa dos meus pais, como nós tínhamos dividas demais, usei o dinheiro da casa para saudá-las.

Foi assim diante do nada, que comecei a roubar, afinal precisava comer, precisava de roupas, tive que me virar como podia, e o jeito mais fácil, foi virando uma ladra. O resto todos já sabiam, encontrei Jared Howe, ele acabou me chamando para morar com ele e Ian, e assim eu ganhei outra esperança na vida. Tinha uma nova família agora. Mas não era nada fácil, enterrar o passado, principalmente o meu.

Vim de uma família muito simples, terminei o ensino médio, meu sonho era ser advogada, mas acho que isso estava longe dos meus planos, principalmente depois do rumo que minha vida tomou. Não me arrependia de ter escolhido essa vida, nem de ter aceitado a entrar no grupo de Jared, o problema é que sempre viveríamos nos escondendo, fugindo, eu sei que isso não era vida, porém era a única que podia levar.

—Brooke? Você está ai?—A voz de Ian, me trouxa para a vida real novamente.

—Desculpa Ian—Foi tudo que saiu da minha boca.

—Por que está pedindo desculpas Brooke? Algum problema amiga? Sabe que pode me contar, estou aqui para ouvi-la—Ele colocou aquele sorriso gentil e amável no rosto.

—Infelizmente ninguém pode fazer nada, são lembranças minhas, lembranças que levarei para toda a vida.

—Tem certeza que não que dividi-las?

—Não quero Ian, prefiro guardá-las para mim, mesmo assim obrigada—Estendi minha mão alcançando a dele. Estávamos no térreo do galpão, a noite estava bem bonita, um tapete de estrelas cobria o céu, e uma lua redonda e gigante iluminada a noite. Ian apertou meus dedos, nada que pudesse machucá-los, apenas os segurou firme, e levou minha mão até seus lábios, dando um beijo.

—Seja o que for, saiba você é forte. É uma mulher corajosa, amiga, verdadeira, não quero vê-la assim, tudo bem? Pode colocar aquele sorriso lindo no rosto? Aquele que combina mais com você?

Ian tinha um jeitinho irresistível de pedi as coisas, diferente de Jared, ele era mais compassivo, e naquele momento era tudo que eu precisava, de um pouco de palavra amiga, me esforcei para colocar um sorriso na face. Ian se aproximou me abraçando, deitei minha cabeça em seu ombro direito, ele afagava meus cabelos, aquela sensação de carinho era boa, reconfortante.

Contive as lágrimas para não chorar, todos me conheciam por ser uma mulher forte, não podia me render, Ian no fundo estava certo, eu tinha que superar meu passado, mesmo que fosse muito difícil ainda, tentaria segui aquele conselho. Eu precisava superar. Isso se eu quisesse ter uma vida sossegada. Esquecer eu nunca esqueceria, nem tinha como, era uma parte da minha vida, mas faria o possível para amenizar a dor.

E depois que recebêssemos a grana do resgate, nossas vidas mudariam, eu tinha certeza disso. No começo relutei um pouco com a idéia de sequestrar alguém, mas agora eu estava bem mais confiante. Jared era bom no que fazia, nunca se saia mal no que esquematizava, eu realmente esperava que tudo ocorresse como ele havia planejado.

Com a parte da grana dividida, todos poderiam ter uma vida maravilhosa, e o melhor, deixaríamos aquela vida de lado. Seria lucrativo para todos do grupo. Porém eu temia por Jared, conhecia aquela cabeça dura muito bem, sabia exatamente como ele se sentia, afinal cinco anos de convívio era muita coisa. Algo nele estava estremecido, desde a chegada de Melanie, disso eu tinha certeza, e não era somente ele, Ian também estava com os mesmos sintomas.

No meu ponto de vista, os dois estavam gostando da garota, ela era bonitinha, poderia atrair qualquer um deles, e era o que estava acontecendo, Não posso negar, sou muito observadora, noto uma mudança a metros de distância. Só esperava que tudo acabasse bem no final, e que nenhum deles saíssem machucados. Mas estava na cara que isso não era possível, eu sentia um cheiro de triangulo no ar, e quando isso acontece, pode ter certeza, alguém sempre sai ferido.

Aconcheguei-me nos braços de Ian, estava confortável aquele abraço, ficamos abraçamos durante alguns minutos. Não houve mais conversa, apenas um longo silêncio. Uma brisa fria passava pela noite, um ventinho gostoso causava um arrepio na pele. Fechei os olhos tentando esquecer as lembranças, as lembranças que insistiam em bater na minha cabeça, seria muito difícil vencê-las, mas eu tentaria. Afinal eu era uma mulher forte.

Notas finais
Gostaram????
O que ser que vai rolar entre a Hay e o Jared???
O.o
S no prximo Cap.
Beijusssssssss