Ordinary Life
37 Capítulo 37 – Hero
Notas iniciais
“And they say That a hero could save us... “ [ Hero – Nickelback ]
POV Percy
Foi tudo tão rápido que nem consegui processar direito, e não porque sou lerdo, mas porque eu não conseguia compreender essa do Frederick nunca ir com a minha cara. O que meu pai e Atena fizeram não tem nada a ver comigo e Annabeth, mas parece que realmente aquela Sarah fez a cabeça dele. Do mesmo jeito eu tinha que falar com Frederick e deixar bem claro minha intenções.
Toque a campainha e nem se quer me importei se iria ser expulso a socos e pontapés. Mas para a minha surpresa foi Sarah que atendeu.
– Menino. O que faz aqui? Se Frederick te pega aqui, ele é capaz de te matar. – falou sarcástica, mas me assustei do mesmo jeito.
– Eu quero arranjar um jeito do senhor Chase confiar em mim. E não adianta, eu não vou me separar da Annabeth. – respondi e ela me avaliou com os olhos.
– É muita coragem vir até aqui pedir isso, então... – ela parece reconsiderar e sorri. – Mas acho que posso ajuda-lo. – ergui as sobrancelhas em duvida.
– Ah é? Como ?
– Simplesmente preparando um jantar com a família.
– Espera, esperai... vocês também ? Aquele metido Nathaniel, a tal de Sofia sem la quem ?
– É isso ou nada. – completou me estendendo a mão. Hesitei um pouco.
– Feito. – concordei.
Eu não tinha nada a perder e sim ganhar. Que mal poderia acontecer além de tentar convencer Frederick de que minhas intenções são boas? Pode até ser pelo momento, mas Sarah não me pareceu tão ruim. Agora só resta saber o que Annabeth vai achar disso.
...
– PERSEUS JACKSON! VOCÊ FEZ O QUE? – tapei os ouvidos.
– Fala baixo, Annie. – resmunguei olhando para os lados.
Estávamos em uma Starbucks e Annabeth quase surtou, aliás praticamente surtou quando contei sobre o jantar.
– Esta me dizendo que marcou um jantar com as pessoas que mais odeio nesse mundo !!!?? – ela rosnou mais baixo.
– Annabeth, você e seu pai precisam se acertar e isso não é o fim do mundo. – a fitei. – E alem disso, você já queria fazer isso, não queria?
– Sim, mas sem aquelas pessoas por perto. Eles vão arruinar tudo! – ela estava ficando irritada e eu também.
– Era o único jeito que tinha. Você, sei la, não podia fingir que gosta deles na frente do seu pai ? – ela bufou e cruzou os braços.
– Percy, você é tão lerdo. – revirei os olhos.
– E porque isso agora hein? — a fitei. – Quer saber? Nós vamos e ponto final. A conversa é com seu pai e não com a Sarah e os filhos dela. — Annabeth se levantou e me deu as costas, mas fui mais rápido e segurei seu braço. – Olha Annabeth, as vezes eu não te entendo. Uma hora quer contar tudo e outra hora não. As vezes até parece que não quer que seu pai aceite nosso namoro. – ela arregalou os olhos pra mim.
– Como ousa a pensar isso de mim Percy !? — a essa hora Annabeth já estava com os olhos pretos de raiva que eu até me encolhi um pouco.
– Ah, sei la, você não se decide. Muda de opinião o tempo todo e... – quando percebi, seus lábios haviam sido pressionado sobre os meus.
Primeiro, de surpresa não reagi, mas depois me entreguei ao desejo que sinto e sempre senti por ela. Entrelacei minha língua com a sua e começamos a travar uma batalha por espaço. Agarrei sua cintura e apertei levemente fazendo com que a mesma soltasse um gemido fraco já me deixando excitado. No separamos por falta de ar.
Annabeth fechou os olhos com força e respirou fundo até me encarar e dar um pequeno sorriso.
