Notas iniciais
Oi gente, olha só quem voltou!!! Eu sei q eu tô demorando demais com as atualizações, mas antes tarde do q nunca, né mesmo?! Eu tô com dificuldade em me concentrar pra escrever, confesso, eu tenho a ideia, o q eu não tenho é concentração de como executar a ideia, aí fico olhando pro world em branco e ele olha de volta pra mim... e fico nisso até sair alguma coisa... q eu goste de preferência... Enfim, sem mais delongas, vamos ao capítulo >>>>>>>>>>>>

Sasuke estava nervoso, não sabia bem o porquê, só iria a um encontro com Sakura. Mais um, tecnicamente. Não sabia se podia considerar as aulas de natação como encontros. Provavelmente não. Então aquele seria o segundo encontro deles.

Esperava que pudessem se beijar como no primeiro. Aquela noite, ao final do encontro, parecia mágica. O brilho verde dos vagalumes em volta, as estrelas no céu e os olhos esmeraldas de Sakura refletindo tudo antes de beijá-la...

Não conseguia parar de pensar nisso. Naquele momento etéreo... em como as coisas poderiam ser quando ela enfim confiasse nele.

Tinha tido um sonho um tanto... impróprio para menores na noite anterior e se surpreendeu ao acordar com o seu corpo mais animado que o de costume. Não conseguia parar de pensar em Sakura, nos olhos dela, nos cabelos cor de rosa dela, nas orelhas levemente pontudas e fofas, na forma como ela agarrava em si quando ficava com medo de se afogar e, principalmente, os lábios. Queria beijá-la novamente e não parar nunca mais.

Pelas terras dos contos de fadas! No que estava se transformando? Numa espécie de pervertido por um acaso? Aquilo era completamente deselegante de se pensar de uma dama, mesmo que ela já estivesse comprometida consigo.

— Por que você está vermelho? – a voz de Naruto o assustou.

Se virou rapidamente para o amigo que estava saindo do banheiro com uma toalha no cabelo e lhe analisando de cima a baixo.

— Por nada, só estou com um pouco de calor – Sasuke respondeu agilmente dando de ombros.

Naruto cruzou os braços com um sorriso faceiro no rosto.

— Pra cima de mim? Seu melhor amigo? Por quanto tempo a gente se conhece mesmo? Ah é, desde que a gente se entende por gente!

Sasuke suspirou. Não tinha como enganar o amigo.

— Tudo bem, eu estava pensando na Sakura – confessou.

— Quando você não está? – Naruto revirou os olhos teatralmente. – Vocês não vão se encontrar daqui a pouco? – perguntou confuso.

— Vamos – Sasuke concordou. – É que... eu sonhei com ela. Não consigo parar de pensar nela. Parece loucura?

— Você está apaixonado – Naruto deu de ombros. – Isso não é normal?

— Não sei, é? – Sasuke se questionou.

— Só relaxa e aproveita – disse o loiro se sentando na cama de frente para o amigo, mas com o olhar na janela. Ele podia estar ali fisicamente, mas a mente foi para longe.

Sasuke analisou o perfil do amigo. O filho da Cinderela andava meio estranho ultimamente, não tinha perguntado nada antes porque não queria se intrometer, mas...

— E você? Está tudo bem? – o filho da Bela e a Fera perguntou.

Naruto se voltou para ele abruptamente.

— Comigo? Tudo bem! Tudo ótimo! – respondeu com a voz levemente esganiçada.

— Você parece meio estranho nos últimos dias – Sasuke comentou levemente.

— Estranho como? – Naruto o questionou.

— Você tem andado aéreo, meio desligado – Sasuke deu de ombros, mas decidiu jogar uma isca: – Parece até que está apaixonado.

Naruto se deteu onde estava sentado. Como se acabasse de levar um choque.

— Tudo bem com você? – Sasuke perguntou preocupado.

— Claro que sim – Naruto respondeu automaticamente. – Mas é besteira o que você falou antes – ele se levantou apressado, como se quisesse fugir daquela conversa.

— Sobre você parecer estar apaixonado? – Sasuke questionou sugestivamente.

— É – Naruto concordou e depois bufou cruzando os braços. – Eu vou saber quando eu estiver apaixonado.

Sasuke tinha sérias dúvidas quanto a isso, mas decidiu não falar nada.

— Vai ser amor a primeira vista – Naruto continuou a falar de forma confiante. – É por isso que eu ainda não me apaixonei por ninguém. Meu verdadeiro amor ainda está por aí, esperando que eu a encontre.

