Notas iniciais
Aos fãs de Kamus e Milo, não nos matem... Tenha calma que logo o ruivo idiota (Ops)... Geladinho volta... Por enquanto é necessário Milo passa por essa transição. Esperamos que gostem, e curtam... Obrigada pelo cainho...
Boo leitura!!

Agradecia aos céus por Mu ter o dom de telecinese, pois não aguentaria subir aqueles lances de escadaria todo, ainda estava com os pontos, e tinha duas pimpolhas para transportar. Claro! Tinha milhões de braços à disposição, mas no final Afrodite venceu, levou uma das meninas — Danita — e saori levou a outra.

Ao chegarem à casa de escorpião, Milo fora levado pra sua cama e tudo estava muito bem arrumado. Os berços colocados ali, pois no primeiro momento não poderia fazer muito esforço. Logo Afrodite e Saori chegaram com as pequenas e as colocaram no berço.

— Onde está ela? — Milo dizia em meio às lágrimas. Não podia contê-las havia se preparado tanto pra as três. E agora estava ali só com duas, iria amá-las, mas nunca esqueceria sua mia.

Embalado pelo choro e pelo cansaço, o loiro dormiu e o cavaleiro de peixes não saiu dali. Daquele dia em diante, estabeleceu-se uma rotina, todos queriam ajudar com as meninas e assim tinham horários, mas dentre todos Alexis era o que parecia estar mais presente. Fazia o curativo do loiro e o ensinou a dar de mamar. Ajudá-lo com o banho e a fazer leite para as comelonas.

Os dias, semanas e meses iam passando, a alegria de ver as filhas fazia Milo mudar a cada dia. Bem, mas nem só de alegria vivem os homens e o lado um tanto mais trabalhoso da maternidade chegou, eram horas insones.

No primeiro mês Milo teve de aprender a lidar com os horários de alimentação das meninas, comiam a cada três horas e o loiro quase não dormia. O bom era poder contar com a ajuda de todos no santuário. Principalmente durante o dia quando chegava a dormir um pouco mais.

No segundo mês vieram as cólicas e até certa febre por conta das vacinas. As meninas davam bastante trabalho e Milo marinheiro de primeira viagem muitas vezes se desesperava e nessa hora era Alexis que o acalmava, fosse por telefone ou pessoalmente.

O choro das pequenas, a primeira dor de barriga, o desespero da febre, a alimentação que mudava e tudo o que acontecia ao longo dos meses, ocupava o tempo e a atenção do grego. Mas nada o fazia esquecer-se de sua pequena Mia. Os meses passaram-se rápidamente e logo as crianças estavam crescendo, agora já tinham seis meses e os outros cavaleiros e amazonas as levava e muitas vezes Milo passava horas sozinho ou envolvido em seus deveres de cavaleiro de Atena.

Certa noite logo após as meninas completarem sete meses de vida. Afrodite havia levado Danita e Hyoga estava com Fahir, Milo estava só em casa, já que todos insistiram em comemorar cada mês de vida das meninas.

Estava envolto em pensamentos e tinha nas mãos uma roupinha de bebe e foi surpreendido por uma voz firme e suave atrás de si, já a conhecia bem e não se assustou.

— Uma moeda por seus pensamentos. – Hector Alexis ditou suavemente.

— Onde está ela Alexis? Diga-me a verdade! – Disse Milo o olhando com a face banhada em lágrimas, já não pensava tanto em Kamus, mesmo por que o culpava pelo que acontecera a sua pequena mia, afinal se ele estivesse ali, ela podia estar com eles.

— Milo meu lindo. Precisa ser forte, lembra? A mia não está mais entre nós, mas tem Danita e Fahir, e elas precisam de você. — Disse acariciando a face do escorpião. Ambos estava sentados no tapete da sala, frente a frente.

— Mas como posso esquecê-la? Meu coração diz que ela não morreu... Mesmo que tenham a enterrado... Algo aqui diz... — Falou colocando a mão sobre seu coração.

Alexis não sabia ao certo o que dizer, algo que acalentasse a dor do loiro, só tinha ciência que queria ficar ao lado dele, dar todo apoio que ele carecia.

Os olhos se encararam, as faces por instintos foram se aproximando. As respirações se encontravam de maneira suave, como uma doce carícia. Até que os lábios se tocaram, ainda que sutilmente. Os olhos se fecharam dando espaço para um beijo calmo.