– Eu vou nesse jantar, seu bobão. – resmungou e me deu um selinho demorado. Sorri vitorioso.
– Você não vai se arrepender. – falei enquanto íamos em direção ao meu carro. Ele se virou pra mim e sorriu.
– Espero que não. – pegou seu celular e fez uma careta. – Algumas chamadas perdidas da Thalia.
– Qual o problema ?
– Não sei.É por isso que vou na casa dela para saber o que aconteceu né cabeça de alga. – riu e concordei como um lerdo.
– Eu te deixo la, sabidinha. – comentei e ouvi um “ Ótimo.”
– Ah meus deuses. – murmurou surpresa olhando pra um ponto bem longe a sua frente.
– Que foi ? – seu rosto estava pálido.
– Pensei em ter visto... – ela balançou a cabeça em negação. – Esquece, não é nada de mais.
– Tudo bem.
...
POV Annabeth
Deve ser muito urgente pra ter centenas de ligações da Thalia. E eu ainda queria comentar com ela sobre o que eu pensei em ter visto. Aquele ser loiro caminhando de novo pelas ruas de Nova York.
Estava eu la, no quarto de Thalia Grace, esperando a maldita sair do banheiro tomando um banho que parecia não ter hora para acabar.
– Thalia!!!! Anda logo menina, não tenho muito tempo!! – esse berro que dei parece ter resolvido alguma coisa, já que em poucos minutos ela saiu do banheiro enrolada em uma olhada. – Finalmente né punk, pensei que nunca mais iria sair de lá.
Ela me deu uma risada meio sem humor.
– Vou te dizer uma coisa... eu vi uma pessoa nada conveniente e queria ter certe... – ela me interrompendo se atirando na sua cama ao me lado comentado o nome de uma das pessoas que eu e ela mais odiamos depois de Sarah e todos os outros.
– Luke voltou. – disse encarando o teto e fechou os olhos.
– Oh... – fiquei sem reação. – Você ficou sabendo, como se...
– Ele veio até aqui me atormentar. – me cortou mais uma vez. – Saiu daquela maldita cidade pra voltar a me atormentar . – falou entre os dentes.
– Mas isso é um problema Thalia ? – perguntei séria e ficou um tempo sem responder até respirar fundo.
– Não. – sua voz parecia indecisa. – Definitivamente não é um problema, Annabeth. – ela aumentou a voz me fazendo a fitar.
– Então porque está assim ? Você não sente mais nada por ele e sim por Nico. – seus olhos pareciam ter acordados ao ouvir o nome do primo do Percy.
– Nico... – resmungou. – Ele viu Luke e ainda quase rolou briga entre eles. – arregalei os olhos.
– Sério mesmo que os dois se encontraram ? – ela balançou a cabeça assentindo. – Você ta ferrada prima. Mas o que o Luke falou?
– Ah, ele disse que queria recomeçar de novo e esquecer o passado e isso tudo com Nico presente.
– Me diga uma coisa Thalia. – ela me olhou desinteressada. – A volta do Luke te deixou confusa em relação a ele ? – ela me olhou indignada.
– É obvio que não. Eu não sinto mais nada por ele. NADA!!! – gritou.
– Tudo bem, já ouvi, já ouvi. Quase fiquei surda menina. – tapei os ouvidos. – Então porque esta agindo assim. Você gosta do Nico não é ? O Luke já era não é?
– Para de me encher de perguntas Annabeth. – ela se levantou e foi até seu closet.
– Só tenha certeza que essa volta de Luke não atrapalhe a sua relação com o Nico, que posso dizer que esta bem firme, não é mesmo ? – ela se virou enquanto colocava uma camiseta do Green Day, típico e revirei os olhos.
– Pra falar a verdade, esta mais do que firme. Eu não tenho coragem o suficiente pra dizer pra ele o que sinto de verdade. – ela abaixou a cabeça e veio em minha direção. – As vezes eu quero falar mas não consigo. – se deitou novamente ao meu lado e eu sorri mordendo os lábios.