— Bom, eu não me apaixonei pela Sakura a primeira vista – disse Sasuke. – Eu nem sei dizer quando eu me apaixonei por ela – constatou. – Mas agora... eu tenho certeza de que a amo.

Era por isso que estava nervoso. Na primeira vez que foram ao lago Sakura não havia percebido que a água era encantada, mas talvez daquela vez ela percebesse e se percebesse poderiam enfim deixar a história do cookie enfeitiçado para trás.

Esperava que seu plano desse certo.

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— Como estais bela, ó minha amada – Sasuke gracejou quando Sakura se aproximou. Ele estava apoiado na mesma moto branca do primeiro encontro.

Sakura estancou no lugar.

— O que? – perguntou completamente confusa.

— Eu disse...

— Eu sei o que você disse – Sakura o interrompeu. – O que eu não sei é o porquê de você estar falando assim.

— Aula de “Cortejo Avançado” com o professor Asuma: utilizar linguajar adequado quando for cortejar o objeto de sua afeição.

— Primeiro: o professor não falou que não precisa exagerar? E segundo: as pessoas viraram objetos agora ou é só porque aqui em Konoha todo mundo é atrasado e se espera que todos sejam héteros, logo os objetos da afeição são sempre as mulheres?

Agora é Sasuke quem estancou no lugar.

— Exagerei – ele constatou. – E peço perdão.

— Está perdoado – Sakura disse sem se importar. Queira ir logo para a cachoeira.

Sasuke resolveu ficar calado e apenas estendeu o capacete para Sakura. Foram o caminho inteiro em silêncio. O filho da Bela e a Fera ainda se martirizava pelo comentário anterior, queria fazer uma simples brincadeira e não havia se dado conta de que podia tê-la ofendido. Então assim que chegaram ao destino e desceram da moto ele já foi logo falando:

— Peço perdão se a chateei anteriormente, não era minha intenção.

— Ainda pensando naquilo? Eu só retruquei para te provocar, eu sei que você não é assim – Sakura deu de ombros.

— Como pode ter certeza? – Sasuke perguntou. – Eu nasci e fui criado aqui, todos os pensamentos e ensinamentos estão enraizados...

Sakura colocou um dedo na boca dele o interrompendo.

— Sim, porém essas coisas não estão só na fala, mas nas atitudes também e eu nunca vi você destratar ninguém por qualquer motivo que seja. Você é educado demais para isso.

Sasuke estava tão acostumado a essa nova Sakura que sempre estava tentando escapar por entre seus dedos que quase tinha se esquecido como ela era engraçadinha e irônica quando se conheceram.

Ele a circundou entre seus braços para não deixá-la fugir e tentou beijá-la, mas Sakura se esquivou rapidamente.

— Vamos nadar? – ela pediu.

— Vamos – ele concordou.

Tinha trazido uma mochila no compartimento da moto e a pegou. Diferente da outra vez não havia nenhum banquete, ele apenas trouxera uns sanduíches e sucos, fora duas toalhas que ocupavam pelo menos metade do espaço na mochila.

Sakura viu a água cristalina e se sentiu em paz naquele santuário. Se virou de costas para Sasuke e tirou o vestido timidamente. Estava usando um top tomara que caia e um short bem curto, ambos na cor verde escuro. Se senti constrangida porque nunca havia exposto seu corpo daquela forma. Até seu umbigo estava visível. Ninguém nunca havia visto seu umbigo, nem mesmo Ino que adorava tirar suas medidas.

Sasuke a admirou enquanto ela se despia, mesmo após a saída da ilha ela ainda tinha a pele muito pálida. Ele mesmo começou a tirar as roupas que usava e ficou apenas com o short em um tom de verde musgo coberto de flores silvestres.

A guiou até a água e esperou ansiosamente que ela fizesse reconhecimento da magia, se é que era possível, ele torcia para que sim, mas depois de um tempo ficou claro que não parecia ter surtido efeito algum, então perguntou suavemente:

— A água daqui é diferente, não é?

Sakura estava com os olhos fechados, boiando, aproveitando o sol e o refresco que a água passava. A cachoeira parecia mesmo diferente da piscina da Academia e até mesmo da água que usavam para o banho.

— Acho que sim – ela murmurou. – Mas a água daqui de Konoha é diferente da ilha em tudo – ela deu de ombros.

Sasuke se viu frustrado.

— Dizem que é mágica – ele tentou outra vez.

— Mágica como? – ela perguntou, ainda de lhos fechados.