Para Alexis era algo divino, sentir aqueles lábios macios, a maciez dos fios sedosos e sentir o cheiro daquela pele perfumada. Tudo em Milo era perfeito, seu sorriso, sensualidade natural, força e personalidade.

Somente quando o ar se fez necessários às bocas se distanciaram, mas minimamente.

— Quanto a essa sua dor não posso sanar, só o tempo e você, mas quero muito cuidar de você... Te amar como merece, mas só posso fazer isso se me der uma chance... Me dê essa oportunidade... — Alexis pediu olhando dentro do lago azul que era os olhos do loiro.

— Eu... — Ficara tocado com as falas dele. Não era inocente ou ingênuo, claro que havia percebido que o medico ruivo estava interessado em si, e se sentia bem diante deles, porém não tinha certeza se estava pronto para outra relação.

— Sei que ainda é muito recente para ti... Mas eu... Quero cuidar de vocês, proteger... Me dê essa chance. Não vou exigir além do que possa me dar... — Alexis ditou calidamente, fazendo carinho na face, braço e cabelos de Milo.

— Er... Não posso lhe oferecer o que merece... Eu... Não sei se estou preparado para me relacionar novamente. — Milo estava sendo sincero. Não queria magoar Alexis, ele havia sido essencial naqueles momentos tão difíceis que passou e passava, mas que um médico, um amigo. Sabia que mesmo magoado e ferido por Kamus ainda o amava, e no fundo de seu intimo tinha um fio de esperança que ele voltasse, e que pudessem forma uma família. Mesmo sabendo que isso fosse algo praticamente impossível levando em consideração o fato que conhecia como aquário era.

Os rostos se aproximaram novamente e as bocas se tocaram suavemente. Os olhos se fecharam e lentamente os corpos se moveram até que Milo encostou as costas de encontro ao tapete felpudo, e Alexis cobriu o corpo dele. As bocas se entreabriram e as línguas se enroscaram. O sabor mutuo era experimentado.

As mãos de Alexis tocavam sutilmente o outro. Uma das mãos adentrou pela barra da blusa sentindo a maceis da pele, apertou a cintura, dedilhou os dedos no abdômen definido até alisar o tórax musculoso, até que da palma da mão deslizou sobre o mamilo sensível, e os dedos torceram causando um arrepio no corpo do escorpião que gemeu em meio ao beijo.

— Sabor divino... Lábios gostosos. — Alexis disse. Seus olhos brilhavam de contentamento ao poder realizar o que há meses ansiava. Perder-se no sabor maravilhoso. Ah! Com cuidado e desejoso enquanto ainda tocava o dorso, sua outra não desceu pela lateral do corpo abaixo de si, até que se encheu de uma das fartas coxas. Mesmo que o grosso tecido da calça jeans atrapalhasse, sentia-se extasiado por poder tocar aquele corpo perfeito.

Milo Sentia a pele arrepiar a cada toque, estava tão sensível, há tanto tempo que não sentia nada daquilo. O loiro pegou-se comparando os dois, para ele as mãos de Alexis eram macias e quentes, tão diferentes das de Kamus, sempre tão frias. As palavras de Alexis não se comparavam as do francês, mas ainda assim eram doces.

Ao sentir suas coxas serem apertadas, gemeu um pouco mais. – Ale... Hunn... — Milo sentia-se quente por dentro. Viu Alexis olhar para si, e viu naqueles olhos o carinho que ele precisava naquele instante.

O ruivo nada ditou, apenas acariciou o rosto belo de Milo e mordendo o lábio inferior, o médico parecia esperar algo da parte do loiro.

— Lindo... — Fora tudo que dissera e passou a beijar o pescoço do loiro sentindo o cheiro bom daquele corpo, mordiscou devagar o lóbulo da orelha do escorpião o fazendo gemer novamente. Milo mantinha os olhos fechados e sentia-se vivo a cada toque, a cada carícia. Lágrimas quentes escorriam pelos cantos dos olhos, era involuntário, mas não eram de dor.

Sentiu que o ruivo parou os beijos e ao abrir os olhos o viu olhar perturbado para si. — Me perdoe eu não... — Alexis começou a falar, mas foi interrompido por Milo.

— Não para! Eu achei que... Não é por pena não é Héctor? — Milo ditou sentindo-se ainda inseguro.

Alexis olhou naqueles olhos de mar e respondeu rápido.

