Notas iniciais
Oi gente... Eh isso mesmo que estão vendo... Eu já atualizei! Acho que estou mais ansiosa que vocês para ver Oliver e Felicity se reencontrando hahaha Vou deixa-las ler... Até as notas finais.

POV Annie

Vi uma garota loira indo em direção a várias malas e colocando-as lá. Tentei carregar as minhas até lá.

— Deixa que eu te ajudo. – Ouvi a voz de um garoto. Ele pegou uma das malas e me ajudou a coloca-la na pilha. – Não acredito que estamos aqui. Esse acampamento tem história.

— Pois é, quero descobrir o que de tão legal tem por aqui. Vovó me contou muitas histórias.

— Meu pai me contou sobre alguns esconderijos que ele descobriu durante suas férias aqui. Espero encontrar algum. Nós podemos achar juntos.

— Sério? E quando podemos fazer isso?

Não consegui resposta, pois logo vi uma cabeleira loira abraça-lo e balbuciar o quanto estava feliz por ele estar ali também. Os dois pareciam se conhecer, então sai de perto e observei os grupos que se formavam. Aproximei-me de algumas meninas que conversavam animadas, até que uma delas me chamou e entrei na conversa.

— Eu soube que podemos escolher com quem vamos dividir o dormitório. São cinco pessoas para cada, desde que sejam do mesmo sexo. E olha, estamos em cinco, podemos ficar juntas. – Sugeriu a garota que tinha se apresentando como Addison. Ela era a mais alta do grupo.

— Tudo bem, eu aceito. – Concordei, afinal elas eram legais e eu não precisava procurar por mais ninguém para socializar.

Todas concordaram em dividir um alojamento, então ouvimos uma mulher com um megafone anunciar para que meninos e meninas se dividissem em grupos de cinco. Observamos a movimentação, enquanto já tínhamos nos decidido. Quando todos acabaram, os funcionárias entregaram para cada um chaveiro com o número do dormitório e a chave e pediu para que levássemos nossas malas. Consegui pegar a primeira mala, mas quando fui tentar retirar a segunda da pilha, tinham muitas em cima e estava difícil.

— Tudo bem, eu coloquei, eu tiro. – O garoto de mais cedo puxou minha mala, sem muita dificuldade. – Isso é muito estranho. – Sussurrou a segunda parte e se afastou.

Não entendi o motivo de ele dizer o que era estranho e também não tive tempo de perguntar, pois já estava longe. Peguei a mala que não tinha conseguido retirar da pilha na outra mão e fui em direção ao local que dormiria durante essas oito semanas. As meninas já estavam se organizando e escolhendo as camas. Fiquei com a mais próxima da porta. Comecei a arrumar minhas coisas no baú que tinha na beirada da cama e no pequeno criado mudo ao lado.

— Disseram que o jantar será servido as 19h. – Ouvi Amber dizer. Ela era a mais farta do grupo, com isso quero dizer, parecia ser a que se alimentava melhor, se é que me entende. – Quer dizer que ainda temos 2 horas sem comida, ainda bem que eu trouxe alguns salgadinhos.

Observei ela abrir o pacote e oferecer a todas, que pegaram alguns.

— Quer Annie?

— Não, obrigada Amber, eu comi faz pouco tempo.

— Eu que agradeço. – Disse voltando para sua cama e fazendo todas nós rirmos.

POV Hallie

Levei minhas malas de rodinhas para um canto estratégico, caso precisasse carrega-las depois. Observei todas as crianças daquele acampamento. Já via grupos se formarem, enquanto outros campistas chegavam. Connor tinha dito que talvez viesse e comecei a procura-lo. Avistei-o colocando uma mala grande de mão amarela em uma pilha perto de uma arvore. Tinha uma garota loira conversando com ele. Fui depressa encontra-lo e assim que cheguei o abracei e comecei dizer o quanto estava aliviada de vê-lo ali. Tio Tommy tinha combinado com meu pai de trazer Connor e eu para o acampamento, para que pudéssemos nos divertir, já que tínhamos nos esforçado bastante na escola. Na verdade eu tinha, Connor não gostava muito de estudar. Mas eu não tinha certeza se ele viria mesmo e estava tão feliz em vê-lo.

