Notas iniciais
Agradecemos a todos pelo carinho, paciência e perserverança. Aos que leram do ínicio ao fim... E os que começaram na metade... Até mesmo aos leitores anominos. A todos, nosso muito obrigado.
Boa leitura, e até o próximo projeto!!

O sol brilhava belamente. Seus raios tocavam sobre a água do mar, causando um efeito único. A suave brisa balançava as palmeiras, e diante daquela beleza exótica em meio aquele paraíso tropical, três crianças corriam sobre a fofinha areia.


As trigêmeas — tão diferentes — riam abertamente enquanto brincavam de pega-pega. Elas trajavam seus biquínis, devidamente protegidas por protetor solar e com shortinhos.


Mia se encontrava com um biquíni rosa com alguns bordados brancos, seu short era na cor azul, o que dava efeito lindo.


— Não me pega! Dan devagar! — Ela gritou rindo empolgada. Alguns passos a frente achava-se Fahir. Ela tinha os cabelos cortados em Chanel um pouco acima dos ombros e com uma franja reta, o que aumentava sua beleza elegante. Diferente das irmãs, ela vestia um maiô na cor verde e uma saída de praia branca.


— Lenta... — Gritou correndo para não ser pega por Danita que avançou sobre si.


— Vou mostrar quem é a lenta! — Danita bradou correndo mais rápido atrás das irmãs. Mas não havia raiva ou algo assim, com as provocações as risadas apenas aumentavam.


Danita achava-se com os cabelos presos em um rabo de cavalo no alto da cabeça. Usava um biquíni na cor preta de poas branco, um shortinho preto balone.


As três realmente eram encantadoras, o orgulho dos dois pais. Elas tinham uma praia toda para elas. Brincavam em frente à bela casa de praia. A mesma não era enorme, mas carregava bom gosto e elegância.


Havia se passado cerca de dois anos desde que Kamus e Milo havia se casado, e justo no mesmo dia, o loiro deu a luz ao quarto filho deles.


Acima de qualquer desavença ou problema, eles eram uma família unida e feliz. Kamus e Milo se doavam em cuidar e zelar por seus filhos, e curtir o amor deles.


Indiretamente ainda eram ligados ao santuário, mas não mais ocupavam o posto de santo dourado. A casa de aquário havia sido cedida para Hyoga, afinal, por anos ele fora preparado para ocupar tal honra e o mesmo zelaria por isso.


Quanto à casa de escorpião foi ocupada por Lynn. Apesar de novo, foi muito bem treinado por Milo e Kanon, e era um jovem esforçado.


O francês sempre prestava consultoria nas empresas Kido. Claro, Saori o tinha oferecido o cargo de presidente, mas ele declinou a oferta, dizendo que queria viver sem arrependimento, e queria aproveitar ao máximo sua família e o amado.


Milo era uma verdadeira “dona do lar”, não optou por trabalhar ou algo assim, nem precisava, visto a fortuna que tinha de sua família e a de Kamus, poderiam viver o resto da vida de maneira confortável e digna, e fora o salário que Saori pagava por anos de serviços como guerreiros.


Eles ainda moravam na Grécia, afinal quase todos seus amigos estavam ali, e os amigos de suas filhas. Morava na cidade em uma bela casa com quintal e um cachorro.


Eles não foram os únicos a entregar os postos de cavaleiros. Aioria e Marin com seus dois filhos moravam perto de Milo e família. Shaka tinha indo para a Índia, e claro Mu com ele. Os dois estavam correndo os papeis para adotar uma menina aquele ano ainda.


Kanon e saga tinham ido para os estados unidos. Saga era o presidente da filial das empresas Kido. Kanon tinha aberto um restaurante, ninguém nunca imaginou que ele declinaria para chefe, mas ele realmente tinha talento.


Afrodite e Matteu achavam-se em uma longa lua de mel. Os dois se encontravam há mais de um ano viajando mundo á fora. Dite dizia que queria curtir ao máximo seu marido e os lugares que queria conhecer, antes de assentar morada e ter o filho deles, diferente de Shaka não ia adotar, e sim optar por uma barriga de aluguel. Matteu queria um filho com os olhos e a beleza de Afrodite.


— Meninas, hora do almoço! — Milo as chamou da porta da casa, na varanda que rodeava toda a casa.


A família estava em uma ilha no caribe. A mesma era particular pertencia à fundação Kido. Claro, havia funcionários, mas eles agiam de maneira discreta dando total privacidade à família.


Aproveitando que as trigêmeas estava de férias na escola, toda a viagem para curtir o sol, praia e bonança da ilha paradisíaca.


— Eee... — As pequenas gritaram empolgadas correndo até Milo. Uma de casa vez deu um beijo no rosto do pai loiro, e depois entraram na casa.


— Lavar as mãos! — Milo ordenou para elas.