— Nunca! Eu nunca senti pena de você... — O ruivo sorriu gentil e continuou. — Você merece ser amado cavaleiro de escorpião! Deix... — Ia falar mais alguma coisa, mas fora mais uma vez interrompido.

— Me ama Héctor... – Pediu Milo diante de sua necessidade, dor e solidão.

Héctor Alexis pareceu não acreditar no que ouvia, Milo estava mesmo lhe dando a chance de tê-lo?

— Milo... – Começou Alexis, não podia errar ou o perderia, mas olhando nos olhos anis nos seus castanhos, o médico nada mais disse e assim tornou a tomar os lábios do escorpião em um beijo mais voraz e necessitado, mas não menos carinhoso ou delicado.

Foi abandonando os lábios do loiro devagar e descendo os beijos pela pele morena, beijou o queixo e seguiu até o lóbulo de sua orelha, ali mordiscou devagar. Alexis sentia-se bem, seu corpo fervia, a tanto tempo que o desejava, desde a primeira vez que o vira. A pele alva do obstetra arrepiava-se ao encostar na de Milo.

Milo por sua vez não se sentia mal em deixar-se ser tocado novamente, por mais que soubesse que ele fora abandonado, julgava-se traindo Kamus ao deixar que alguém se aproximar-se de si. Alexis o fazia sentir querido e especial. Tinha medo era verdade, mas merecia uma chance de ser feliz. Uma que fosse.

Sentiu o ruivo descer os lábios quentes por seu pescoço fazendo seus pêlos eriçarem, seu membro começava a pulsar dentro do jeans e sua respiração começava a ofegar. Héctor parecia conhecer bem o que fazer, pois estava começando a tirar sua sanidade.

Com uma perna de cada lado do quadril do loiro, Alexis com a boca passou a explorar o abdomem tão bem definido e trabalhado daquele cavaleiro. Levantou a camisa com a mão e foi beijando centímetro a centímetro de tudo que ia se desenhando devagar a sua frente. Seus olhos ardiam em desejo.

— Aaahh... – Gemeu Milo ao sentir os dentes do amante arranhar levemente um de seus mamilos. — Héc... Hunnn.... – Tentou exprimir algo, porém, as palavras morreram quando o outro sugou o mamilo.

— Você é lindo... Não só de corpo, como de alma e coração... Me deixa te fazer feliz... Te amar como merece! — Hector ditou amavelmente enquanto suas mãos lentamente começaram a se desfazerem de cada peça de roupa do loiro. Seus olhos se pegavam em admirar cada parte do corpo trabalhado pelos treinos e lutas. Os músculos torneados, a perfeição do conjunto.

Milo não deixou de se sentir envaidecido diante do olhar penetrante do outro. Sentia-se com o orgulho inflado em saber que era tão bem cobiçado. Realmente a muito ansiava em se sentir desejado, amado, talvez sua fragilidade emocional pedisse isso.

— Ahhh... Gemeu longo quando sentiu os beijos do outro começarem da barriga de seu pé, encaminhado pelas panturrilhas... As mordidas leves nas roliças coxas, tudo tendo os azuis penetrados nos castanhos.

As costas de Milo arquearam. Tão carente que o menor toque o arrepiava. Ele empurrou o médico se sentando no chão. Com um sorriso malicioso o escorpião em alta velocidade passou a retirar as roupas do outro o deixando igualmente nu. Os dois de joelhos no chão se aproximaram, os corpos se moldaram e as bocas novamente voltaram a se encontrar.

As línguas se chocavam, conforme as mãos decoravam cada curva, músculo ou traço do corpo alheio. A temperatura do ambiente passou a subir, e seus corpos tornavam desejosos um do outro.

— Eu... Me deixa...

— Claro! – Aléxis parecia entender muito bem nas entrelinhas o que o loiro queria dizer, e não faria de rogado, daria a Milo tudo que ele quisesse.

Os dois se moveram deitando, contudo em posições contrárias. Deitados de lado e com uma das pernas flexionadas. O falo de cada um deles ficava a mercê do outro.

Milo tomou em mãos o semi-rígido órgão, o sentindo quente a pulsar em sua mão. Começou a fazer uma massagem arrancando pequenos gemidos do médico. Aléxis por igual tomou o membro do loiro, porém ele foi mais atrevido. Sua língua deslizou pela glande vermelha, brincando com a fenda para em seguida o abocanhar, começando uma sonora e lenta felação.