— O que? Eu pensei que fosse você... – Connor começou a balbuciar. – Eu pensei que você tinha colocado aplique no cabelo. Eu podia jurar que falava com você agora.

Vi ele olhando através de mim para o lugar onde antes estava a garota loira. Agora ela já estava caminhando em direção ao outro lado do campo.

— Do que você está falando Connor? Comeu muito açúcar de novo? – Perguntei. Afinal ele ficava meio esquisito quando se entupia de doces.

— Ela era igualzinha você.

— Não era não.

— Mas você nem a viu. – Disse convicto.

— Connor, talvez você precise de óculos. Vamos ver se conseguimos encontrar alguém legal e deixa de bobagem.

Achamos um grupo de meninas e meninos conversando e nos enturmamos. Até ouvir uma mulher com megafone pedindo para que nos dividíssemos em grupos de meninas e meninos. Sabia que não poderia ficar com Connor, mas mesmo assim fiquei triste. Não tinha o hábito de me socializar com as pessoas e estava com medo delas não gostarem de mim, mas até o momento as meninas do meu grupo pareciam bem simpáticas.

Fomos para o dormitório e escolhi a cama do fundo. Ajeitei minhas coisas e depois conversei com as meninas até a hora do jantar.

POV Felicity

Annie tinha ido ao Acampamento Lakebottom por insistir desde que as aulas começaram. Eu não pretendia deixa-la ir, mas mamãe disse que não tinha mal algum e que ela precisava se divertir e assim eu teria mais tempo livre para terminar o maior projeto da minha vida, ou melhor, o segundo maior projeto, já que o primeiro era Annie e Hallie. Falar de Hallie fez uma dor forte em meio peito surgir, como já não sentia há algum tempo, dor essa que eu tentava mascarar com trabalho. Antes de Annie sair por aquela porta, estava me saindo bem, mas agora, sabendo para onde ela fora, era impossível não me sentir triste.

— Querida, você precisa aprender a conviver longe dela, não é como se ela estivesse indo para sempre. – Ouvi minha mãe dizer em tom consolador.

— Eu sei que não posso coloca-la em um potinho e guarda-la, apesar de querer muito que isso fosse possível, só é difícil estar longe dela. Ela é tudo o que tenho e pensar que eu poderia ter mais da vida...

— Shhhh... – Mamãe me abraçou pelos ombros me confortando. – Eu sei meu amor, só não vamos mexer em feridas do passado. Tenho certeza que essas semanas vão passar rapidinho, assim como passava quando era você.

— Mãe, a senhora reclamava sempre quando eu voltava que pareciam dez anos que eu estava fora! – Acusei, já com um sorriso, afinal Donna Smoak tinha o poder de animar qualquer um, mesmo nos piores momentos.

— Tudo bem filha, você vai morrer de saudades dela, mas pensa o quanto você se divertia e voltava cheia de histórias e feliz para casa. Só pense no sorriso e no abraço apertado que vai receber quando ela voltar.

Sorri com o pensamento de uma Annie feliz e enérgica voltando para casa e aquilo aqueceu meu coração instantaneamente.

— Só tenho medo do que ela pode encontrar por lá. Laurel disse que provavelmente Tommy vai mandar Connor, ela tentou convencê-lo a mudar de planos, mas não sei se conseguiu. E se ele perceber a semelhança? Eu não quero que ela descubra assim, na verdade eu nem quero que ela descubra.

— Eu nunca concordei com a decisão que vocês tomaram de separa-las, talvez seja melhor assim, ela já tem 11 anos, está na hora de contar-lhe a verdade.

— Eu não sei mamãe, contar a verdade trará a tona coisas do passado que eu só queria esquecer para sempre. Eu preciso de mais tempo para pensar, talvez quando ela completar 18 anos. – Isso era a atitude certa. Quando Annie tivesse 18 anos eu contaria a ela a vida que ela perdeu de conviver ao lado da irmã gêmea e assim poderia decidir sozinha se queria ou não conhecê-la. Só não sei por que o pensamento parecia tão errado

— O problema não é Annie conhecer Hallie, o problema é você não querer reencontrar Oliver. Pense bem filha, você pode fazê-la te odiar depois.

