Notas iniciais
Então, desculpem a demora pra postar o capítulo(sempre falo isso -q), mas é porque eu realmente tenho andado um pouco ocupado, e basicamente só consigo escrever final de semana. E, já deixando aqui, esse capítulo não tem ação(;-;), é mais um capítulo de explicação sobre algumas coisas, ou seja, TALVEZ, possa ter ficado um pouco monótono, mas eu acho que pra entenderem a história, ele tinha que ser escrito(por isso eu optei por não fazer ele tão grande como os outros, antes que me xinguem e me estuprem) :v Sem mais mimimi, leiam aí(rimou -q) õ/

[...]

— Como assim uma caçada aos vampiros? – Perguntou Hazel – Nós nem ao menos chegamos direito, só temos dois dias aqui, e alguns só tem um!

Aislen deveria admitir que foi pego de surpresa com a notícia dada por Andrew, assim como a maioria dos que estavam ali presentes, mas claro que ele não deixaria transparecer isso. Após refletir um pouco ele percebeu que talvez nem fosse tão ruim assim. Ele só havia passado dois dias naquele castelo, mas esperava que mais cedo ou mais tarde alguma coisa acontecesse. Mas não que a sua primeira missão fosse caçar vampiros ou algo do tipo, e muito menos que ele teria que formar uma equipe com alguém.

— Ela tem razão – disse Aurora – nós nem sabemos como funcionam as coisas direito.

— Na verdade, eu posso ter exagerado um pouco – falou Andrew com um sorriso infantil nos lábios – A Ordem recebeu alguns relatos de mortes estranhas na capital, e a nossa missão na verdade é apenas averiguar o que é. Mas – continuou ele, antes que pudesse ser interrompido –, não foi totalmente exagero, segundo os relatos, A Ordem acha que realmente é trabalho de vampiros, então, caso a gente ache algum, seria uma boa se a gente cuidasse dele.

— E qual seria a equipe exatamente? – Perguntou Aislen, essa parte ainda o incomodava, mesmo que um pouco.

— Bom, todos que estão aqui mais a Liz. – Respondeu Andrew.

— Liz? A Ruiva? Falando nisso, onde está ela? – Indagou Halle.

— No lugar preferido dela – a biblioteca –, eu suponho, e falando nisso, é para lá que nós vamos. Algumas coisas ainda precisam ser explicadas, e ninguém realmente acredita que vocês irão enfrentar vampiros ou qualquer outro monstro sem nem saber sobre eles de verdade.

[...]

Assim que Elizabeth entrou na biblioteca ela teve uma surpresa. Os novatos – e Andrew – estavam todos separados ao redor do imenso salão, alguns sentados enquanto outros pareciam entretidos demais com seus livros. Ela já havia esperado que os novatos gostassem da biblioteca, era um enorme cômodo com várias estantes cobertas de livros do chão ao teto, livros esses que tratavam de diversos assuntos, desde a Best Sellers da Ficção Científica, até livros tão antigos quanto a própria Ordem, e talvez, até mais.

Elizabeth conseguiu ver o jovem da noite anterior – Aislen – em frente a uma enorme prateleira e parecia não saber qual livro escolher, embora não parecesse ter interesse em nenhum, Hazel por outro lado, estava no extremo oposto da sala junto com Aurora, elas pareciam ter se tornado próximas mesmo com o pouco tempo que passaram juntas, percebeu Elizabeth. Ambas conversavam energeticamente, tendo Aurora um exemplar de “Um Estudo em Vermelho” em mãos, e contando animadamente o enredo da famosa aventura do primeiro romance de Sherlock Holmes para Hazel. Halle e Andrew estavam ambos sentados em uma mesa no centro da sala, junto com algumas outras pessoas que Elizabeth não reconheceu, não era possível ver a capa do livro parado em frente a Halle, e essa por sua vez se divertia enquanto conversava com Andrew. E justamente ele foi o primeiro a perceber a chegada de Elizabeth, Andrew levantou a mão dizendo:

— Ah, Liz, estávamos esperando você!

— Silêncio stupide – disse uma menina ruiva que se sentava ao lado de Andrew, lendo o que pareceu para Elizabeth um livro sobre a enorme diversidade de venenos – estamos em uma bibliothèque.