Sasuke se aproximou dela e abraçou pela cintura mais uma vez.

Sakura abriu os olhos e percebeu que ele mantinha o rosto perto do seu. Perto demais.

— Dizem que lavam encantamentos – ele respondeu.

Sasuke se aproximou para beijá-la, mas Sakura se esquivou mais uma vez.

— Não gosta mais de mim? – Sasuke perguntou tirando seus braços ao redor dela e sentindo uma fisgada de dor no peito pela possibilidade.

— É claro que eu gosto de você – Sakura respondeu sem pensar duas vezes e se surpreendeu. Era verdade, gostava mesmo dele.

— Não me deixa beijá-la desde a última vez que viemos aqui – ele apontou.

— É só que é tudo novo para mim – ela respondeu nervosa e se virou de costas.

— Talvez eu devesse pular de algum lugar para provar meu amor a você – ele brincou. – Como o professor Obito fez para a professora Rin.

Sakura se virou para ele, mas ele já se afastava em direção a cachoeira. A filha da Malévola não sabia dizer se ele estava brincando ou não e foi atrás.

— Onde você está indo? – ela perguntou. Ele nadava muito depressa enquanto que ela ainda estava aprendendo.

— Vou para o alto da cachoeira para provar meu amor a você – ele respondeu como se não fosse nada, mas a voz ainda tinha o ar de diversão.

— Sasuke volta aqui – ela pediu. Ele parecia capaz de tal feito e ficou com medo. Não sabia que efeitos o cookie poderia ter nele. – Você não precisa fazer isso.

— Você não quer me beijar – ele se virou para ela com um sutil sorriso nos lábios, mas a mão na cabeça de forma teatral como se lamentasse.

— É claro que eu quero beijar você – a frase saiu tão rápido que Sakura só percebeu o que havia respondido quando ele já nadava de volta para si.

— Quer mesmo?

Se fosse para evitar dele pular de cima de uma cachoeira...

Ela acenou nervosamente.

Sasuke parecia um menino animado como se tivesse acabado de receber um brinquedo novo. Nem acreditava que sua brincadeira tinha funcionado. Devia se sentir mal por fazer aquilo com ela, mas sua mente não pensava com clareza quando se tratava da filha da Malévola.

O beijo começou tímido, apenas um mero encostar de lábios, mas Sasuke não queria um simples encostar de lábios, queria mais e Sakura se deixou levar. Com um dos braços ele circulou a cintura dela e com a outra mão foi até a nuca, acariciando os cabelos.

Sakura segurava os ombros dele com força. Não podia acreditar que tinha deixado ele lhe beijar novamente, mas naquele momento não conseguia raciocinar direito. Sua mente tinha se tornado um emaranhado assim como eles dois.

Sasuke se separou dela suavemente, mas não a soltou ou se afastou. A olhou nos olhos, transmitindo seu desejo. Os lábios levemente rosados e a respiração um pouco acelerada.

— Sakura, eu te amo – disse sinceramente. – Mas e você? Você me ama?

Aquilo foi tão súbito que ofegou e ficou paralisada.

Olhando para ele, para os olhos dele, só pode ser sincera.

— Eu não sei o que é o amor – sussurrou.

— Tudo bem – ele acariciou o rosto dela. – Deixa que eu te ensino – e tornou a beijá-la.

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Hinata estava indo até a enfermaria ver seu irmão quando viu o diretor passar apressadamente por um dos corredores. Ele andava tão depressa que achou estranho e decidiu segui-lo. Ele parecia estar seguindo até as antigas masmorras da Academia. A escola tinha sido tão bem adaptada que às vezes até se esquecia que era um antigo castelo.

Estava tão concentrada em seguir o diretor que não percebeu quando alguém mais se aproximou e lhe tocou no ombro a fazendo pular de susto. Só não gritou porque a mesma pessoa foi rápida em tapar sua boca.

— Shiu, sou eu – Naruto a virou para ele.

Hinata relaxou e respirou mais aliviada.

— O que está fazendo aqui? – ela perguntou em um sussurro.

— Eu que te pergunto: por que está seguindo o diretor? – ele sussurrou de volta.

— Ele estava andando tão depressa que eu estranhei e acabei seguindo ele – ela deu de ombros.

Mas não disse toda a verdade: seu instinto lhe dizia que tinha alguma coisa errada.

Naruto abriu a boca para falar novamente, mas parou quando um barulho de uma porta pesada caiu. O barulho tinha sido muito perto de onde eles estavam.

