Operação babá
31 Chapther thirty-one
Notas iniciais
Taichi, Koushiro e Sora chegaram ao apartamento da família Ishida, tocaram a campanhia insistentemente, ninguém atendeu, Taichi encarou a porta e começou a bater usando a força bruta, chegou ao ponto das batidas incomodar o vizinho ao lado.
— Kon'nichiwa, ogenkidesuka? Posso ajudar vocês jovens? Perguntou o senhor.
— Kon'nichiwa! Cumprimentou Koushiro, se curvando. — Estamos procurando os Ishida.
— Ishida, os meninos acho que fugiram de casa, pelo desespero deles, e parece que o casal se reconciliou, pois passaram esses meses afora juntos.
— Então eles não estão? Perguntou Taichi.
— Nenhum deles.
— Perdão pelo incômodo! Se desculpa a ruiva.
— Tudo bem, boa sorte na busca de vocês! Desejou o senhor.
— Arigato! Agradecem os digiescolhidos.
Os três entram no elevador e Sora pitagarrea, olhando para o castanho.
— Precisava mesmo ter batido na porta desse modo, não sabe que as paredes são finas? Questionou a ruiva.
— Achei que ele estava com os fones! Responde Taichi.
— Se fosse o Yamato-san dava para entender. Argumentou Sora.
— E velho não pode gostar de música? Perguntou Taichi.
— Vocês dois podiam deixar suas discussões… A bronca foi interrompida com um balanço no elevador causado por uma pane.
— Taichi-Kun! No momento do susto, Sora abraça o guardião da coragem o deixando corado.
— Taichi-San o que é isso? É digimal? Perguntou Agumon saltando com chamas na boca.
— Se acalma, cara, aqui tem câmeras, se acalma que é apenas um problema no sistema. Como vamos sair daqui? Perguntou o castanho dando socos no painel.
— Eu posso sair ali por cima e energizar os cabos. Sugeriu Tentomon.
— Por mais mais fácil que essa solução pareça, devemos ligar para emergência não nos arriscar desse modo, o nosso segredo já está ameaçado. Reclama o guardião da sabedoria.
— Isso é o que dá você confiar em deixar a namorada no seu computador sem senha, ainda bem que ela caiu na conversa de que era apenas um jogo.
— Taichi, eu não sei por quanto tempo conseguirei manter a farsa, é muito difícil, ela já quer saber a fonte para o designer dos monstrinhos. Conta Koushiro.
— Sora… Desculpa a grosseria lá, eu…
— Está preocupado com os amigos, me desculpe, e… Por isso! Sora desfaz o abraço.
— Tudo bem Sora, era só o que faltava a gente passar o resto do dia presos no elevador. Dramatizou o castanho.
— Seria menos estranho sem eu aqui junto! Pentelhou o ruivo.
— Desde que começou a namorar anda com a cabeça poluída. Taichi devolve a brincadeira.
— Tomara que os outros tenham mais sorte. Sora se senta no chão.
No apartamento da família Takaishi
— Aqui a placa! Mostrou Miyako.
— Miyako-Chan como vamos saber se ela foi mesmo? Perguntou Chibimon.
— Não tá na cara, a placa está na porta, "vende-se". Será que dá tempo de chegar ao aeroporto? Sugeriu Daisuke, puxando Hikari que trava e segura o pulso do ruivo.
— Antes precisamos nos informar pastel-Kun e você trouxe dinheiro ou cartão de crédito? Questionou a violacea.
— Desde o dia que o Dai-kun comprou o jogo escondido no cartão do pai ele o proibiu de usar. Entregou o digimon causando risos entre as meninas e Ken.
— Seu linguarudo! Era segredo! Esbravejou o digiescolhido.
— Dai, Dai, sempre uma nova! Comentou a castanha, com uma gota.
— Ok! Eu não tenho nada, alguém? Perguntou Daisuke, as meninas balançam as cabeças negativamente.
— Ichijouji!
— Motomiya Eu acabei de voltar ao normal, só vim com o passe de ida e volta, eu sinto muito. Lamentou Ken.