Elizabeth chegou mais perto e se sentou ao lado de Andrew na mesa, e falando mais baixo do que normalmente falaria disse:

— E o motivo seria? – Perguntou Elizabeth, desconfiada. Com o tempo ela passou a desconfiar quando Andrew dizia esse tipo de coisa, normalmente era para fazer uma brincadeira idiota ou uma piada mais idiota ainda. Não que ela não gostasse disso, na verdade.

Antes que Andrew pudesse responder, no entanto, Aislen – que havia visto Elizabeth e também se encaminhou para a mesa – interrompeu:

— Aparentemente, ele é retardado demais para saber explicar as coisas.

— E isso não está totalmente errado, meu caro – disse Andrew piscando o olho direito para Aislen. – Estávamos te esperando porque precisamos tirar algumas dúvidas dos novatos.

— O Alexander não explicou tudo na cerimônia?

Andrew fez um “tsc” com a boca e continuou:

— Fala sério Liz, você conhece o Alexander, no dia que ele explicar alguma coisa direito o Aislen vira uma pessoa legal.

Elizabeth ignorou a resposta de Andrew e percebeu que nesse momento outras pessoas se reuniram ao redor da mesa, Hazel e Aurora, sentaram ao lado de Halle e Aislen permanecia de pé, ao lado de um jovem que Elizabeth percebeu na mesma hora que era cego, porém não questionou nada, desde que ele fizesse parte da Ordem, não importava se ele tivesse qualquer tipo de deficiência.

— Mas então – continuou Andrew – queríamos que você explicasse algumas coisas, entre elas, a origem dos poderes e habilidades que os Exorcistas tem.

Elizabeth voltou seu olhar para Andrew e continuou:

— Fala sério Andrew, você sabe esse tipo de coisa, não tem porque me esperar pra isso.

— Você me conhece, eu sou idiota e preguiçoso – disse ele, pondo ambas as mãos na cabeça e sorrindo.

— Que seja. Então, basicamente, não tem uma explicação histórica, é mais uma lenda, dizem que há muito tempo, monstros dominavam o mundo, antes mesmo dos primeiros humanos, mas depois da evolução, os primeiros Homo Sapiens perceberam esses monstros, e que se não pudessem combate-los, seriam extintos, por isso alguns deles fizeram pactos com deuses tão antigos quanto a própria terra, outros com demônios, deuses menores, e por aí vai. O importante é que esses humanos adquiriram habilidades para sobrepujar esses monstros, que por sua vez, foram praticamente extintos, é claro que ainda existem, mas não passam de uma ínfima parcela do que eram, por isso, com o tempo, os homens foram morrendo e com eles a capacidade dada pelos deuses. Outros, no entanto, conseguiram passar essa habilidade adiante pela família, mas raramente essa habilidade se ativa em gerações muito próximas uma da outra, como em uma mãe e uma filha por exemplo, normalmente uma única pessoa ativa essa habilidade por vez. É claro que existem exceções, como a família da Hazel por exemplo.

Nesse momento todos olharam para Hazel, que mantinha as feições sérias e um pouco duras, e olhava diretamente para Elizabeth.

— Como descobriu? – Disse.

— Eu pesquisei. Não sabia que era um segredo, desculpe. – Respondeu Elizabeth corando um pouco.

Hazel não respondeu, e quem quebrou o silêncio dessa vez foi um dos jovens sentados à mesa que Elizabeth não reconheceu, ele estava com um cigarro entre os lábios e com um isqueiro nas mãos, prestes a acender.

— Deixando os conflitos familiares para depois, poderia voltar a história? Estava começando a ficar interessante – falou ele enquanto equilibrava o cigarro entre os lábios e riscava o isqueiro.

— Você não pode fumar aqui – disse Elizabeth. – E quem seria você mesmo?

O jovem deu um suspiro e respondeu:

— Jasper. E vocês são chatos mesmo hein, puta que-

— Continue – interrompeu Aislen.