— Deveríamos ver o que foi isso? – Naruto perguntou.

— Talvez o diretor tenha se ferido – Hinata concordou e tomou a dianteira.

Naruto a achou corajosa pela atitude. Mas resolveu se colocar na frente dela.

— Cavalheiros primeiro – ele tentou ser cordial.

— Eu devia ter feito aulas de “Treinamento de Heróis” – ela resmungou baixinho ficando atrás dele e Naruto deu um singelo sorriso de canto ao escutá-la.

— Podemos começar na próxima semana – ele se ofereceu enquanto caminhavam. – Posso te ajudar. Sakura tem razão em dizer que todos nós deveríamos aprender a nos proteger.

— Eu sei – ela respondeu. Ia continuar a conversar com ele quando viraram um das esquinas e viu algo que a fez arregalar os olhos.

Naruto seguiu o olhar dela e também se surpreendeu.

— Filhotes de dragão – Hinata sussurrou.

Naruto não conseguiu contar quantos havia, apenas correu de volta para o corredor puxando Hinata consigo quando um cuspiu fogo na direção deles quase os atingindo.

— Vamos – a puxou de volta para onde vieram.

— O que a gente faz? – Hinata perguntou.

— Como eles vieram parar aqui? – Naruto perguntou de volta.

Ouvia os dragões correndo atrás deles, mas não tinha coragem de se virar.

— Temos que achar a Fada Madrinha! – o filho da Cinderela gritou.

— Ela ainda não voltou para a Academia! – Hinata gritou de volta. – Mas acho que a professora Shizune está por aqui!

Verdade, a professora Shizune era uma fada, podia ajudar certo?

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— Dragões? – a professora Shizune questionou abismada enquanto se levantava apressada da mesa onde estava sentada. Os professores Kakashi, Obito eRin também estavam com ela. – Como eles vieram parar aqui?

— Isso importa? – Naruto retrucou nervoso. – Eles cospem fogo! – exclamou.

— Você pode contê-los, certo? – Hinata perguntou esperançosa e ao mesmo tempo apreensiva.

— Contê-los? – Shizune riu de forma involuntária. – Quem consegue conter um dragão? Não imagino nem Tsunade fazendo isso!

— Temos que evacuar a escola ou deixar os aluno protegidos em algum lugar.

— O refeitório – disse Rin.

— Vamos fechar as portas e manter todos os alunos lá dentro – Obito olhou para ela. Fariam aquilo juntos.

— Vocês dois – Kakashi apontou para Naruto e Hinata. – Vão até os dormitórios e se certifiquem de tirar todos os alunos de lá e os reunirem no refeitório.

Os dois concordaram e partiram imediatamente.

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Sakura estava aproveitando o dia. Depois que tinham se beijado pelo que pareceram horas, voltaram a nadar e a rir e a se beijar como um verdadeiro casal de apaixonados.

Se preocuparia com ódio dele depois. Depois que quebrasse o feitiço.

Naquele momento só conseguia pensar no quanto gostava dele e da companhia dele e nas coisas que ele a fazia sentir. A maioria delas era boa.

De repente ouve um tremor muito forte na água.

Sasuke se aproximou dela rapidamente.

— O que foi isso? – ela perguntou.

— Eu não sei – ele respondeu confuso. – Vem, vamos sair da água.

Sasuke foi até a mochila e tirou as toalhas estendendo uma delas para Sakura. Mal se secaram e sentiram a terra tremer novamente. Aquilo estava muito estranho.

Foi quando ouviram um enorme rugido. Sasuke empalideceu.

— Que som é esse? – Sakura perguntou para ele.

Mas Sasuke não precisou responder. Acima deles passou voando uma enorme criatura que fez Sakura abrir a boca abismada.

— Aquilo é um dragão? – ela sussurrou para Sasuke.

Sasuke somente acenou também surpreso.

O dragão pousou no alto da cachoeira fazendo a terra tremer como nas duas outras vezes e rugiu. E por mais estranho que parecesse, Sakura reconheceu o desespero naquele rugido. Era quase como se ela entendesse o dragão.

O animal saiu voando.

— Temos que ir atrás dele – disse Sakura.

Sasuke concordou.

Se trocaram rapidamente e correram em direção a moto, seguindo o dragão.

— Acho que ele está indo em direção a Academia! – Sasuke gritou.

— Tem uma proteção, não tem? – Sakura perguntou tentando lembrar se a Fada Madrinha tinha dito alguma coisa. Sabia que ela conseguia sentir magia, mas será que podia proteger a escola de um dragão? Foi então que se tocou.