Mamãe saiu do meu quarto e me deixou sozinha com meus pensamentos confusos. Eu sabia que tinha que tomar uma decisão, só não queria fazê-la agora, então resolvi mudar meu foco e retornar ao projeto.

POV Oliver

Fazia um dia que Hallie tinha ido ao Acampamento. Quando concordei com Tommy há um mês parecia uma boa ideia, mas agora que ela não estava mais em casa, meu coração se apertou de uma forma que só tinha sentido antes há 11 anos quando perdi duas das três mulheres mais importantes da minha. Claro que eu tinha minha mãe e Thea, mas não se pode julgar um pai por amar suas filhas mais do que qualquer coisa no mundo.

Acordar e não tê-la para abraçar e dar-lhe bom dia seria meu maior inferno, como eu pensei que poderia passar oito semanas longe do meu bem mais precioso? Hallie era a minha maior felicidade, seu jeito tímido e sua inteligência lembravam a mulher que eu tinha deixado escapar por ser imaturo, por ter colocado tão pouco a frente dela e só agora percebo. Casamos muito jovens e não demorou a recebermos o melhor presente das nossas vidas. Duas lindas bebês, que não tiveram tempo de se conhecer mais que alguns meses. Eu não queria deixa-las ir, mas Felicity estava decidida a me deixar, eu não podia perdê-las, então decidimos que cada um poderia ficar com uma bebê. No começo foi difícil lidar com uma criança de cinco meses sozinho, apesar de minha mãe me ajudar, eu gostava de participar e lembrava de quantos madrugadas tinha passado em claro embalando Hallie nos meus braços. Mas eu faria tudo por ela de novo quantas vezes fosse necessário

Pensar na minha garota tinha feito eu me atrasar um pouco, então fui tomar banho e me arrumar para mais um dia de trabalho. Eu estava atolado de novos projetos e precisava analisa-los o quanto antes.

POV Annie

Acordei com um sinal absurdamente irritante. Vi todas as garotas levantando quando eu queria apenas continuar dormindo. Vovó podia ter me dito que iríamos acordar com as galinhas, assim eu teria repensado se viria.

— Anda Annie, vamos tomar café. – Ouvi Amber dizer.

— Já vou, só mais cinco minutinhos.

— Vi na grade de atividades que hoje de manhã terá um pequeno campeonato de esgrima, para quem sabe esgrimir, óbvio. – Dessa vez a voz de Avery e o pronunciamento sobre o esporte me chamou atenção, já que eu tinha praticado por um tempo.

Levantei da cama e fui direto ao banheiro, como fui a ultima, não precisei esperar por ninguém. Tomei banho e fiz minha higiene matinal. Quando sai percebi que estava sozinha, as meninas já tinham ido, então me dirigi ao refeitório, encontrando as já se alimentando. Peguei uma bandeja e comecei a colocar o que eu iria comer. A diretora do acampamento parou na minha frente e começou a pegar alguns morangos.

Ouvi-a dizendo alguma coisa para alguém em frente a ela.

— E você querida, quer morangos? – Perguntou-me.

— Ah desculpa, eu queria, mas não posso, sou alérgica.

— É alérgica? Você já me disse isso, como foi parar ai? Ah, é o primeiro dia, tem que desculpar à velha, pelo menos eu não eu botando sal no açucareiro... – Me afastei da diretora, enquanto ela ainda falava, ela não parecia alguém em sã consciência. Percebi que estava me procurando e constatando que eu já não estava mais lá.

Fui me sentar com as garotas, que já estavam conversando sobre qual atividade iriam fazer. Todas já tinham escolhido, Amber iria para uma competição de comida, Abigail para a de natação no lago e Addison, Avery e eu decidimos ir para a de esgrima. Acabei o café e fui direto para o lugar onde iria acontecer a competição, vi a monitora entregando os uniformes e separando as duplas. Peguei um e o vesti. Competi contra todos e me sai muito bem, vencendo na maior parte das vezes. Eu era a campeã da competição.