— Ahha... – Milo sentiu incendiar, diante do ardor e carinho cedido a si, e igualmente passou a experimentar o gosto do outro.

Ambos se doavam na tarefa que executavam, em meio às chupadas, os gemidos ecoavam pelo recinto. Aléxis fez Milo mover o fazendo ficar de quatro sobre ele, que deitara de costas contra o tapete.

O loiro engoliu o falo túrgido do medico, enquanto intercalava com massagens nos testículos dele com as mãos, ou as coxas. O corpo moreno estremeceu quando sentiu a ávida língua do outro percorrer sua intimidade.

Héctor de maneira lasciva passou a lamber, sugar a entrada do outro, enquanto sua mão ainda massageava o ponto de prazer entre as pernas, que estava duro e pingava o pré-gozo ansioso por mais.

— Isso é bom... Nossa como faz bem... Isso. – Milo falou sensualmente. Seu corpo caia no precipício do prazer, sendo levado sem medo pelo o ruivo grego.

— Delicioso... – Aléxis disse apertando suas nádegas. Milo era quente, e sensual capaz de só por olhar para ele arrancar qualquer sanidade, juntando ainda com sua personalidade cativante, tornava conjuntos maravilhosos na concepção de Hector.

Milo sorriu sedutor, moveu-se saindo de cima do outro. Seu olhar faceiro mostrava claramente o que ele queria. Deitou de costas no chão, flexionando as pernas, e as abrindo dando total acesso ao ruivo de olhos castanhos que sentiu o falo vibra diante daquela oitava maravilha.

— Vem... Me ame... Me tome para você. – Murmurou o escorpião. Queria se sentir querido, amado e desejado, importante para alguém. O outro estava disposto a lhe oferecer tudo isso, e não iria recusar.

Alexis não esperou um segundo pedido, lambeu os lábios inconscientemente e deitou sobre o corpo de milo o beijando e em seguida posicionou-se entre as pernas do loiro, o médico gemeu ao sentir as pernas dele envolverem sua cintura.

— Aaahh... Milooo... – Alexis guiou seu menbro a entrada do loiro e aproveitando-se do pré-gozo que ja saia de seu membro, ele começou a adentrar o corpo moreno abaixo do si.

Milo gemeu ao sentir Hector lhe penetrar, a um bom tempo que não tinha nada com ninguém e a dor era inevitavel, sabia que logo passaria, mas era impossível não se sentir rasgado e sendo partido ao meio. Mordeu os lábis segurando um gemido de dor e seus olhos marejaram.

O ruivo por sua vez empurrava-se para dentro do escorpião e ao se dar conta da dor que estava impondo ao grego, forçou-se a ir mais devagar. Beijou-lhe o rosto e tomou seus lábios, queria acalmá-lo de alguma forma. Porém ambos gemeram alto, pois Milo num ato impensado apertou Alexis, o fazendo entrar totalmente dentro de si.

— Aaahhhh... – Ambos estavam ofegantes, o loiro tentava se acostumar com o volume dentro de si e Alexis tentava não acabar com tudo naquele momento. O médico sentia-se pleno, feliz, completo. O cavaleiro de escorpião sentiu-se amado e desejado.

Depois de um certo tempo Milo começou a mover-se devagar, o que deu a Héctor a noção de que era hora de fazer aquela dor, transformasse em prazer. E assim o médico passou a estocar o loiro o fazendo gemer devagar e parecendo o conhecer muito bem, o membro do ruivo ia e vinha dentro do grego e logo o desconforto fora se transformando em prazer.

Milo sentia-o dentro de si e ondas elétricas pareciam percorrer seu corpo, Sentia-se ser tocado naquele ponto especial e assim não conseguia pensar em nada, entregava-se ao prazer daquele momento. Seu coração estava a mil e ele em si era a imagem da luxuria. O guardião do oitavo templo estava suado e cada gota que escorria por sua pele dourada brilhava, seus fios loiros colavam em sua pele e sua franja teimava em esconder um pouco de seu rosto que se encontrava corado pelo prazer, a boca da qual só saiam de coerente os gemidos estava entreaberta e seu corpo sacudia em pequenos espasmos e a mercê das investidas do ruivo.

— Hunn... Aaahhhh... Héc... Hunn...

