Opposites

2 Just Starting


Notas iniciais
Oie! outra vez! kk
Muito Obrigado pelos reviews do cap. passado, significou muito p'ra mim.
Por isso obrigadão:
AnnaCullen
Paulinha
Luaninha Gomes
Nickyyss
São divas, mesmo!
Aproveitem e o cap. e desculpem qualquer erro ortográfico (;

POV JUSTIN

O sabor de vingança soube melhor do que eu alguma vez poderia imaginar.

Finalmente via o homem que eu tanto desprezava, morto. Agora só faltava destruir o resto da família, isso seria bastante fácil. Primeiro, o filho da puta do Luke Miller e depois a irmãzinha, que eu nem desconfiava como se chamava.

Meus devaneios foram interrompidos por uma batida, suave mas irritante, na porta. Uma cabeça loira falsa surgiu por entre a porta trabalhada de meu escritório. Odiava quando essas putas falsas pensavam que eram alguém para entrar sem permissão.

– Posso entrar?- a voz estridente de Melissa soou na grande sala.

–Já entrou. – disse seco a fazendo estremecer.

– Er.. e-eu queria saber se o senhor queria alguma coisa. – ela disse rebolando até meu cadeirão.

Não precisei dizer nada para que a vadia começa-se a descer o ziper de minha calça e caísse de boca em meu pau. Eu soltei um leve gemido, me deliciando com a boca da vadia. Melissa era boa no que fazia, embora eu demorasse muito a chegar a meu ápice com ela.

Passados alguns minutos meu sémen foi libertado em sua boa e como boa puta que é, engoliu tudinho.

Melissa já estava se preparando para se sentar no meu pau quando a mandei ir embora, a sua boceta não era a melhor coisa p'ra se foder.

Quando o efeito do orgasmo passou, meu celular começou tocando.

–Alô. – disse sem vontade alguma.

– Justin, tem uns carregamentos que precisam de sua verificação, passa por cá? – era Ryan.

– Pensava que poderia confiar em você p’ra fazer esses trabalhos. – falei me levantando do cadeirão e me preparando para sair do escritório.

– Eu não tenho culpa cara.

– Já 'tou indo. – disse e logo desliguei o celular.

***

POV NICKOLE

Uma semana se tinha passado rápido, o funeral de meu pai já se tinha realizado e eu já tinha começado traçando os planos para acabar com a raça do Bieber. Iriamos atacar a mansão e roubar alguns documentos importantes para conseguir achar algum ponto franco, que pelos vistos eram mais que muitos. Não iria ser nada fácil entrar naquela mansão, para além de estar protegida de baixo acima nós eramos muitos, por isso teríamos que ter o dobro da cautela. Estava demasiado distraída em meus pensamentos que nem dei pela entrada de Chris, só dei conta quando senti seus braços fortes e quentes, que sempre me confortavam e acalmavam. Deitei minha cabeça em seu ombro e seus lábios se encostaram nos meus, o que me fez sentir uma corrente elétrica passar por meu corpo. Ninguém sabia de nossa relação, nem meu falecido pai nem meu irmão iriam gostar de saber que eu tinha um ‘caso’ com um de seus ‘seguranças’, embora Chris fosse o mais competente, saberem que a sua menininha andava envolvida com alguém seria um grande choque.

Sem reparar o meu corpo já estava estendido na cama, duas mão grandes foram passando por ele, tentando livrar-se dos panos que me cobriam, quando ambos estávamos sem roupa, Chris se afundou em mim, uma sensação prazerosa dominou meu corpo, embora seus movimentos tenham começado lentos, depressa se tornaram fortes e velozes o que fazia com que o choque entre nossos sexos fosse maior provocando mais prazer. Depressa ambos atingimos o orgasmo. Chris sempre me fazia ter o maior prazer possível, sempre era doce mas forte e firme, me levando á loucura. Quando nossas respirações se acalmaram, ele me envolveu em seus braços e depositou um beijo em minha testa, não estando satisfeita, trouxe seus lábios ao encontro dos os meus, me deliciando com seu sabor doce e fresco.

– Vou ter de ir. – ele disse encarando meus olhos.

– Você sempre faz isso, não é mesmo? – eu falei fazendo um bico do tamanho do mundo.

– Eu volto… aliás, hoje vai ser lido o testamento que seu pai deixou.

Logo depois dele pronunciar tais palavras, uma lágrima já escorria por meu rosto.

– É eu se-sei.

– Shhh, eu volto logo Nick… — eu sorri fraco e depositei um selinho em seus lábios.

***

Acordei assim que ouvi o som de um tiro, tinha tido um pesadelo, outra vez. Quanto mais minha cabeça dizia para eu me manter forte mais meu coração desfalecia.

Me levantei e corri para o banheiro tomar um duche bem gelado, podia ser que assim a dor sumisse mais rápido.

Vesti uma calça jeans com uma camiseta qualquer, não estava com cabeça sequer de pensar no que vestir para a leitura do testamento de meu pai.

Desci as escadas e me deparei com o advogado de família e um senhor por volta dos seus 60 anos sentado atrás de uma mesa com certo tamanho. Meu irmão e mais alguns familiares estavam sentados em cadeiras á volta da mesa e uma das cadeiras vazia esperando por mim. Me aproximei, finalmente me sentando. O notário deu início à ‘cerimonia’, eu não estava propriamente interessada no que diziam, apenas levantei a cabeça quando falaram o meu nome.

– Nickole Miller irá ficar com o domínio dos negócios de seu pai, Thomas Miller – declarou, mas só passados alguns segundos ou minutos, quem sabe, é que a razão caiu em mim e eu percebi o quão ferrada eu estava.

Assumir todos os negócios de meu pai não estava nos meus planos, eu sempre pensei que meu pai confiasse isso tudo a Luke, meu irmão. Só de pensar o quão complicado seria lidar com tudo isso, meu estomago se embrulhava. Olhei de relance para Luke e ele sorriu para mim, com um olhar orgulhoso. Eu retribui o sorriso mas meu olhar apenas transmitia medo e incerteza.

******

Chris (Chris Brown):



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Notas finais
Espero que tenham gostadoo (;
beijos e até a próximo capitulo!