Notas iniciais
Capítulo pequeno, mas vai ter mais aguardem!

– Aonde devemos ir?- perguntou Kath.

Olhei no mapa que recebera do Supremo e vi que um ponto brilhante estava indicando o caminho, quando vi não consegui acreditar.

– Canadá.

– O que?- perguntou Liz e tirou o mapa das minhas mãos para poder ver por ela mesma- Canadá.- repetiu ela.- O que Canadá tem haver com isso?

– Não sei, mas se o mapa diz, devemos fazer.- disse.

– Certo.- ela respondeu.

– Mas a distância é meio longa não vamos conseguir nos teleportar por uma distância assim.- disse Kath.

– Mas há um jeito. Cada um de nós teleporta todos até o ponto que conseguir, daí outro assume a tarefa de teleportar a partir do ponto que o outro parou, entederam?- perguntei.

Eles assentiram.

– Ótimo. Quem é o primeiro?

Brandon levantou a mão.

– Beleza, segurem- se em mim.

Fizemos o que ele mandou e então o familiar sugão para cima nos atingiu e logo depois senti meus pés tocarem uma grama fofa. Estávamos na beira de uma floresta.

– Agora eu vou.- se pronunciou Kath.

Todos ficamos meio inseguros, pois Kath não é uma das melhores teleportadoras do mundo, mas mesmo assim seguramos nela e novamente senti o puxão para cima, então meus pés tocaram em... nada.

Abri meus olhos e estávamos em pleno ar, acima de uma cachoeira com águas fortes. Todos os outros gritaram enquanto caíamos para a água da cachoeira, nenhum de nós conseguimos pensar durante a queda, talvez seja culpa do pânico. Atingimos a água com um estrondo, e a alguns metros ali na frente, a água despencava, talvez, uns um milhão de metros, pensei.

– Gente!- gritei.- Fiquem calmos! Conduzam a água para guiarem vocês até a margem!- gritei.

Eles assentiram, mas nada aconteceu.

– A água está muito forte e mais difícil de ser controlada!- gritou Bran.

Eu não sabia o que fazer. A resposta mais óbvia não tinha funcionado, então olhei ao redor e vi árvores e mato na margem.

– Tentem conduzir as árvores até vocês!

Então eles começaram a fazer o que mandei, então uma monte de raízes rompeu da floresta, e pegaram todos, então vi que eu poderia ir também, mas algo estava errado. Estava faltando alguém, faltava Kath.

– Katherine!- gritei.- Katherine!

Somente o som das águas que me responderam.

– Vocês vão para a margem!- gritei para Bran e Liz.

Eles hesitantes voltaram. Saltei da raíz que estava me segurando e mergulhei na água. Consegui fazer a água ficar um pouquinho mais calma ao meu redor, para eu conseguir abrir os olhos, mas não via nada. Nenhum sinal de Kath. Voltei a superfície e me deixei guiar pela corrente, indo em direção a cachoeira. Afundei mais algumas vezes para ver se conseguia achar a Kath, mas nada. Então ouvi um grito.

– Socorro!- era Kath.

– Katherine! Estou indo! Onde você está?- gritei para o céu.

– Estou aqui! Indo para a cachoeira!

Quando ela disse isso, meu coração pesou. Ela com certeza ia morrer, nós, Convocadores, podemos nos curar mas não de coisas mortais, tipo uma queda de sei lá quantos metros em direção a rochas. Segui na direção de sua voz, mas quando vi, era tarde demais. Kath estava caindo em direção a morte.

Senti meu sangue ferver e ficar mais quente, era como se as minhas veias pulsassem com o calor, uma onda de poder tomou conta e meus olhos brilharam em seu dourado. A corrente de água parou, ela toda parou, ergui minha mão para a frente, embora eu não conseguisse alcançar Kath com ela, então uma mão enorme feita de água se ergueu e pegou Kath, o que deveria dar errado, já que a água não é tão sólida, mas eu sabia que ia dar certo, simplesmente sabia. Coloquei Kath na margem e conduzi uma raíz de árvore para me pegar e me por também e a correnteza voltou ao normal.

– Obrigada- disse ela arfando.

– De nada.- disse arfando também, aquele imenso poder me deixou bem cansado, mais cansado que o normal.

– C-como você fez aquilo?- Brandon parecia assombrado.

– Não sei, simplesmente sabia que tinha de fazer aquilo.- respondi.

Liz então secou nossas roupas e nós próprios instantaneamente.

– Deve ser aquilo que o Supremo disse.-ela idsse depois de nos secar.

– O que?- perguntei.

– Que o poder de Joshua pode estar em nós ou qualquer coisa assim, o que quero dizer é que talvez o poder de Joshua estava em você naquele momento, quando você mais precisou dele.

Aquilo fazia sentido, então assenti.

–Vamos seguir em frente.- disse Liz.- Eu nos teleporto agora, você está cansado, se recupere primeiro.- assenti.

Outro puxão, então a sensação de alívio quando senti um chão de concreto de novo. Agora eu sabia que estávamos no Canadá, pois uma bandeira se mexia com o vento na minha frente. Olhei o mapa de novo, e um novo ponto brilhante apareceu escrito: Está aqui.

Mostrei para os outros a localização exata do artefato que fosse, estava em um hipermercado.

Notas finais
Obrigado por ler até o final! Deixe sua review!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.