— A Fada Madrinha não está na Academia! – gritou para que ele a pudesse ouvir.

Sasuke acelerou a moto em resposta.

E só conseguiram chegar na escola antes do dragão porque ele parava e rugia como se buscasse por algo. “Mas o que?” Sakura se perguntava.

Pularam da moto assim que chegaram perto o bastante das portas de entrada e se surpreenderam por várias das janelas estarem pegando fogo.

— O que aconteceu aqui? – Sasuke lamentou sem saber o que fazer exatamente.

Não dava para entrar pelas portas principais então rodearam o castelo.

Nãos eram todas as janelas que estavam pegando fogo, mas muitas eram do primeiro andar. O salão de dança estava intacto, Sakura reparou pelas janelas que as portas estavam fechadas do outro lado. Havia alunos ali dentro encolhidos nos cantos, pareciam estar com medo de alguma coisa.

— A gente bate na janela? – Sakura perguntou para Sasuke.

O filho da Bela e a Fera se adiantou e deu uma leve batida fazendo várias cabeças se voltarem para eles assustados. Karui estava na sala com Chouji e abriu o trinco.

— O que aconteceu? – Sasuke perguntou assim que ela abriu a janela.

— Por que está tudo pegando fogo? – Sakura perguntou em cima.

— Onde vocês estavam? – Karui sussurrou surpresa, volta e meia olhava em direção a porta com medo.

— Tem dragões aqui na escola – Chouji sussurrou nervoso.

— Aqui dentro? – Sasuke perguntou atordoado.

— Filhotes – Chouji – respondeu.

— Era para a gente ter ido para o refeitório – disse Karui. – Mas já tinha uns dois filhotes nas portas então corremos para cá.

Aquilo deu um estalo na cabeça de Sakura.

— É isso – se virou para Sasuke. – Aquele dragão enorme que vimos a caminho daqui deve estar atrás desses filhotes.

— Dragão enorme? – Chouji choramingou.

Sasuke não respondeu o amigo, tentou pensar numa solução ao mesmo tempo em que Sakura.

— Quantos filhotes são? – ele perguntou.

— Isso importa? – Karui disse nervosa. – Eles estão colocando fogo em tudo o que vêem.

— Devem estar assustados – falou Sakura. – Isso aqui não é ambiente para eles.

— Não me diga – Karui ironizou.

Sakura olhou para ela e viu o medo nos olhos dela. Mas também ouviu o rugido do dragão maior. Ele estava perto.

— Eu tenho que entrar – disse para Sasuke. – Preciso atrair os filhotes para fora da Academia.

— Você não vai entrar por aqui não – uma voz se fez ouvir. Era Karin, ela também estava no salão.

Sakura iria retrucar para a ruiva, mas Karui foi mais rápida e disse algo que Sakura não esperava ouvir:

— Tenho que concordar com a Karin. Prefiro não arriscar abrir a porta e atrair esses filhotes cuspidores de fogo aqui para dentro – e então fechou a janela.

Sakura ainda estava de boca aberta.

Sasuke, ao contrário, foi rápido em encontrar uma janela quebrada e chamou a atenção de Sakura.

— Você sabe apagar fogo com a sua magia? – ele perguntou.

— Não – ela respondeu abismada. – O meu poder é um tipo de fogo – e fez uma chama verde com as mãos e então se lembrou. – Mas consigo proteger a gente do fogo – apagou a chama. – Você vai vir comigo?

— Claro que sim – ele disse como se fosse óbvio. – Não vou deixar você sozinha – segurou as mãos dela entre as suas e encostou a testa na dela.

Sakura piscou para afastar a umidade que surgiu em seus olhos ao ouvir a resposta dele.

— Tudo bem – ela concordou. – Vamos.

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Notas finais
E aí, gostaram? Espero q sim!!! Notas: ♦ O capítulo ia acabar ficando bem maior do isso, então deixei para continuar no próximo ♦ O q vcs acham desse Sasuke um tanto quanto saidinho? Tendo sonhos com a Sakura e tudo (até Naruto percebeu)... ♦ E esse Naruto meio aéreo no começo do capítulo? Sei não, hein... ♦ Momento SasuSaku ♥♥♥♥ TUDO pra mim ♥♥♥♥ (esse Sasuke tá meio q se aproveitando, ou é só impressão minha? Kkkkk) Bem, é isso, beijinhos e até o próximo capítulo ♥♥♥