— Temos uma campeã. A senhorita Annie Smoak de Central City – Disse a monitora levantando meu braço. – Temos alguma desafiante? – Retirei a mascara e fui abraçar Avery e Addison. Não ouve nenhum pronunciamento do pessoal que já estava competindo, todos já tinham percebido que eu era boa. – Ah, que isso meninas? Não vamos bancar as damas em perigo.

— Eu quero tentar. – Ouvi uma voz, parecia que já tinha a ouvido em algum lugar, junto a risadinhas de mais algumas pessoas.

— Ok, então nós temos uma desafiante! – A monitora disse arrastando a ultima palavra, próxima a garota, provavelmente buscando saber quem era ela e anotando em sua prancheta.

Sorri para as meninas e coloquei a máscara em seguida, me virando para a minha adversária, que já se vestia e colocava sua máscara. A monitora nos entregou o florete. Nem dei tempo para o comprimento, comecei a atacar, tentando tocar o torso da garota, mas ela era boa e me bloqueou, fazendo o atrito dos floretes tinirem alto. Continuei tentando, fazendo com ela tivesse que se mover para trás para não ser acertada, até que ela girou o corpo e avançou sobre mim e dessa vez me vi obrigada a dar alguns passos para não ser atingida, o que fez com que uma estatua fosse acertada. Começamos a nos mover em círculos, até que com o choque das nossas armas, finalmente consegui desarma-la e quando fui tentar toca-la, a vi subiu sobre alguns cubos de fenos, fazendo com que meu florete não a alcançasse e ela pudesse recuperar o seu. Subi as escadas que me levariam para a varanda onde ela estava agora e continuei tentando, mas ela conseguiu me deixar em uma posição sem saída e tocou o florete com força no meu tronco, acabei caindo dentro de um tanque com água.

— Touché – Declarou sua vitória. – Desculpa, deixe-me ajuda-la. – Esticou-me a mão e eu a segurei firme.

— Deixa que eu ajudo você. – Disse enquanto a derrubava.

— Por que fez isso? – Levantou irritada e saiu do tanque.

— Eu? Você me empurrou! – Acusei.

— Foi um belo show. Acho que temos uma nova campeã. De Starling City, senhorita Hallie Queen – Ouvi a monitora dizer enquanto eu também saia do tanque. – Meninas, se cumprimentem.

Virei de costas para a garota, tirando minha mascara e cruzei os braços. Ela tinha me vencido, quando eu tinha sido a melhor durante todo o tempo. Em apenas um combate ela conseguiu mais pontos do que eu tinha conseguido durante todos os outros.

— Andem meninas.

Virei sem a olhar e vi sua mão estendida. Uma pena não ter como joga-la no tanque mais uma vez. Peguei sua mão e apertei com toda força que eu possuía, então olhei para seu rosto para ver se havia alguma expressão de dor, mas o que vi me deixou chocada. Aquele definitivamente parecia meu reflexo, apenas com um cabelo mais curto. Ouvi sussurros sobre nossa semelhança entre as pessoas presentes.

— Estão olhando o que? – Perguntei mal humorada por ser o centro da atenção.

— Você não viu? – Escutei a tal da Hallie dizer.

— Viu o que? – Falei irritada.

— A semelhança entre nós. – Disse obvia.

— Hmm, semelhança? Entre você e eu? – A vi assentir com a cabeça. – Eu quero ver, vira de lado. – Então ela fez. – Agora do outro lado. Bom, seus olhos são mais juntos do que os meus, suas orelhas são enormes, seus dentes são bem tortinhos. Ah e o seu nariz... Mas não esquenta, essas coisas tem jeito.

— Quer que eu acabe com ela? – Ouvi a amiga de Hallie dizer.

— Calma ai, ainda não acabei. Quer saber a verdadeira diferença entre nós? – Eu ainda não tinha acabado.