— Tudo bem gatinho, eu gostava muito da senhora Takaishi, tinha ela como minha tia… Eu já tinha ouvido falar que o Yamato nasceu aqui no Japão e o Takeru-Kun nasceu na França, por um imprevisto na hora do parto, por isso é outros motivos foi fácil ela tirar o filho daqui, não vou conseguir perdoar, ela nem permitiu uma despedida, achou os filhos, os separou e ganhou o mundo, tomara que ataquem pedra ao invés de arroz. Desabafou Miyako.
— Miya-Chan! Hikari repreende, mas ri da violacea.
— Tomara que de caganeira! Pentelhou o ruivo.
— Pessoal, eu sei que estamos em meio a uma tristeza, mas não há provas concretas além da placa na porta, será que não podemos ir atrás das informações que faltam, não vai adiantar ficar aqui montando guarda e lançando as pragas. Sugere Ken, sendo encarado por todos os amigos.
— Tá bem vamos fazer do seu jeito, qualquer coisa pra não ouvir a papagaia de óculos! Pentelhou o líder dando de ombros, Miyako deu um soco no braço do líder.
— Seu suricato da cabeça vermelha, ainda estou te devendo umas, corre porque agora vou deixar o seu cadáver na porta do apartamento da sua família.
Daisuke engole seco e corre o mais rápido que pode deixando Ken e Hikari com gotas.
— Vocês dois não vão fazer nada? Perguntou Hawkmon, no colo de Ken.
— No fundo eles sentiam falta! Pentelhou Hikari.
Após toda correria, Daisuke foi parado pelo avô de Iori que caminhava naquela tarde pela ponte do parque com o neto.
— Qual o motivo da pressa? Perguntou o Senhor Hida.
— Miyako-Chan! Pontuou Iori.
— A psicopata de Odaiba! Provocou o líder.
— Parecem que estão nessa intensa atividade a algumas horas. Insinua o mais novo.
— O bastante para me deixar cansado e com fome! Reclama Chibimon.
— Daisuke! Gritava a violacea. — Kon'nichiwa! Miyako comprimentou os vizinhos.
— Vocês descobriram algo? Perguntou Iori.
— Que o Daisuke gosta de brincar com o perigo! Pentelhou Ken ofegante.
— E que meu condicionamento físico está péssimo. Completa Hikari se sentando.
— Vocês disseram que iam reunir informações sobre a família Takaishi e Ishida. Bronqueia o castanho.
— O chiwawa achando que é Pit bull! Oh nanico, baixa a bola, a porta tá com a placa de vende-se o que mais você quer? Perguntou Daisuke.
Miyako se desligou da discussão e estava ao celular enquanto Hikari tentava entrar em contato pelo Digiterminal com Mimi, ambas sem sucesso, Miyako então ligou para o telefone da familia Tashikawa e ficou com um misto de emoções, pois ao descobrir que Mimi ainda estava no sítio com a família dos amigos, veio o alívio em saber que nem Yamato e nem Takeru saíram do sítio.
— Kyaaaaa! A violacea abraçou a parceira de Jogrees comemorando e gritando entusiasmada.
— Miya-Chan, tem como me contar o que te disseram! Pede Hikari acompanhando os pulos.
— Eles não foram, retiro as pragas! A Mimi-Mimi-Chan está com os irmãos Ishida Takaishi no sítio com os pais deles, Kami, você entende? Comemorou Miyako correndo até Ken e o beijando.
— Vai derrubar mesmo! Pentelhou o ruivo.
— Nem você vai estragar, eles não foram, o Yamato, o Takeru e a Mimi estão com os pais dos loiros na casa da mãe de Hiroaki-San, a senhora Tashikawa disse que eles não saíram do Japão e o casamento entre os franceses furou, game over, isso é incrível. Miyako abraça os amigos juntos.
— Mas então, a Natsuko desistiu de casar com o noivo? Isso é demais, só que não entendi porque o apartamento vai ser vendido? Iori perguntou confuso.
— Isso não tem importância agora, não precisamos esquentar com nossos amigos sofrendo a quilômetros separados. Aponta Miyako.
Os digiescolhidos comemoram juntos, precisavam encontrar os três que foram a residência da família Ishida e contar que eles não precisavam mais se preocupar com os irmãos.
A noite foi caído e os cinco amigos estavam animados e comemorando, Hikari e Miyako beijavam os namorados, ao fim do carinho Ken ligou para a mãe para avisar que dormiria na casa de Miyako.
