Os Filhos De Hades

8 DI ANGELO, Aqueronte


Notas iniciais
Eu e Sooy estávamos numa crise de criatividade, ela já passou. Gomen! Esperamos que gostem da leitura ;)

Depois que Karina acordou, ela não estava mais tão fofa, nem tão animada. Parecia que ela apenas seguiu sua vida.

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Tivemos que esperar, naquele lugar abandonado, Karina voltar ao normal. Mas acho que vale contar o que aconteceu nesse meio tempo. Rose estava se sentindo culpada por Françoise (segundo Black, ela deveria ter impedido o tal do tigre), sentou em uma enorme pedra e se encolheu; não chorava, porém seus olhos estavam arregalados. Um movimento inesperado aconteceu, Connor Stoll se aproximou de minha irmã. Ela continuou imóvel e ele sussurrou algo em seu ouvido. Sim, Rose Black, a “heartbreaker”, estava numa cena romântica. Seja lá o que o Stoll lhe disse, a ajudou. E inesperadamente, de novo, Rose o abraçou. Todos olharam aquilo, todos estavam chocados.

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Estávamos prontos para partir quando Karina avisou que a beira do Rio Aqueronte era o lugar que a nossa missão se completaria. Percebi que quando voltara, sua roupa mudou, não era gótica como a de Rose, mas era sombria. Ficamos todos a postos, esperando o nosso inimigo. Nada acontecia, apenas ouvíamos a correnteza do rio. Passaram-se horas, ao menos três horas de pleno infortúnio. Começamos a ouvir pesados passos e grunhidos de guerra, além de asas batendo o mais rápido possível.

O inimigo chegou. As Fúrias e um bando de dez ciclopes se encontravam a nossa frente. Cada lado gritou e uma incrível batalha começou.

Eu e Rose tomamos a linha de frente com Percy. Isto é, enfrentar As Fúrias mais quatro ciclopes. Os gêmeos ficaram junto a Annabeth na retaguarda com os outros monstros. Rose golpeou uma das Fúrias na asa, a monstra não pareceu se preocupar e logo sibilou:

– Roubem... Roubem o Jarro de Pandora, o Jarro de Pandora!

Golpeamos ainda mais os monstros e defendemos ainda mais seus ataques. Estávamos progredindo, a vitória estava muito próxima. Agora em conjunto As Fúrias sibilaram:

– O Jarro de Pandora... Roubem-no para a glória final! – os ciclopes riram do nosso desespero. As Fúrias estalaram os dedos e todos os monstros desapareceram numa névoa.

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Fitei todos os meus companheiros da missão, estavam como eu. Estagnados. Annabeth quebrou o gelo, já que ninguém estava disposto a fazer.

– As Fúrias... Quem diria, as serviçais de Hades eram nossas inimigas. Bom, acho que já tenho alguma ideia do que estamos fazendo.

– Meu pai está nos usando. Para roubar a Caixa de Pandora?

– Pode ser... – Chase parecia não ter tanta certeza daquilo, mas afinal, meu pai era o único possibilitado para realizar toda essa armadilha.

– Então, o que temos a fazer agora é roubar a Caixa. – Percy começou – Só assim saberemos a verdade.

Karina estava escondida, não queria se pronunciar. Respeitamos isso, mas alguma hora tínhamos que perguntar.

– Acho que mesmo sendo arriscado, temos esperança se eu conseguir usar meus soldados. É a única saída. – Rose poderia estar em sérios perigos, mas todos concordaram que era a nossa chance. – Vamos lá...

Ela se deitou e fechou seus olhos. Apagou.

Minha irmã demorou muito mais tempo para acordar do que o normal. Nos últimos minutos, suas chamas azuis se acenderam. A balançamos para ela acordar. Não acordava. De repente seus olhos se abriram.

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– Meus soldados estavam estranhos. Temos que atravessar o Rio Aqueronte. Nadando. Então teremos que chegar até o Cócito. No fundo do rio, enterrado, está a Caixa. Pode parecer simples, porém acreditem, não é. Talvez busquemos ajuda no Olimpo, ou no Acampamento.

– Talvez seja necessário, mas o problema é: como contatá-los?

– Posso tentar meus soldados novamente.

– Irmã, eu vou com você.

Notas finais
Gostaram? Acharam algo errado? Sooy agradecerá se responder nos comentários. Obrigado pela leitura!