– Hmm, posso dizer que você esta finalmente apaixonada pelo Di Ângelo . – a provoquei e ela me deu uma cotovelada de leve.
– Ah merda, eu não sou assim . – falou e pousou suas mãos em seu rosto as esfregando.
– Deixa disso Thalia, uma hora você não ia resistir mesmo. Agora o importante é não deixar Luke atrapalhar isso entre vocês e dizer finalmente ao Nico o que sente de verdade.
– Argh !!! Eu me odeio . – resmungou e eu ri.
POV Percy
Finalmente chegou a hora de acertar as coisas com o senhor Chase. E mesmo que ele não me aceite, não vou deixar de ficar com Annabeth.
– Hey Annie, tira essa carranca do rosto. – peguei seu queixo e a virei pra mim enquanto dirigia até o apartamento do pai dela. – Você vai ver que é melhor assim. – acariciei seu rosto.
– Melhor seria se aquela gentalha da Sarah e seus filhos não estivessem lá também. – resmungou e eu acabei dando uma leve risada.
– Ignora eles. – apertei as mãos no volante e comentei baixo com um pouco de raiva. – Assim como eu vou ignorar aquele metido do Nathaniel . – resmunguei com nojo o nome desse infeliz e percebi Annabeth soltar uma gargalhada ao meu lado.
– Hmm, ta com ciúmes amor ? — me provocou pousando sua mão na minha coxa e consegui evitar um gemido.
– Safada. – ela riu. – Depois desse jantar vou te ensinar a não me provocar desse jeito. – sorri malicioso e ela me acompanhou. – Chegamos. – comentei ao estacionar em frente ao apartamento de Frederick.
Ela estava tensa e fiz questão de segurar em sua mão para tranquiliza-la.
–Vai ficar tudo bem. Eu prometo. – ela me fitou e sorriu torto. – é agora ou nunca. – e saímos do carro indo em direção ao local.
...
– Meninos, estávamos a sua espera . – Quem nos atendeu foi Sarah e pude sentir já uma careta se formar no rosto de Annabeth.
– É, sei bem o que estava esperando. – comentou e eu apertei a mão dela em reprovação e ela me olhou mortalmente.
– Esta tudo pronto ? – perguntei apressado.
– Perfeitamente, mas só faltando alguns detalhes. – respondeu e eu estranhei mas deu de ombros.
Ao me lado Annabeth já estava impaciente e entrou passando reto por Sarah e questionando.
– Onde esta meu pai ? – se virou cruzando os braços.
– Ele ainda não chegou do trabalho e meus queridos filhos também não. – Sarah sorria sinicamente que até me dava medo.
– Eu só queria saber quando aqueles mimados entraram nessa conversa. – resmungou baixo mas sendo o suficiente para Sarah ouvir e respirar pesadamente e tentando manter o controle.
– Vamos aguardar pacientemente até que eles cheguem, meninos. – comentou enquanto se afastava de nós indo em direção a cozinha.
– Você está muito nervosa, Annie. – sentamos no sofá e passei a mão em uma mecha de seu cabelo o colocando atrás da orelha.
– Não estou nervosa, só... – ela fez uma pausa e respirou fundo. – Nada. Pressinto que não será uma noite boa. – completou.
– Não precisa ser negativa. – passei um braço por seus ombros. – Esta na hora de você e seu pai se acertarem. – Ela resmungou algo e quando eu ia falar ouvimos o barulho da porta o que me fez engolir seco.
– Frederick, meu amor. – ouvi Sarah o cumprimentar e percebi que Annabeth fez um careta. – E Nate ,querido. – ai foi a vez de eu fazer a careta. – Estávamos a sua espera.
– Como assim “ estávamos” ? – questionou o Sr. Chase e caminhou até onde Annabeth e eu estávamos seguido do Nathaniel.
