Notas iniciais
Bem, este capitulo é focado no Alexei e apenas Alexei, Euphemia e Walburga aparecem. A Druella ficará sem aparecer nesse mas no próximo ela já aparece mais. Espero que gostem. Boa leitura... Ainda estou aceitando fichas!

Aquela do Filho Varão

1938, Alguns dias depois da carta de Hogwarts,

Alexei Malfoy se encontrava nos jardins da enorme Mansão dos Malfoys. Estava triste. Seu pai havia feito tudo denovo. Ele já estava cansado daqueles treinos. Abraxas logo se sentara a seu lado e Euphemia veio até eles.

— O que aconteceu? Alexei porque está chorando? — perguntou Euphemia sem entender.

— Ele fez denovo — comentou Abraxas ao ver que Alexei não conseguia falar.

— Fez denovo o que? — perguntou Euphemia curiosa.

— Você não se lembra? — perguntou Alexei intrigado.

— Estou meio desmemoriada — disse Euphemia passando a mão pelos cabelos castanhos.

— Melhor não te contar então — diz Alexei.

— Eu insisto — disse Euphemia ouvindo tudo o que Alexei começara a falar — Ele não pode fazer isso com você, vou falar com ele — disse Euphemia decidida.

— Por favor Femia não — pediu Alexei.

— Eu vou e você não pode me impedir — disse Euphemia indo em direção ao pai deixando Alexei e Abraxas sem reação.

Nenhum dos três sabiam, mas tais atos desencadeariam muitas coisas...

1938, Trem de Hogwarts,

Alexei e Abraxas Malfoy caminhavam pelo expresso de Hogwarts, andando a procura de uma cabine. Assim que entraram em uma vazia, viram um garoto de cabelos negros, olhos opacos e expressão vazia, um tanto alto para sua idade, ele lia um livro.

— Com licença, podemos nos sentar aqui? As outras cabines estão cheias – pediu Abraxas Malfoy e o garoto assentiu, sem prestar atenção focado no livro e os dois garotos se sentaram.

— Ab, cadê a Euphemia? Ela estava nervosa com medo de ser alvo de algum aluno – disse Alexei preocupado com a irmã.

— Ela estava aqui agora mesmo, relaxa, ela deve estar bem, sente-se – assegurou Abraxas e Alexei se sentou ao lado do irmão. Era extremamente apegado aos irmãos e seus pais sempre lhe faziam ter a certeza de que a família era tudo e que ele devia priorizar a família. Desde então, é só isso que ele faz, vive priorizando sua família em basicamente de tudo e assume como dever proteger e zelar pela sua família. – Qual seu nome? É sangue-puro?

— O que quer dizer com sangue-puro? – pergunta Tom sem entender.

— Filho de pais bruxos, você é sangue-ruim? – pergunta Abraxas com desprezo na voz.

— Sangue-ruim, o que é isso? Acho que meu pai era bruxo, a minha mãe eu acho que não – respondeu Tom dando de ombros.

— Sangue-ruim é a escoria do mundo bruxo, aqueles que não tem ninguém na família bruxo, eles praticamente sugam nossa magia – respondeu Abraxas – Prazer, sou Abraxas Malfoy e este é o meu irmão Alexei – se apresentou Abraxas.

— Tom, Tom Marvolo Riddle – disse Tom apertando a mão de Abraxas.

— Para que casa quer ir Tom? Eu vou para a Sonserina, é a melhor casa de Hogwarts, so tem puro-sangue e você não vai querer se misturar com a escoria que acaba sendo escolhida para a Grifinória – disse Abraxas e Tom assentiu.

— Espero ir para a Sonserina então – respondeu Tom sincero.

— Com licença, podemos nos sentar aqui? As outras cabines estão cheias – disse um garoto, acompanhado de outro garoto. Tom apenas saiu da cabine calado, deixando Abraxas sem entender nada. Alexei olhara o livro que Tom lia, era um livro sobre DCAT, acabara deduzindo que Tom queria ler o livro em paz e por isso saiu da cabine.

— Eu vou procurar a Euphemia – disse Alexei saindo da cabine e indo a procura da irmã, até a encontrar parada parecendo acuada e assustada. Já vira a irmã assim algumas vezes, mas nunca como agora. Havia medo em seu olhar.

—...Onde você estava? – perguntou Alexei preocupado ao ver a irmã parecendo com uma cara estranha.