— Então, basicamente é isso, vocês podem se considerar sortudos – ou não – por terem ativado essas habilidades e por fazerem parte da Ordem. E ah – completou ela – essas habilidades são divididas em dois grupos: Físicas e Sobrenaturais.

— Como assim? – perguntou Aurora.

— Habilidades Sobrenaturais são as mais comuns, como a minha por exemplo – ela ficou em silêncio por algum tempo e depois continuou – Lápis.

Ninguém entendeu o que havia acontecido, e todos ficaram meio assustados, e novamente o silêncio foi quebrado, dessa vez pela ruiva que antes tinha mandado Andrew ficar quieto:

— Você é retardada por acaso? – disse ela.

Elizabeth ignorou a pergunta da menina, e apontou para mesa, onde era possível ver um pequeno lápis amarelo, ela então continuou:

Borracha.

Uma borracha apareceu simplesmente do nada ao lado lápis que antes ela apontava.

— Pelo visto vocês não entenderam ainda – disse suspirando – eu sou uma usuária de Kotodama. Basicamente tudo que eu digo se torna realidade se eu quiser. – O silêncio se manteve depois disso, por isso Elizabeth continuou – Bem, voltando ao tópico principal, assim como o meu, a maioria das habilidades, como eu disse, são sobrenaturais, outras, no entanto, são Físicas. Um exemplo de uma habilidade física é a dele, por exemplo – disse apontando para o jovem cego que estava em pé.

— E como descobriu isso? – questionou Aislen.

— Ele deu três toques com a bengala no chão enquanto se aproximava. Eu deduzi que a habilidade dele seja uma ampliação da audição, por isso ele consegue se movimentar tão bem mesmo sem a visão.

— Nossa, você tem uma capacidade de dedução incrível! – Observou Halle.

Elizabeth não respondeu, apenas olhou de relance para Halle e desviou novamente o olhar enquanto dava um ligeiro sorriso e continuou:

— Existem também aqueles que possuem os dois tipos, como o Andrew. Além da habilidade sobrenatural, ele também possui uma física. Ele consegue transformar qualquer objeto em um Fragmento Celestial por algum tempo.

— Fragmento Celestial? – Questionou Hazel.

— Mais pra frente eu explico – respondeu Elizabeth – mas voltando ao tópico, por exemplo, caso eu invoque outro Lápis – disse ela, fazendo novamente um lápis se manifestar a sua frente, mas dessa vez o segurou e o passou para Andrew – o Andrew pode transforma-lo por alguns segundos.

Nesse momento Andrew levou o lápis próximo aos lábios e começou a sussurrar palavras em uma língua tão antiga quanto se pode imaginar, uma pequena luz envolveu o lápis depois que ele terminou, mas fora isso não se via diferença, como foi notado por Aislen.

— Não vejo diferença nenhuma. – Falou ele.

— Tente quebrar ele então, garanhão – disse Andrew lançando o lápis em direção a Aislen, que o pegou ainda no ar e o lançou em direção a parede tão forte que ele deveria ter se quebrado em vários pedaços, mas ao invés disso, ele apenas fez um enorme buraco na parede da biblioteca.

— Eu tinha a intenção de que você tentasse quebra-lo com as mãos, seu exibido.

— Dane-se. – disse Aislen dando de ombros.

— Testes a parte, vocês formam uma ótima dupla – observou Halle sorrindo para ambos.

— A pirralha tem razão – disse Jasper – vocês se pegam, por acaso?

A pergunta vinda de Jasper com aquelas feições sérias pegou ambos de surpresa e fez tanto Elizabeth quanto Andrew rirem descaradamente, o que serviu pelo menos para amenizar o ambiente.

— Na verdade, eu também fiquei com essa doute – dúvida. – Disse Cecília também séria.

— Todo dia – respondeu Andrew ainda rindo e limpando algumas lágrimas do olho esquerdo com a pulso.

Elizabeth controlou o acesso de risos, mas ainda sorrindo conseguiu dizer:

— Eu nunca "pegaria" um suicida idiota como ele.

— Ah, vamos lá Liz, diga a verdade – disse Andrew começando a fazer cócegas no estômago de Elizabeth, que voltou novamente a rir histericamente assim como a maioria das pessoas na mesa.