– Woooowh oooh . – exclamou Nate ao nos verem e segurou uma risada abafada e olhou de canto para Frederick que encarAva com fúria. Aliás, me encarava com fúria.
– O que esse insolente está fazendo aqui ? E com a minha filha. – rosnou.
– Pai calma, queremos apenas conversar e esclarecer tudo. – respondeu Annabeth um pouco nervosa.
– É querido, Percy foi quem teve essa brilhante ideia de montarmos esse jantar e nos conhecer mais um pouco. – completou Sarah e Frederick pareceu suavizar por um pouco.
– Ok, tudo bem, vamos ver no que esse showsinho vai dar. – resmungou e se virou para a sala de jantar.
– Isso vai ser divertido. – comentou Nathaniel de braços cruzados e com uma expressão maliciosa no rosto enquanto olhava para Annabeth. Apertei as mãos em punho mas ela as segurou me controlando.
Fomos até a sala de jantar, onde a mesa estava posta pra seis pessoas, e no caso, por enquanto estávamos em cinco. Fiquei me perguntando quem seria o sexto integrante. Então foi assim : Nas pontas, Sarah em uma e Frederick na outra. Annabeth e eu em uma das laterais e o babaca do Nathaniel na outra junto a outra pessoa que ira chegar em algum momento . Enquanto Sarah terminava os retoques finais da comida eu fuzilava o metido a minha frente que estava cara a cara com a minha loira. Antes que eu pudesse argumenta alguma coisa, a outra pessoa que faltava chegou me fazendo engolir seco.
– Querida irmã ! – exclamou Nate se levantando cumprimentando a garota loira.
– Sofia. – resmungou Annabeth ao meu lado.
E eu como um bobo fiquei atordoado ao ver a mesma garota do clube que havia dado em cima de mim descaradamente. Tentei desviar os olhos dela, mas a mesma me notou e sorriu. De repente minhas mãos começaram a suar.
– Olá gente. – cumprimentou a nós mas precisamente ela estava olhando diretamente pra mim. – Fiquei sabendo que havia ter uma reuniãozinha familiar, certo ?
– Isso mesmo Sofia, deixa eu lhe apresentar Percy Jackson, o namorado de Annabeth. – comentou Sarah sorrindo.
– Percy Jackson, juro que já tinha ouvido seu nome em algum lugar. – respondeu ela com um sorriso malicioso e Annabeth ficou inquieta.
– Da onde que você conhece o Percy, hein ? – praticamente rosnou.
– Acho que ela deve estar me confundindo com alguém. – me meti rapidamente na conversa.
– Pode até ser. – finalizou e continuou com aquela expressão de " ops, falei demais “ . – Mas que eu já ouvi falar de você isso sim.
– Bom, vamos ao que interessa. – Sarah se virou para Frederick. – Querido, já não esta na hora de você aceitar Percy? – todos os olharam curiosos e ele me estudou cuidadosamente.
– Quais as suas intenções com a minha filha moleque ? – por pouco não respondo com ignorância por ele ter me chamado de “ moleque “.
– As melhores possíveis senhor Chase. – respondi.
– “ As melhores possíveis na cama “ – comentou Nathaniel entre aspas e sorrindo malicioso me fazendo ferver de raiva. Frederick me fitava furioso.
– Como é que é ? – questionou o pai de Annabeth.
– Qual o seu problema garoto ? – rosnou Annabethh.
– Hmm, safadinhos esses dois. – se intrometeu Sofia. – Gostaria de ter essa chance também. – foi o estopim para Annabeth que se levantou irritada.
– Olha aqui sua piranha, larga de dar em cima do meu namorado. – gritou e por pouco não avança em Sofia que a olhava espantada e ao mesmo tempo divertida.
– Menina! Como ousa a falar assim da minha filha ? – repreendeu Sarah. – Eu aqui numa boa consegui organizar esse jantar pra podermos conversar civilizadamente sobre o caso de vocês e é assim que você agradece ?
