"22 de setembro de 2011

Tudo o que deixarei como legados são sinais.


Sinais visíveis ou não da influência social que eu jamais quis ter. Herdada fora por mim — herdada será por quem quer que seja por mim. Acredito que as melhores pessoas possuem a memória mais curta, e assim sendo, não ligam para heranças.
Mas é uma realidade. Hoje, fui longe. Minha Beatrice, minha Cordelia ficou para trás e talvez por tal, sinto não ter nada a dizer. Amor é algo que se encontra fora de nós — pois dentro de nós nada pode realmente viver.


Sinceramente, que fique claro que todas as anotações remetem a um. Remete a toda a dificuldade que ouvi falar em relacionamentos. Independentemente da minha forma e da longevidade de qualquer relação, a lembrança do desapego no homem custa muito a ir.


Que amaldiçoadas minhas palavras sejam.


Deveria-se dizer o mesmo de meu intelecto. Não o digo, pois hoje é ele quem me faz contemplar ainda a horribilidade da vida.


Devo então, no lugar disso, dizer: é a arte que me transforma.

Olliver,
in the hills"

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.