— Eu... eu cai, a menina tropeçou em mim, vamos sair daqui? – pediu Euphemia tentando disfarçar o mal estar.

— O que aconteceu? – perguntou Alexei preocupado. A irmã não parecia bem.

— Nada – Euphemia lançou seu melhor sorriso falso, aquele que as crianças pré-adolescentes de onde fazia estágio já lhe deram e Alexei reconheceu esse sorriso. Era o que vivia dando as pessoas, mas a irmã era tão sincera e alegre antigamente, o que havia acontecido com ela? . – Vamos procurar uma cabine! – pediu Euphemia e logo, ela e Alexei caminharam até uma cabine, onde Abraxas esperava sentado onde conversava com Cygnus e Orion.

— Euphemia! Até que enfim estava preocupado – comentou Abraxas preocupado com a irmã. Alexei sorriu para o irmão, demonstrando que estava tudo bem.

— Oi, será que posso me sentar aqui? As outras cabines estão cheias! – disse uma garotinha com roupas diferentes e que mais parecia um trapo velho segunda Euphemia.

— Claro – disse Orion Black sorrindo para a garota – Eu sou Orion Black e esse é o Abraxas, o Cygnus você deve conhecer, você se parece com minha prima, Walburga – Orion apresentou.

— Eu sou o Alexei e essa é minha irmã Euphemia – Alexei se apresentou.

— Você é o famoso Orion que meu pai fala? – perguntou a garota curiosa – Eu sou Walburga, Walburga Black – Walburga se apresentou sorrindo.

Seguiram a viagem com Abraxas, Orion, Cygnus e Walburga conversando e Walburga tentando puxar assunto com Euphemia, que apenas balançava a cabeça como se estivesse ouvindo, até que em certo momento ela parou para olhar a paisagem. Alexei notara cada reação da irmã e de uma coisa já sabia. Ela estava estranha. Ela nunca fora calada, mas desde que recebeu a carta de Hogwarts, andava estranha. Ele investigaria e descobriria o porque, pois como havia prometido, devia protege-la.

Assim que chegou a Hogwarts, Alexei se admirou. A vista e o castelo era incrivelmente lindo. O castelo era enorme e bonito, o teto era estrelado para parecer a noite no ceu e vários alunos mais velhosolharam curiosos na direção de Alexei, Euphemia e cia. Logo o professor Dumbledore começou a falar.

— Bem vindos a Hogwarts. Em minutos, atravessarão estas portas e se unirão a seus colegas. Mas antes de tomarem seus lugares, serão divididos entre as casas. Elas são: Grifinória, Lufa-Lufa, Corvinal, e Sonserina. Enquanto estiverem aqui, sua casa será como sua família. Vocês frequentarão as aulas de sua turma, com os alunos de sua casa e poderão ganhar pontos ou perde-los se desobedecer alguma regra, podendo levar a uma detenção. Quem mais tiver pontos, ganha a taça das casas, o que é uma honra para o bruxo dessa casa. Quando eu chamar seus nomes, venham até o banquinho que o chapéu seletor os mandará para uma casa – anunciou o professor Dumbledore com seu sorriso gentil. Euphemia e Tom apenas reviraram os olhos. Euphemia por acreditar que o professor era patético e Tom pelo professor ser indecifrável – Abraxas Malfoy – chamou Dumbledore chamando o primeiro nome e Alexei viu o irmão caminhar nervoso até o chapéu seletor que bradou – SONSERINA! — e a mesa da Sonserina aplaudiu Abraxas.

— Alexei Malfoy – chamou Dumbledore e o garotinho caminhou até o chapéu seletor ansioso.

“ Me coloque na mesma casa que meu irmão “ pediu Abraxas,

— SONSERINA! – gritou o chapéu seletor e Alexei foi aplaudido pela mesa da Sonserina e se juntou a Abraxas na mesa das cobras.

— Enfim na mesma casa – disse Abraxas sorrindo.

— Será que a Euphemia virá para cá? Eu prometi protege-la – diz Alexei receoso.

— Ela vai ficar bem e virá para nossa casa – diz Abraxas sorrindo e Alexei se permitiu sorrir. O irmão o acalmava e o deixava bem e isso era impressionante.

Alexei sorriu animado por estar em Hogwarts e esperançoso torcendo para Euphemia cair na mesma casa que a dele...

Notas finais
O que acharam do capitulo? Comentem...