Todos ao redor da mesa olhavam quietos a cena, mas o dois filhos da mãe estavam com risos abafados.
– Você é muito falsa isso sim. Acha que com essa pose de boa mulher vai colar, mas na verdade não. – o olhar de Annabeth era de raiva.
– Quem é você pra falar assim com a minha mãe garota – se alterou Sofia.
– JÁ CHEGA TODOS VOCÊS ! – se levantou Frederick. – E pelo visto este jantar não adiantou de nada né. Vocês dois continuam com essa implicância com a Sarah e os filhos dela.
– Mais uma vez foi um erro vir falar com você. – disse Annabeth com uma cara nada boa.
– Eu concordo com ela. – falei simplesmente olhando a todos. – Vamos Annie. – me levantei e segui Annabeth.
– Já vão tarde. – comentou Sarah quando estávamos pra passar pela porta.
Annabeth seguiu em frente mas algo me barrou antes dela perceber. Era Frederick.
– O que foi agora senhor Chase? Ja não foi o bastante não ter acreditado na sua filha ? – resmunguei e ele me olhou curioso, porém zangado.
– Olha aqui moleque, eu conheço essa laia da sua família e sei que os Jackson’s não são de confiança e sei que você não é bom o suficiente para minha filha. – rosnou enquanto segurava forte meu braço que fiz questão de me soltar.
– Eu amo a Annabeth e nunca faria nada para magoa — lá e sinto muito se o senhor não acredita em mim. – respondi e sai o mais rápido possível antes que me barrasse de novo.
[ Stateless – Bloodstream ]
Cheguei la em baixo e encontrei Annabeth dentro do meu carro com a cabeça apoiada no vidro. Seus olhos estavam marejados e ainda possuíam uma expressão de raiva.
– Não aguento mais isso Percy. Não aguento mais. – falou baixinho. – Aquela gente esta fazendo a cabeça dele.- peguei seu rosto e o virei para mim.Eu não aguentava vê-la chorando.
– Hey, olhe pra mim – colei minha testa na dela. – Uma hora ele vai perceber. – a beijei e senti ela corresponder quando colocou seus braços em volta do meu pescoço.
– Vamos logo pra casa. – falou quando terminamos o beijo com um longo selinho.
...
– Você ainda continua quieta. – comentei enquanto eu passava para cima de seu corpo e me suspendia pelos meus cotovelos.
– Eu só estava pensando no final que isso vai dar. – respondeu enquanto sua mão passeava carinhosamente pelo meu rosto.
– Seu pai ainda vai voltar atrás e vai perceber o tipo de pessoa que é Sarah. – acariciei seu ombro e ela sorriu me dando um beijo que quando eu ia aprofundar Annabeth cortou o beijo.
– Mais uma coisa. – resmungou enquanto eu beijava seu pescoço.
– O que é ? Hm ? – beijei seu módulo e o mordi a fazendo arrancar um leve gemido.
– Não gostei nadinha da piranha da Sofia secando descaradamente você. – engoli seco e subi meu rosto pra frente do dela. A mesma arqueou uma sobrancelha esperando uma resposta.
– Eu nunca vi aquela garota na minha vida. – menti, tantas coisas pra ela se preocupar e eu não iria querer mias isso. – Como você disse, de cara deu pra perceber que ela é uma piranha. – rimos com esse comentário.
– Ah, só cale a boca e me ame agora. – agarrou meu pescoço e colou nossos lábios. – Meu herói. – falou entre os beijos, sorri voltando a beijar.
Pedi passagem com a língua e ela cedeu. Agarrei uma de suas coxas e puxei o lençol nos cobrindo. Com certeza eu irei ama-la muito.
“ I'm not gonna stand here and wait I'll hold on to the wings of the Eagles Watch as we all fly away...” [ Hero – Nickelback ]
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