— Se os dois pudessem se controlar, eu gostaria de ouvir a continuação da história – Interrompeu Aislen, mesmo com o ar de indiferença e sem sorrir.

Ambos pararam de rir e Andrew olhou para Elizabeth dizendo:

— Okay então, brincadeiras à parte, agora que eles sabem da origem dos poderes, acho melhor explicar sobre os vampiros.

— Vampiros? – perguntou Elizabeth curiosa.

— Mais pra frente eu explico – disse Andrew com o típico sorriso infantil.

— Tudo bem – falou Elizabeth, ainda um pouco desconfiada. – Os vampiros são um dos monstros mais antigos e mais difíceis de lidar que a humanidade já enfrentou, alguns manuscritos nessa biblioteca mesmo trazem relatos que remetem até mesmo a pré-história. Existem vários tipos de vampiros, não somente um como a maioria das pessoas conhece, são quase como se fossem de “raças” diferentes, e inclusive, existem vampiros que caçam vampiros, mas vamos deixar isso pra depois. Os líderes de uma cave – conjunto de vampiros – são os únicos que podem transformar humanos em vampiros. É claro que também existem vampiros que merecem destaque, tais como Vlad, ou Drácula para os íntimos, que muitos dizem ser apenas um vampiro de histórias, mas na realidade ele realmente existiu-

— Tudo bem, tudo bem, tirando essa chatice toda, você poderia passar para a parte importante? Como mata-los? – Interrompeu Jasper.

— Detesto concordar com ele, mas por hora seria realmente melhor se você pulasse toda essa baboseira de nerd, Liz. – disse Andrew.

Elizabeth deu um suspiro e continuou:

— Okay, formas de mata-los. Na verdade, é bem simples, para matar definitivamente um vampiro você só tem que decapitá-los ou empalá-los com uma estaca de madeira – mais especificamente, de carvalho – no coração ou na boca, ou ainda causar um ferimento muito grave na cabeça, mas ironicamente, essa é a parte mais difícil, porque eles são rápidos, fortes, nunca cansam e lâminas comuns não funcionam contra vampiros, somente as habilidades que vocês tem, ou um Fragmento Celestial.

— Isso de novo? Fragmento Celestial? – perguntou Aurora. – O que é isso?

Antes que Elizabeth pudesse responder, Andrew interveio e colocou o braço direito sobre a mesa, tocando com a mão esquerda a marca da Ordem em seu antebraço, que no mesmo momento brilhou por alguns segundos e uma espada se materializou a sua frente, Andrew agarrou-a.

— Isso – disse ele – é um Fragmento Celestial.

Como ninguém esperava grandes explicações dele, foi Elizabeth que prosseguiu:

— Como eu disse, nossos antepassados fizeram tratos com todo tipo de criaturas divinas ou não-tão-divinas-assim, e algumas delas eram conhecidas como Ferreiros. Essas criaturas criaram armas com o poder de expurgar monstros e demônios, e deram elas aos homens, que por sua vez os mantinham longe da área dos Ferreiros. Com o tempo, as armas se perderam pelo mundo, algumas ficaram até mesmo famosas, como a Excalibur.

— Então, todos tiraram suas dúvidas? Já está na hora de ir se prepararem para a viagem. – Disse Andrew se levantando.

Os demais começaram também a se levantar e se encaminharam para a saída, deixando apenas Elizabeth sentada, mas antes de Andrew sair, ele se virou e perguntou:

— O que está fazendo? Vamos, temos que ir.

— Ir a onde? – Perguntou Elizabeth curiosa, ela raramente saía em missões.

— Onde mais? A Berlim. Você sempre quis ir lá não é mesmo? Eu consegui mexer uns pauzinhos, e depois de levar uma bronca dos superiores, convenci eles a deixarem você ir – disse abrindo o sorriso infantil pela segunda vez no dia, e naquele momento, Elizabeth agradeceu mentalmente milhares de vezes a Andrew.

[...]