— Sim! — Elas gritaram e correram para dentro da casa em sentido ao quarto delas para se aprontarem.


Balançando a cabeça, ele entrou. Mal deu cinco passos e um pequeno veio correndo e agarrou suas pernas.


— Papa... — Heros balbuciou dando pulinhos e ergueu os bracinhos, querendo ser pego por seu pai loiro. O pequeno completaria logo seus dois anos.


Heros tinha sua cabeça coberta por ruivos fios lisos, seus olhos eram azul profundo. Ele era a mistura perfeita de Milo e Kamus. Na aparência Kamus, mas na personalidade Milo. O mesmo sempre sorria, e quando estava doente ou machucava chorava querendo dengo.


— Ei, abóbora! O que anda aprontando? Quer colo é? — Milo disse com vozinha infantil e abaixou para pegar seu filho no colo.


— Kamy... Ocupado! — Falou levando as mãos e dando os ombros. Isso contribuiu para que Milo caísse na gargalhada e incentivou o pequeno ruivo a rir e bater as mãozinhas.


— Os dois vão vir comer, ou ficaram brincando? — Kamus indagou aparecendo na sala. Ele seguiu até o marido e filho. Estalou um beijo na bochecha do sapeca Heros, que jogou o corpo para trás rindo, e depois tomou os lábios de Milo com doçura e fome.


— Bejo... Quer bejo... — Heros disse fazendo beicinho.


Kamus deu um selinho no pequeno. O belo sorriso de Heros fez seu coração aquecer, na certeza que a felicidade vibrava em seu coração, diante do amor tão grande por sua família.


— Esta me traindo? — Milo disse dando pose de indignado, mas no fundo segurava-se para não cair na gargalhada.


— Ama dois... Dois papais... — Heros disse abraçando Milo forte, e depois pulou para o colo de Kamus igualmente o abraçando.


Os dois adultos sentiram os corações aquecidos. Era aqueles momentos que a decisões na vida deles valiam a pena.


— Estamos prontas! — Fahir disse retornando acompanhada de suas irmãs.


— Vamos almoçar! — Kamus disse indicando a família a varanda dos fundos da bela casa. A bela mesa de jantar estava disposta na varanda, protegida contra o sol, e regado a uma suava brisa. Todos sentados passaram a comer entre muitas conversas e risadas.


Eles passaram um momento gostoso na mesa, e quando terminaram as três meninas ajudaram Milo a retirar a mesa e lavar a louça, ao que Kamus levou Heros para o quarto do mesmo a fim da limpá-lo.


No final, os seis foram para a praia, e depois de alguns minutos brincaram na água e areia. Foram momentos realmente gostosos em família.


Quando o sol começava a se esconder no horizonte, Milo foi dar um banho em Heros e alimentá-lo, Kamus ficou encarregado das trigêmeas. Depois de banhos e roupas limpas, as crianças comeram um lanche, e todos os quatros dormiram. Tinha sido um dia agitado, e uma soneca a tarde seria renovadora.


Milo ajeitou o pequeno Heros no berço, e saiu do quarto sem fazer barulho. Suspirou ao fechar a porta, e massageando seus ombros procurou seu marido pela casa.


Encontrou Kamus no quarto deles, e retirando a roupa.


— Banho? — O loiro perguntou com seu olhar inocente, que o outro conhecia muito bem o que queria dizer.


— Me acompanha? — Kamus estendeu a mão para Milo, que prontamente aceitou.


O ruivo o trouxe para perto de si e o beijou com carinho e intensamente. Sem sair um dos braços do outro, entraram no banheiro. O local era grande e tinha uma banheira, o francês colocou a banheira para encher.


Enquanto esperavam o ruivo envolveu Milo em seus braços e o beijou, suave, carinhoso, amável. Soltou seus lábios e seus orbes verdes pareciam encantados com o marido.


— Está cansado petit? — Perguntou afagando o rosto cansado e o fazendo virar de costas para si. E encostando as costas dele em seu peito, passou a massagear os ombros cansados do loiro. — Mi... Está feliz? Deve descansar mais, deixa que cuido os pequenos! Viemos descansar e você está tão cansado. — O ruivo falava carinhoso e cheio de carinho.


O loiro sorriu e fazendo movimento de alongamento com o pescoço.


— Kamus... Eu estou bem, e você tem me ajudado tanto... Não me canso de ter isso. De estar com vocês! Nossas filhas são lindas e nosso Heros que é muito sapeca.


O ruivo dava massagem nos ombros do loiro e logo sua boa passou a depositar beijos e mordidas, arrancando gemidos de Milo. O escorpião estava tão entregue que Kamus passou seus braços em volta dele e mordicou o lóbulo de sua orelha do loiro.


