Os 9 Lordes Piratas
4 Capitulo 4
Notas iniciais
Catarina acordou mal-humorada, como se pressentisse algo ruim chegando. Uma tempestade começará a noite quando ela ainda era a iunica acordada, então seus marinheiros levantaram e exigiram que ela descansasse, pois estava tão fria e encharcada que acreditavam que ela pegaria uma pneumonia.
A clamaria e o sono quase a envolveram. Mas então o barco balançou-se bruscamente para o lado, fazendo-a cair e se chocar com a parede de madeira de forma abrupta. A dor de cabeça latejou de uma forma insuportável. Ela respirou fundo, e foi jogada para o outro lado.
"Paciência", pensou, "É só se levantar e...". Chocou-se com a outra parede. "Ah, foda-se"
– Amaldiçoado seja todos esses deuses visados que criaram essa MERDA DE TEMPESTADE NO DIA EM QUE EU FIQUEI DE RESSACA!
Todos olharam para cima, vendo a capitã do Pérola sair de sua cabine, com uma expressão furiosa e selvagem, os cabelos bagunçados, olhos frios e desafiadores e com sua espada na mão, como se fosse entrar em um duelo de uma mão só com os céus e os deuses de que falava.
Saiu cambaleante, da porta, enquanto a tempestade sacudia o barco, gotas furiosas chocando-se contra sua pele, encharcando seus cabelos revoltos e rugindo em resposta.
– Você se acha poderoso, hãm? Muito poderoso, ó, Lorde Supremo Todo Poderoso! — ela abriu os braços rindo em ironia, levantando a espada em seguida apontando a espada para os céus num desafio mortal — Nos não somos formigas cujo único dever é reverenciar você, sua divindade egoísta e mesquinha! Onde você está quando seus cegos fiéis precisam de você?! Onde você estava quando eu precisei? Quando minha mãe e meu pai precisaram?! Onde você estava quando ela morreu na minha frente, seu bastardo?!
– Muitos palavrões para tão cedo. — uma voz masculina e familiar soou atrás de si — Bons modos nunca perduraram entre os asparias, não é?
– Oh, não, não, não, não! — ela murmurou repetidamente, gritando novamente com o céu antes de se virar para a pessoa que falara — Eu preciso estar muito, MUITO mais bêbada para ter que aturar você mais uma vez parecendo dramaticamente, seus filho da mãe!
– Houveram tempos em que você me chamava de um jeito diferente.
– Alguém me traga a merda de um copo de rum. Eu definitivamente não estou bêbada o suficiente para reuniões familiares. — ela murmurou, subindo até sua cabine, esbarrando no ombro do homem com que, conversava e jogou-lhe o chapéu contra o peito — A primeira merda que tenho que devolver, Jack.- murmurou irônica, enfatizando a forma impessoal de chamá-lo.
Quando a porta se fechou, ele se abaixou para pegar o chapéu, sacudindo-o e limpando-o, antes de colocá-lo na cabeça.
– Faltou um "capitão" nessa frase.
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