— Deixe eu ver. Eu sei esgrimir e você não, ou eu tenho classe e você não? Você escolhe.

— Ah, eu devia... – Fechei as mãos em punhos.

— Ahn Ahn, mocinhas, mocinhas, está na hora de acabar com a festinha. – Disse a monitora. – Annie, Hallie, quer dizer, Hallie, Annie... – Disse tentando acertar nossos nomes, me deixando com uma carranca de desagrado.

POV Hallie

Depois do episodio com a tal de Annie, passei o dia todo bastante irritada. Falei para as meninas que gostaria de fazer alguma coisa contra a garota e chegamos à ideia de que podíamos pegar o colchão e baú dela e levarmos para o lago, longe o bastante do seu alojamento. Eu não era uma pessoa vingativa, mas ela conseguiu despertar meu pior lado, então quase no fim da tarde, junto às outras meninas, acabamos levando todos os colchões e baús para o telhado do dormitório.

Vê-la chegando com sua trupe e constatando onde estava seus pertences quase me fez rir, o que revelaria meu segredo, então tapei a boca com as mãos. Saímos de onde estávamos escondidas e fomos jantar.

[...]

Acordei com uma sensação ruim, abri os olhos lentamente, mas ao me deparar com o cenário a minha volta, me levantei de vez, o que fez balões caírem sobre mim, mas consegui desviar, menos do maior, que me encharcou. Gritei o que fez as outras meninas acordarem, elas tinham mel e chantilly pelo corpo. Barbantes foram espalhados pelo quarto em um emaranhado de fios, o que impossibilitava de nos movimentarmos por lá. Ouvi risadas ao lado de fora e sabia quem tinha feito aquilo. Raiva me dominou, eu ia acabar com essa garota. Fui até a janela e vi a diretora na varanda.

— Inspeção surpresa! – Anunciava no megafone.

— Se eu fosse você não entraria ai. Uma garota passou mal noite passada, está uma bagunça. Poupe do incomodo, está muito nojento. – Ouvi Annie dizer.

— Mas se alguém está doente querida, então preciso entrar.

— NÃO! – Gritou. – Quer dizer, não, é altamente contagioso.

Abri uma pequena fresta da porta, deixando que apenas minha cabeça aparecesse. Pude perceber a razão de Annie não querer que a diretora entrasse, tinha um balde com alguma coisa que cairia na pessoa que abrisse a porta.

— Na verdade está tudo bem aqui. A não ser que Annie Smoak saiba de alguma que não sabemos. – Falei para a diretora. – Eu insisto, abra a porta e venha ver a senhora mesma.

A diretora abriu a porta e então lama caiu sobre ela, fazendo a escorregar e ao entrar no quarto e esbarrar nos fios, que de algum jeito ligou o ventilador, fazendo penas voaram por todo o quarto.

— Eu disse que estava uma bagunça. – Annie falou.

— Ela sabia! Foi ela! – Acusei.

O que sobrou do rosto da diretora, sem estar coberto por lama e penas ficou vermelho e ouvimos a gritar a pleno pulmões:

— Vocês duas, peguem as suas coisas, para a cabine de isolamento agora!

Notas finais
"Você disse que não ia enrolar para ter Oliver e Felicity" Eu sei, não me matem... Eu só achei melhor dividir o capitulo. Juro q n demoro a postar o outro e ai acaba o acamps, elas vão para casa, ou melhor, não vão né, afinal elas vão trocar hahahaah Quem gostou da POV do Oliver e Fel? Assim vcs já sabem mais ou menos o que eles fazem da vida, como estão e tals... Dessa vez não vou escrever um textão, então vou parar agora... Até a próxima att, que eu não vou demorar, juro! P.S.: Eu ia escrever o ponto de vista de cada uma, mas achei melhor nas cenas q elas fizerem juntas, cada uma narrar uma parte, para que as coisas aconteçam mais rápido. Tudo bem por vcs ou querem ver cada falando sobre seu ponto de vista? P.S2.: Só para constar, quem acompanha TMOB, vou att ela amanhã. Beijooos e até logo.