Enquanto Hikari tentava entrar em contato com o irmão que na mesma hora entrou com Sora e Koushiro.
— Podia ter segurado um pouco, estávamos presos dentro do elevador, você tinha que evacuar? Perguntou Koushiro reclamando.
— O que eu posso dizer? Eu comi brócolis com ovos cozidos, chegou uma hora que eu perdi, pensa por outro lado, se não fosse seu choro não estávamos aqui. Provocou Taichi.
— Que ideia é essa de desligar o celular e sumir? Perguntou Hikari, preocupada — E que história é essa de pum no elevador?
— Eu só vi que iam se reunir aqui e o celular acabou a bateria, bom informação número um, o Yamato e o pai não estão em casa.
— Mas é claro, ainda estão no sítio, a mãe da Mimi-Chan nos informou. Contou Miyako.
— Isso é muito bom! Taichi comenta.
— E desculpa o sumiço, ficamos presos no elevador. Sora se desculpa.
— Vocês estão bem? Perguntou a senhora Hida.
— Fora as crises de pânico do elevador cair, dos choros do Koushiro, até que saímos inteiros. Pentelhou Taichi.
— Puxa Sorinha, vem aqui. Miyako se aproxima da guardiã do amor e entregou o chocolate quente para ela. — Presos no elevador, você não tirou nem uma casquinha? Perguntou indiscreta e imprevisível a violacea fazendo Sora engasgar com a bebida.
— Falta a Mimi, você substitui a altura. Brincou Sora depois da crise de engasgo.
O senhor Hida entrou na sala seguido pelo irmão mais velho de Joe.
— Como pode ver o seu irmão não veio para nossa casa. Indagou o Senhor Hida.
— É festa agora? Não me diz o Joe sumiu? Perguntou Daisuke.
— Ele pode estar na biblioteca! Sugere Miyako.
— Desde ontem? Perguntou Shin. — Digiescolhidos, ele levou uma mochila com roupas, e o Gomamon, além disso, a namorada digimon também desapareceu. Conta Shin.
— Agora você plantou a preocupação! Temos que procurar ele. Hawkmon se pronunciou.
— Se ele levou roupas e o digimon, pode ser que estejam no digimundo. Sugere Koushiro.
— Precisamos encontrar os nossos amigos, o Joe perdeu a cabeça! Perdeu a noção do perigo, o que ele acha que vai sumir com a Witchimon e não vai fazer falta? Vamos para o digimundo e arrastar o sem rumo de volta! Advertiu Taichi.
— Eu avisei, eles estavam se ligando de uma maneira muito perigosa, a ligação deles estava cada dia mais forte. Mas não podemos nos jogar no mundo digital assim de qualquer forma, me empresta o seu D3 Miyako-Chan? Pediu o guardião da sabedoria, sendo atendido.
— Senta que vai demorar! Bufou Taichi, puxando uma cadeira e sentando.
— Não começa tá, eu aguentei as últimas quatro horas você resmungando, socando o painel, a porta, beijando a Sora e soltando pum num espaço fechado, sem saída de ar.
— Volta aí! Sora-Chan. Hikari abraçou a ruiva. Vocês se agarraram no elevador? Perguntou a castanha despertando a curiosidade da violacea, as duas constrangeram a ruiva até ela contar o que elas queriam.
— Então a Sora é sua capitão? Perguntou Daisuke.
— Cara para de falar como se fosse uma figurinha que eu achei perdida. Repreende o castanho.
— Deixando o assunto em segundos planos, pessoal, não encontro sinal algum, usei o mesmo sistema de localização que usei na época do… Koushiro olha para Ken.
— Pode prosseguir Izumi-San, já tem um ano. Esclareceu Ken, o ruivo assentiu.
— Usando o mesmo sistema daquela época, sugerindo que o Senpai está com seu digivice, não a sinal em nenhuma parte do digimundo. Koushiro passa o mouse pelo mapa, ampliando principalmente ambientes com mais lagos, cachoeiras, propício para Gomamon.
— Continua procurando. Taichi mexeu no notebook a procura de um sinal.