Maximiliano andava pelo corredor junto dos outros, até que foi chamado por Andrew, um garoto animado até demais que ele havia conhecido há menos de um dia, mas apesar disso havia gostado muito dele, por não ter tido preconceitos com a entrada dele na Ordem. Ele andava junto a outra pessoa que Max deduziu que seria a outra garota que havia acabado de conhecer – Elizabeth – se não se enganava, percebeu isso pelas vibrações que recebia do andar calmo e suave, muito diferente dos de Andrew quando o chamou:

— Ei Max.

Max se virou e parou, esperando que Andrew se aproximasse, esse por sua vez continuou a falar:

— Eu tenho algo para te dar. – Andrew pegou então a mão direita de Max com a sua esquerda e colocou um objeto longo e que emanava vibrações muito poderosas em sua mão, era pesada, mas não incômoda. Era o Fragmento Celestial de agora a pouco.

— Tem certeza? – disse Elizabeth ao lado de Andrew, com incerteza na voz.

— Absoluta – respondeu ele. – eu não sou muito de lâminas, você me conhece.

Enquanto falava isso a lâmina na mão de Max começou a se liquefazer e se tornou puramente um líquido que se remexia sobre si mesmo, nesse momento só estavam os três no corredor e o resto da equipe havia voltado para o salão. O líquido nas mãos de Max começou a se erguer e se separar em duas poças idênticas no ar, pode perceber Max devido ao barulho que elas emitiam. No fim, após alguns segundos, ambas se solidificaram novamente, e Max voltou a apanhá-las, deixando sua bengala de lado. Assim que as tocou percebeu que já não eram mais lâminas, e sim duas pistolas de calibre .45 ACP, as famosas, já conhecidas e preferidas por Max, pistolas Colt M1911, pelo material pareciam ser de prata pura, apesar de que esse material seria difícil de se conseguir em pistolas desse tipo. Max realmente adorava essa pistola, mesmo apesar de suas deficiências em relação as pistolas de hoje em dia, como a pouca capacidade de munição e o peso. Mas ainda assim era a pistola preferida de Max, era a que melhor se adequava a ele, e ele sabia que era bela, mesmo sem ter visto uma única vez.

— Oh! Interessante! – Exclamou Andrew.

— O quê? – Disse Max, ainda concentrado nas pistolas.

— Eu esqueci de mencionar, os Fragmentos Celestiais se adaptam as armas com que seus usuários têm mais afinidade. Mas a surpresa foi realmente elas terem se transformado em armas de fogo, quer dizer, eu nunca esperei que elas se transformariam nisso, esperava que elas se transformassem em uma bengala muito foda ou algo assim – explicou Andrew com uma voz muito animada para alguém que já não era mais criança.

— Tem certeza? — Max repetiu a pergunta de Elizabeth, se referindo ao Fragmento Celestial.

— Toda – respondeu ele – afinal, você viu o que eu posso fazer lá na biblioteca, se quiser, eu posso arranjar outra lâmina.

— Obrigado – Max agradeceu com um leve sorriso – mas porque você está me dando?

— Você é o que eu achei que melhor se encaixaria com um fragmento. Não me leve a mal, mas a maioria dos novatos tem Habilidades Sobrenaturais, você é um dos poucos que tem uma Habilidade Física e que eu já vi lutando – disse Andrew. – Ah, e a propósito, quando quiser chamar as armas novamente, é só tocar a marca da Ordem no seu antebraço.

Max balançou a cabeça positivamente e caminhou de volta ao seu quarto junto com Andrew e Elizabeth, que terminaram se despedindo dele e saíram ainda conversando. Max abriu a porta do seu quarto, não acendeu a luz, pois obviamente não faria diferença nenhuma, abriu a janela do quarto, sentindo a leve brisa que fazia naquele momento, se sentou na cama e pela primeira vez no dia, aproveitou o silêncio.

[...]

Notas finais
É isso, espero que tenham gostado õ/ Comentem õ/ A propósito, a pistola da foto não é realmente uma Colt m1911, é uma Colt Special Combat, mas pra história ela não vai fazer muita diferença, e ela nem tem muita diferença da Colt M1911, optei pela Colt Special Combat porque ela é mais bonita e se encaixou melhor como um Fragmento Celestial, que são armas belas e fodas :v só pesquisarem se quiserem. Ou não. Vocês que sabem :v
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.