Era tudo que o ruivo ouvia, sentia-se realmente bem, estava com aquele que detinha seu coração, estava dando a ele um pouco do que ele merecia. Sentia-se queimar, ofegava sentindo o corpo tão másculo o apertar e como era macio por dentro. Seu quadril ia de encontro ao do loiro e logo seus corpos moviam-se no mesmo ritmo e velocidade.

— Aaahhh... Milo... Lindo... Meu loiro... – Alexis gemia, não conseguia se conter.

— Aleeee... Maaaiiisss... Ráaaa... Pido, mais for... Ahhh... – Milo gemia alto, não podia negar que era bom ser amado novamente, ainda mais quando o seu agora amante era carinhoso e cuidadoso consigo.

O ruivo não podia negar aquele pedido, e assim intensificou os movimentos em força e velocidade e assim os gemidos deles enchiam o ambiente. Mas não era egoista e querendo que seu amado sentisse prazer igual ao que ele lhe proporciaonava Héctor passou a masturbar o loiro, que tinha uma de suas pernas no ombro médico e a outra no chão.

Os corpos estavam em sintonia perfeita. Embrenhados naquela dança divina, mergulhavam ainda mais no prazer. Uma lástima que ele não poderia ser prolongado mais ainda. Milo jogou a cabeça para trás, suas mãos se apoiaram nos ombros do outro, enquanto seu corpo se fechou no falo turgido que lhe deflorava.

Em um grito permitiu que toda sua semente fosse despejada sujando ambos. Sua mente nublara. Mas que prazer físico, se sentia completo totalmente de maneira inexplicavel.

Alexis se sentiu feliz em saber que era o causador do prazer do loiro anjo, e quando viu que ele alcançara o cume, passou a buscar o seu. Aprofundou mais dentro daquela cavidade convidativa, até que em uma estocada funda deixou seu gozo esvair.

Segurou firme nas ancas do escorpiao. Seu corpo todo tencionara sentido uma eletricidade percorrer e alcançar o nivarna.

— Ahhaha... Delicioso... – Murmurou entre gemidos. Quando todo seu líquido viscoso derramara, deixou seu corpo cair sobre o de Milo, afundando sua cabeça na curva do pescoço dele.

Sua respiração ruidosa batia contra a pele morena, e suas mãos subiram em uma linha imaginaria no lado do corpo definido.

Levantou sua face, encarando a de Milo. Ambos tinham os corpos, os rostos banhado a suor. As respirações afoitas e os corações a galopes.

Sorrisos foram trocados, e as bocas se aproximaram trocando um beijo suave e sem pressa. As mãos tratam de trocar carícias.

Hector com cuidado saiu de dentro do loiro, fazendo Milo estremecer.

— Eis incrível Milo... Lindo... Perfeito. – O médico ditou acariciando a face amada. — Eu estou apaixonado por você. Sei que não posso lhe pedir muito, que ainda está ferido pelo o que aconteceu, e seu coração ainda pulsar por Kamus, mas me dê uma oportunidade... Me deixa lhe fazer feliz... Amar a vocês três plenamente. – Aléxis dizia tudo com carinho, sem pressão.

Queria mais que está ao lado do loiro, queria-lhe forma uma família com ele, cuidar dele e das filhas, que por igual amava e queria bem, oferecia ao escorpião tudo que ele tanto carecia.

Milo se viu comovido. Estava tão fragilizado, e sabia que nos braços do ruivo em cima de seu corpo encontraria o amparo que tanto necessitava. Claro! Não queria ser injusto com Aléxis. Ainda amava Kamus, mesmo que este tivesse sido tão canalha consigo.

— Eu... Alexis... Não sei... Me sinto tão perdido, mas... Sim! Sei que em você encontrarei a segurança, felicidade e amor... E quero retribuir seus sentimentos, só não me pressione. – As palavras eram sinceras, realmente queria retribuir ao ruivo.

Aléxis sorriu abertamente, e em seu coração firmava o intento, ia conquistá-lo, o fazer feliz.

As bocas voltaram a se encontrar, selando os sentimentos, aquele momento único. Aquela noite fora curta para se amarem. Hector fez questão de decorar cada pedaço ou forma de Milo, e o loiro se deu à chance de ser amado e querido novamente.

Um novo caminho abria para si, uma nova dádiva da vida. Queria deixa o passado para trás, viver para suas filhas, criá-las bem, e claro, agarrar a oportunidade que a vida o estava dando.

Continua...