— Hnnn... — Milo gemeu com aquela investida. E rebolou contra o corpo de Kamus. Sentia o cansaço ir embora e a chama do desejo aumentar e tomar conta de si.


O ruivo desceu a mão por seu peito e suas unhas roçavam a pele morena do grego. Foram escorregando e logo estavam arranhando levemente a virilha dele.


— Hnnn... Ange... — O ruivo gemeu sentindo as mãos de Milo que agora estavam em suas nádegas as apertando. Kamus estava sentindo o desejo tomar conta de si.


O loiro deixava-se levar por aquele carinho, e logo Kamus o fez virar para si e tomou seus lábios num beijo, morno e ao mesmo tempo cheio de desejos. As mãos dele possessivamente estavam na cintura o trazendo para mais perto de si, e fazendo seus falos se tocarem.


Com malícia, Milo levou a mão juntando os dois membros e começou a masturba-los juntos. Aquele ato fez o marido gemer e entregar-se aquelas investidas.


— Aaahhh... Hnnn... Mi... — Gemia rouco e cheio de desejo. Jogou a cabeça para trás e mordeu os lábios a fim de não gemer alto. Sentia ondas elétricas passarem por seu corpo e o fazerem se arrepiar.


Milo pareceu tomar as rédeas da situação. Aproveitando-se de Kamus ter jogado a cabeça para trás, o escorpião passou a beijar e mordiscar a pele alva do pescoço exposto. Seus beijos eram doces, mas marcavam ali, deixando implícito que aquele ruivo tinha dono.


Milo continuava a masturba-los juntos. Sua mão quente fazia Kamus ofegar e seus membros vibrarem. Kamus não queria gozar naquele momento, queria tê-lo... Possuí-lo.


O fez parar e olhou com um meio sorriso elegante e sensual. O francês tomou Milo em seus braços e o levou para a cama e começou a beijar o corpo moreno, escorregando os lábios pela pele macia e quente dele. Sua língua atrevida brincou com o mamilo rosado do escorpião.


O loiro mordia os lábios a fim de não gritar, para não chamar a atenção dos filhos.


Delirava ao sentir o marido descer por seu corpo e jogou a cabeça para trás quando a boca do francês lambeu seu membro para em seguida abocanhá-lo.


Kamus sugava com desejo e vontade, deixando Milo sem ação. O ouvia gemer era como melodia para ouvidos. Largou o membro dele, e o fez abrir as pernas, abaixou-se ali e vendo a entradinha dele, passou a lamber aquela gruta, sentindo o calor e o sabor do seu marido.


— Aaahhh... — O escorpião gemeu intensamente. E afundou a cabeça no travesseiro, seus pés estavam apoiados nos ombros do marido. Assim podia erguer o quadril dando mais abertura para Kamus.


— Hnnn... Kamus... Já chega amor... Quero você! — Milo gemeu rouco e chamando por ele.


O ruivo, porém não parou e fez o loiro gemer ainda mais quando passou a alternar a língua e os dedos dentro do amado.


Os corpos de ambos já estavam cobertos por uma fina camada de suor, Milo queria mais, queria o marido em si. Já não controlavam mais seus desejos e pensamentos, pensavam um no ouro e queriam um ao outro.


Kamus parou tudo e pode ouvir um gemido frustrado, mas logo em seguida, posicionou-se entre as pernas do loiro e sorriu malicioso. O francês queria o amado, mas queria o ver montar em si.


— Hnnn... Mi... Agora é sua vez meu amor... Vem para mim vem... — Falou rouco e sensual. Seus orbes verdes mostravam-se nublados pelo desejo e seu falo latejava em excitação.


Milo sorriu e olhou para o marido com um ar infantil e ao mesmo tempo safado.


— Hnnn... Quer que eu cavalgue em você meu amor? Hnnn... — Milo gemeu a medida que falava. Deitou sobre Kamus e o beijou enquanto se esfregava nele, sentia os membros se tocarem e gemia dentro do osculo.


Foi à vez de passear com sua língua pelo corpo do amado, por onde passava deixava marcas naquela pele de alabastro. Mordiscou e chupou os mamilos, e deixou um rastro de saliva até o umbigo do ruivo, que lambeu com desejo. Depois desceu até o falo dele e o lambeu, como um quem lambia um picolé, Milo passava a língua nele desde os testículos até a glande. Quando se deu por satisfeito o loiro o engoliu por inteiro, e enquanto o fazia enfiava os dedos em sua própria entrada e se preparava.


— Aaahhh... Hnnn... — Gemia mordendo os lábios e vendo aquela cena e que no mínimo lhe deixava louco. Via o marido engolir seu falo e com as nádegas empinadas, ele os dedos dele entravam e saiam. Não aguentando mais, o francês o fez parar e sem demora sentou-se na cama e o entrou-se para seu colo.