Os digiescolhidos montaram um acampamento na sala da família Inoue, ao invés de séries, filmes, doramas, passaram a noite ao redor do notebook, as horas iam passando, a madrugada chegando e aos poucos os digiescolhidos se renderam ao sono, mesmo com café, naquela manhã Joe subia para o seu apartamento e trazia nos braços Gomamon que dormia.
Quando colocou as chaves e girou a maçaneta se deparou com seus irmãos, seus pais olhando diretamente para porta, mesmo com a bronca pela irresponsabilidade a família Kido não poupou abraços.
Naquela tarde, os digiescolhidos ainda se envolviam em baixo de suas cobertas, alguns digimons se levantaram e tomaram café antes dos parceiros, a campainha da residência da família Inoue toca e Miyako resmunga se cobrindo.
— Kido? Mantarou o olha surpreso.
— Bom dia Inoue-san, a Miyako está em casa? Perguntou Joe .
— A Miyako e todos os amigos, ainda estão dormindo, passaram a noite procurando você no digimundo! Contou o mais velho.
— Tá vendo a confusão que causou mocinho? Gomamon zombou do parceiro.
— Eu sinto muito por isso! Se quiser eu volto outra hora, Shin-San me contou que estavam preocupados e que passaram a noite aqui, me perdoe…
— Está tudo bem Kido, não façam mais isso, foram duas famílias procurando os filhos, eu vou acordar o batalhão. Mantarou o convidou para entrar e os digimons correm para abraçar Gomamon.
— Você sempre diferente do resto! Pentelhou a foca debochando de Tailmon.
— Fico feliz que voltaram, mas a pergunta é, o que deu em vocês? Questionou a gata com a mão na cintura
— Fomos passear! Respondeu naturalmente Gomamon.
Koushiro foi acordado pelo sinal do notebook e levantou bruscamente, sem perceber a presença do amigo.
— Acho que encontrei ele. Koushiro passa a mão no rosto.
— Demorou, onde está o Senpai? Perguntou Daisuke colocando os óculos.
— Ele… Ah, como assim tem que haver algum diagnóstico para esse bug, como assim? Perguntou o guardião da sabedoria todo confuso. — Agradeceria se tivesse um pouco de ajuda aqui! Pentelhou o ruivo.
—Oi digiescolhidos! Cumprimentou o mais velho.
— Nossa a preocupação é tanta que até ouço a voz do cara! Taichi se espreguiça.
— Poderia abaixar os braços Taichi, é que você não toma banho desde ontem. Pede Tailmon.
Joe começou a rir.
— É o… Joe, pode começar a explicação, não faz mais isso, estávamos nos preparando para ir ao digimundo atrás de você! Dramatizou Sora.
— Olha lá Sora, o Taichi-Kun pode ter uma crise de ciúmes! Provocou o líder da segunda geração.
— Eu peço desculpas a todos, meus pais vocês… Sério não pensei nas consequências, simplesmente achei que… Achei que seria tão rápido que ninguém ia perceber que sumi! Explicou o guardião da confiança.
— Alguma coisa muito especial você fez que iluminou a digimon e a fez tirar o feitiço, anda Senpai, qual o segredo? Perguntou Miyako ajeitando os óculos e encarando Joe de perto, o fazendo suar.
— Segredo? Perguntou Joe.
— Não se faz de inocente Joe-Kun! Bronqueia Hikari.
— É cara pode desenvolver! Pentelhou Daisuke.
— Desenvolver o que Daisuke? Perguntou o mais velho constrangido com os olhares e a pressão sobre si.
— Vai me fazer mesmo dizer? Cara não tem mais nenhum virgem sentado nesta sala. Gritou Daisuke, exigindo explicação, sendo encarado por todos.
— O que você quis dizer com não tem mais nenhum virgem sentado aqui? Perguntou Taichi avançando no cunhado.
— Alguém esqueceu do acordo de confiança? Pentelhou Miyako olhando para Hikari que estava corada. — Hikari-Chan você e o pastel sumiram no penúltimo dia de aula… to entendendo o "cuida da tail pra mim". Miyako conclui o pensamento.
— Agora entendi a confiança em me deixar com o Chibimon. Pensa Ken.
Por causa da frase dita fora de hora pelo líder da segunda geração, a principal curiosidade da turma era adiada.
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