— Non faz isso ange... É tortura... — Ele ditou rouco e sentiu o loiro safado rebolar dobre seu membro. — Hnnn... Ange...


Milo sorriu e com calma pegou o falo dele e levou em direção a sua entrada. Esfregou-o ali e aos poucos foi descendo e devagar engolindo o membro de Kamus. Quando o sentiu todo dentro, seu corpo estremeceu e ambos gemeram. — Hnnn...


O escorpião começou a mover-se, rebolava um pouco deixando o ruivo louco com aquilo. O loiro sabia o que fazia, e devagar levou as mãos ao peito dele e se apoiando ali, começou a subir e descer naquele falo.


— Ahhh... Ange... Hmmm, que delícia... — Gemia rouco e logo estava erguendo o quadril a fim de ir mais fundo dentro dele. Ambos gemiam e agora nem podiam pensar. Não conseguiam mais.


Kamus levou a mão ao quadril dele e o fez parar. Sem sair de dentro dele, o fez passar a perna por seu abdômen e assim o fez ficar de costas para si, o colocou de quatro e agora era o ruivo quem estacava.


Kamus ia e vinha com vontade e certa força. Estocava o loiro o segurando pelo quadril. Gemia rouco e se inclinou, beijando carinhosamente o pescoço dele e as costas.


— Hnnn... Ahhh... Kamus... Hnnn... Mais rápido mais rápido amor, mais forte... Ahhh... — Gemia e dizia aquelas coisas, tinha a face vermelha e um fio de saliva escorria por ela. Ele tinha as mãos apoiadas no colchão e o seu corpo movia para frente... Causando o som sensual do quadril de Kamus batendo em suas nádegas.


Diante daquele pedido o ruivo não pode negar-se, e assim aumentou os movimentos, mas parou, e em um movimento brusco, virou colocou Milo deitando sobre o colchão e transou avidamente com ele.


Milo sentia-se pegar fogo, explodir de tanto prazer, levou a mão ao próprio membro e passou a masturbar-se. E gemia rouco, quando menos esperava a mão de Kamus juntou-se a sua e passou a intensificar a masturbação.


As mãos iam e vinha no ritmo das estocadas e Milo em um gemido rouco se derramou nas mãos do marido.


— Hnnn... Kamus! Ahhh...


As mãos e os lençóis ficaram melecados com o sêmem do loirinho.


Sentindo o casulo de Milo pressionar seu falo, e o sublime prazer o levar pra níveis descomunais, o ruivo não durou muito... Bastaram duas ou três estocadas para que se derramasse dentro de Milo. O fez virar o rosto e o beijou.


— Je t’aime mon ange... — Declarou ao apartar o beijo e segurando nos olhos dele.


Milo sorriu e seus orbes azuis estavam brilhando.


— Também te amo... Mas agora temos que tomar um banho e trocar a roupa de cama. — Falou divertido, mas visivelmente cansado.


Demorou um pouco para que a respiração de ambos voltasse ao normal. O ruivo sorriu e levantou, e então arregalou os olhos e acabou soltando uma gargalhada, no calor do momento esquecera-se que havia colocado a banheira para encher e agora a água chegou ao piso do quarto.


— É ange... Acho que tem mais que isso para ser feito!


Milo revirou os olhos, pensou em ralhar com o marido, mas tinha sido tão bom fazer amor com ele, não valia a pena brigar.


— Vamos enxugar isso e tomar banho então...


Kamus sorriu e o levou em seus braços para o banheiro, o colocou na banheira a desligando, deixou-o relaxar na água morna e voltou para o quarto, trocou os lençóis de cama e foi pegar um rodo, uma vassoura e um pano de chão.


Sozinho e usando sua velocidade, limpou o ambiente e encontrou Milo cochilando na banheira. Deu banho nele, e o loiro assustou ao sentiu o toque do marido. Depois de enxugá-lo e o colocar na cama, e limpou o banheiro, ele tomou um banho e foi deitar com o amado.


A noite passou rápida e confortável, e o dia chegou trazendo o calor do sol e a beleza daquele lugar que parecia acalmar.


Os seis acordaram tarde aquele dia, mas o aproveitaram bem. Não só esse mais todo o período de férias, logo voltariam à realidade, as responsabilidades, mas estariam juntos, pois agora era uma família.


Em nenhum livro se acharia a fórmula perfeita para a felicidade... Ou a cura para todo desentendimento ou briga. Eram as decisões e atos que ditavam o caminho a seguir. Kamus e Milo entenderam que as pessoas eram feitas de erros, desejos e esperança... E quer para um relacionamento dar certo às vezes era necessário fazer concessões, ceder e deixar o orgulho de lado... Pois o amor sobressaia a tudo.


Eles sempre guardariam na memória que Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma... E permitir que o amor verdadeiro reine sobre suas vidas.


FIm!


Você chegou ao fim do livro. Parabéns!